domingo, 11 de outubro de 2026

A União Europeia tem que se preparar para a guerra contra a Rússia

A Rússia irá gastar até ao fim de 2026 cerca de 178 mil milhões de Euros com as Forças Armadas, o que equivale a cerca de 38% de toda a despesa do Estado russo. Em 2027, Putin pretende gastar 180 mil milhões de Euros com os militares, um pouco mais do que em 2026.

Isto significa que Putin irá cortar nos orçamentos da educação e instrução das crianças e jovens, nas prestações de saúde e nos hospitais, nas reformas dos idosos e em serviços sociais de apoio à população: 38% da despesa do Estado é uma enormidade, e vemos bem a obstinação de Putin em relação à expansão do império através da guerra.

Putin escolheu a guerra contra os países da Europa em geral, e contra a União Europeia em particular. Ou aceitamos a dominação russa (com o apoio explícito de Donald Trump) e o fim do Estado de Direito democrático, ou a Europa tem que investir massivamente em defesa.

trump rusian asset web

Em termos práticos, a Rússia de Putin — apoiada por Donald Trump — já entrou em guerra contra a Europa (que inclui países que não pertencem à União Europeia, como por exemplo o Reino Unido e a Noruega). Putin tem ameaçado sistematicamente a Europa com ataques nucleares — como se a Rússia fosse a única potência nuclear do mundo.

Mas cedo que tarde, a Rússia irá invadir parcialmente um dos países do Báltico, provavelmente a Estónia, alegando a protecção da população de fala russa. Não estão excluídos ataques aéreos russos (com drones e mísseis balísticos) à Moldávia, alegando a protecção da região separatista da Transnístria. Putin irá utilizar o exército da Bielorrússia para fazer incursões militares limitadas no território da Lituânia e da Letónia, o que já está a acontecer.

Perante este cenário, a União Europeia terá que obrigar a que o esforço de guerra russo ultrapasse os 50% da despesa do Estado russo, por um lado, e por outro lado, que obrigue Putin à conscrição dos meninos bonitos das elites de Moscovo e de S. Petersburgo, causando um descontentamento generalizado.

Os cidadãos dos países da União Europeia terão que interiorizar a necessidade de um sacrifício, circunstancial e temporário, necessário ao combate contra um verdadeiro Império do Mal personificado por Vladimir Putin (com o apoio do Activo chamado Donald Trump).

sábado, 10 de outubro de 2026

Perante o que está a acontecer em França, o Dr. Albert Schweitzer tinha razão

Eles vieram para nos destruir.

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A família de Belmiro de Azevedo deveria ter vergonha na cara

Hoje já não podemos distinguir entre “Esquerda Radical” e “Esquerda Moderada”, porque o Partido Socialista — o da Isabel Moreira et al —, depois da Geringonça, já faz parte da Esquerda Radical.

O Partido Socialista é um partido da Esquerda Radical.

alienada pelo chega web


Não foi por acaso que o radical Daniel Oliveira escreveu no Twitter que “o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista, que são diferentes um do outro, têm programas social-democratas clássicos” (SIC). A ideia dos radicais é a de abrir a Janela de Overton de forma a que o radicalismo de esquerda se torne normal e normalizado. Pretendem que “ser radical” seja sinónimo de “ser normal”.

Quando vemos a família Belmiro de Azevedo e/ou a família Pinto Balsemão a subsidiar e a apoiar os radicais de Esquerda — por exemplo, através do jornal Púbico e do semanário Expesso — constatamos que os píncaros da burguesia tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (CHEGA) e pensam que absorvem os da esquerda radical (Partido Socialista + Livre + Bloco de Esquerda).

Aplica-se aqui a Lei de O'Sullivan: uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios (éticos, políticos, culturais, civilizacionais, etc.), com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Uma das características da Esquerda Radical — que se tornou “mainstream” — é a adulteração de determinados conceitos herdados da cultura clássica (moderna), através da corrosão do sentido das palavras perpetrada pelo Pós-estruturalismo (ou pós-modernismo). Junta-se, a esta corrosão de conceitos, a sistemática evocação da emoção e, consequentemente, a irracionalização do discurso.

Por exemplo, o conceito de “genocídio”. A Esquerda Radical evita a definição de “genocídio” para que o seu conceito possa abranger até uma “desumana” fumigação de baratas na sede do partido CHEGA. E, para esse efeito, a Esquerda Radical faz apelo à emoção que condena “a mortandade dos insectos mal-amados”.

Vejam como a família de Belmiro de Azevedo — através do jornal Púbico — coloca no mesmo plano o Holocausto, por um lado, e a ausência de transgéneros na assembleia da república, por outro lado.

É aquilo a que a Lógica define como sendo “sofisma”: argumento falacioso produzido de má-fé com a intenção de enganar o público.

As jornaleiras do Púbico “dividem o mundo entre nós e eles” ao mesmo tempo que criticam os que, não sendo de Esquerda, “dividem o mundo entre nós e eles”. Aplica-se aqui o princípio de Marcuse de “tolerância repressiva”: um mesmo argumento só é bom se for utilizado pela Esquerda.

Depois, vem a eterna “confusão” da Esquerda Radical entre “sexualidade” e “raça”. É uma confusão propositada, em má-fé, para enganar os incautos. Os ideólogos e os activistas da Esquerda Radical são compostos por criminosos, como foram criminosos os ideólogos do comunismo.

