terça-feira, 3 de novembro de 2026

Juízes activistas políticos estão a destruir o Direito Positivo

Um exemplo de activismo político da judicatura é a juiz (ou juíza) Ana de Campos.

Existia uma lei que impedia que manifestantes permanecessem reunidos em espaço público depois das 00:30 horas e até madrugada. Digo “existia” porque uma juíza (Ana de Campos) acabou de praticamente destruí-la (a lei) sem qualquer legitimidade para o fazer — desde logo porque a juíza não foi eleita pelo povo.

Um juiz qualquer não pode vetar uma lei, ou fazer de conta que uma lei não existe.

O que a juíza Ana de Campos fez foi adequar uma norma a um facto: pegou num facto (a petição da activista Renata Cambra) e transformou esse facto em norma (em lei). Ora, qualquer pessoa licenciada em Direito sabe que um facto não dita (ou não define) uma norma.

Ademais, uma juíza de um tribunal de primeira instância (TAC) arroga-se no direito de decidir (impondo a decisão como sendo “de Jure”) que uma determinada lei (que existe desde 1974) não é constitucional. Isto é surreal. Qualquer dia iremos ter, por absurdo, juízes de primeira instância a decidir que “votar é ilegal”.

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

A porcaria de José Pacheco Pereira: desde a “vitória dos ganzados” ao apoio jacobino ao Lumpemproletariado


Primeiro, Pacheco apoiou publica- e incondicionalmente a imigração sem regras; entrou meio-mundo em Portugal e o Pacheco ficou contente — o Lumpemproletariado ganhou consistência.

Com mais de 1 milhão de imigrantes ilegais em um pais de 10 milhões de habitantes, surgiu o mercado negro no aluguer da habitação, por um lado, e por outro lado a escassez que faz subir o valor (o marginalismo nos preços). E o Pacheco sabia disto quando apoiou a imigração massiva — o que faz dele um porco.

O ser “porco”, no Pacheco, não é insulto: é uma característica endógena.

Para o Pacheco, vale tudo — vale até fazer do Lumpemproletariado a nova classe revolucionária, à moda do Bloco de Esquerda. Ora, a uma pessoa para quem tudo vale e sem limites éticos e ideológicos, chamamos de “porco”. É um suíno ideológico.

O porco do Pacheco chegou ao ponto de chamar ao PSD (ao partido que o acolheu e que fez dele um homenzinho) de “fassista” — porque grande parte dos comentários online de desaprovação em relação aos “ganzados” que o Pacheco adora vêm de votantes do Partido Social Democrata.

A porcaria do Pacheco inunda e imunda a discussão pública: primeiro o Pacheco contribuiu para a criação do problema da habitação (quanto mais não seja por omissão); depois, dentro de um espírito claríssimo de jacobinismo irresponsável (passo a redundância), dá apoio aberto aos sans-cullote ganzados que picham e pintam os monumentos públicos, clamando para eles uma vitória de Pirro só sustentável por motivos puramente ideológicos.

Basta pum basta!!!

Uma geração que consente deixar-se representar por um Pacheco é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!

Morra o Pacheco, morra! Pim!

O Pacheco é um habilidoso!
O Pacheco veste-se mal!
O Pacheco usa ceroulas de malha!
O Pacheco cheira mal da boca!
O Pacheco é Pacheco!
O Pacheco é José!

Morra o Pacheco, morra! Pim!

sábado, 31 de outubro de 2026

O problema é o Estado ladrão do Montenegro

Recebo um email do Banco a informar a nova taxa de poupança de 2,75% TANB a 12 meses. Desloco-me ao Banco e sou informado que, se eu quiser investir numa conta-poupança com esta taxa de juro, teria que pagar posteriormente (ao fim de 1 ano) 28% de IRS sobre os juros recebidos.

Imaginemos um investimento de 10.000 Euros à taxa de 2,75 TANB a 1 ano.

O juro bruto seria de 275 €.

