quarta-feira, 30 de setembro de 2026

O governo de Montenegro a trabalhar para a Janela de Overton

Paulo Rangel é o ministro (do actual governo) mais perigoso; consegue ser mais perigoso do que o Luís Neves, porque é mais inteligente. piça mansinha

Paulo Rangel é aquilo que, aqui no Norte, chamamos de “p*ça mansinha”, ao passo que a Luís Neves chamamos de “coneirão”; já ao Luís Monta-o-negro chamamos de “c*r*lho com asas”.

Ora, o “p*ça mansinha” é aquele que nos f*de sem que nos demos conta: é o “falinhas mansas”, o Paulo Rangel. O “c*r*lho com asas” é aquele que desata a voar e a f*der aqui e ali, ou seja, o Luís Monta-o-negro.

O povo diz que “não há fumo sem fogo”; e sabemos que o “c*r*lho com asas” e o “p*ça mansinha” estão a trabalhar para a expansão da Janela de Overton no que diz respeito às indemnizações aos países corruptos dos PALOP.

Se o governo de Montenegro aceitasse, neste momento, pagar indemnizações a países corruptos à custa do nosso erário publico, levaria uma porrada eleitoral que não se levantaria nos próximos vinte anos. E o mesmo se aplica ao Partido Socialista. Portanto, a solução é trabalhar para a abertura da Janela de Overton. É o que eles estão a fazer.

O Luís Monta-o-negro merece a pena-de-morte

montenegro merece a morte

Quem autorizou o Luís Monta-o-negro a tomar decisões deste calibre à revelia da vontade expressa do povo português?

Numa altura em que o povo sofre com o aumento exponencial dos combustíveis e com uma inflação galopante, este filho-de-puta vem anunciar que iremos todos oferecer dinheiro a uma série de países com governos altamente corruptos, como é o caso dos PALOP.

Com jeitinho, o povo português ainda irá oferecer dinheiro ao corrupto Lula da Silva. É o ódio ao povo português que o criminoso Montenegro apoia e sustenta.

 E AÍ, VIERAM UISS  PORRTUGUESIS E FUDÉRAM O BRRASIU

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Hugo Soares: o gangster Capo da Máfia do PSD

O Partido Social Democrata parece-se com um grupo mafioso, que inclui elementos de duvidosa reputação e de aparência abrutalhada, como são os casos (por exemplo) de Luís Neves e Hugo Soares.

psd mafioso webEste último é sem dúvida o Caporegime da Cosa Nostra de Luís Monta-o-negro: basta que olhemos para o Hugo Soares para constatarmos o energúmeno que se ostenta e se passeia pelas instituições do Estado.

Naturalmente que o Luís Monta-o-negro é o Don (o chefão), e o Luís Neves é o Consigliere (o conselheiro). O Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) compõem a cúpula mafiosa do Partido Social Democrata.

Se tivermos esta visão (mafiosa) do PSD, começamos então a compreender muita coisa que, de outro modo, nos escaparia do entendimento: é uma organização nepotista que rouba o povo e se abotoa com prebendas e privilégios indevidos.

Esta tríade — o Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) — gere politicamente o Partido Social Democrata.

Joaquim Sarmento (ministro das Finanças), por exemplo, é apenas um "Made Man" que jurou a Omertà dentro da organização mafiosa dirigida por essa tríade.

O Consigliere aconselha, o Don decide, e o Capo executa com a brutalidade que se lhe reconhece e que é o seu timbre.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Pacheco Pereira : a Direita é toda nazi

Dei com este texto de Rui Moreira que se refere a um texto do José Pacheco Pereira no jornal Púbico que eu não li porque não assino esse pasquim.

jpp-vesgo-webRui Moreira contraria o Pacheco que defende a ideia segundo a qual as ideias do judeu Leo Strauss contribuíram para “alimentar o nazismo”.

Desde logo, folgo em saber que o Pacheco reconhece a influência das ideias em relação à evolução dos movimentos políticos: para quem escreveu (ipsis verbis) que “o marxismo cultural nunca existiu” — ignorando (propositadamente) a existência de Gramsci, Lukacs, Marcuse, Horkheimer, Sartre, e mais tarde os soixante-huitards e o Pós-estruturalismo da década de 1970 com Foucault, Lacan, Deleuze, Habermas, etc. —, parece que o Pacheco retornou ao bom-senso que implica a aceitação da Realidade.

Pacheco Pereira só aceita aquilo que não o comprometa ideologicamente. A partir do momento em que a realidade o compromete (ou o contrarie), ele recusa-a — na linha dos intelectuais marxistas, como por exemplo Lukacs e sobretudo Althusser. Trata-se de um mecanismo de protecção: ao negar a existência de algo real ou facto, o Pacheco protege-se dos ataques merdosos provenientes da Realidade.

É claro que Leo Strauss não promoveu o nazismo, nem as suas ideias ou mundividência contribuíram para a promoção do nazismo. Aconselho a leitura do livro do historiador inglês Laurence Rees com o título “The Nazi Mind” (2025).

familia do pacheco 650 web

Na boa tradição marxista, o Pacheco — que diz que “o PSD é um partido de Esquerda” — procura identificar tudo o que é Direita com o nazismo, embora o faça com uma pretensa sofisticação ideológica.

Neste contexto, o Pacheco identifica o Trump, por um lado, e toda a Direita europeia, por outro lado: subliminar- e implicitamente, “toda a Direita europeia é trumpista”, utilizando um maniqueísmo que o Pacheco atribui aos seus inimigos políticos.

