quinta-feira, 9 de julho de 2026

O PSD é um partido que defende a censura política e a vigilância policial do discurso político, à moda da PIDE

Em 2022, uma comissária sueca da União Europeia, Ylva Johansson — que militou no Partido Comunista sueco durante várias décadas — propôs uma “lei” (directiva europeia) de vigilância estatal e de censura na Internet, alegando o “combate à pornografia infantil”.

Foi esta mesma comissária sueca da União Europeia que defendeu a ideia segundo a qual a Europa tinha obrigação de acolher até 100 milhões de imigrantes e refugiados — quando em 2024 avisou que os países europeus que limitassem a entrada de imigrantes seriam punidos à luz do Novo Pacto de Migração e Asilo.

Isto significa que, segundo esta “lei” europeia, todos os programas de “chat”, tipo WhatsApp, Telegram, Signal, etc., serão sujeitos a vigilância do Estado de tipo “polícia política”.

Todos os deputados do PSD no parlamento europeu votaram a favor da censura política, a ver:

Sebastião Bugalho, Paulo Cunha, Paulo Nascimento Cabral, Hélder Sousa Silva, Sérgio Humberto, Ana Miguel Pedro, Lídia Pereira.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

E depois, são estes deputados que apoiam a censura política que dizem que o CHEGA é “fassista”, sendo que o partido de André Ventura votou contra esta lei de vigilância estatal e censura política da liberdade de expressão.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

Ou seja, a desculpa do “combate à pornografia infantil” utilizando a vigilância das comunicações privadas, não passa disso mesmo: de uma desculpa para censurar e vigiar conteúdo político online. E o PSD aprova a censura.

O PSD é um partido para-totalitário de Esquerda que alinha passivamente com a construção de um leviatão socialista e globalista na Europa.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Os progressistas da União Europeia querem proibir o povo de usar o ar condicionado

A União Europeia é politicamente controlada por progressistas.

Um progressista é um indivíduo que resulta de uma simbiose ideológica entre o marxismo — mormente o marxismo cultural e o consequente estruturalismo pós-modernista — , por um lado, e o liberalismo, por outro lado; ou seja, o progressista é uma aberração e uma contradição com pernas. Mas são eles que mandam!

Os progressistas que mandam na União Europeia pretendem mandar desligar os aparelhos de ar condicionado em toda a Europa, alegadamente porque “o ar condicionado é causa de aquecimento global”.

Hoje, apenas 40% dos hospitais na Alemanha usam ar condicionado (os hospitais têm ar condicionado instalado, mas os aparelhos estão desligados por ordem dos progressistas); mas nem sempre foi assim: em 1980, 97% dos hospitais alemães usavam habitualmente o ar condicionado.

O processo de aceleração do poder dos progressistas na Alemanha iniciou-se com a progressista Angela Merkel que mandou desligar as centrais nucleares alemãs, passou a importar massivamente petróleo e gás natural da Rússia, promoveu activamente a desindustrialização da Alemanha, e mandou desligar os aparelhos de ar condicionado nos edifícios do Estado alemão.

À medida que os progressistas se foram infiltrando nos órgãos de decisão política do Estado alemão, conseguiram desligar paulatinamente os aparelhos de ar condicionado nos edifícios públicos da Alemanha.

Os burocratas da União Europeia são massivamente progressistas, e por isso a política da União Europeia já está contaminada pela aliança aberrante e auto-contraditória entre Marx e Stuart Mill.

Por exemplo, quando entramos no edifico da União Europeia em Bruxelas, verificamos que não há ar condicionado senão nas áreas onde os progressistas pululam e se encontram entre si (nos gabinetes): nas áreas do edifício destinadas ao público em geral, os aparelhos de ar condicionado estão desligados — alegadamente “para salvar o planeta”.

Há dias, o bastonário português da Ordem dos Médicos (Bernardo Gomes) veio dizer que o Estado deveria baixar o IVA do ar condicionado para 6% — na mesma altura em que um burocrata progressista da União Europeia vem propôr um imposto supranacional que incida sobre a venda de aparelhos de ar condicionado. Não há como o Luís Montenegro possa aceder à sugestão do bastonário...

