sexta-feira, 26 de junho de 2026

A Equipa de Demolição da Civilização (1)

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização e sociedade não devem existir.

Ontem passei, por acaso, pela RTP no programa “Estado da Arte”, um programa de debate mediado pela jornalista Alberta M. Fernandes, e que tem (semanalmente) a presença, no comentário, de Susana Peralta (51 anos, claramente conotada com o Bloco de Esquerda ou com o LIVRE) Joana Marques Brás (24 anos, actriz, também da Esquerda “progressista”), Henrique P. Mesquita (28 anos, funcionário da Porto Editora), e Rodrigo Moita Deus (48 anos, o mais ajuizado do grupo, mas, ainda assim, “liberal”).

Mal sintonizei o programa e vi o Rodrigo Moita Deus a queixar-se de que a Joana Marques Brás lhe tinha (implicitamente) chamado de “racista” por razão (d'aquele) ter criticado as políticas de imigração em massa protagonizadas pela Geringonça.

E, mais uma vez, concluí ser impossível ter qualquer tipo de diálogo com os ditos “progressistas”: se discordamos deles, somos imediatamente chamados de xenófobos, homófobos, transfóbos, misóginos, sexistas, machistas, rassistas, fassistas, escrotos patriarcais, supremacistas branquelas, pais de família, marialvas, negacionistas, chalupas, grunhos, preconceituosos e reaccionários.


A Susana Peralta e a Joana Brás fazem parte daquilo a que podemos chamar de “Equipa de Demolição da Civilização” — assim como o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE, a ala Esquerda radical do Partido Socialista representada por Isabel Moreira, e até alguns elementos notórios do PSD como por exemplo o José Pacheco Pereira.

Aquilo a que chamamos de “civilização” é composto por vários pilares, por exemplo:

1/ Lei e Ordem,
2/ Fronteiras Nacionais,
3/ Meritocracia,
4/ Igualdade na Justiça,
5/ protecção das crianças e adolescentes,
6/ industrialização,
7/ liberdade de expressão,
8/ protecção da vida humana e fé no futuro de uma sociedade livre.

Todos estes pilares da civilização estão a ser ameaçados pela Equipa de Demolição da Civilização.

Até meados da década de 1970, a ameaça da Equipa de Demolição contra a civilização era frontal, inequívoca, violenta muitas vezes. Com o esboroamento da URSS em finais da década de 1980, a Equipa de Demolição da Civilização passou a actuar pelos flancos, de forma dissimulada, sub-reptícia, hipócrita muitas vezes.

Pretendem demolir a civilização para a substituir por um sistema utópico construído através de uma fé metastática (a crença de que é possível mudar a natureza fundamental da Realidade e da Natureza Humana).

A crítica da Equipa de Demolição da Civilização não é a de que a nossa civilização funciona mal, mas é que a civilização funciona normalmente.

Ora, é este “normal” do funcionamento  da civilização que terá que ser (alegadamente) “arrebentado” pela Equipa de Demolição para que possa surgir daí um paraíso na Terra. É uma espécie de “destruição criativa” Schumpeteriana mas à maneira da Esquerda neomarxista.

Os pseudo-intelectuais “progressistas”, os “intelectuais” anti-civilização do tipo Susana Peralta ou Joana Brás, dizem que “amam a humanidade”, mas de facto odeiam o ser humano (odeiam a Natureza Humana).

Vêem a Lei e Ordem, as Fronteiras Nacionais, e a Meritocracia como estratégias criminosas de opressão.

Vêem a expressão da Realidade e dos factos, não como prova contra os seus projectos radicais, mas antes como prova de que os seus projectos radicais não têm sido suficientemente radicais, e que é necessário radicalizar ainda mais.

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização não deve existir. Isto vai ter que acabar. É tempo de os “progressistas” irem cavar batatas.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Um carro eléctrico é um IPAD com rodas

O meu filho comprou um Toyota Yaris “híbrido”. “Híbrido” significa que não é carne nem é peixe; é assim “uma coisa a modos” que uma quimera... porém, por ser da Toyota, o meu parecer foi neutro, ou seja, não fui contra a escolha. A Toyota é como Brandy Constantino: tem uma fama que vem de longe...

Além disso, o motor a gasolina deste carro (Toyota Yaris “híbrido”) tem 1.500 Centímetros Cúbicos (ou 1,5 litros), embora apenas com 3 cilindros em linha. O novo Toyota Yaris “híbrido”, que irá ser comercializado ainda este ano em Portugal, também um motor a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, mas com 4 cilindros.

Portanto, eu não considero este “híbrido” da Toyota como sendo um carro eléctrico: é um carro com motor a combustão a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, embora com assistência eléctrica.

Carro eléctrico é outra coisa. É um IPAD com rodas.

ipad com rodasNão consigo entender as pessoas que compram carros eléctricos. Essas pessoas estão fora da minha capacidade de compreensão. Eu devo ser muito burro, porque não as compreendo. Não sei como é possível uma pessoa gastar um balúrdio de dinheiro na compra de um carro novo apenas para seguir a moda. O carro eléctrico está na moda... e vai daí, pumba! lá vão 40 mil Euros pela janela fora...!

