sábado, 4 de julho de 2026

O estafermo Isabel Moreira é apoiada por Francisco Pedro Balsemão

A Isabel Moreira considera — num artigo no semanário Expesso — que o Partido Comunista é um partido “moderado, que coloca a dignidade humana no centro e como prioridade da acção política, adoptando uma cultura democrática, repudiando extremismos ou populismos”. E logo a seguir diz que o CHEGA é o único partido português que não é “democrático e moderado”.

Não é anormal que uma psicótica escreva isto; o que é uma anormalidade é que o grupo mediático fundado por Pinto Balsemão publique uma aberração deste calibre.

isabel moreira-infodivel-webO CHEGA deveria abster-se de participar em qualquer tipo de programa no grupo da SIC. O Francisco Pedro Balsemão é uma vergonha nacional. Quando chegar a hora do Estado financiar a empresa privada dos Balsemão, não nos devemos esquecer da colaboração esquerdopata de Isabel Moreira ou do Daniel Oliveira.

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque propõe a legalização da prisão perpetua; consequentemente, a Isabel Moreira chega à conclusão de que a grande maioria dos países europeus é fassista; e o Francisco Pedro Balsemão parece concordar com ela.

Ou seja: segundo a Isabel Moreira, cerca de 40 países europeus são fassistas, entre estes, a Alemanha, a França, a Itália, a Bélgica, a Áustria, a Grécia, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Irlanda, a Islândia, Luxemburgo, Polónia, Chéquia, Roménia, Suíça, e a maioria dos países do Leste da Europa — são todos países fassistas porque têm prisão perpetua. E o Francisco Pedro Balsemão anui. Segundo a Isabel Moreira, o único país que não é fassista é o Portugal governado pela Esquerda que protege o Lumpemproletariado.

Este tipo de raciocínio coloca a Isabel Moreira dentro do Bloco de Esquerda ou do Livre. 

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque não gosta de pedófilos e defende a castração química de pedófilos.

Ora, temos aqui uma lista de países europeus fassistas que legalizaram a castração de pedófilos: Polónia, Estónia, Itália (que está em debate legislativo sobre o assunto), Chéquia (que legalizou a castração cirúrgica, ou seja, a remoção física dos testículos), Alemanha, França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Áustria. São todos países fassistas; o único país europeu que não é fassista é Portugal governado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira controlado pelo Bloco de Esquerda  e LIVRE, e promovido pelo anti-fassista pró-pedófilo Francisco Pedro Balsemão.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende a “perda da nacionalidade portuguesa para cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves”.

Ora, segundo a Isabel Moreira (com o apoio do Francisco Pedro Balsemão) os seguintes países europeus também são fassistas: a Bélgica, a Lituânia, a Alemanha, a França — e até a Espanha do socialista Sánchez em determinados crimes. Todos estes países fassistas prevêem a possibilidade de retirada de nacionalidade adquirida em determinadas situações de criminalidade grave.

Depois, a Isabel Moreira mente (e o Francisco Pedro Balsemão aplaude a mentira), quando escreve que o CHEGA defende “a privatização alargada da saúde e da educação e a extinção do Ministério da Educação”. O CHEGA defende a privatização da área da Saúde na mesma medida em que é defendida pelo CDS, pela IL [Iniciativa Liberal], e pela ala liberal do Partido Social Democrata; e o CHEGA nunca defendeu a extinção do Ministério da Educação (a Isabel Moreira deve estar a confundir a IL [Iniciativa Liberal] com o CHEGA).

De facto, a Isabel Moreira diz a verdade quando escreve (indignada e apoiada por Francisco Pedro Balsemão na sua indignação) que o CHEGA defende “o fim do financiamento público de interrupções voluntárias da gravidez e de tratamentos de afirmação de género”.

