domingo, 23 de agosto de 2026

Acerca do anonimato dos serviços do Estado

Há dias fui a uma repartição de Finanças para resolver um problema de pagamento de impostos indevido, e a funcionária que me atendeu pessoalmente disse-me que ela não me poderia ajudar a resolver o problema, e indicou-me o sítio das Finanças na Internet para “tentar”  (sic) resolver o referido problema.

Ou seja, na função pública em geral, e nas Finanças em particular, as pessoas já não contam — nem as pessoas que estão dentro do balcão, nem os utentes e contribuintes.

A impessoalização dos serviços de impostos é a melhor forma que o Estado encontrou para roubar impunemente o cidadão vulgar — porque a elite (a ruling class) está salvaguardada por um sistema político nepótico e corrupto, controlado à distância pela maçonaria.

Ora, uma sociedade em que a lei não se aplica igualmente a toda a gente é uma sociedade altamente corrupta — como é o caso de Portugal.

Uma das características dos sistemas políticos totalitários é precisamente a impessoalização do Estado, onde os direitos do cidadão são alienados por intermédio (desta feita) de um novo tipo de burocracia mais sofisticada.

A retirada do ser humano das decisões que afectam directamente o cidadão (a retirada propositada do pensamento lógico no que respeita às decisões administrativas) é uma forma de burocracia mascarada de “informatização do sistema”; é uma nova burocracia que a classe política actual encontrou para poder governar de forma arbitrária e discricionária, com desrespeito manifesto e visível pelo Estado de Direito.

Quando um político de relevo levar um tiro na testa, pode ser que a elite acorde.

sábado, 22 de agosto de 2026

A ideia de que “mudar uma palavra muda a Realidade”

Hoje está na moda, nos círculos intelectualóides de língua inglesa, escrever CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini). Certos intelectualóides de urinol portugueses traduziram a palavra para E.C. (Era Comum), em vez de d.C. (Depois de Cristo).

Ora, acontece que CE (Common Era) é a mesma coisa que AD (Anno Domini); significam o mesmo.

Seria semelhante que chamasse de “Manel” ao “Manuel”: o objecto das duas palavras é o mesmo (o homem em causa é o mesmo). A razão de se substituir o nome de uma mesma coisa, por outro nome com o mesmo significado, neste caso concreto só se pode atribuir a uma estaurofobia aguda e patológica. Ou então pretende-se eliminar o conceito de “símbolo e substitui-lo por meros sinais que são essencialmente aleatórios e arbitrários — o que entra em profunda contradição com a teoria marxista da “Reificação” (Karl Marx, Lukacs –> Escola de Frankfurt) que critica precisamente a de-simbolização e a coisificação da realidade humana.

Imagine o leitor que eu não gosto da palavra “pau”, por razão de uma determinada conotação sexual, e passo a chamar-lhe “trintrim”.

Ora, a mudança de nome não retira ao “pau” a sua natureza intrínseca que é a de “um ramo de árvore” ou “vara”. Não é por eu lhe chamar “trintrim”, em vez de “pau”, que o objecto em causa deixa de ser “um ramo de árvore” ou “vara”.

Quem muda os nomes às coisas, acreditando (patologicamente) que a realidade muda com a mudança de nomes, é um apóstolo consciente ou inconsciente do movimento revolucionário que se desenvolveu, em forma “hardcore”, com os jacobinos na Revolução Francesa e com o positivismo de Augusto Comte, e mais tarde (em modo “intelectualóide”) com Karl Marx.

O marxismo sempre teve um problema em relação aos “factos”.

Karl Marx escreveu que “a ciência burguesa é ideologia”, e que a verdadeira ciência jaz no método filosófico estabelecido no “Das Kapital” que penetra “por detrás das aparências” (gnose) até à essência social que a burguesia quer esconder. Ou seja, para Marx a ciência experimentalista é ideologia, e o materialismo dialéctico do “Das Kapital” é a verdadeira ciência.

Marx tinha uma certa aversão aos factos e à realidade.

Lenine dizia que “os factos são teimosos” – em sentido crítico em relação aos factos, e no sentido em que seria necessário criticar e até combater os factos. Lukacs escreveu (“História e Consciência de Classe”, 1923) queo empiricismo é uma ideologia burguesa” “empiricismo” tomado no sentido de experimentação científica, e tudo isto no sentido de se tentar salvar o marxismo dos malditos assaltos provenientes da Realidade.

É neste contexto de animosidade marxiana — em relação aos factos e ao empírico — que se desenvolveu o cientismo controlado pela ideologia, por um lado, e a anti-ciência inerente ao desconstrutivismo relativista radical de Derrida e de Foucault em relação à verdade na ciência que tem marcado a Esquerda radical a partir do fim da década de 1970, mas que se exacerbou a partir da queda do muro de Berlim.