O ar condicionado não é para o povo: é só para os progressistas, que são aqueles que “são donos disto tudo”, ou — parafraseando a Isabel Moreira em discurso no paralamento — os que “construíram a democracia”.

sábado, 4 de julho de 2026

O estafermo Isabel Moreira é apoiada por Francisco Pedro Balsemão

A Isabel Moreira considera — num artigo no semanário Expesso — que o Partido Comunista é um partido “moderado, que coloca a dignidade humana no centro e como prioridade da acção política, adoptando uma cultura democrática, repudiando extremismos ou populismos”. E logo a seguir diz que o CHEGA é o único partido português que não é “democrático e moderado”.

Não é anormal que uma psicótica escreva isto; o que é uma anormalidade é que o grupo mediático fundado por Pinto Balsemão publique uma aberração deste calibre.

isabel moreira-infodivel-webO CHEGA deveria abster-se de participar em qualquer tipo de programa no grupo da SIC. O Francisco Pedro Balsemão é uma vergonha nacional. Quando chegar a hora do Estado financiar a empresa privada dos Balsemão, não nos devemos esquecer da colaboração esquerdopata de Isabel Moreira ou do Daniel Oliveira.

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque propõe a legalização da prisão perpetua; consequentemente, a Isabel Moreira chega à conclusão de que a grande maioria dos países europeus é fassista; e o Francisco Pedro Balsemão parece concordar com ela.

Ou seja: segundo a Isabel Moreira, cerca de 40 países europeus são fassistas, entre estes, a Alemanha, a França, a Itália, a Bélgica, a Áustria, a Grécia, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Irlanda, a Islândia, Luxemburgo, Polónia, Chéquia, Roménia, Suíça, e a maioria dos países do Leste da Europa — são todos países fassistas porque têm prisão perpetua. E o Francisco Pedro Balsemão anui. Segundo a Isabel Moreira, o único país que não é fassista é o Portugal governado pela Esquerda que protege o Lumpemproletariado.

Este tipo de raciocínio coloca a Isabel Moreira dentro do Bloco de Esquerda ou do Livre. 

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque não gosta de pedófilos e defende a castração química de pedófilos.

Ora, temos aqui uma lista de países europeus fassistas que legalizaram a castração de pedófilos: Polónia, Estónia, Itália (que está em debate legislativo sobre o assunto), Chéquia (que legalizou a castração cirúrgica, ou seja, a remoção física dos testículos), Alemanha, França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Áustria. São todos países fassistas; o único país europeu que não é fassista é Portugal governado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira controlado pelo Bloco de Esquerda  e LIVRE, e promovido pelo anti-fassista pró-pedófilo Francisco Pedro Balsemão.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende a “perda da nacionalidade portuguesa para cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves”.

Ora, segundo a Isabel Moreira (com o apoio do Francisco Pedro Balsemão) os seguintes países europeus também são fassistas: a Bélgica, a Lituânia, a Alemanha, a França — e até a Espanha do socialista Sánchez em determinados crimes. Todos estes países fassistas prevêem a possibilidade de retirada de nacionalidade adquirida em determinadas situações de criminalidade grave.

Depois, a Isabel Moreira mente (e o Francisco Pedro Balsemão aplaude a mentira), quando escreve que o CHEGA defende “a privatização alargada da saúde e da educação e a extinção do Ministério da Educação”. O CHEGA defende a privatização da área da Saúde na mesma medida em que é defendida pelo CDS, pela IL [Iniciativa Liberal], e pela ala liberal do Partido Social Democrata; e o CHEGA nunca defendeu a extinção do Ministério da Educação (a Isabel Moreira deve estar a confundir a IL [Iniciativa Liberal] com o CHEGA).

De facto, a Isabel Moreira diz a verdade quando escreve (indignada e apoiada por Francisco Pedro Balsemão na sua indignação) que o CHEGA defende “o fim do financiamento público de interrupções voluntárias da gravidez e de tratamentos de afirmação de género”.

