“Aquele que despreza o pobre, insulta o seu Criador; o que ri de um infeliz, não ficará impune.”
Provérbios 17:5
O Diabo anda à solta, mas só durante três dias
“Aquele que despreza o pobre, insulta o seu Criador; o que ri de um infeliz, não ficará impune.”
Provérbios 17:5
Da mesma forma que não é aceitável a utilização sistemática, por parte da Esquerda, dos epítetos de “homófobo” para quem coloca em causa o estilo de vida promíscuo gay, ou de “islamófobo” para quem ousa ter um olhar crítico em relação ao Islamismo — também não é aceitável que uma certa e actual “Direita” utilize sistematicamente o epíteto de “anti-semita” para quem ousa criticar a acção do governo israelita de Benjamin Netanyahu.
“Não concordas com o Netanyahu?! Então és anti-semita!” — passamos da prevalência política de uma Esquerda "Woke", para a afirmação política de uma Direita "Woke". Ambos os movimentos "Woke" (de Direita e/ou de Esquerda) pretendem condicionar ou mesmo eliminar a liberdade de expressão.
Sempre fui a favor da existência de Israel, nomeadamente por este país afirmar, no Oriente Médio, o respeito pelo Estado de Direito; mas quando o governo de Benjamin Netanyahu legalizou a pena-de-morte apenas para os cidadãos israelitas de etnia palestiniana, o Estado de Direito morreu em Israel.
Israel é hoje um país bárbaro; nem sequer podemos dizer que é um país democrático.
A actual lei de pena-de-morte em vigor em Israel reflecte o estado de apartheid em que este país vive. Imagine o leitor que, por exemplo, no Brasil existisse uma lei de pena-de-morte para negros que não se aplicaria aos brancos: poderíamos dizer, então, que o Estado de Direito teria sido extinto no Brasil.
Só não existe corrupção em uma sociedade quando a lei é igualmente válida para todos, e é aplicada para todos os cidadãos de forma equivalente e geral. Quando há uma lei para uns, e outra lei diferente para outros e nas mesmas condições, então vivemos em um Estado corrupto.
Vejamos este texto publicado pela professora Helena Serrão:
“O protocolo do diálogo experimental representa para nós uma aquisição irreversível e garante que a natureza interrogada pelo homem será tratada como um ser independente, que sem dúvida se força a exprimir-se numa linguagem talvez inadequada, mas à qual os procedimentos impedem que diga as palavras que se gostaria de ouvir.
Fundamenta também o carácter comunicável e reprodutível dos resultados científicos; seja qual for o carácter parcial do que se obriga a natureza a exprimir, uma vez que ela falou em condições reprodutíveis, todos se inclinam, pois não seria capaz de nos enganar.”
→ A Nova Aliança, Ilya Prigogine e Isabelle Stengers, (1986),Lx, Gradiva, s.d, pp 78 e 79
O texto é um exemplo da linguagem gongórica utilizada pelos académicos, que Karl Popper tanto criticou. Por exemplo, “diálogo experimental” é um eufemismo de “experimentação”.
Como escreveu Martin Heidegger (“vom Ereignis”): « Em filosofia, tornar-se inteligível é um suicídio ». Aliás, refira-se que o texto mencionado é “Heideggeriano”, no sentido metafísico do termo.
Por outro lado, no referido texto, a Natureza é (ontologicamente) considerada como uma espécie de “ser vivente” — por exemplo, com conceitos como “a natureza interrogada pelo homem”, como se a Natureza pudesse ser interrogada enquanto um “ser independente” que “se exprime (autonomamente) numa linguagem”; e que “a Natureza é obrigada” pela ciência “a exprimir-se”, e que a Natureza não é “capaz de nos enganar”.
Estamos aqui próximos de uma versão moderna do hilozoísmo que se constitui como uma forma romântica (por isso, neopositivista) de materialismo (não-mecanicista), e na tradição de Heidegger:
“Todos os entes se equivalem. Qualquer elefante numa selva qualquer da Índia é tão ente como qualquer processo de combustão química no planeta Marte, ou qualquer outra coisa.”
→ Heidegger, “Introdução à Metafísica” (pela página 21).
Estamos perante um hilozoísmo moderno que, inadvertidamente, se iniciou com Kant com o seu (dele) Princípio da Intencionalidade.
Segundo Kant, o princípio regulador geral que o “juízo reflectivo” estabelece para si próprio é a intenção da Natureza.
Embora não possamos provar que a Natureza está intencionalmente organizada, (segundo Kant) devemos sistematizar o nosso conhecimento empírico vendo a Natureza como se assim fosse (intencionalmente) organizada.
Segundo Kant, a sistematização do conhecimento empírico apenas é possível se agirmos com base no pressuposto de que uma compreensão, para além da nossa (Deus), nos forneceu leis empíricas organizadas de modo a que nos seja possível uma experiência unificada.
Para Kant, o conceito de “Deus” transcendental e cristão estava implícito no seu (dele) Princípio da Intencionalidade.
Hegel retirou o Deus transcendental da equação kantiana, criando um monismo com um Deus imanente. E depois Heidegger descartou completamente qualquer Deus (imanente e/ou transcendente), criando uma espécie de materialismo que se aproxima do hilozoísmo e que esmaga totalmente quaisquer diferenças ontológicas universais.
Primeiro submeteram o aborto a referendo por duas vezes (em 1998 e depois em 2007) — e mais vezes seriam, se a resposta do povo ao aborto teimasse em ser negativa: teríamos referendos todos os anos até que o povo se calasse e/ou anuísse.