Porém, a verdade é que eu não tenho que pagar — através do Serviço Nacional de Saúde pago por todos os contribuintes — os custos das cambalhotas irresponsáveis dos outros: quem quer abortar, que pague o respectivo aborto do seu próprio bolso. E também não temos todos que pagar, do nosso bolso, a promoção do trans-humanismo antinatural e desumano promovido pela Ideologia de Género que a Isabel Moreira defende como coisa boa.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração, incluindo endurecimento do acesso à nacionalidade, limitação do reagrupamento familiar, reforço das expulsões e maior facilidade na retirada de autorizações de residência em determinadas situações; a redução drástica do Estado social nas primeiras formulações do partido, defendendo um "Estado arbitral" em vez de um Estado prestador”.

Ou seja, a Isabel Moreira diz que a maioria do povo português é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração”: para ela, os únicos democratas são as pessoas que constituem as cúpulas políticas conjugadas do Partido Socialista, do Partido Comunista, do LIVRE e do Bloco de Esquerda — ¡que horrível cheiro a povo!

Depois, a Isabel Moreira escreve o seguinte:

“Uma moção aprovada na Convenção de 2020 defendia a esterilização de mulheres que recorressem repetidamente ao aborto”.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal. Se a Isabel Moreira continua a propagar mentiras deste calibre nos me®dia, sem qualquer contraditório e com o apoio explicito e declarado de Francisco Pedro Balsemão, não podemos garantir a sua segurança.

Em Setembro de 2020, durante a III Convenção Nacional do Chega, um militante do partido (Rui Roque) submeteu uma moção estratégica intitulada "Moção Estratégica Global para Portugal" que sugeria a retirada de ovários a mulheres que realizassem abortos legais. A direcção do partido distanciou-se imediatamente da proposta, e os delegados presentes na convenção rejeitaram o documento com 85% dos votos contra.

O líder do Chega, André Ventura, classificou publicamente a moção de Rui Roque como "bizarra", "grotesca" e contrária aos valores fundamentais do partido. O autor da proposta acabou por se desvincular do Chega poucas semanas depois.

A Isabel Moreira é um nojo enquanto pessoa. Nojenta, mentirosa, psicopata, um estafermo em forma de mulher. Ela é aquilo a Berlusconi chamou de “infodível”: nem com saco enfiado a tapar-lhe a cara.

Mas pior do que a Isabel Moreira é o Francisco Pedro Balsemão: esta besta não promove a liberdade de imprensa: promove a publicação enviesada, falsa, ideologicamente contaminada e orientada, e todos os valores que pretendem minar a democracia, alegadamente “em nome da democracia”.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Elon Musk é dono de 3% da economia americana; e os liberais concordam


Elon Musk, enquanto indivíduo, detém (pessoalmente) 3 por cento do PIB dos Estados Unidos, e o Telmo A. Fernandes acha muito bem. Vou repetir: o Telmo A. Fernandes pensa que é muito bom que um só indivíduo seja proprietário de 3% da riqueza gerada por um país.

Seria como se um só empresário português (sublinho: um só) fosse proprietário de 12 mil milhões de Euros em património e capital — lembro que a família Amorim, que é composta por várias pessoas, detém no total cerca de 5 mil milhões de Euros distribuídos por 6 ou 7 pessoas.

Isto significa que, teoricamente, se um só individuo fosse dono de 50% da economia portuguesa, o Telmo A. Fernandes não veria nisso nenhum mal — em nome de uma alegada meritocracia e liberdade.

É isto que me separa radicalmente dos “liberais” (como é o caso do Telmo A. Fernandes) e me faz votar no CHEGA.

Eu gosto da liberdade de mercado porque esta promove o Estado de Direito; o Telmo gosta do Estado de Direito porque este promove a liberdade de mercado. Não há reconciliação possível nestas duas posições.

O facto de o Telmo ser conservador nos costumes, é simples acidente e excepção — porque a esmagadora maioria dos liberais perfilha as ideias do Bloco de Esquerda nas áreas dos costumes e da ética.

Não ponho em causa a legitimidade de um empresário ganhar dinheiro; o que eu ponho em causa (coisa que o Telmo aparentemente não faz) é a possibilidade de um só indivíduo se tornar proprietário, por absurdo que seja, de 50% da economia de um país.

