sexta-feira, 17 de julho de 2026

“Odisseia”, 2026 : tirem-me deste filme !

Vejam aqui em baixo a fotografia da actriz escolhida para o filme The Odyssey (2026) para representar a mulher mais bela da mitologia grega, a Helena de Tróia. Desta feita, a actriz chama-se Lupita Nyongo, é negra retinta, feia como o breu, e nasceu no Quénia.

Imaginem, por exemplo, que um filme que conte a história de Graça Machel (mulher de Samora Machel e de Nelson Mandela) tivesse, como actriz, uma branca escandinava, loura e de olhos azuis. Cairia o Carmo e a Trindade!... e os dirigentes do Bloco de Esquerda e/ou do LIVRE praticariam imediatamente o Seppuku.

O realizador do filme foi mais longe: criou um personagem de nome Sinon (que não existe na mitologia grega acerca de Helena de Tróia) personificado por um transgénero (uma mulher transgénero, ou transsexual) chamado "Elliot" Page que se faz passar por um guerreiro machão grego.

Christopher Nolan foi obrigado a meter um transsexual na história e a afirmar que a Helena de Tróia era negra porque, de outro modo, o filme seria automaticamente banido dos Óscares pelos responsáveis pela “diversidade” de Hollywood.

É preciso boicotar este filme.

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

O optimismo revolucionário dos liberais

Há, no Telmo A. Fernandes, qualquer de um “optimismo revolucionário” que se traduz na ideia segundo a qual o ser humano, abandonado a si próprio e sem intervenção superior, raramente ou mesmo nunca comete erros (são os resquícios da “mão invisível”) — postura esta que vem de Rousseau, em primeiro lugar, do utilitarista Bentham mais tarde, e depois do super-utilitarista e liberal Stuart Mill. Quem estudou a História das Ideias sabe que existe uma ligação esconsa entre as ideias destes três “filósofos”.

Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o “homem [o ser humano] é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”.

De modo semelhante, o Telmo A. Fernandes escreveu em 2026 que

“o espírito tecnocrático fascizoide moderno parte do princípio de que os proprietários [os indivíduos] não actuarão responsavelmente sem autorização estatal”.

Para o Telmo A. Fernandes, os proprietários são naturalmente bons e só as instituições humanas (o Estado) os tornam maus — e isto a propósito da piscina tipo “tanque” do ministro maçónico do Partido Social Democrata.

Em Portugal temos o “8” do Telmo A. Fernandes e libertários ditos de “Direita”, e depois temos o “80” do Partido Socialista, LIVRE, Partido Comunista e Bloco de Esquerda.

Os marxistas e afins (Esquerda) reduzem a burguesia a meros conceitos económicos para ocultar ao povo que pertencem a esta.

A burguesia é hoje qualquer classe revolucionária que possua propriedades em escala descomunal — com a industrialização da sociedade comunista, culmina a hegemonia burguesa: a burguesia não é tanto uma classe social, mas antes o próprio “ethos” da sociedade industrial.

Devemos, contudo, distinguir entre a burguesia “progressista” que prosperou com o decorrer do século XIX, e a burguesia tradicional que se extingue nesse século — mas isto dava outro texto.

Imaginemos, por absurdo que possa parecer, que um proprietário de um monte alentejano constrói uma piscina com 30 metros de fundura que aumentaria exponencialmente o risco de afogamento dos utilizadores da piscina. Em tese, o Telmo A. Fernandes defende a ideia de que o Estado não tem nada a ver com a fundura da piscina, porque (alegadamente) o Estado não tem que regulamentar piscinas dentro do monte alentejano.

O conservador típico é mais pessimista (do que o Telmo A. Fernandes) em relação à Natureza Humana — a verdade é que a Natureza Humana apanha sempre o liberal progressista de surpresa.

Entre o “oito” do liberal e libertário Telmo A. Fernandes, e o “oitenta” da Esquerda marxista e estatista, teremos que encontrar um meio-termo que introduza um cepticismo saudável em relação à Natureza Humana. O optimismo inteligente nunca é uma fé no progresso da Natureza Humana, mas antes é esperança num milagre.

A Máfia Lavanda assassinou Ann Widdecombe

Quando a Igreja anglicana institucionalizou o sacerdócio de mulheres, a deputada inglesa Ann Widdecombe abandonou a confissão anglicana e converteu-se ao catolicismo. Só por isto ficamos com uma noção do carácter da mulher em causa.

Ann Widdecombe foi uma política e deputada britânica que dizia publicamente e sem rodeios aquilo que acreditava ser a verdade — coisa rara, aliás.

Foi uma mulher que defendeu a ideia segundo a qual o casamento é uma instituição que se caracteriza pela aliança entre a mulher e o homem com a sucessão das gerações. E foi por isso que ela foi assassinada pela Máfia Alfazema (ou Máfia Lavanda).

O dia de acerto de contas chegará em breve. Não perdem pela demora. Não haverá piedade.

terça-feira, 14 de julho de 2026

O perigo do Euro digital

O Euro digital significa, para o cidadão comum, perda de privacidade.

