
O Diabo anda à solta, mas só durante três dias
Perante a Dissonância Cognitiva que a realidade lhe impõe, o José Pacheco Pereira opta por negar a realidade, por um lado, e depois constrói uma narrativa delirante e “à la carte” a partir de factos verídicos (Delírio Interpretativo) que lhe reconcilie a ideologia com a Realidade.
No sentido do “processo de pensamento”, o Pacheco é uma espécie de Donald Trump virado do avesso.
Para o Pacheco, a reacção do povo contra a violência da extrema-esquerda é “reaccionarismo”; podemos inferir, do Pacheco, que o povo que comenta nas redes sociais é “fassista”.
Desde logo, o Pacheco isola as “acampadas” portuense e lisboeta, da sua relação com os acontecimentos motinosos de Paris. Quando lhe convém, o Pacheco corta os laços epistemológicos emanados e impostos pela Realidade — o que o transforma em um trumpista ao avesso, ou num nefelibata controlado pela ideologia.
Só falta ao Pacheco dizer que a violência de Paris é promovida pela “extrema-direita”. Já faltou mais. Do Pacheco podemos esperar tudo...
E agora, o Pacheco vem falar dos comentários nas redes sociais acerca das “acampadas” revolucionárias, fazendo (ele) de conta de que não existiu violência contra a polícia por parte da extrema-esquerda.
Ou seja: para o Pacheco, a reacção do povo contra a violência da extrema-esquerda é “reaccionarismo”; podemos inferir, do Pacheco, que o povo que comenta nas redes sociais é maioritariamente “fassista”. Donald Trump não faria melhor em defesa dos seus correligionários quando acusa toda a gente que se lhe opõe de “comunista”.
Do ponto de vista intelectual, o José Pacheco Pereira tornou-se em um deserto, em uma terra-de-ninguém. O seu (dele) enviesamento ideológico é de tal modo gritante e escandaloso que não sei se me causa nojo ou dó.
O Luís Monta-o-negro pretende estabelecer uma taxa para os automobilistas entrarem nas cidades do Porto e/ou de Lisboa. Já não bastam as portagens nas duas pontes de Lisboa: o Monta-o-negro pretende taxar adicionalmente as pessoas que entram em Lisboa (e no Porto) para irem trabalhar.
Isto faz parte da política para-totalitária da “cidade 15 minutos”.
O roubo é programado e escalado: primeiro dizem que a taxa só se aplica em determinadas horas do dia — tal como o figurão que diz à menina de 12 anos: “Não te preocupes! Vou só meter a cabecinha...”
Porém, já se fala em 110 Euros anuais, a pagar pelos automobilistas que entram em Lisboa e no Porto — para além das portagens nas pontes e das portagens nas SCUTs e auto-estradas.
Devagarinho, o “c*r*lho com asas” (aka Luís Monta-o-negro) vai f*dendo o povo, a mando da maçonaria e dos radicais de Esquerda.
Trump cedeu a influência do seu amigo Putin e cortou o apoio de “inteligência” à Ucrânia, ou seja, cancelou a informação militar de satélites que chegava à Ucrânia através da empresa Starlink de Elon Musk.
Isto significa, literalmente, que os Estados Unidos apoiam a Rússia de Putin contra a Europa. Os Estados Unidos pretendem destruir a Europa e promover o regime totalitário de Putin.
Os Estados Unidos pretendem destruir a Europa democrática.
Uma vez que os serviços da Starlink foram cancelados pela própria Starlink (por exemplo, a Polónia, que paga os terminais da Starlink da Ucrânia, continua a pagar sem ter agora o serviço contratado), não faz sentido que os Estados da União Europeia continuem a utilizar os serviços dessa empresa.
Portanto, todos os contratos da Starlink em vigor com os Estados da União Europeia deverão ser cancelados com justa causa porque a própria Starlink cancelou-os em primeiro lugar. 
A Starlink retirou o serviço contratado na Ucrânia sem aviso prévio, o que poderá causar milhares de mortos de cidadãos ucranianos. Isto significa que Donald Trump e Elon Musk poderão ter que enfrentar processos judiciais no Tribunal Penal Internacional e acusados de crimes contra a humanidade, e desde logo proibidos de entrar em território da União Europeia sob pena de prisão imediata.
A Rússia irá gastar até ao fim de 2026 cerca de 178 mil milhões de Euros com as Forças Armadas, o que equivale a cerca de 38% de toda a despesa do Estado russo. Em 2027, Putin pretende gastar 180 mil milhões de Euros com os militares, um pouco mais do que em 2026.
Isto significa que Putin irá cortar nos orçamentos da educação e instrução das crianças e jovens, nas prestações de saúde e nos hospitais, nas reformas dos idosos e em serviços sociais de apoio à população: 38% da despesa do Estado é uma enormidade, e vemos bem a obstinação de Putin em relação à expansão do império através da guerra.
Putin escolheu a guerra contra os países da Europa em geral, e contra a União Europeia em particular. Ou aceitamos a dominação russa (com o apoio explícito de Donald Trump) e o fim do Estado de Direito democrático, ou a Europa tem que investir massivamente em defesa.

Em termos práticos, a Rússia de Putin — apoiada por Donald Trump — já entrou em guerra contra a Europa (que inclui países que não pertencem à União Europeia, como por exemplo o Reino Unido e a Noruega). Putin tem ameaçado sistematicamente a Europa com ataques nucleares — como se a Rússia fosse a única potência nuclear do mundo.
Mas cedo que tarde, a Rússia irá invadir parcialmente um dos países do Báltico, provavelmente a Estónia, alegando a protecção da população de fala russa. Não estão excluídos ataques aéreos russos (com drones e mísseis balísticos) à Moldávia, alegando a protecção da região separatista da Transnístria. Putin irá utilizar o exército da Bielorrússia para fazer incursões militares limitadas no território da Lituânia e da Letónia, o que já está a acontecer.
Perante este cenário, a União Europeia terá que obrigar a que o esforço de guerra russo ultrapasse os 50% da despesa do Estado russo, por um lado, e por outro lado, que obrigue Putin à conscrição dos meninos bonitos das elites de Moscovo e de S. Petersburgo, causando um descontentamento generalizado.
Os cidadãos dos países da União Europeia terão que interiorizar a necessidade de um sacrifício, circunstancial e temporário, necessário ao combate contra um verdadeiro Império do Mal personificado por Vladimir Putin (com o apoio do Activo chamado Donald Trump).