O argumentário do Telmo A. Fernandes não coloca qualquer entrave a que Elon Musk possa vir a possuir, em breve e por exemplo, 6% da economia americana. Aparentemente, para o Telmo não há limites para a expansão da “meritocracia” de Elon Musk.

Os liberais, como o Telmo, defendem uma nova versão do feudalismo; porém, é uma versão que não tem as virtudes que o feudalismo medieval tinha, porque se baseia em um quase absoluto individualismo.

O liberal (tal Telmo) incorpora o revolucionário Rousseau (nisto, coincide totalmente com a extrema-esquerda): migra ideologicamente da Razão para a sensibilidade, do geral para o individual, do objectivo para o subjectivo, do valor impessoal para o valor pessoal, do fazer para o ser — em um processo de “liberalização” (que inclui os “libertários” do Bloco de Esquerda) em que os indivíduos se tornam culturalmente mais parecidos entre si e (simultaneamente) cada vez mais pessoalmente distanciados um dos outros (anomia).

Imaginemos que a família Amorim venha um dia a deter 30% do PIB português; o Telmo A. Fernandes aplaudiria, pelo menos em tese.

O argumento do Telmo é o da “liberdade de contrato” na economia; mas esqueceu-se de dizer que Elon Musk atingiu a propriedade de 3% do PIB dos Estados Unidos depois de Donald Trump instituir a taxação tarifária em massa — e lá se vai o argumento da “liberdade de liberal trocas” do Telmo A. Fernandes.

Na Idade Média, os privilégios de um senhor feudal podiam ser retirados pelo Rei de um dia para o outro, na maior parte das vezes depois de ouvidas as Cortes; para o neo-feudalismo do Telmo A. Fernandes, a retirada de privilégios a um indivíduo rico é considerada heresia, porque os privilégios dos ricos não são considerados (pelos liberais) como privilégios, mas como direitos inalienáveis — os mesmos “liberais” que dependem do Estado para serem “liberais”, e que apregoam os seus direitos para poderem violar deveres.

Ora, esta posição do Telmo A. Fernandes, que retira (potencialmente e em tese) qualquer limite à detenção do PIB nacional por parte de um só indivíduo, é eticamente pornográfica, e só se explica por cegueira ideológica.

Dizer ao Telmo que não é aceitável que uma pessoa detenha a propriedade de 80% do PIB nacional (por absurdo que seja), não terá qualquer ressonância na consciência da criatura que defende a única legitimidade da “riqueza ociosa” que é aquela que só serve para produzir mais riqueza.

O rico, na sociedade ideal dita “liberal” do Telmo A. Fernandes (liberal, mas que depende financeiramente do Estado) não sabe utilizar o dinheiro para aquilo que melhor serve: para não ter que pensar nele.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

O antipatriotismo progressista

Temos aqui um texto de Carlos Bobone que aborda a questão do Patriotismo, na linha de pensamento de Fernando Pessoa. Aconselho a leitura.

Ora, sabemos que Fernando Pessoa foi (e é) odiado por uma certa Direita corporativista, mas hoje também é odiado — mais ou menos dissimuladamente — pela Esquerda radical (Bloco de Esquerda, Partido Comunista, LIVRE, e ala Esquerda radical do Partido Socialista).

Pobre Fernando, leva pancada de todo o lado...

O antipatriotismo dos “progressistas” actuais é directamente promovido, na cultura, pelo núcleo duro que conduz a política da União Europeia.

Porém, é perfeitamente possível construir uma União Europeia sólida sem colocar em causa os patriotismos dos países da união — de forma semelhante, os clubismos no futebol não impedem o apoio à selecção nacional de futebol. Dizer que o “clubismo é inimigo da selecção nacional” é próprio de uma estupidez que confunde planos de categorização da realidade.

“O patriotismo, vimos nós e demonstrámos, é a base do instinto social — é, mesmo, o único instinto social verdadeiro; não é, de resto, mais que um egoísmo colectivo, ou, melhor, a forma colectiva do egoísmo, base de toda a vida psíquica”.