O dinheiro digital deixa vestígios digitais que permitem um regime de vigilância estatal constante sobre o cidadão. O anonimato desaparece — o que já foi até orgulhosamente confirmado pelo Banco Central Europeu, justificando a vigilância política sobre o cidadão com a necessidade de evitar a lavagem de dinheiro.

Por detrás de qualquer avanço totalitário no leviatão europeu, há sempre uma boa intenção qualquer.

Ademais, o Euro digital servirá para o governo e o leviatão europeu monitorizarem hábitos de consumo, por um lado, ou bloquear fundos de forma remota e teleguiada, por outro lado. De repente, vamos à nossa conta bancária e não temos lá dinheiro, por ordem do governo.

Não é despicienda a instabilidade do sistema bancário comercial que o Euro digital irá seguramente aportar à economia.

Por exemplo, o Euro digital promovido pelo Banco Central Europeu permitirá que os cidadãos retirem facilmente dinheiro em massa dos bancos comerciais para depositá-lo no Banco Central Europeu. Ou seja, em um cenário de crise económica, torna-se fácil as corridas bancárias de transferência de dinheiro dos bancos comerciais para o Banco Central Europeu.

Isto significa que os bancos comerciais podem reduzir a concessão de empréstimos aos cidadãos e encarecer as taxas de juro porque têm menos depósitos, em função da fuga de capitais para o Banco Central Europeu.

Por outro lado, o Banco Central Europeu já anunciou a aplicação de um tecto máximo de retenção por cidadão de entre 3.000 Euros e 4.000 Euros, alegadamente para “proteger os Bancos”.

Ao contrário do que acontece com as contas poupança actualmente existentes nos Bancos comerciais, as carteiras em Euro digital não irão gerar juros acumulados, o que irá empobrecer a dinâmica de investimento dos cidadãos. E o sistema do Euro digital é construído essencialmente para pagamento dos cidadãos às empresas, colocando limites às transacções entre empresas.

Com o Euro digital, os hackers informáticos irão viver nas suas maravilhosas “sete quintas”, em função da centralização financeira em torno da zona Euro que facilita os ciber-ataques a estruturas centralizadas. E executar transacções sem o uso da Internet exigirá chips de alta performance nos telemóveis, o que trará um risco de fraude enorme se o hardware for adulterado.

Por fim, o Euro digital irá excluir financeiramente as populações mais idosas, sem competências na área da informática, ou sem acesso a APPs sofisticadas nos telemóveis.

domingo, 12 de julho de 2026

O maluquinho Tiago Freitas diz que “a verdade é fassista”

Uma forma de atacar “legitimamente” aquilo a que se convencionou “extrema-direita”, é afirmar:

“Eu também ataco de vez em quando a extrema-esquerda. Portanto, tenho legitimidade para dizer sempre que a extrema-direita é mentirosa”.

O Tiago Freitas faz lembrar a malograda Ivone Silva: “com um vestido preto, nunca me comprometo”. O Tiago Freitas veste sempre preto... e Prada.

Dizer a verdade, hoje, é coisa de “extrema-direita”.

O termo “politicamente incorrecto” foi usado originalmente no tempo de Lenine: ”Camarada!, o teu argumento é factualmente correcto, mas é politicamente incorrecto”.

Para não ser politicamente incorrecto, o Tiago Freitas sacrifica a verdade no altar de uma alegada imparcialidade que salva as aparências.

Portugal importou 15% da sua população actual; e o Tiago Freitas diz que a substituição populacional em Portugal é uma Teoria da Conspiração dos fassistas. Ou seja, segundo o Tiago Freitas, a verdade é fassista.

«A extrema-direita transformou qualquer imigração numa teoria conspirativa sobre uma alegada "grande substituição"».Tiago Freitas

É extremamente difícil dialogar com pessoa com interpretação delirante ou mesmo doente mental. Só um maluquinho diz que importar 15% da população é coisa normal, e que quem critica essa importação como sendo uma substituição populacional incorre em Teoria da Conspiração porque é fassista”.

O maluquinho escreve:

“A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.”

A PIB per capita polaco já ultrapassou o PIB per capita português, e a Polónia não importou imigrantes do Terceiro Mundo. Os seguintes países da União Europeia têm já um PIB per capita superior ao português, sem imigração em massa: Estónia, Lituânia, Letónia, Finlândia, Polónia, Chéquia. Países como a Eslovénia e a Hungria, que não têm imigração, já têm um PIB per capita equivalente ao português, e rapidamente ultrapassarão Portugal.

Ligar o desenvolvimento económico à imigração em massa é estupidez digna de um Tiago Freitas.

Para o Tiago Freitas, estes países supracitados são todos fassistas.

Quando o maluquinho Tiago Freitas diz que “importar 15% da população de Portugal é coisa necessária à economia”, assume uma posição eleitoral de Esquerda em aliança com um patronato inconsciente e irresponsável, e só tem razão porque não existe contraditório nos me®dia.

