quinta-feira, 26 de abril de 2018

O idiota Marcelo e o populismo

 

Hoje não se discutem ideias: colocam-se rótulos nas pessoas. Por isso é que o Marcelo Rebelo de Sousa é um idiota.

Segundo o idiota Marcelo, quando alguém não concorda com uma determinada mundividência defendida pela plutocracia internacionalista, então esse alguém é “populista”. O seja, quem não concorda com o George Soros (ou com o Bilderberger Pinto Balsemão), por exemplo, ou é fassista ou é populista.

Populismo” é o termo utilizado pelos “democratas” — como é o caso do Marcelo Rebelo de Sousa — quando a democracia os assusta.

Esta coisa de colocar rótulos nas pessoas com que não concordamos, e sem dar mais explicações, é irracional. A irracionalidade voltou a estar na moda.

Segundo a Wikipédia, o populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite privilegiada; mas eu diria que não se trata de uma “elite privilegiada” — porque não tenho qualquer problema em relação aos privilégios concedidos pela sociedade a certos indivíduos —, mas antes de uma elite (elite que não é um escol) que não se identifica com o povo (sendo que “povo” é o conjunto de membros de uma determinada nação).

Por isso, a melhor definição de “populismo” é a seguinte:

O populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite ilegítima, elite essa que é exclusiva- e politicamente escorada no conceito anti-democrático e jacobino de "Vontade Geral".

Ou seja, o idiota Marcelo Rebelo de Sousa nega a democracia ao mesmo tempo que diz defendê-la, na medida em que apoia o leviatão anti-democrático que é a União Europeia, alegadamente em nome da “luta contra o populismo”. E os estúpidos do regime vêm logo apoiar em uníssono o idiota-mor Marcelo.

emplastro de lisboa web

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Não sejas “fassista”! Obedece ao Bloco de Esquerda!

 

pass-auf-ao-burroLemos aqui uma opinião sobre a legalização da eutanásia que coincide largamente com o que eu tenho defendido aqui neste sítio. Mas como eu sou “fassista”, não posso ter razão.

A um esquerdista basta-lhe chamar “fassista” a outrem para que passe a ter razão.

Os fassistas são “fassistas” porque o esquerdista assim o determina.

Quando o radical esquerdista (tipo José Pacheco Pereira) está entalado na sua argumentação, basta-lhe berrar que o seu adversário político é fassista — e pronto!, o fassista nunca tem razão!

Aos olhos do Bloco de Esquerda — e também, em menor escala, do Partido Socialista e do Partido Social Democrata —, quem é contra o aborto e contra a eutanásia é “fassista”.

Portanto, para não sermos fassistas, não estamos autorizados a discordar fundamentalmente do Bloco de Esquerda; para não sermos fassistas, temos que colocar uns antolhos e seguir as cavalgaduras do Bloco de Esquerda.

sábado, 21 de abril de 2018

Com o actual regime político, Portugal não tem qualquer hipótese de existência futura

 

Eu penso hoje que Portugal é um país que não tem qualquer hipótese de existência futura.

Dou um exemplo da inviabilidade portuguesa: a Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) fez a promoção do aborto “gratuito” (andam todos os portugueses a pagar “cambalhotas” irresponsáveis) e dos contraceptivos em massa, o que levou a uma taxa de fertilidade de 1,53 bebés por mulher que é inferior à taxa de reposição populacional (2,1 crianças por mulher).

Ou seja, a Esquerda, em vez de apoiar a maternidade, promoveu o aborto e a contracepção massivos e “gratuitos” (pagos pelo Estado que somos todos nós).

É claro que as políticas de Esquerda levaram Portugal a um inverno demográfico. Para resolver o problema, ¿o que faz agora a Esquerda? Em termos práticos, acaba com a nacionalidade portuguesa!

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Vendo a porcaria que fizeram em matéria demográfica, os esquerdistas (incluindo o Partido Social Democrata) tentam agora que qualquer imigrante seja “português automático” : bastam dois anos de residência em Portugal para que uma criança imigrante (não nascida em Portugal) obtenha a nacionalidade portuguesa.