Depois, e no seguimento da legalização do aborto “à vontadinha”, a demografia portuguesa ressentiu-se — não só pelo aborto livre entendido em si mesmo, mas sobretudo por questões culturais: o aborto patrocinado pelo Estado desvaloriza a vida humana na cultura antropológica, e torna a vida humana descartável. Ter um filho passou a ser simbólica- e culturalmente equivalente a comprar um cão.
Em todo este processo de involução civilizacional, tivemos os ditos “liberais” de mãos dadas com a Esquerda mais radical. Isto é um facto insofismável.
A Cristina Miranda (liberal) faz aqui uma análise que aborda apenas as questões técnicas / políticas da crise demográfica; mas não devemos ignorar a cultura antropológica, que está a montante da política e da economia. Ignorar ostensivamente a importância da cultura antropológica é uma característica dos liberais e da Esquerda radical, embora por razões diferentes.
“Durante anos repetiu-se o mesmo argumento para justificar quase todas as decisões difíceis sobre pensões, impostos e idade da reforma: o problema é demográfico. Vivemos mais, logo temos de trabalhar mais. A fórmula parece científica e quase neutra. Mas é uma simplificação conveniente que esconde uma realidade muito mais complexa e politicamente mais incómoda.”
→ A Crise das Pensões Não se Resolve Empurrando a Reforma Para a Frente
Existe uma necessidade urgente de expulsar os comunistas do sistema judicial português.
Hoje, — e ao contrário do que Karl Marx defendeu — ser comunista é eleger o Lumpemproletariado como a nova classe revolucionária.
Têm vindo a terreiro várias opiniões de generais das Forças Armadas Portuguesas defendendo a compra do caça F-35 que só é operacional dentro de um ecossistema controlado estritamente pelos americanos.
Ou seja: temos generais que têm a mania das grandezas, e são tão intelijumentos que pretendem colocar as Forças Armadas sob a dependência total de gentalha como Donald Trump.
É preciso informar os “Milicos” intelijumentos portugueses que os radares mais modernos já detectam o F-35. E que este avião é o menos interessante em todos os outros componentes operacionais (ver imagem abaixo) — a não ser que se pretenda que o Pentágono comande as Forças Armadas Portuguesas.

Por exemplo, o F-35 tem uma disponibilidade operacional de 30 a 50% — ou seja, pelo menos 50% do tempo útil, o avião está parado em hangar —, ao passo que o sueco Gripen tem uma disponibilidade operacional de 70 a 85%. Ou seja, os generais portugueses têm a mania que são ricos.
Qualquer dos caças concorrentes — o Eurofighter, o Rafale e Gripen — é melhor ou mais útil do que o F-35. Por exemplo, no custo de operação por hora, a diferença é abismal; e a diferença de custo de apoio em base aérea é enorme.
Só compra o F-35 quem está vendido aos interesses americanos. Temos que começar a investigar as contas bancárias dos generais portugueses.
A minha experiência com tribunais, em Portugal, tem-me revelado que uma grande parte dos juízes ou são radicais de Esquerda ou têm distúrbios mentais — o que, na prática, vai dar no mesmo. Por isso, devemos limitar ao máximo possível a discricionariedade de decisão dos juízes: dar poder lato de decisão aos juízes significa minar a estrutura do Estado de Direito em nome de um denominado “bem maior” desenhado por psicopatas.
“Na discussão conjunta dos diplomas, os grupos parlamentares e deputados únicos foram unânimes em condenar a violência sexual contra menores, mas divergiram quanto à constitucionalidade de ser aplicada automaticamente aos condenados por crimes sexuais, por um certo período, a pena acessória de proibição de trabalho com crianças ou de inibição do exercício de responsabilidades parentais, algo actualmente deixado ao critério dos tribunais”.
→ Parlamento voltou a chumbar pena acessória de castração química de pedófilos reincidentes
Por exemplo: em 1998, um meliante entrou em minha casa para roubar, e eu fiz da cara dele um oito, dentro da minha casa. Um juiz barbudo e comunista de Gaia condenou-me a pagar uma indemnização choruda ao ladrão, e ainda me deu uma ensaboadela moral dizendo que “o roubo é uma mera e simples transferência de propriedade que não justifica violência” (sic).
É deste calibre merdoso que é constituído uma grande parte da judicatura portuguesa.
Em 2016 fui testemunha em um julgamento, e a juíza expulsou-me da sala de audiência a altos berros, alegando que eu estava a influenciar as outras testemunhas mediante o meu “pesado silêncio” (sic).
Poderia dar aqui mais uma mão-cheia de experiências com juízes mentalmente disturbados. Ser juiz, hoje, é ser tendencialmente esquerdóide ou dependente de substâncias psicotrópicas com ou sem receita médica.
Actualmente, confiar no livre escrutínio dos juízes é loucura. Tal como aconteceu com os padres católicos, a condição dos juízes em Portugal é social- e eticamente estercorosa.
A actual Constituição portuguesa foi feita para proteger comportamentos desviantes (por exemplo, a pedofilia), por um lado, e o Lumpemproletariado, por outro lado. É uma Constituição marcadamente maçónica.
Quando os partidos do sistema utilizam o argumento da “constitucionalidade”, ou da falta desta, para se absterem do combate decisivo à pedofilia, verificamos todos que o que a elite política (e maçónica) pretende é rasgar a Janela de Overton no sentido da tolerância cultural e jurídica em relação à pedofilia, numa primeira fase, tendo em vista a legalização e normalização do comportamento pedófilo.
Temos uma Constituição amiga da pedofilia. E temos a obrigação de acabar com ela.