O Tiago Freitas tem razão por unanimidade me®diática.

O problema de gentalha da laia de Tiago Freitas é o de saber se 15% da população é suficiente; provavelmente, o Tiago Freitas terá a opinião segundo a qual 35% da população deverá ser o necessário para salvar o Serviço Nacional de Saúde — mas isso, segundo ele, não é “substituição populacional”! Quem diz que 35% da população é sinónimo de “substituição populacional” é fassista.

Quiçá, segundo o psicótico, até 80% da população em Portugal deverá ser imigrante do Bangladeche ou da Índia.. e quem disser que é “substituição populacional”, é fassista...

quinta-feira, 9 de julho de 2026

O PSD é um partido que defende a censura política e a vigilância policial do discurso político, à moda da PIDE

Em 2022, uma comissária sueca da União Europeia, Ylva Johansson — que militou no Partido Comunista sueco durante várias décadas — propôs uma “lei” (directiva europeia) de vigilância estatal e de censura na Internet, alegando o “combate à pornografia infantil”.

Foi esta mesma comissária sueca da União Europeia que defendeu a ideia segundo a qual a Europa tinha obrigação de acolher até 100 milhões de imigrantes e refugiados — quando em 2024 avisou que os países europeus que limitassem a entrada de imigrantes seriam punidos à luz do Novo Pacto de Migração e Asilo.

Isto significa que, segundo esta “lei” europeia, todos os programas de “chat”, tipo WhatsApp, Telegram, Signal, etc., serão sujeitos a vigilância do Estado de tipo “polícia política”.

Todos os deputados do PSD no parlamento europeu votaram a favor da censura política, a ver:

Sebastião Bugalho, Paulo Cunha, Paulo Nascimento Cabral, Hélder Sousa Silva, Sérgio Humberto, Ana Miguel Pedro, Lídia Pereira.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

E depois, são estes deputados que apoiam a censura política que dizem que o CHEGA é “fassista”, sendo que o partido de André Ventura votou contra esta lei de vigilância estatal e censura política da liberdade de expressão.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

Ou seja, a desculpa do “combate à pornografia infantil” utilizando a vigilância das comunicações privadas, não passa disso mesmo: de uma desculpa para censurar e vigiar conteúdo político online. E o PSD aprova a censura.

O PSD é um partido para-totalitário de Esquerda que alinha passivamente com a construção de um leviatão socialista e globalista na Europa.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Os progressistas da União Europeia querem proibir o povo de usar o ar condicionado

A União Europeia é politicamente controlada por progressistas.

Um progressista é um indivíduo que resulta de uma simbiose ideológica entre o marxismo — mormente o marxismo cultural e o consequente estruturalismo pós-modernista — , por um lado, e o liberalismo, por outro lado; ou seja, o progressista é uma aberração e uma contradição com pernas. Mas são eles que mandam!

Os progressistas que mandam na União Europeia pretendem mandar desligar os aparelhos de ar condicionado em toda a Europa, alegadamente porque “o ar condicionado é causa de aquecimento global”.

Hoje, apenas 40% dos hospitais na Alemanha usam ar condicionado (os hospitais têm ar condicionado instalado, mas os aparelhos estão desligados por ordem dos progressistas); mas nem sempre foi assim: em 1980, 97% dos hospitais alemães usavam habitualmente o ar condicionado.

O processo de aceleração do poder dos progressistas na Alemanha iniciou-se com a progressista Angela Merkel que mandou desligar as centrais nucleares alemãs, passou a importar massivamente petróleo e gás natural da Rússia, promoveu activamente a desindustrialização da Alemanha, e mandou desligar os aparelhos de ar condicionado nos edifícios do Estado alemão.

À medida que os progressistas se foram infiltrando nos órgãos de decisão política do Estado alemão, conseguiram desligar paulatinamente os aparelhos de ar condicionado nos edifícios públicos da Alemanha.

Os burocratas da União Europeia são massivamente progressistas, e por isso a política da União Europeia já está contaminada pela aliança aberrante e auto-contraditória entre Marx e Stuart Mill.

Por exemplo, quando entramos no edifico da União Europeia em Bruxelas, verificamos que não há ar condicionado senão nas áreas onde os progressistas pululam e se encontram entre si (nos gabinetes): nas áreas do edifício destinadas ao público em geral, os aparelhos de ar condicionado estão desligados — alegadamente “para salvar o planeta”.

Há dias, o bastonário português da Ordem dos Médicos (Bernardo Gomes) veio dizer que o Estado deveria baixar o IVA do ar condicionado para 6% — na mesma altura em que um burocrata progressista da União Europeia vem propôr um imposto supranacional que incida sobre a venda de aparelhos de ar condicionado. Não há como o Luís Montenegro possa aceder à sugestão do bastonário...

O ar condicionado não é para o povo: é só para os progressistas, que são aqueles que “são donos disto tudo”, ou — parafraseando a Isabel Moreira em discurso no paralamento — os que “construíram a democracia”.