Ou seja: a nacionalidade portuguesa está em saldo; vale praticamente nada!

Um dia destes a Esquerda vai oferecer grátis a nacionalidade portuguesa, sem necessidade de qualquer tempo de permanência em Portugal. E como tudo o que é grátis (ou quase grátis), perde o seu valor.

Este regime político está a destruir Portugal, por um lado, e a substituir a sua população, por outro lado; por isso temos o dever de acabar (literalmente) com as elites temos.

(via)

quarta-feira, 18 de abril de 2018

O prestidigitador Marcelo Rebelo de Sousa

 

Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito PR porque se especializou na propaganda de manipulação de massas, sempre em colaboração estreita com quem coordena os me®dia.

Parte da técnica de manipulação de massas do Marcelo Rebelo de Sousa passa pela prestidigitação política que é a arte de fazer com que o real deixe de o ser aos olhos da populaça. Parafraseando Groucho Marx: “¿Acreditas no que eu te digo ou naquilo que os teus olhos mentirosos vêem?!”. Marcelo Rebelo de Sousa faz essa mesma pergunta aos portugueses e espera que acreditem nele.

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Por exemplo, quando Marcelo Rebelo de Sousa diz que “o Alcorão é fascinante e inspirador”: do que se trata aqui é de prestidigitação política, da tentativa de alterar o olhar sobre a realidade obliterando aquilo que a própria realidade é. É claro que há sempre quem ache (por exemplo) o “Mein Kampf” (do Hitler) “fascinante e inspirador”; ele há gostos para tudo; mas quem o acha “fascinante e inspirador” não poderia ter chegado à chefia do Estado português. Talvez o Marcelo Rebelo de Sousa aspire pelo sultanato, mas para isso já temos o Cerdogan aqui tão perto...

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O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Outro exemplo de prestidigitação política é a afirmação de Marcelo Rebelo de Sousa de que “não existe extrema-esquerda em Portugal”. Faz lembrar o Anselmo Borges quando diz que “o diabo não existe”. O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Quando a Esquerda radical está próxima do Poder (através do oportunismo e do utilitarismo político do monhé António Costa), o presidente da república vem dizer que a Esquerda radical já não é radical — na mesma semana em que a Esquerda aprovou uma lei que permite a “mudança de sexo” (como se fosse possível mudar de sexo...!) aos 16 anos de idade e sem consentimento dos pais da criança (a lei da ideologia de género), e na mesma semana em que a Esquerda anunciou que as propostas-de-lei da eutanásia estão prontas para aprovação no paralamento.

É neste contexto de normalização do radicalismo de Esquerda que o “católico do Vaticano II” Marcelo Rebelo de Sousa se prepara para não vetar a lei da ideologia de género aprovada pela Esquerda radical.


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A normalização do que é radical e extremo não lhe retira o radicalismo. Por exemplo, quando o partido nazi foi eleito para o Reichtag em 1933, o extremismo ideológico nazi foi “normalizado” no sentido em que assumiu o Poder; mas não foi por ser “normalizado” que o partido nazi deixou de ser extremista.

A Não-esquerda portuguesa (não existe Direita organizada em Portugal) elegeu um presidente da república que faz a propaganda política e ideológica da Esquerda radical ! — o que é extraordinário! A tudo se chega enquanto a vida dura... nunca pensei ver a “Direita” a promover a agenda política da Extrema-esquerda.

sábado, 14 de abril de 2018

Donald Trump acabou de se suicidar politicamente

 

siria-webDepois do ataque de hoje à Síria, a probabilidade de Donald Trump ser destituído da presidência americana, após as eleições intercalares do próximo Outono, aumentaram exponencialmente.

Grande parte da base de apoio eleitoral de Donald Trump critica-o. O comportamento errático de Donald Trump revela não só uma falta de estratégia política, mas algo mais grave: denota uma psicopatia.

Donald Trump falhou nas mais importantes promessas eleitorais: a construção do muro na fronteira com o México, e a retirada das tropas americanas dos vários teatros de guerra civil no Oriente Médio. Cedeu ao lóbi político israelita em toda a linha (não fosse o seu próprio genro um judeu, e a sua própria filha converteu-se ao Judaísmo), e cedeu em relação aos neocons.

O ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e a França à Síria tem como fundamento, no mínimo, uma informação não confirmada; e a probabilidade de a informação do tal “ataque químico do governo sírio” — na região de síria de Douma — ser falsa é muito alta.

Pessoalmente acredito que o governo sírio não utilizou armas químicas, e que a política ocidental perdeu já a vergonha e a credibilidade. O ataque “aliado” à Síria provou que a democracia já não existe no Ocidente.

Podemos ver aqui as razões por que Donald Trump atacou a Síria :

1/ o Petro-dólar : os chineses mudaram recentemente o seu padrão financeiro e monetário para o ouro, em lugar de US Dollars. Os dois países que fizeram isso foram o Iraque (que foi destruído) e a Líbia (destruída também). É urgente (para os EUA) a construção do oleoduto proveniente da Arábia Saudita que terá que passar pela Síria.

2/ John McCain e o complexo industrial militar americano

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3/ Arábia Saudita: o príncipe saudita visitou os Estados Unidos, Reino Unido e a França dias antes do ataque destes três países à Síria.

4/ Israel

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

A língua viperina do Anselmo Borges

 

“Se se trata somente de organizar um paraíso na Terra, os sacerdotes sobram. O diabo basta”.

Nicolás Gómez Dávila 


Não sei se o Anselmo Borges continua a ser sacerdote da Igreja Católica; se for esse o caso, há muito tempo que a Igreja Católica o deveria ter “despedido” — não digo “excomungado”, mas “dispensado” pela Igreja Católica. Ele não faz falta; o diabo basta.

Desta vez o Anselmo Borges vem dizer que “o diabo não existe” — o que é a melhor forma de ser diabólico. E o diabo agradece muito ao Anselmo Borges.

“O maior erro humano não é o de anunciar que Deus morreu: é o de acreditar que o Diabo está morto”.

Nicolás Gómez Dávila 

O Anselmo Borges não tem autoridade — nem de facto, nem de direito — para “decretar” seja o que for em matéria teológica.

O Anselmo Borges é um indivíduo intelectualmente medíocre quando não percebe as suas limitações. É esta mediocridade, por um lado, e o acesso aos me®dia e à ruling class, por outro lado, que transformam o Anselmo Borges em um indivíduo particular- e perigosamente nefasto à nossa sociedade.

O Anselmo Borges faz parte da merda que nos governa.


“O erro não se faz notar senão à sombra da verdade. Até o diabo se escapa, aborrecido, de onde o Cristianismo se extingue”
Nicolás Gómez Dávila 

A ideia do Anselmo Borges em relação ao diabo e às suas (do diabo) manifestações terrenas, é análoga à dos positivistas em relação à ciência: “se as possessões demoníacas não foram ainda todas explicadas pela ciência, irão ser explicadas um dia, nem que seja daqui a 4.000 milhões de anos”.

Ou assemelha-se à ideia do zoólogo Richard Dawkins [o mesmo que diz agora que, afinal, temos que voltar a adoptar a cultura cristã] que afirmou (mais ou menos isto) que “se uma imagem da Virgem Maria descer do altar de uma igreja pelos seus próprios meios, e sair desta pelas suas próprias pernas, terá que haver necessariamente uma explicação positivista e naturalista para esse facto”.

É neste contexto cultural, positivista e naturalista, que se insere o Anselmo Borges: não me surpreenderia (absolutamente) nada que ele passasse a escrever no blogue do Carlos Fiolhais. Há nas duas avantesmas coimbrinhas o mesmo tipo de benevolente condescendência paternalista em relação ao estatuto de inferioridade do homem religioso.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A 'diversidade' e a 'inclusão' que servem para 'dividir para reinar'

 

A Marta Mucznik escreve aqui um artigo em que comete vários erros de análise e de avaliação; desde logo, confunde 'Lisboa' com 'Portugal', na velha tradição do Estado Novo segundo a qual “Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem”.

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