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Do sufrágio político e da opinião pública”)


«A primeira verdade da sociologia (...) é que a humanidade não existe. Existe, sim, a espécie humana, mas num sentido somente zoológico: há a espécie humana como há a espécie canina. Fora disso, a expressão “humanidade” pode ter somente um sentido religioso ― o de sermos todos irmãos em Deus, ou em Cristo.

(...)

Na realidade social há só dois entes reais ― o indivíduo, porque é deveras vivo, e a nação, porque é a única maneira como esses entes vivos, chamados indivíduos, se podem agrupar socialmente de um modo estável e fecundo. A base mental do indivíduo (...) é o egoísmo (...). Esse egoísmo é o da Pátria, em que nos reintegramos em nós através dos outros, fortes do que não somos. »

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316).

terça-feira, 30 de junho de 2026

A Esquerda e o Efeito Dunning-Kruger

Um tal David Pontes escreveu o seguinte no pasquim Púbico:

“Sem os novos habitantes, o envelhecimento demográfico seria ainda mais acentuado e muitos trabalhos essenciais não teriam mão-de-obra disponível.”

O comunista Daniel Oliveira escreveu o seguinte no semanário Espesso:

“Foi a economia, mais do que a lei, que determinou as oscilações migratórias. Mesmo assim, envelhecemos e a população activa só cresceu graças aos imigrantes. A questão não é se 14% é demais. É o que seríamos sem eles. Pressionam serviços públicos porque os preparámos para o deserto demográfico. Recebemos imigração pouco qualificada e desintegrada porque é isso que o modelo económico extractivista e com pouco valor acrescentado absorve. A questão não é quem entra. É mudar o que o país oferece. A eles e a nós”.

Tanto o David Pontes como o Daniel Oliveira são exemplos chapados do chamado Efeito Dunning-Kruger que, basicamente, é a transposição do conceito de Sócrates (o grego) da frase “só sei que nada sei”, e da eliminação das certezas.

O indivíduo inteligente tem dúvidas: os estúpidos da Esquerda só têm certezas — incluindo as certezas acerca do futuro. Faz parte da mente revolucionária (a certeza do futuro).

Com o advento da Inteligência Artificial, o David Pontes irá em breve fazer de conta que não escreveu aquilo.
A certeza do futuro que ele tem hoje irá ser colocada em causa pelos factos oriundos da Realidade. A ideia segundo a qual teremos que duplicar a população para manter uma performance na economia é já contraditada pela realidade imposta pela Inteligência Artificial. Muito provavelmente, o David Pontes está errado.

Já o Daniel Oliveira, como bom marxista, reduz a Realidade inteira à economia — para além de também ignorar os ventos da mudança que a Inteligência Artificial nos traz.
Segundo os especialistas, virá um tempo em que a mão-de-obra operária e agrícola será essencial para sobrevivência da população portuguesa autóctone. E de nada nos valerá ter, por exemplo, 20 milhões de habitantes em Portugal — a não ser que a nova Esquerda radical continue a alimentar a utopia da revolução dirigida pelo Lumpemproletariado enquanto nova classe revolucionária.

As opiniões do David Pontes e do Daniel Oliveira nada têm de científicas ou lógicas.
São ditadas por ideologia. A falta de conhecimento leva-os a tirar conclusões erradas baseando-se na ideologia enquanto Ersatz da Razão, e impede-os de ver que estão errados. Eles têm certezas. E nós temos que levar com elas.

domingo, 28 de junho de 2026

Odeio socialistas. Não me esqueço.

Nos anos do COVID-19, eu fui detido pela polícia quando estava a andar na praia, e levado para a esquadra onde permaneci algumas horas, alegadamente para “identificação”; ou seja, uma loooonga identificação.

Fui chamado, pelos socialistas e em tudo o que era me®dia, de “negacionista”, “grunho”, apenas por me recusar a meter nas minhas veias um produto que — comprovadamente — altera a estrutura do mRNA, por um lado, e que, por outro lado, era uma “vacina” que não evitava a doença que pretendia vacinar.

