Esta gente é parte activa do governo de António Costa; esta gente contribui decisivamente para a feitura das leis de Portugal.
Quando os idosos com covid19, provenientes de lares de terceira idade, são enviados para o hospital militar do Porto (que tem as condições mínimas e precárias de acolhimento), esta gente defende a nacionalização de hospitais privados de luxo para acolher criminosos!
Reparem como esta gente diz que os reclusos criminosos são “prisioneiros” — utilizam a linguagem militar, em que o “prisioneiro” é consequência de uma guerra, e não de uma actividade criminosa.
O Lumpemproletariado é a essência da estratégia de acção política desta gente.
Não existem pontos de contacto ideológico entre o bom-senso e o senso-comum nacional, por um lado, e esta gente, por outro lado.
Não podemos continuar a conviver com esta gente. Esta gente está a destruir o nosso país.
Esta gente tem que ser eliminada — física- e espiritualmente.
Esta gente está a mais, em Portugal.