domingo, 9 de agosto de 2026

Luís Neves, a Geringonça, a maçonaria e a secundarização da importância da justiça

Hoje, toda a elite portuguesa é de Esquerda (que alívio!), com a excepção de uma pequena aldeia de gauleses — a mesma Esquerda que gastou indevidamente, na RTP, 12 milhões de Euros para garantir que o canal estatal de televisão permanecesse nas mãos da Esquerda.

Ser de Esquerda é hoje mamar indevidamente nas tetas do Estado: até a IL [Iniciativa Liberal] pretende ser de Esquerda.


A “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

Antes da Geringonça (2016), quem não era de Esquerda vivia politicamente calado ou envergonhado, comprometido com o seu silêncio, por vezes com receio de falar em público (a espiral do silêncio).
Com o advento da Geringonça, a Não-Esquerda desapareceu com a demissão de Passos Coelho enquanto presidente do Partido Social Democrata. A classe política passou, então, a ser toda de Esquerda — e que alívio! Até a Assunção Cristas passou a ser de Esquerda!

Com a Geringonça, a relação entre as polícias e a justiça começou a mudar aceleradamente, na sequência da agenda ideológica que uniu a Esquerda, por um lado, e liberais, por outro lado: a criação das condições políticas para a promoção da imigração em massa do Terceiro Mundo.
A imigração em massa uniu as vontades e criou uma aliança tácita entre o patronato irresponsável, os socialistas fabianos, e a Esquerda neomarxista radical. Criou-se em Portugal uma amálgama de malfeitores.

...a polícia começou a preocupar-se com a “paz racial” e não com a justiça.

Antes da Geringonça, as polícias (maioritariamente) preocupavam-se com a justiça; com a Geringonça, e depois de Luís Neves ser nomeado director da Polícia Judiciária (2018), a polícia começou a preocupar-se com a paz social e, principalmente, com a “paz racial”, em detrimento da preocupação com a justiça.

A justiça passou para segundo plano e para uma categoria de valor de menor importância — e os tribunais alinharam com esta tendência de subjugação da justiça à “paz racial”, por influência directa da classe política dominante (a Geringonça) e da maçonaria.

A investigação do crime passou a ser feita, pela polícia, com medo de eventuais consequências políticas, ou então em favor dos interesses de minorias raciais.

A justiça, propriamente dita, deixou de ter o valor que tinha anteriormente à criação da Geringonça.

Esta é uma das razões por que o Luís Neves dizia, há pouco tempo, que os imigrantes cometiam poucos crimes: é a narrativa da Geringonça da necessidade da “paz racial” ou/e “paz social”, em detrimento de uma verdade que pudesse eventualmente conduzir à justiça.

A justiça foi sacrificada, pela Esquerda e pelos liberais, no altar da “paz racial”.

A polícia do ministro Luís Neves (e do Luís Neves director da Polícia Judiciária) funciona como protectora das nossas emoções, em vez de ser a protectora das nossas vidas e das nossas propriedades, funcionando como uma espécie de psicoterapeutas com poder de dar voz de prisão ao cidadão rebelde.

Isto conduziu a que a imagem pública da polícia — principalmente da Polícia Judiciária — se degrade a olhos vistos.

Quem assaltou e vandalizou o gabinete de André Ventura no parlamento, fê-lo porque sabe que o pode fazer impunemente; a polícia do consulado de Luís Neves fecha os olhos ao crime, porque o importante não é a justiça, mas antes é a promoção da política da “paz racial” e da imigração ilimitada.

É neste contexto abstruso que o actual presidente da república (outro socialista) pretende boicotar a lei da expulsão de imigrantes ilegais: a “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Donald Trump financiou a invasão de Ceuta por parte de Marrocos

A recente invasão de Ceuta por mais de 50 mil marroquinos foi directamente financiada pelo Partido Republicano de Donald Trump, segundo informação do ex-congressista republicano Thomas Massie.

“Republicans paid $40 MILLION of your tax dollars to Morocco to invade Spain,”Greene posted on X.”

O Partido Republicano controlado por Donald Trump ofereceu 40 milhões dólares a Marrocos para a organização da invasão de Ceuta e Melilha.

Os Estados Unidos de Donald Trump — com a colaboração próxima de Israel — são hoje um enorme problema para a segurança internacional — ao nível da Rússia de Putin. Existe pouca diferença entre Trump e Putin.

A União Europeia deveria imediatamente suspender o estatuto de Marrocos como parceiro privilegiado da União Europeia, por um lado, e, por outro lado, Espanha e Portugal devem renunciar à organização conjunta, com Marrocos, do mundial de futebol de 2030.