A partir da queda do muro e com a derrocada do comunismo, os neomarxistas passaram a atacar a sociedade pelos flancos: por exemplo, através da imanentização do éschatos na cultura antropológica procurando a destruição das economias ocidentais utilizando a ideologia do Aquecimento Global, ou minando culturalmente as instituições por dentro sem deixar impressões digitais.

Quando se faz um esforço para mudar o nome de “pau” para “trintrim” sem se mudar a natureza física e ontológica do objecto do nome (“um ramo de árvore” ou “vara”), pretende-se alterar a realidade na qual o referido objecto persiste enquanto facto.

Ou seja, pretende-se mudar a cultura humana (a cultura antropológica, na sua relação com os objectos) — sem que daí resulte uma mudança da natureza intrínseca dos objectos: a realidade não muda, mas os idiotas intelectuais acreditam que ela mudou com a mudança do nome.

Ser de Esquerda é lutar encarniçadamente contra a História e contra a Natureza Humana.

A ideia — dos herdeiros culturais do marxismo (conscientes) — é a de que ao usar o nome CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini), a memória histórica de Jesus Cristo, na cultura antropológica, desaparece do conceito de início da contagem do tempo da actual Era.

Seria como se o sistema político procurasse cobrir / tapar as cruzes e crucifixos de todas as igrejas do país para assim ocultar (na cultura antropológica) a origem cristã da nossa cultura que é espelhada nos edifícios públicos. Isto já foi tentado na União Soviética, sem sucesso; mas os idiotas não desistem.

sábado, 15 de agosto de 2026

Putin irá usar a bomba nuclear na Ucrânia

Questionamo-nos acerca da obstinação de Putin em relação à anexação e ocupação da Ucrânia pela Rússia.

Porém, a História demonstra-nos que a obstinação de Putin tem fundamento histórico: a limpeza étnica e a anexação da Circássia no século XIX, em uma guerra de eliminação étnica dos circassianos que durou de 1763 a 1864 (101 anos).

Durante 101 anos, a Rússia moveu uma guerra existencial contra a Circássia, eliminou 95% da população original, e os circassianos que não foram mortos pelos russos (entre 1,5 e 2 milhões de pessoas assassinadas), tiveram que fugir ou foram deportados para o império otomano (Turquia).

Para além da Turquia, existem hoje pequenas comunidades de circassianos na Jordânia, na Síria e em Israel. Os poucos circassianos que vivem no território ocupado pela Rússia, e que foram poupados à selvajaria russa (cerca de 86 mil pessoas), vivem hoje divididos em várias repúblicas da federação russa, como por exemplo as repúblicas russas da Adigueia, Cabardino-Balcária e Carachai-Cherkessia).

Ora, este é o exemplo que Putin estabeleceu para a ocupação russa da Ucrânia:

1/ a guerra não tem um tempo delimitado: pode durar 100 anos ou mais.

2/ se Putin achar que é necessário, a Rússia eliminará totalmente a população ucraniana.

Ora, nem Hitler imaginaria a possibilidade de uma guerra de ocupação com 100 anos de duração; pelo contrário, o conceito de Blitzkrieg nazi foi o oposto de uma guerra prolongada no tempo.

O problema russo, que ameaça a Europa e o Japão, só de resolverá com a união do Ocidente — o que não acontecerá enquanto Trump for presidente dos Estados Unidos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O núcleo dirigente do Bloco de Esquerda é um conjunto de psicopatas

O Bloco de Esquerda noticiou assim a morte de um militante do partido:

“Morreu Fernando Baeta Neves, corajoso lutador antifascista. Foi figura marcante na crise académica de 1962. Preso pela PIDE, resistiu a falar, tendo partido as lentes dos óculos e engolido-as.”

fernando baeta neves be webO facto de o Baeta ter partido as lentes dos seus óculos e, acto contínuo, mastigá-las e engolido-as, é considerado pelo Bloco de Esquerda como um acto heróico.

Estamos, aqui, muito longe do Partido Comunista de Álvaro Cunhal. O Bloco de Esquerda é outra coisa.

Muitas dezenas de militantes do Partido Comunista foram interrogados e presos pela PIDE, mas não consta que algum deles tivesse mastigado e engolido as lentes dos seus óculos. Neste caso do Baeta, ultrapassa-se já a barreira da sanidade mental. Existe, no caso Baeta (e do Bloco de Esquerda), um louvor ideológico à loucura e/ou à psicopatia.

O Partido Comunista segue a tradição marxista propriamente dita, desde Lenine a Estaline, mais tarde, em França com Alexandre Kojève, evoluindo depois para Bataille e Althusser; mas o Bloco de Esquerda rompe com a tradição marxista, na linha ideológica de Gramsci e Lukacs que contaminou a Escola de Frankfurt (Utopia Negativa) e a “grande negação” adoptada mais tarde (década de 1960) por Jean-Paul Sartreum anão com 1 metro e meio de altura, com corpo flácido, cara de sapo e estrábico.