Deste valor teria que subtrair 28% de IRS para o Estado, ou seja, ficaria apenas com 198 € (não contando com as comissões do Banco, etc.). Ou seja, a taxa de juro real liquida (TANL) seria de 1,98% que é bastante inferior à taxa de inflação em Portugal que já ultrapassa os 3%.

O problema não é o Banco. O problema é o Estado ladrão do socialista Montenegro: 28% de IRS sobre a poupança, é um roubo de igreja. Montenegro é um ladrão! Estamos a ser governados por ladrões.

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

O caso “Nuno Melo e os aviões F-35”

Desde o caso escandaloso de “Paulo Portas e os submarinos” que fiquei convencido de que Portugal tem o generalato mais corrupto da Europa: os submarinos foram comprados na Alemanha onde existiram casos de corrupção activa julgados em tribunal, mas em Portugal nunca aconteceram sequer arguidos de corrupção.

Agora temos também um Ministro da Defesa do CDS, Nuno Melo, e prepara-se o caso de “Nuno Melo e os aviões F-35”.

Diga-se, em abono da verdade, que Nuno Melo mostrou-se inicialmente contra a aquisição dos F-35 aos Estados Unidos, embora (penso eu) por razões políticas (contra Donald Trump).

Entretanto, o secretário-de-estado americano Marco Rubio veio a Portugal e parece que se operou uma reviravolta na decisão de Nuno Melo: Marco Rubio garantiu que o generalato português será bem pago em comissões ilegais, e que a corrupção nas Forças Armadas portuguesas será garantidamente impune sob a chancela dos Estados Unidos.

Temos um generalato que sacrifica o futuro de Portugal em troca de alguns milhões de US Dólares.

Portugal tem características geofísicas e geo-estratégicas muito especificas. Por exemplo, Portugal não tem porta-aviões na sua Marinha, e portanto não necessita incondicionalmente de aviões especialmente concebidos para pouso em porta-aviões (por exemplo, F-35, F18, Rafale).

Se Portugal fosse um país rico, optaria racionalmente pelo avião Eurofighter Typhoon — que é o avião de caça adoptado pelas Forças Armadas do Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha.

Se Portugal pretende um avião de caça que permita mais horas de vôo a custo mais baixo e com características de excelência, então deve optar pelo Saab JAS 39 Gripen, versão “E”, mas com motor Rolls Royce.

Se Portugal optar pelos F-35, então ficará transparente a corrupção nas Forças Armadas portuguesas.

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Rita Matias propõe criação de sala de amamentação no Parlamento


Rita Matias — do CHEGA — propõe criação de sala de amamentação no Parlamento. O Bloco de Esquerda vota contra e propõe, em alternativa, a criação de uma clínica de aborto e de mudança de sexo grátis na assembleia da república.

O Pacheco Pereira defende o turismo de saúde no Serviço Nacional de Saúde em Portugal

 odio pacheco web

O Pacheco diz que os contribuintes portugueses que não querem pagar o atendimento no Serviço Nacional de Saúde a pretos e monhés imigrantes, são racistas. Para não sermos racistas, o Pacheco diz que temos todos que pagar as despesas com tratamentos e partos no Serviço Nacional de Saúde a todos os pretos e monhés que quiserem vir para Portugal.

Os pretos e monhés chegam a Portugal, e nós pagamos-lhes tudo “para não sermos racistas”. O Bloco de Esquerda não diria melhor.

O Pacheco diz que há um tratamento diferenciado, porque os franceses, americanos e alemães não pagam as despesas que façam com tratamentos no Serviço Nacional de Saúde.

Ora, acontece que o Pacheco é burro, porque estes nacionais (franceses, americanos e alemães) ou têm seguros de saúde quando viajam para Portugal, ou então estão ao abrigo de acordos bilaterais entre os diferentes Estados da União Europeia.

Que o Pacheco tem uma inteligência de jumento já eu sabia há muito tempo. O que me admira é que o PSD não o tenha já expulso do partido: o Pacheco encaixa que nem uma luva no Bloco de Esquerda — nem o Partido Socialista o quer!

quarta-feira, 21 de outubro de 2026