O leitor, se for minimamente inteligente, perceberá por que razão surgiu o fenómeno “Donald Trump”: uma autocracia disfarçada — a do politicamente correcto ""Woke"" que temos na União Europeia — clama por outra autocracia de sinal oposto — a do movimento MAGA (Make America Great Again).
O argentino Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, foi suspenso pela UEFA: antes mesmo de qualquer investigação, o sistema político "Woke" vigente parte imediatamente do princípio de que o branco é necessariamente criminoso e o negro é sempre a vítima. Os negros são sempre considerados as vítimas imaculadas: são todos uns anjos.
Basta ao negro apontar o dedo ao branco, e este está imediatamente f*d*do. É como aquele movimento "Woke" chamado de “ME TOO”: basta a uma mulher acusar um homem de qualquer malfeitoria e este vai logo bater com os costados na pildra.
Por estas e por outras é que surgiu o fenómeno “Donald Trump” nos Estados Unidos.
As pessoas aperceberam-se de que existe um novo tipo de racismo, desta feita contra os brancos e contra as suas raízes culturais e históricas. Eu não concordo em quase tudo com o Donald Trump, mas entendo a natureza do fenómeno MAGA (Make America Great Again).
Por exemplo, no jogo do passado fim-de-semana entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, a polícia proibiu a exibição de um cartaz, por parte dos adeptos do Braga, que continha os seguintes dizeres em latim:
“Antes de lhe ser dado um nome, já havia terra./ Antes de ser cidade, já havia povo./ Das gentes antigas nasceu Bracara Augusta,/ onde as armas, a lealdade e a terra se tornaram uma só”.

Vai daí, a polícia decidiu que o cartaz era “fascista” e confiscou-o; mas não disse por que razão o cartaz seria “fassista”; talvez por exibir uma cruz templária: a estaurofobia tomou conta das nossas instituições públicas e políticas. Entre os políticos que temos, impera o horror à cruz.
A polícia não percebeu o que estava escrito no cartaz, em latim; mas, pelo sim pela não, confiscou o cartaz mesmo sem saber por quê.
O mesmo se passa com a UEFA: mesmo sem saber se o pretinho da sorte brasileiro falou verdade, puniu imediatamente o branco. Punir o branco sem razão está na moda; proibir a divulgação das raízes culturais e históricas dos brancos é um imperativo racista das elites que nos governam.
Por isso é que o Donald Trump se torna legítimo (infelizmente).

Em relação ao assassínio da cidadã americana Renee Nicole Good (mãe de três filhos) por parte da polícia política paramilitar de Donald Trump de nome “ICE”, gravado em vídeo por populares em Mineápolis e que está acessível para visualização em todas as redes sociais, a máquina de propaganda revolucionária trumpista vem dizer que 