sexta-feira, 30 de outubro de 2026

O caso “Nuno Melo e os aviões F-35”

Desde o caso escandaloso de “Paulo Portas e os submarinos” que fiquei convencido de que Portugal tem o generalato mais corrupto da Europa: os submarinos foram comprados na Alemanha onde existiram casos de corrupção activa julgados em tribunal, mas em Portugal nunca aconteceram sequer arguidos de corrupção.

Agora temos também um Ministro da Defesa do CDS, Nuno Melo, e prepara-se o caso de “Nuno Melo e os aviões F-35”.

Diga-se, em abono da verdade, que Nuno Melo mostrou-se inicialmente contra a aquisição dos F-35 aos Estados Unidos, embora (penso eu) por razões políticas (contra Donald Trump).

Entretanto, o secretário-de-estado americano Marco Rubio veio a Portugal e parece que se operou uma reviravolta na decisão de Nuno Melo: Marco Rubio garantiu que o generalato português será bem pago em comissões ilegais, e que a corrupção nas Forças Armadas portuguesas será garantidamente impune sob a chancela dos Estados Unidos.

Temos um generalato que sacrifica o futuro de Portugal em troca de alguns milhões de US Dólares.

Portugal tem características geofísicas e geo-estratégicas muito especificas. Por exemplo, Portugal não tem porta-aviões na sua Marinha, e portanto não necessita incondicionalmente de aviões especialmente concebidos para pouso em porta-aviões (por exemplo, F-35, F18, Rafale).

Se Portugal fosse um país rico, optaria racionalmente pelo avião Eurofighter Typhoon — que é o avião de caça adoptado pelas Forças Armadas do Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha.

Se Portugal pretende um avião de caça que permita mais horas de vôo a custo mais baixo e com características de excelência, então deve optar pelo Saab JAS 39 Gripen, versão “E”, mas com motor Rolls Royce.

Se Portugal optar pelos F-35, então ficará transparente a corrupção nas Forças Armadas portuguesas.

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Rita Matias propõe criação de sala de amamentação no Parlamento


Rita Matias — do CHEGA — propõe criação de sala de amamentação no Parlamento. O Bloco de Esquerda vota contra e propõe, em alternativa, a criação de uma clínica de aborto e de mudança de sexo grátis na assembleia da república.

O Pacheco Pereira defende o turismo de saúde no Serviço Nacional de Saúde em Portugal

 odio pacheco web

O Pacheco diz que os contribuintes portugueses que não querem pagar o atendimento no Serviço Nacional de Saúde a pretos e monhés imigrantes, são racistas. Para não sermos racistas, o Pacheco diz que temos todos que pagar as despesas com tratamentos e partos no Serviço Nacional de Saúde a todos os pretos e monhés que quiserem vir para Portugal.

Os pretos e monhés chegam a Portugal, e nós pagamos-lhes tudo “para não sermos racistas”. O Bloco de Esquerda não diria melhor.

O Pacheco diz que há um tratamento diferenciado, porque os franceses, americanos e alemães não pagam as despesas que façam com tratamentos no Serviço Nacional de Saúde.

Ora, acontece que o Pacheco é burro, porque estes nacionais (franceses, americanos e alemães) ou têm seguros de saúde quando viajam para Portugal, ou então estão ao abrigo de acordos bilaterais entre os diferentes Estados da União Europeia.

Que o Pacheco tem uma inteligência de jumento já eu sabia há muito tempo. O que me admira é que o PSD não o tenha já expulso do partido: o Pacheco encaixa que nem uma luva no Bloco de Esquerda — nem o Partido Socialista o quer!

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

domingo, 18 de outubro de 2026

José Pacheco Pereira, o trumpista virado do avesso

Perante a Dissonância Cognitiva que a realidade lhe impõe, o José Pacheco Pereira opta por negar a realidade, por um lado, e depois constrói uma narrativa delirante e “à la carte” a partir de factos verídicos (Delírio Interpretativo) que lhe reconcilie a ideologia com a Realidade.