Finalmente, a União Europeia deveria apoiar financeiramente a independência de Porto Rico, denunciando a ocupação americana desse território; apoiar a libertação da Venezuela do jugo americano; apoiar a libertação das Ilhas Guam da ocupação americana; e propôr um referendo independentista nas Ilhas da Samoa.

sábado, 1 de agosto de 2026

Os apedeutas lulistas brasileiros escrevem na Wikipédia

Pesquisei no Google “dinastia alauita” e saiu-me este resultado em alegada “língua portuguesa”:

“Dinastia alauita é a atual família real do Marrocos. Os alauitas chegaram no Magrebe Ocidental (futuro Marrocos) no século XIII vindos da Arábia e ocuparam Tafilete. A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida no início do século XVII, e seu filho Arraxide pacificou o país e logrou tomar controle de todo o Marrocos.”

Isto não é português: é brasiguês. É digno de um analfabeto funcional ou, o que é pior, de um apedeuta de tipo Lula da Silva.

Imaginem que eu escrevo:

“Daniel Chapo é o actual presidente do Moçambique”.

Ou

“João Lourenço é o presidente da Angola”.

Qualquer angolano ou moçambicano diria que eu, se assim escrevesse, seria um analfabeto funcional; mas, no Brasil, quem assim escreve é editor da Wikipédia!.

Depois, o insigne editor da Wikipédia em “português” escreve:

“A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida”.

“Em meio aos” ?! “Em meio aos” o c*r*lho! e a put*-que-pariu!

Em português correcto:

  • “Daniel Chapo é o actual presidente de Moçambique”.
  • “João Lourenço é o presidente de Angola”.
  • “Pedro Sánchez é o presidente do governo de Espanha”.
  • “Macron é o presidente de França”.
  • “Carlos III é o rei de Inglaterra.”
  • “Maomede VI é o rei de Marrocos”.
  • “Bassirou Diomaye Faye é o presidente do Senegal”.
  • “Merz é o chanceler da Alemanha”.
  • “Ulf Kristersson é o primeiro-ministro da Suécia”.
  • “Donald Tusk é o primeiro-ministro da Polónia.”
  • “Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos”.

E por aí fora...

Estas coisas aprendem-se com a tradição cultural, com a leitura de obras clássicas escritas em língua portuguesa, e com a familiaridade intelectual com a língua falada. Não há Lula da Silva que o valha…

O Observador é um jornal de Esquerda

Ao que se passou nos últimos dias em Ceuta, o jornal Observador chama de “crise migratória”. Por isso (entre outras razões) é que o Observador é de esquerda — uma Esquerda fofinha.

Aquilo a assistimos nos me®dia foi uma invasão não-armada em Ceuta de mais de 50 mil jovens do sexo masculino em menos de 24 horas, promovida pelo governo de Marrocos que assim tira partido do ressentimento da sua população islâmica em relação a uma cultura estrangeira não-islâmica — ressentimento enquanto postura existencial: quando o ressentimento islâmico se torna abstracto e vira-se contra as sociedades europeias de raiz cultural cristã.

O jornal Observador faz parte do processo de transformação da linguagem da política que, através da etiquetagem fictícia dos factos, acredita que é possível mudar a realidade através da mudança das palavras. Assim, torna-se possível descartar as realidades com que convivemos como sendo “ilusões” (ou "fake news"): é a afirmação do poder sobre a realidade através da linguagem.

O Observador, na linha da Nova Esquerda, conjura o triunfo das palavras sobre as coisas e/ou factos.

O conceito de “crise migratória” tem o condão de tentar reduzir a importância política da entrada simultânea de mais de 50 mil homens em idade militar na cidade espanhola de Ceuta, a mando de um regime autoritário islâmico. A novilíngua da Esquerda — que o Observador adoptou — desenvolve a sua própria sintaxe especial no sentido de evitar encontros com a realidade dos factos.

Assim, aquilo que foi claramente uma invasão não-armada, é apodada pelo Observador de “crise migratória” — é o triunfo da ideologia esquerdista vigente sobre a realidade.

Nota: é tempo de Portugal ponderar a organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030 com Marrocos.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

O sistema político fecha-se, e adopta a violência contra a dissensão

A recente votação da “lei da Burca”, em que a Esquerda em bloco votou a favor de as mulheres andarem totalmente tapadas na via pública, por um lado, e a reacção da ruling class esquerdopata lisboeta em relação ao assalto às instalações do CHEGA na assembleia da república, por outro lado — revelam que não há a mínima possibilidade de existir um entendimento com o sistema político-partidário dominante que tem como charneira o rotativismo entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata (o PS 1 e o PS 2).

Existe em Portugal uma “elite” política que admite, com naturalidade, o exercício da violência para calar qualquer ameaça séria de dissensão política em relação a um sistema anquilosado existente que é baseado em um nepotismo generalizado, e que faz da corrupção e do amiguismo o esteio da acção política.