Porém, a verdade é que eu não tenho que pagar — através do Serviço Nacional de Saúde pago por todos os contribuintes — os custos das cambalhotas irresponsáveis dos outros: quem quer abortar, que pague o respectivo aborto do seu próprio bolso. E também não temos todos que pagar, do nosso bolso, a promoção do trans-humanismo antinatural e desumano promovido pela Ideologia de Género que a Isabel Moreira defende como coisa boa.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração, incluindo endurecimento do acesso à nacionalidade, limitação do reagrupamento familiar, reforço das expulsões e maior facilidade na retirada de autorizações de residência em determinadas situações; a redução drástica do Estado social nas primeiras formulações do partido, defendendo um "Estado arbitral" em vez de um Estado prestador”.

Ou seja, a Isabel Moreira diz que a maioria do povo português é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração”: para ela, os únicos democratas são as pessoas que constituem as cúpulas políticas conjugadas do Partido Socialista, do Partido Comunista, do LIVRE e do Bloco de Esquerda — ¡que horrível cheiro a povo!

Depois, a Isabel Moreira escreve o seguinte:

“Uma moção aprovada na Convenção de 2020 defendia a esterilização de mulheres que recorressem repetidamente ao aborto”.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal. Se a Isabel Moreira continua a propagar mentiras deste calibre nos me®dia, sem qualquer contraditório e com o apoio explicito e declarado de Francisco Pedro Balsemão, não podemos garantir a sua segurança.

Em Setembro de 2020, durante a III Convenção Nacional do Chega, um militante do partido (Rui Roque) submeteu uma moção estratégica intitulada "Moção Estratégica Global para Portugal" que sugeria a retirada de ovários a mulheres que realizassem abortos legais. A direcção do partido distanciou-se imediatamente da proposta, e os delegados presentes na convenção rejeitaram o documento com 85% dos votos contra.

O líder do Chega, André Ventura, classificou publicamente a moção de Rui Roque como "bizarra", "grotesca" e contrária aos valores fundamentais do partido. O autor da proposta acabou por se desvincular do Chega poucas semanas depois.

A Isabel Moreira é um nojo enquanto pessoa. Nojenta, mentirosa, psicopata, um estafermo em forma de mulher. Ela é aquilo a Berlusconi chamou de “infodível”: nem com saco enfiado a tapar-lhe a cara.

Mas pior do que a Isabel Moreira é o Francisco Pedro Balsemão: esta besta não promove a liberdade de imprensa: promove a publicação enviesada, falsa, ideologicamente contaminada e orientada, e todos os valores que pretendem minar a democracia, alegadamente “em nome da democracia”.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Elon Musk é dono de 3% da economia americana; e os liberais concordam


Elon Musk, enquanto indivíduo, detém (pessoalmente) 3 por cento do PIB dos Estados Unidos, e o Telmo A. Fernandes acha muito bem. Vou repetir: o Telmo A. Fernandes pensa que é muito bom que um só indivíduo seja proprietário de 3% da riqueza gerada por um país.

Seria como se um só empresário português (sublinho: um só) fosse proprietário de 12 mil milhões de Euros em património e capital — lembro que a família Amorim, que é composta por várias pessoas, detém no total cerca de 5 mil milhões de Euros distribuídos por 6 ou 7 pessoas.

Isto significa que, teoricamente, se um só individuo fosse dono de 50% da economia portuguesa, o Telmo A. Fernandes não veria nisso nenhum mal — em nome de uma alegada meritocracia e liberdade.

É isto que me separa radicalmente dos “liberais” (como é o caso do Telmo A. Fernandes) e me faz votar no CHEGA.

Eu gosto da liberdade de mercado porque esta promove o Estado de Direito; o Telmo gosta do Estado de Direito porque este promove a liberdade de mercado. Não há reconciliação possível nestas duas posições.

O facto de o Telmo ser conservador nos costumes, é simples acidente e excepção — porque a esmagadora maioria dos liberais perfilha as ideias do Bloco de Esquerda nas áreas dos costumes e da ética.

Não ponho em causa a legitimidade de um empresário ganhar dinheiro; o que eu ponho em causa (coisa que o Telmo aparentemente não faz) é a possibilidade de um só indivíduo se tornar proprietário, por absurdo que seja, de 50% da economia de um país.

O argumentário do Telmo A. Fernandes não coloca qualquer entrave a que Elon Musk possa vir a possuir, em breve e por exemplo, 6% da economia americana. Aparentemente, para o Telmo não há limites para a expansão da “meritocracia” de Elon Musk.