O novo IPAD com rodas da BMW tem assentos aquecidos, mas tens que pagar 18 Euros por mês para desfrutar do aquecimento do teu traseiro. Se te esqueces de pagar os 18 Euros mensais, a BMW corta-te remotamente o aquecimento dos assentos através do IPAD instalado na viatura.

Nos novos modelos dos IPAD com rodas da Tesla, quase tudo o que consta do ecrã do IPAD terá um custo mensal. Ou seja, compras um IPAD com rodas à laia de automóvel, pagas e não bufas, mas o carro não é teu: continuas a pagar mensalmente pelo software e pela utilização das comodidades. O IPAD com rodas tem cerca de 1 milhão de linhas de código (software) que servem para perpetuar o controlo do fabricante sobre um produto que já pagaste com língua de palmo...

Os novos IPAD com rodas significam o fim dos mecânicos de bairro, aqueles que nos resolvem pequenos problemas. Qualquer problema com os IPAD com rodas, e terás que te dirigir obrigatoriamente a um concessionário que te cobrará “couro e cabelo” (isto é uma metonímia) pela manipulação de algumas linhas de código de software sob autorização do fabricante. Nos diagnósticos e reparações, acabou a concorrência. Deixamos de procurar o melhor mecânico e o mais barato: é a marca que nos obriga a pagar e a “chorar baba e ranho” (outra metonímia).

E depois, com o advento dos novos IPAD com rodas, temos o “Kill Switch”. Por exemplo, se excederes o máximo de velocidade permitido, pimba!, desligam-te o IPAD remotamente. Ficas parado na estrada à espera do reboque.

Compraste um IPAD com rodas, convencido que era teu, mas a verdade é que não é tua propriedade.

E não tens um mercado automóvel de segunda mão que valha a pena... os IPAD, findas as baterias, deitam-se fora — porque a substituição da bateria do IPAD custa quase tanto como o IPAD novo.

Pagaste um balúrdio por um aluguer vitalício de um bem que te pode ser retirado a qualquer momento. E os políticos de Esquerda (por exemplo, o Carlos Moedas) estão caladinhos que nem ratos, à espera que o modelo político chinês das “cidades 15 minutos” se instale definitivamente...

segunda-feira, 22 de junho de 2026

domingo, 21 de junho de 2026

As elites ocidentais irão ter que assassinar em massa

A missão política das elites europeias já é a de eliminar progressivamente a população autóctone, de inicio de uma forma incipiente e dissimulada, e mais tarde de forma massiva, dando razão ao prognóstico de Enoch Powell feito através do seu discurso “Rivers Of Blood”, proferido em 1968 em Birmingham.

O caminho a seguir, segundo as elites ocidentais, é um neofascismo de tipo chinês, em que as empresas privadas são estritamente controladas por um Estado que as tolera, e que promove socialmente uma classe de bilionários caninamente obedientes a esse mesmo Estado.

Para a plutocracia globalista, é necessário eliminar uma população autóctone culturalmente influenciada por aquilo a que Schumpeter chamou de “Democracia Procedimental” — in “História da Análise Económica”, 1954: a democracia que funciona como método político.

Ora, as elites aliadas (a “ruling class”) pretendem alterar / erradicar o método político actual, e para isso é necessário alterar radicalmente a cultura política da população autóctone.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Portugal deve começar a pensar em programar a saída da União Europeia

Políticos franceses e alemães, alguns de nomeada e ligados aos partidos tradicionais do “sistema”, defendem agora que o poder de decisão dentro da União Europeia (comissão + conselho) deve ser restrito a apenas seis países: França, Alemanha, Holanda, Itália, Espanha e Polónia.

Ou seja: seis países passam a mandar na Europa, e o resto obedece sem “piar”.

Isto significa, desde logo, que a actual responsável da União Europeia para os negócios estrangeiros, a estoniana Kaja Kallas, será demitida e o seu cargo extinto, para ser substituído por um novo cargo e por um qualquer ministro francês ou alemão; e significa também que os outros países da União Europeia não serão consultados — pelos menos, oficialmente — acerca das decisões que se tomam na União Europeia.

Ora, uma nação sem dignidade é um pasto de bovinos.

A nova política europeia que se desenha retira a dignidade aos países pequenos da União Europeia.

Nos Estados Unidos, por exemplo, todos os estados federais têm a mesma e igual dignidade na sua representação no Senado (que é uma espécie de Conselho de Ministros, na União Europeia). Ora, é esta igual dignidade de representação que o novo leviatão dos poderosos da Europa pretende retirar aos países pequenos da União Europeia.

Em princípio, Portugal pode sair da União Europeia sem sair do tratado de Schengen — como acontece, por exemplo, com a Suíça, que não faz parte da União Europeia mas assinou o tratado de Schengen —, a não ser que o actual poder na União Europeia aja de má-fé em relação a Portugal (o que é sempre uma possibilidade).