Nas viagens que fiz, naquela época, fui proibido de entrar em restaurantes porque não estava “vacinado”. Ou seja, passei fome durante as viagens.

Naquela mesma época, os socialistas deixaram entrar no país dezenas de milhar de imigrantes que não estavam “vacinados”, e nem foram posteriormente “vacinados”.

A exigência socialista da “vacina” do COVID-19 só de aplicou ao “grunho português”: o monhé socialista, grande filho-de-puta António Costa autorizou os “imigras” do Paquistão e da Índia a entrar em Portugal sem tomar previamente a “vacina”. Mas eu não podia entrar em restaurantes.

Odeio socialistas. Tenho-lhes “um pó” que vocês não fazem ideia.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A Equipa de Demolição da Civilização (1)

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização e sociedade não devem existir.

Ontem passei, por acaso, pela RTP no programa “Estado da Arte”, um programa de debate mediado pela jornalista Alberta M. Fernandes, e que tem (semanalmente) a presença, no comentário, de Susana Peralta (51 anos, claramente conotada com o Bloco de Esquerda ou com o LIVRE) Joana Marques Brás (24 anos, actriz, também da Esquerda “progressista”), Henrique P. Mesquita (28 anos, funcionário da Porto Editora), e Rodrigo Moita Deus (48 anos, o mais ajuizado do grupo, mas, ainda assim, “liberal”).

Mal sintonizei o programa e vi o Rodrigo Moita Deus a queixar-se de que a Joana Marques Brás lhe tinha (implicitamente) chamado de “racista” por razão (d'aquele) ter criticado as políticas de imigração em massa protagonizadas pela Geringonça.

E, mais uma vez, concluí ser impossível ter qualquer tipo de diálogo com os ditos “progressistas”: se discordamos deles, somos imediatamente chamados de xenófobos, homófobos, transfóbos, misóginos, sexistas, machistas, rassistas, fassistas, escrotos patriarcais, supremacistas branquelas, pais de família, marialvas, negacionistas, chalupas, grunhos, preconceituosos e reaccionários.


A Susana Peralta e a Joana Brás fazem parte daquilo a que podemos chamar de “Equipa de Demolição da Civilização” — assim como o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE, a ala Esquerda radical do Partido Socialista representada por Isabel Moreira, e até alguns elementos notórios do PSD como por exemplo o José Pacheco Pereira.

Aquilo a que chamamos de “civilização” é composto por vários pilares, por exemplo:

1/ Lei e Ordem,
2/ Fronteiras Nacionais,
3/ Meritocracia,
4/ Igualdade na Justiça,
5/ protecção das crianças e adolescentes,
6/ industrialização,
7/ liberdade de expressão,
8/ protecção da vida humana e fé no futuro de uma sociedade livre.

Todos estes pilares da civilização estão a ser ameaçados pela Equipa de Demolição da Civilização.

Até meados da década de 1970, a ameaça da Equipa de Demolição contra a civilização era frontal, inequívoca, violenta muitas vezes. Com o esboroamento da URSS em finais da década de 1980, a Equipa de Demolição da Civilização passou a actuar pelos flancos, de forma dissimulada, sub-reptícia, hipócrita muitas vezes.

Pretendem demolir a civilização para a substituir por um sistema utópico construído através de uma fé metastática (a crença de que é possível mudar a natureza fundamental da Realidade e da Natureza Humana).

A crítica da Equipa de Demolição da Civilização não é a de que a nossa civilização funciona mal, mas é que a civilização funciona normalmente.

Ora, é este “normal” do funcionamento  da civilização que terá que ser (alegadamente) “arrebentado” pela Equipa de Demolição para que possa surgir daí um paraíso na Terra. É uma espécie de “destruição criativa” Schumpeteriana mas à maneira da Esquerda neomarxista.

Os pseudo-intelectuais “progressistas”, os “intelectuais” anti-civilização do tipo Susana Peralta ou Joana Brás, dizem que “amam a humanidade”, mas de facto odeiam o ser humano (odeiam a Natureza Humana).