Os liberais, como o Telmo, defendem uma nova versão do feudalismo; porém, é uma versão que não tem as virtudes que o feudalismo medieval tinha, porque se baseia em um quase absoluto individualismo.

O liberal (tal Telmo) incorpora o revolucionário Rousseau (nisto, coincide totalmente com a extrema-esquerda): migra ideologicamente da Razão para a sensibilidade, do geral para o individual, do objectivo para o subjectivo, do valor impessoal para o valor pessoal, do fazer para o ser — em um processo de “liberalização” (que inclui os “libertários” do Bloco de Esquerda) em que os indivíduos se tornam culturalmente mais parecidos entre si e (simultaneamente) cada vez mais pessoalmente distanciados um dos outros (anomia).

Imaginemos que a família Amorim venha um dia a deter 30% do PIB português; o Telmo A. Fernandes aplaudiria, pelo menos em tese.

O argumento do Telmo é o da “liberdade de contrato” na economia; mas esqueceu-se de dizer que Elon Musk atingiu a propriedade de 3% do PIB dos Estados Unidos depois de Donald Trump instituir a taxação tarifária em massa — e lá se vai o argumento da “liberdade de liberal trocas” do Telmo A. Fernandes.

Na Idade Média, os privilégios de um senhor feudal podiam ser retirados pelo Rei de um dia para o outro, na maior parte das vezes depois de ouvidas as Cortes; para o neo-feudalismo do Telmo A. Fernandes, a retirada de privilégios a um indivíduo rico é considerada heresia, porque os privilégios dos ricos não são considerados (pelos liberais) como privilégios, mas como direitos inalienáveis — os mesmos “liberais” que dependem do Estado para serem “liberais”, e que apregoam os seus direitos para poderem violar deveres.

Ora, esta posição do Telmo A. Fernandes, que retira (potencialmente e em tese) qualquer limite à detenção do PIB nacional por parte de um só indivíduo, é eticamente pornográfica, e só se explica por cegueira ideológica.

Dizer ao Telmo que não é aceitável que uma pessoa detenha a propriedade de 80% do PIB nacional (por absurdo que seja), não terá qualquer ressonância na consciência da criatura que defende a única legitimidade da “riqueza ociosa” que é aquela que só serve para produzir mais riqueza.

O rico, na sociedade ideal dita “liberal” do Telmo A. Fernandes (liberal, mas que depende financeiramente do Estado) não sabe utilizar o dinheiro para aquilo que melhor serve: para não ter que pensar nele.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

O antipatriotismo progressista

Temos aqui um texto de Carlos Bobone que aborda a questão do Patriotismo, na linha de pensamento de Fernando Pessoa. Aconselho a leitura.

Ora, sabemos que Fernando Pessoa foi (e é) odiado por uma certa Direita corporativista, mas hoje também é odiado — mais ou menos dissimuladamente — pela Esquerda radical (Bloco de Esquerda, Partido Comunista, LIVRE, e ala Esquerda radical do Partido Socialista).

Pobre Fernando, leva pancada de todo o lado...

O antipatriotismo dos “progressistas” actuais é directamente promovido, na cultura, pelo núcleo duro que conduz a política da União Europeia.

Porém, é perfeitamente possível construir uma União Europeia sólida sem colocar em causa os patriotismos dos países da união — de forma semelhante, os clubismos no futebol não impedem o apoio à selecção nacional de futebol. Dizer que o “clubismo é inimigo da selecção nacional” é próprio de uma estupidez que confunde planos de categorização da realidade.

“O patriotismo, vimos nós e demonstrámos, é a base do instinto social — é, mesmo, o único instinto social verdadeiro; não é, de resto, mais que um egoísmo colectivo, ou, melhor, a forma colectiva do egoísmo, base de toda a vida psíquica”.

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Do sufrágio político e da opinião pública”)


«A primeira verdade da sociologia (...) é que a humanidade não existe. Existe, sim, a espécie humana, mas num sentido somente zoológico: há a espécie humana como há a espécie canina. Fora disso, a expressão “humanidade” pode ter somente um sentido religioso ― o de sermos todos irmãos em Deus, ou em Cristo.

(...)