De modo semelhante, para o Pacheco, toda a Direita das décadas de 1920 e 1930 era nazi; mas não vemos o Pacheco incluir Heidegger no rol dos “influenciadores” do nazismo, pela simples razão de este ser hegeliano: tudo o que é hegeliano merece o respeito do Pacheco.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Donald Trump nem copula, nem sai de cima

O octogenário Donald Trump tem notoriamente problemas de consumação de coito: tentou acomadrar-se ao Canadá, mas o rabujo e o peso da idade ditou-lhe o desaprumo. Vai daí, decidiu ele que nem copula nem sai de cima, condenando o Canadá a uma forçada abstinência.

Como diria o Nicolau Breyner: “nem o velho morre nem a gente almoça”.

nem fode nem sai de cima

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O Luís Monta-o-negro e a mentalidade de “ele rouba, mas faz obra”

Desde o inicio da década de 1980 que prevaleceu em Portugal a valorização do político que “rouba mas faz obra”.

Eu ouvi muitas vezes o dito popularucho do “ele rouba mas faz obra” — referindo-se a um qualquer político.

Era tacitamente permitido ao político roubar em pequenas coisas (ao estilo de Luís Neves) em determinadas condições, e a própria fiscalização policial e judicial era propositadamente relaxada.

Era o tempo em o Tuga roubava bicicletas em Amesterdão; mas esse tempo acabou — com excepção do actual político que “rouba meia dúzia de sulipas, mas faz obra”.

Com a golpada de José Sócrates, a mentalidade da maioria do povo mudou — mas o Luís Monta-o-negro não se deu conta da mudança.

José Sócrates não se contentou com pequenos roubos: deu uma golpada de milhões de Euros no Estado. E o povo acordou: com José Sócrates, já não se tratava de roubar bicicletas ou sulipas como acontecia até aí, mas a classe política passou a entrar numa de “desbundar” com o património do Estado.

A recente eleição de Isaltino Morais (2021) para presidente da Câmara Municipal de Oeiras veio revelar que o povo ainda premeia o político “ladrão mas que faz obra”.

E, em geral, a classe política aplaudiu a eleição de Isaltino Morais, porque esta veio revelar que o caso de José Sócrates tinha caído no esquecimento ou sido desvalorizado por uma parte do povo: afinal, continua a ser legitimado que o político “roube mas faça obra”.

Luís Monta-o-negro representa a continuidade da mentalidade da classe política que se norteia pelo princípio do “ele rouba, mas faz obra”.

Por detrás de Luís Monta-o-negro está a maçonaria que coordena o sistema de privilégios políticos à margem da lei.

Assim como, nas empresas, existe um organograma oficial (para inglês ver) e outro real (que é o que realmente conta), também em Portugal existe um sistema de privilégios políticos oficial, e outro real que está à margem da lei escrita: o sistema de privilégios real é uma tradição do sistema político vigente que extrapola a lei escrita. Esse sistema real (não legal) de privilégios é controlado pela maçonaria.

Por isso é que o Luís Neves é protegido pelo Partido Socialista de José Luís Carneiro e pelo PSD de Luís Monta-o-negro: o respeitinho dos partidos políticos pela maçonaria é coisa linda.

O Luís Neves é o arquétipo do político que rouba sulipas mas que ajuda os maiorais nepotistas a fugir ao fisco e a roubar prolificamente.

Os ladrões de bicicletas acabaram em Amesterdão, mas os ladrões de sulipas continuam em Portugal com o beneplácito da maçonaria. Mas não perdem pela demora: chegará o momento do ajuste de contas — tão certo como o destino.

sábado, 5 de setembro de 2026

Os brasileiros que me perdoem, mas isto não é língua portuguesa

A elite “intelectual” portuguesa está a trabalhar afincadamente para transformar a cultura portuguesa em um deserto — ou, neste caso, numa mancha de floresta amazónica que não distingue a diversidade da vegetação.

Chamo aqui à colação um tal Carlos Rocha, que, alegadamente, é «Licenciado em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mestre em Linguística pela mesma faculdade e doutor em Linguística, na especialidade de Linguística Histórica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Professor do ensino secundário, coordenador executivo do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, destacado para o efeito pelo Ministério da Educação português.»

unesp web

Este senhor “intelectual” português classifica, como sendo uma expressão linguística de bom português, a expressão “em meio a” — apenas porque uma universidade brasileira sanciona a expressão. Ou seja, se um dia a UNESP vier a terreiro dizer que “o Tupi Guarani faz parte da língua portuguesa”, o senhor Carlos Rocha, como bom “intelectual” português, irá dizer “ámen” e assinar por baixo (com as duas mãos).

russia em meio a web

É isto que temos. O Ciberdúvidas transformou-se em organismo acrítico que se limita a ratificar as decisões brasileiras acerca da língua que é suposta ser portuguesa. Não é aceitável que um “mestre em Linguística” português sancione uma qualquer expressão idiomática como sendo “portuguesa”, apenas porque consta de um dicionário brasileiro mais ou menos obscuro.

A expressão “em meio a” é tão portuguesa como a expressão “toda semana” que vemos aqui em baixo.

airbus toda semana web

O jornalismo brasileiro começa já a ter problemas com o plural sintáctico: em vez de “todas as semanas”, o intelectual brasileiro já adopta “toda semana”: de uma assentada, o jornalista e o intelectual brasileiro eliminam o plural e o artigo definido.

Os intelectuais portugueses, maioritariamente de Esquerda, estão a trabalhar para a desertificação da língua portuguesa: por isso é que a literatura portuguesa actual é um deserto: vou a uma livraria e só se edita e publica esterco como sendo “literatura portuguesa”.

Ou, como escreveu Virgílio na Eneida, “apparent rari nantes in gurgite vasto”: os escritores portugueses de qualidade desaparecem num mar vasto de mediocridade onde impera agora a vulgaridade confrangedora da língua brasileira.