Vêem a Lei e Ordem, as Fronteiras Nacionais, e a Meritocracia como estratégias criminosas de opressão.

Vêem a expressão da Realidade e dos factos, não como prova contra os seus projectos radicais, mas antes como prova de que os seus projectos radicais não têm sido suficientemente radicais, e que é necessário radicalizar ainda mais.

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização não deve existir. Isto vai ter que acabar. É tempo de os “progressistas” irem cavar batatas.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Um carro eléctrico é um IPAD com rodas

O meu filho comprou um Toyota Yaris “híbrido”. “Híbrido” significa que não é carne nem é peixe; é assim “uma coisa a modos” que uma quimera... porém, por ser da Toyota, o meu parecer foi neutro, ou seja, não fui contra a escolha. A Toyota é como Brandy Constantino: tem uma fama que vem de longe...

Além disso, o motor a gasolina deste carro (Toyota Yaris “híbrido”) tem 1.500 Centímetros Cúbicos (ou 1,5 litros), embora apenas com 3 cilindros em linha. O novo Toyota Yaris “híbrido”, que irá ser comercializado ainda este ano em Portugal, também um motor a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, mas com 4 cilindros.

Portanto, eu não considero este “híbrido” da Toyota como sendo um carro eléctrico: é um carro com motor a combustão a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, embora com assistência eléctrica.

Carro eléctrico é outra coisa. É um IPAD com rodas.

ipad com rodasNão consigo entender as pessoas que compram carros eléctricos. Essas pessoas estão fora da minha capacidade de compreensão. Eu devo ser muito burro, porque não as compreendo. Não sei como é possível uma pessoa gastar um balúrdio de dinheiro na compra de um carro novo apenas para seguir a moda. O carro eléctrico está na moda... e vai daí, pumba! lá vão 40 mil Euros pela janela fora...!

O novo IPAD com rodas da BMW tem assentos aquecidos, mas tens que pagar 18 Euros por mês para desfrutar do aquecimento do teu traseiro. Se te esqueces de pagar os 18 Euros mensais, a BMW corta-te remotamente o aquecimento dos assentos através do IPAD instalado na viatura.

Nos novos modelos dos IPAD com rodas da Tesla, quase tudo o que consta do ecrã do IPAD terá um custo mensal. Ou seja, compras um IPAD com rodas à laia de automóvel, pagas e não bufas, mas o carro não é teu: continuas a pagar mensalmente pelo software e pela utilização das comodidades. O IPAD com rodas tem cerca de 1 milhão de linhas de código (software) que servem para perpetuar o controlo do fabricante sobre um produto que já pagaste com língua de palmo...

Os novos IPAD com rodas significam o fim dos mecânicos de bairro, aqueles que nos resolvem pequenos problemas. Qualquer problema com os IPAD com rodas, e terás que te dirigir obrigatoriamente a um concessionário que te cobrará “couro e cabelo” (isto é uma metonímia) pela manipulação de algumas linhas de código de software sob autorização do fabricante. Nos diagnósticos e reparações, acabou a concorrência. Deixamos de procurar o melhor mecânico e o mais barato: é a marca que nos obriga a pagar e a “chorar baba e ranho” (outra metonímia).

E depois, com o advento dos novos IPAD com rodas, temos o “Kill Switch”. Por exemplo, se excederes o máximo de velocidade permitido, pimba!, desligam-te o IPAD remotamente. Ficas parado na estrada à espera do reboque.

Compraste um IPAD com rodas, convencido que era teu, mas a verdade é que não é tua propriedade.

E não tens um mercado automóvel de segunda mão que valha a pena... os IPAD, findas as baterias, deitam-se fora — porque a substituição da bateria do IPAD custa quase tanto como o IPAD novo.

Pagaste um balúrdio por um aluguer vitalício de um bem que te pode ser retirado a qualquer momento. E os políticos de Esquerda (por exemplo, o Carlos Moedas) estão caladinhos que nem ratos, à espera que o modelo político chinês das “cidades 15 minutos” se instale definitivamente...