Uma das características dos escritos de Sartre é a propagação de uma certa recusa da existência enquanto fenómeno natural, a ideia de que “a minha existência” não é governada por nenhuma moral universal, que o Bem e o Bom são “meras ilusões”, que não existe uma Natureza Humana enquanto essência, e que é o próprio ser humano que faz (individualmente) a sua própria essência.

Em Sartre, a submissão a Karl Marx é apresentada com uma crítica desafiadora em relação à doutrina do “profeta” — tendência ideológica que se revela mais tarde em Foucault e que, este sim, marcou fundamentalmente a Nova Esquerda que engendrou o Bloco de Esquerda.

De Jean-Paul Sartre, o Bloco de Esquerda herdou também o julgamento do comunismo pelas suas intenções e não pelos seus actos, por um lado, e por outro lado, o desprezo pelo ordinário e pelo vulgar (vem daqui o epíteto de “Esquerda Caviar”) e a crítica radical à “normalidade ilusória” do cidadão vulgar e ordinário.

Para Sartre, Foucault e Bloco de Esquerda, tudo o que é considerado “normal” pela sociedade — na cultura, na ética, no comportamento social — é classificado como “normalidade ilusória do burguês”. Esta “normalidade burguesa”, segundo Sartre, incluía a crítica à heterossexualidade e a crítica à hostilidade burguesa em relação ao crime (a exaltação do Lumpemproletariado).

Neste contexto da inversão de valores ou de repúdio pelos “valores burgueses”, Sartre escreveu em 1952 o livro “Saint Genet, comédien et martyr”, uma obra-prima do satanismo moderno— uma pseudo-biografia do “escritor”, “dramaturgo” e activista esquerdopata Jean Genet, um ladrão inveterado, um cadastrado criminal de alto coturno, e homossexual altamente promíscuo.

Sartre transformou um criminoso e um indivíduo profundamente imoral (Genet) em um mártir, sendo o precursor da recuperação classista do Lumpemproletariado que é hoje a classe revolucionária segundo o Bloco de Esquerda.

Portanto, não nos surpreendamos se o Bloco de Esquerda vier a anunciar no seu site a hipóstase de um novo herói — por exemplo, um guei que, em uma “Manif” do “Pride”, enfiou o gargalo de um garrafão de 5 litros pelo cu acima, arrebentando o esfíncter e o intestino, vindo posteriormente a morrer como “mártir” da “subversão revolucionária dos valores”.

domingo, 9 de agosto de 2026

Luís Neves, a Geringonça, a maçonaria e a secundarização da importância da justiça

Hoje, toda a elite portuguesa é de Esquerda (que alívio!), com a excepção de uma pequena aldeia de gauleses — a mesma Esquerda que gastou indevidamente, na RTP, 12 milhões de Euros para garantir que o canal estatal de televisão permanecesse nas mãos da Esquerda.

Ser de Esquerda é hoje mamar indevidamente nas tetas do Estado: até a IL [Iniciativa Liberal] pretende ser de Esquerda.


A “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

Antes da Geringonça (2016), quem não era de Esquerda vivia politicamente calado ou envergonhado, comprometido com o seu silêncio, por vezes com receio de falar em público (a espiral do silêncio).
Com o advento da Geringonça, a Não-Esquerda desapareceu com a demissão de Passos Coelho enquanto presidente do Partido Social Democrata. A classe política passou, então, a ser toda de Esquerda — e que alívio! Até a Assunção Cristas passou a ser de Esquerda!

Com a Geringonça, a relação entre as polícias e a justiça começou a mudar aceleradamente, na sequência da agenda ideológica que uniu a Esquerda, por um lado, e liberais, por outro lado: a criação das condições políticas para a promoção da imigração em massa do Terceiro Mundo.
A imigração em massa uniu as vontades e criou uma aliança tácita entre o patronato irresponsável, os socialistas fabianos, e a Esquerda neomarxista radical. Criou-se em Portugal uma amálgama de malfeitores.

...a polícia começou a preocupar-se com a “paz racial” e não com a justiça.

Antes da Geringonça, as polícias (maioritariamente) preocupavam-se com a justiça; com a Geringonça, e depois de Luís Neves ser nomeado director da Polícia Judiciária (2018), a polícia começou a preocupar-se com a paz social e, principalmente, com a “paz racial”, em detrimento da preocupação com a justiça.

A justiça passou para segundo plano e para uma categoria de valor de menor importância — e os tribunais alinharam com esta tendência de subjugação da justiça à “paz racial”, por influência directa da classe política dominante (a Geringonça) e da maçonaria.