Ou seja, a sociedade portuguesa está profundamente fracturada; e maioritariamente fracturada em situações que o mero senso-comum aconselhariam prudência e procura de acordo.

O sistema rotativista não aceita perder um milímetro de Poder, e recorrerá à violência se necessário for.

O assalto ao gabinete de André Ventura revela uma predisposição para a violência por parte do sistema partidário dominante; o sistema político-partidário vigente admite partir para a violência para calar qualquer oposição — e essa possibilidade de violência é apoiada pela classe bem pensante (os intelectualóides, os jornalistas, a maçonaria) e até pela cúpula das forças armadas e policiais representadas simbolicamente por gente como Luís Neves.

Existe em Portugal uma “elite” política que admite, com naturalidade, o exercício da violência para calar qualquer ameaça séria de dissensão política em relação a um sistema anquilosado existente que é baseado em um nepotismo generalizado, e que faz da corrupção e do amiguismo o esteio da acção política — o mesmo sistema político que matou Amaro da Costa e Sá Carneiro: apenas mudam, hoje, os protagonistas do sistema corrupto e da violência.

terça-feira, 28 de julho de 2026

A maçonaria manda assaltar o gabinete de André Ventura

Quando falamos em “maçonaria”, falamos em uma associação de malfeitores.

É constituída por gente pouco recomendável. Longe vão os tempos em que Fernando Pessoa sacrificou a sua imagem pessoal para defender a maçonaria: hoje, a maçonaria é uma agremiação constituída por gente mafiosa.

A maçonaria é uma máfia.

O gabinete de André Ventura no paralamento foi assaltado e foi roubada documentação relacionada com a CPI do CHEGA ao ministro Luís Neves — ministro socialista do governo do Luís Monta-o-negro. Os me®dia dizem que o gabinete foi “vandalizado”, tentando assim esconder o roubo de documentos.

gabinete andre ventura web

Não foi vandalismo; foi roubo. Foi um assalto a mando da maçonaria com a conivência da cúpula política do bi-partidarismo rotativista.

domingo, 26 de julho de 2026

“Atacar alvos civis” não é a mesma coisa que “atacar civis”.

Circula, entre os me®dia, a ideia segundo a qual os Estados Unidos não devem atacar alvos civis no Irão — por exemplo, pontes, centrais eléctricas, etc. — alegadamente porque esses ataques constituem “crimes de guerra”.

Temos aqui montado um argumento sinistro transformado em lei internacional, porque o que distingue as duas (ou mais) facções de uma guerra é o de saber quem se defende (legítima defesa), por um lado, e quem pretende ocupar território sem legitimidade necessária para o fazer (“legitimidade” não é necessariamente “legalidade”), por outro lado.

O argumento de “não atacar alvos civis” retira, a quem se defende, os meios necessários para ter sucesso.

Na II Guerra Mundial, os aliados — Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália — só tiveram sucesso porque destruíram cidades alemãs inteiras, como foi o caso de Dresden que ficou em ruínas; Hamburgo foi bombardeada até à Idade da Pedra, e a monumental catedral da cidade de Colónia só escapou por mero acaso porque chegou a ser atacada.

Durante a II Guerra Mundial, ninguém pensou que “atacar alvos civis” era coisa ilegal ou desnecessária.

Porém, uma coisa é “atacar alvos civis”; outra coisa é “atacar civis”.

“Alvos civis” são infra-estruturas, paredes, muros, pontes, etc. ; “civis” são seres humanos. Convém não confundir as duas coisas.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿os Estados Unidos pretendem ocupar (fisicamente) o território do Irão? A resposta é não. Os Estados Unidos apenas pretendem que o regime totalitário do Irão não disponha de uma arma nuclear; e neste contexto é legítimo o ataque dos Estados Unidos a infra-estruturas iranianas (o que não significa “ataque a pessoas”).

Há quem seja estúpido o suficiente para fazer comparações estúpidas — como por exemplo: “os russos também atacam infra-estruturas ucranianas”. Só um estúpido congemina uma comparação destas.

Em primeiro lugar, os russos atacam propositadamente hospitais ucranianos. Sublinho propositadamente, porque numa guerra podem sempre existir “danos colaterais” que matem gente. Depois, os russos atacam propositadamente edifícios de habitação urbana — não se trata aqui de ataque a infra-estruturas, mas de ataques directos contra pessoas. E, por último, a Rússia conduz uma guerra de agressão ilegítima de ocupação de território alheio, na linha do que Alemanha nazi fez em relação à Polónia, à Chéquia, à Bélgica, Dinamarca e França.

A Rússia é hoje o que de mais parecido temos com a Alemanha nazi.