Ao contrário da raça ou etnia, a homossexualidade não é determinada geneticamente; a tendência homossexual não é imutável; a tendência sexual “transgénera” não é uma característica biológica — como são características biológicas a raça, o sexo e a cor da pele ou a cor dos olhos.

Quando as jornaleiras do Púbico “confundem” propositadamente tendência ou subjectividade sexual, e raça/etnia, pretendem atribuir a qualquer tendência sexual o mesmo estatuto biológico da “etnia” — estatuto esse que não existe do ponto de vista da ciência. Não existe o estatuto biológico de transgénero (no sentido de pessoa que muda de sexo).

Finalmente, as jornaleiras dizem que a Não-esquerda pretende matar os transgéneros — e vem daí a comparação entre o Holocausto e a ausência de transgéneros na assembleia da república.

Eu coloco aqui, em ficheiro PDF, o texto das “jornaleiras” do Púbico Jo Rodrigues e Mia Cheia de Graça (era para ter piada). E peço à família de Belmiro de Azevedo que tenha um poucochinho de vergonha na cara.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Os imigrantes brasileiros querem transformar Portugal em uma espécie de Brasil comunista

“Em Portugal, Lula da Silva foi o candidato mais votado nas áreas consulares de Lisboa e do Porto, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral.”

→ Lula foi o mais votado em Portugal

O PIB per capita nominal brasileiro é de 9.000 Euros; no Brasil, todos os anos são assassinadas cerca de 50 mil pessoas.

Ora, não admira que haja brasileiros que emigrem para Portugal, onde o PIB per capita nominal é de 27.000 Euros, e onde a criminalidade violenta tem sido (até há pouco tempo) muito reduzida. Portugal chegou a ser (antes de 2017 e da imigração em massa) o terceiro país mais seguro do mundo.

Os brasileiros fogem da violência e da pobreza do Brasil.

Porém, quando chegam a Portugal, os imigrantes brasileiros votam massivamente no Lula da Silva. Os imigrantes brasileiros querem transformar Portugal em uma espécie de Brasil comunista de Lula da Silva; querem importar a violência e a pobreza brasileiras para Portugal.

O grupo SONAE é responsável pela desinformação comunista do jornal Público

Um activista comunista que se auto-denomina “jornalista” do pasquim Púbico, de seu nome David Pereira, acusa o CHEGA de disseminar uma notícia “falsa” proveniente do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana.

Ou seja: segundo o comuna, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana declarou publicamente — depois de uma reunião com o governo português — que “o governo português concorda com reparações históricas às ex-colónias”; e segue-se (segundo o jornaleiro comuna) que a culpa desta declaração do ministro ganês é do CHEGA. Alegadamente, o CHEGA é responsável por aquilo que o ministro do Gana diz.

O comuna do pasquim Púbico diz que o CHEGA “anunciou uma noticia falsa” — sem colocar em causa a falsidade ou veracidade da declaração do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana, que foi a fonte do “anúncio” do CHEGA.

Isto é o grau zero da informação.

O povo português terá que responsabilizar o grupo SONAE pela desinformação radical de Esquerda propalada pelo pasquim Púbico. Não perde pela demora. A desinformação comunista está a ser financiada pelos herdeiros de Belmiro de Azevedo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Eu vou torcer por derrotas consecutivas de Jorge Jesus na Selecção

O Cristiano Ronaldo fez mais pelo futebol português do que 30 “Jorge Jesus”.

Com excepção de Portugal e do Brasil, mais ninguém no mundo conhece Jorge Jesus: é um ilustre desconhecido.

O que Jorge Jesus fez ao Cristiano Ronaldo foi premeditado, não foi acidental: a marosca foi programada, e pretendeu humilhar publicamente o Cristiano Ronaldo.

Trata-se da táctica antiga e já ultrapassada de humilhar um jogador especifico para “ganhar o grupo”: isto já não funciona, porque os jogadores já não são os matacões dos anos 80 e 90.

Jorge Jesus (JJ) ainda é dos pouquíssimos treinadores que insulta publicamente os jogadores. O JJ tem que ir para a reforma, e a única forma de isso acontecer será através do descalabro da Selecção portuguesa.

Eu vou torcer pela derrota da Selecção até o matacão JJ ser demitido.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

O governo de Montenegro a trabalhar para a Janela de Overton

Paulo Rangel é o ministro (do actual governo) mais perigoso; consegue ser mais perigoso do que o Luís Neves, porque é mais inteligente. piça mansinha

Paulo Rangel é aquilo que, aqui no Norte, chamamos de “p*ça mansinha”, ao passo que a Luís Neves chamamos de “coneirão”; já ao Luís Monta-o-negro chamamos de “c*r*lho com asas”.

Ora, o “p*ça mansinha” é aquele que nos f*de sem que nos demos conta: é o “falinhas mansas”, o Paulo Rangel. O “c*r*lho com asas” é aquele que desata a voar e a f*der aqui e ali, ou seja, o Luís Monta-o-negro.

O povo diz que “não há fumo sem fogo”; e sabemos que o “c*r*lho com asas” e o “p*ça mansinha” estão a trabalhar para a expansão da Janela de Overton no que diz respeito às indemnizações aos países corruptos dos PALOP.

Se o governo de Montenegro aceitasse, neste momento, pagar indemnizações a países corruptos à custa do nosso erário publico, levaria uma porrada eleitoral que não se levantaria nos próximos vinte anos. E o mesmo se aplica ao Partido Socialista. Portanto, a solução é trabalhar para a abertura da Janela de Overton. É o que eles estão a fazer.