A investigação do crime passou a ser feita, pela polícia, com medo de eventuais consequências políticas, ou então em favor dos interesses de minorias raciais.

A justiça, propriamente dita, deixou de ter o valor que tinha anteriormente à criação da Geringonça.

Esta é uma das razões por que o Luís Neves dizia, há pouco tempo, que os imigrantes cometiam poucos crimes: é a narrativa da Geringonça da necessidade da “paz racial” ou/e “paz social”, em detrimento de uma verdade que pudesse eventualmente conduzir à justiça.

A justiça foi sacrificada, pela Esquerda e pelos liberais, no altar da “paz racial”.

A polícia do ministro Luís Neves (e do Luís Neves director da Polícia Judiciária) funciona como protectora das nossas emoções, em vez de ser a protectora das nossas vidas e das nossas propriedades, funcionando como uma espécie de psicoterapeutas com poder de dar voz de prisão ao cidadão rebelde.

Isto conduziu a que a imagem pública da polícia — principalmente da Polícia Judiciária — se degrade a olhos vistos.

Quem assaltou e vandalizou o gabinete de André Ventura no parlamento, fê-lo porque sabe que o pode fazer impunemente; a polícia do consulado de Luís Neves fecha os olhos ao crime, porque o importante não é a justiça, mas antes é a promoção da política da “paz racial” e da imigração ilimitada.

É neste contexto abstruso que o actual presidente da república (outro socialista) pretende boicotar a lei da expulsão de imigrantes ilegais: a “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Donald Trump financiou a invasão de Ceuta por parte de Marrocos

A recente invasão de Ceuta por mais de 50 mil marroquinos foi directamente financiada pelo Partido Republicano de Donald Trump, segundo informação do ex-congressista republicano Thomas Massie.

“Republicans paid $40 MILLION of your tax dollars to Morocco to invade Spain,”Greene posted on X.”

O Partido Republicano controlado por Donald Trump ofereceu 40 milhões dólares a Marrocos para a organização da invasão de Ceuta e Melilha.

Os Estados Unidos de Donald Trump — com a colaboração próxima de Israel — são hoje um enorme problema para a segurança internacional — ao nível da Rússia de Putin. Existe pouca diferença entre Trump e Putin.

A União Europeia deveria imediatamente suspender o estatuto de Marrocos como parceiro privilegiado da União Europeia, por um lado, e, por outro lado, Espanha e Portugal devem renunciar à organização conjunta, com Marrocos, do mundial de futebol de 2030.

Finalmente, a União Europeia deveria apoiar financeiramente a independência de Porto Rico, denunciando a ocupação americana desse território; apoiar a libertação da Venezuela do jugo americano; apoiar a libertação das Ilhas Guam da ocupação americana; e propôr um referendo independentista nas Ilhas da Samoa.

sábado, 1 de agosto de 2026

Os apedeutas lulistas brasileiros escrevem na Wikipédia

Pesquisei no Google “dinastia alauita” e saiu-me este resultado em alegada “língua portuguesa”:

“Dinastia alauita é a atual família real do Marrocos. Os alauitas chegaram no Magrebe Ocidental (futuro Marrocos) no século XIII vindos da Arábia e ocuparam Tafilete. A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida no início do século XVII, e seu filho Arraxide pacificou o país e logrou tomar controle de todo o Marrocos.”

Isto não é português: é brasiguês. É digno de um analfabeto funcional ou, o que é pior, de um apedeuta de tipo Lula da Silva.

Imaginem que eu escrevo:

“Daniel Chapo é o actual presidente do Moçambique”.

Ou

“João Lourenço é o presidente da Angola”.

Qualquer angolano ou moçambicano diria que eu, se assim escrevesse, seria um analfabeto funcional; mas, no Brasil, quem assim escreve é editor da Wikipédia!.

Depois, o insigne editor da Wikipédia em “português” escreve:

“A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida”.

“Em meio aos” ?! “Em meio aos” o c*r*lho! e a put*-que-pariu!

Em português correcto:

  • “Daniel Chapo é o actual presidente de Moçambique”.
  • “João Lourenço é o presidente de Angola”.
  • “Pedro Sánchez é o presidente do governo de Espanha”.
  • “Macron é o presidente de França”.
  • “Carlos III é o rei de Inglaterra.”
  • “Maomede VI é o rei de Marrocos”.
  • “Bassirou Diomaye Faye é o presidente do Senegal”.
  • “Merz é o chanceler da Alemanha”.
  • “Ulf Kristersson é o primeiro-ministro da Suécia”.
  • “Donald Tusk é o primeiro-ministro da Polónia.”
  • “Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos”.

E por aí fora...

Estas coisas aprendem-se com a tradição cultural, com a leitura de obras clássicas escritas em língua portuguesa, e com a familiaridade intelectual com a língua falada. Não há Lula da Silva que o valha…