No sentido do “processo de pensamento”, o Pacheco é uma espécie de Donald Trump virado do avesso.

Para o Pacheco, a reacção do povo contra a violência da extrema-esquerda é “reaccionarismo”; podemos inferir, do Pacheco, que o povo que comenta nas redes sociais é “fassista”.

Desde logo, o Pacheco isola as “acampadas” portuense e lisboeta, da sua relação com os acontecimentos motinosos de Paris. Quando lhe convém, o Pacheco corta os laços epistemológicos emanados e impostos pela Realidade — o que o transforma em um trumpista ao avesso, ou num nefelibata controlado pela ideologia.

Só falta ao Pacheco dizer que a violência de Paris é promovida pela “extrema-direita”. Já faltou mais. Do Pacheco podemos esperar tudo...

E agora, o Pacheco vem falar dos comentários nas redes sociais acerca das “acampadas” revolucionárias, fazendo (ele) de conta de que não existiu violência contra a polícia por parte da extrema-esquerda.

Ou seja: para o Pacheco, a reacção do povo contra a violência da extrema-esquerda é “reaccionarismo”; podemos inferir, do Pacheco, que o povo que comenta nas redes sociais é maioritariamente “fassista”. Donald Trump não faria melhor em defesa dos seus correligionários quando acusa toda a gente que se lhe opõe de “comunista”.

Do ponto de vista intelectual, o José Pacheco Pereira tornou-se em um deserto, em uma terra-de-ninguém. O seu (dele) enviesamento ideológico é de tal modo gritante e escandaloso que não sei se me causa nojo ou dó.

sábado, 17 de outubro de 2026

O Luís Montenegro continua a roubar impunemente

O Luís Monta-o-negro pretende estabelecer uma taxa para os automobilistas entrarem nas cidades do Porto e/ou de Lisboa. Já não bastam as portagens nas duas pontes de Lisboa: o Monta-o-negro pretende taxar adicionalmente as pessoas que entram em Lisboa (e no Porto) para irem trabalhar.

Isto faz parte da política para-totalitária da  “cidade 15 minutos”.

O roubo é programado e escalado: primeiro dizem que a taxa só se aplica em determinadas horas do dia — tal como o figurão que diz à menina de 12 anos: “Não te preocupes! Vou só meter a cabecinha...”

Porém, já se fala em 110 Euros anuais, a pagar pelos automobilistas que entram em Lisboa e no Porto — para além das portagens nas pontes e das portagens nas SCUTs e auto-estradas.

Devagarinho, o “c*r*lho com asas” (aka Luís Monta-o-negro) vai f*dendo o povo, a mando da maçonaria e dos radicais de Esquerda.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Donald Trump deverá ser acusado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade

Trump cedeu a influência do seu amigo Putin e cortou o apoio de “inteligência” à Ucrânia, ou seja, cancelou a informação militar de satélites que chegava à Ucrânia através da empresa Starlink de Elon Musk.

Isto significa, literalmente, que os Estados Unidos apoiam a Rússia de Putin contra a Europa. Os Estados Unidos pretendem destruir a Europa e promover o regime totalitário de Putin.

Os Estados Unidos pretendem destruir a Europa democrática.

Uma vez que os serviços da Starlink foram cancelados pela própria Starlink (por exemplo, a Polónia, que paga os terminais da Starlink da Ucrânia, continua a pagar sem ter agora o serviço contratado), não faz sentido que os Estados da União Europeia continuem a utilizar os serviços dessa empresa.

Portanto, todos os contratos da Starlink em vigor com os Estados da União Europeia deverão ser cancelados com justa causa porque a própria Starlink cancelou-os em primeiro lugar. red carpet trump putin web

A Starlink retirou o serviço contratado na Ucrânia sem aviso prévio, o que poderá causar milhares de mortos de cidadãos ucranianos. Isto significa que Donald Trump e Elon Musk poderão ter que enfrentar processos judiciais no Tribunal Penal Internacional e acusados de crimes contra a humanidade, e desde logo proibidos de entrar em território da União Europeia sob pena de prisão imediata.