É claro que, para a retirada de Portugal da União Europeia, não podemos contar com o Partido Socialista e com o Partido Social Democrata; teremos que tentar convencer o CHEGA acerca da importância da dignidade multissecular da Nação Portuguesa.

Se for para sermos humilhados, então que se f*da a União Europeia.

Isabel Moreira e o recurso aos “técnicos” ideológicos para manipular a ciência

Quando a ciência actual recusa a categorização empírica da realidade observável, já não é ciência: em vez disso, é pura ideologia política.

“O parecer da Ordem dos Médicos, citado pela deputada, aponta falhas nos projectos de lei apresentados. O documento alerta para uma confusão entre diferentes conceitos médicos e jurídicos.

Segundo o parecer, “algumas propostas legislativas assentam em imprecisões conceptuais relativas à distinção entre identidade de género, incongruência de género e disforia de género, bem como numa compreensão simplificada da complexidade do sexo biológico, que não reflecte o conhecimento médico actual”.

Isabel Moreira usa parecer da Ordem dos Médicos para criticar projectos sobre identidade de género

Por absurdo, a Ordem dos Médicos poderia dizer o seguinte:

“O ser humano não é um animal bípede, reflectindo o conhecimento médico actual”.

Porém, a verdade é que todos nós verificamos que a esmagadora maioria dos seres humanos são bípedes a partir do segundo ano de vida — com excepção dos humanos com síndroma de Uner Tan.

Ou seja, a ciência propriamente dita diz que os seres humanos podem ser categorizados naqueles que têm o síndroma de Uner Tan, e por isso são quadrúpedes, por um lado, e os que não têm a síndroma de Uner Tan e por isso são bípedes, por outro lado.

No exemplo que dei, o que a Ordem dos Médicos poderia dizer é o seguinte (isto é uma metáfora):

“Há pessoas com o síndroma de Uner Tan, e por isso não podemos dizer que os seres humanos são bípedes”.

É a recusa do juízo universal. É o nominalismo (recusa da categorização) levado ao absurdo por motivação puramente ideológica, embora com a chancela de “ciência”.

Ademais, a Ordem dos Médicos não define “identidade de género”. A Wikipédia define assim “identidade de género”:

“A identidade de género é o sentido pessoal que cada um tem do seu próprio género”.

Esta “definição” é tautológica. Seria como eu definisse a “cor branca” da seguinte forma:

“A cor branca é clara.”

ou definisse a luz:

“A luz é o movimento luminoso dos corpos luminosos”.

— isto é pura tautologia.

É por demais evidente que a ciência, por sua própria natureza, não se ocupa do sujeito, ou seja, do indivíduo como ser humano. Só podemos fundamentar a noção de “sujeito” em uma forma tautológica, ou seja, baseando-a na experiência subjectiva.

O conhecimento científico concebe acções determinadas e determinísticas; não concebe a autonomia, o sujeito, tão pouco a consciência e a responsabilidade. Esta última é não-senso e não-científica. As noções de autonomia, sujeito, consciência e responsabilidade, pertencem à ética e à metafísicae não à ciência positiva.

A Ordem dos Médicos deveria ter só um pouquinho de vergonha — já que a Isabel Moreira nunca terá vergonha na cara.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Os patrões adoptam a linguagem da extrema-esquerda

migrante web

O patronato “liberal” adopta a linguagem da Esquerda mais radical. Por exemplo, o uso do adjectivo “migrante”, em lugar de “imigrante”, por parte do patrão Francisco Calheiros.

Há várias razões para a substituição de “imigrante” por “migrante”.

Desde logo porque o adjectivo “migrante” pressupõe uma deslocação de um território para outro mas com carácter provisório: os migrantes, em princípio, não se fixam definitivamente no território de arribação. Neste sentido, o substantivo “migração” é sinónimo de “transumância” — que também se aplica aos animais: por exemplo, às aves de arribação, ou à migração de aves.

Por outro lado, o adjectivo “migrante” não significa necessariamente a deslocação de um país para outro: pode significar a deslocação de uma região para outra região dentro de um mesmo país — ao passo que “imigrante” tem uma conotação internacional: o imigrante/emigrante passa sempre fronteiras nacionais.

Por exemplo, uma pessoa que tenha vivido em Lisboa e vá viver para o Porto, é um “migrante” — e não um “imigrante”: um imigrante e/ou um emigrante passam sempre fronteiras nacionais.

Portanto, o patronato e a extrema-esquerda estão de acordo em suavizar o impacto brutal do fenómeno da imigração na cultura antropológica e na coesão social portuguesas através da substituição de conceitos que possam colocar em risco as suas estratégias políticas “liberais” e antipatriotas.

Ainda irei ver o Francisco Calheiros como deputado do LIVRE, e a Cláudia Azevedo como coordenadora do Bloco de Esquerda.