Na realidade social há só dois entes reais ― o indivíduo, porque é deveras vivo, e a nação, porque é a única maneira como esses entes vivos, chamados indivíduos, se podem agrupar socialmente de um modo estável e fecundo. A base mental do indivíduo (...) é o egoísmo (...). Esse egoísmo é o da Pátria, em que nos reintegramos em nós através dos outros, fortes do que não somos. »

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316).

terça-feira, 30 de junho de 2026

A Esquerda e o Efeito Dunning-Kruger

Um tal David Pontes escreveu o seguinte no pasquim Púbico:

“Sem os novos habitantes, o envelhecimento demográfico seria ainda mais acentuado e muitos trabalhos essenciais não teriam mão-de-obra disponível.”

O comunista Daniel Oliveira escreveu o seguinte no semanário Espesso:

“Foi a economia, mais do que a lei, que determinou as oscilações migratórias. Mesmo assim, envelhecemos e a população activa só cresceu graças aos imigrantes. A questão não é se 14% é demais. É o que seríamos sem eles. Pressionam serviços públicos porque os preparámos para o deserto demográfico. Recebemos imigração pouco qualificada e desintegrada porque é isso que o modelo económico extractivista e com pouco valor acrescentado absorve. A questão não é quem entra. É mudar o que o país oferece. A eles e a nós”.

Tanto o David Pontes como o Daniel Oliveira são exemplos chapados do chamado Efeito Dunning-Kruger que, basicamente, é a transposição do conceito de Sócrates (o grego) da frase “só sei que nada sei”, e da eliminação das certezas.

O indivíduo inteligente tem dúvidas: os estúpidos da Esquerda só têm certezas — incluindo as certezas acerca do futuro. Faz parte da mente revolucionária (a certeza do futuro).

Com o advento da Inteligência Artificial, o David Pontes irá em breve fazer de conta que não escreveu aquilo.
A certeza do futuro que ele tem hoje irá ser colocada em causa pelos factos oriundos da Realidade. A ideia segundo a qual teremos que duplicar a população para manter uma performance na economia é já contraditada pela realidade imposta pela Inteligência Artificial. Muito provavelmente, o David Pontes está errado.

Já o Daniel Oliveira, como bom marxista, reduz a Realidade inteira à economia — para além de também ignorar os ventos da mudança que a Inteligência Artificial nos traz.
Segundo os especialistas, virá um tempo em que a mão-de-obra operária e agrícola será essencial para sobrevivência da população portuguesa autóctone. E de nada nos valerá ter, por exemplo, 20 milhões de habitantes em Portugal — a não ser que a nova Esquerda radical continue a alimentar a utopia da revolução dirigida pelo Lumpemproletariado enquanto nova classe revolucionária.

As opiniões do David Pontes e do Daniel Oliveira nada têm de científicas ou lógicas.
São ditadas por ideologia. A falta de conhecimento leva-os a tirar conclusões erradas baseando-se na ideologia enquanto Ersatz da Razão, e impede-os de ver que estão errados. Eles têm certezas. E nós temos que levar com elas.

domingo, 28 de junho de 2026

Odeio socialistas. Não me esqueço.

Nos anos do COVID-19, eu fui detido pela polícia quando estava a andar na praia, e levado para a esquadra onde permaneci algumas horas, alegadamente para “identificação”; ou seja, uma loooonga identificação.

Fui chamado, pelos socialistas e em tudo o que era me®dia, de “negacionista”, “grunho”, apenas por me recusar a meter nas minhas veias um produto que — comprovadamente — altera a estrutura do mRNA, por um lado, e que, por outro lado, era uma “vacina” que não evitava a doença que pretendia vacinar.

Nas viagens que fiz, naquela época, fui proibido de entrar em restaurantes porque não estava “vacinado”. Ou seja, passei fome durante as viagens.

Naquela mesma época, os socialistas deixaram entrar no país dezenas de milhar de imigrantes que não estavam “vacinados”, e nem foram posteriormente “vacinados”.

A exigência socialista da “vacina” do COVID-19 só de aplicou ao “grunho português”: o monhé socialista, grande filho-de-puta António Costa autorizou os “imigras” do Paquistão e da Índia a entrar em Portugal sem tomar previamente a “vacina”. Mas eu não podia entrar em restaurantes.

Odeio socialistas. Tenho-lhes “um pó” que vocês não fazem ideia.