sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O consentimento, no processo de eutanásia

 

O “consentimento” é uma função do Poder.

Só existe verdadeiro consentimento se a relação de Poder (entre duas ou mais pessoas) não é assimétrica ou muito diferenciada entre si.

Esta noção de “consentimento” aplica-se, por exemplo, ao assédio sexual — mas também se aplica à eutanásia.

O dito “consentimento do suicida” é condicionado pelas relações de Poder assimétricas — pela desmoralização da pessoa em causa, pela influência de familiares que pretendem ficar com heranças, pela sensação de que se é um fardo para a sociedade, pela não existência de cuidados paliativos, pelo isolamento social do idoso ou doente, pela psicopatia de quem cuida da pessoa, e por outro tipo de pressões.

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Psicose em estado irreversível e incurável

 

“Um dos grandes mitos da história de Portugal é a «balda» da gestão democrática na revolução. Na verdade nunca tivemos na nossa história uma gestão tão controlada, democrática, e limitada no seu poder de abuso como aquela que nasceu no 25 de Abril em escolas, hospitais, bancos, empresas”.

Raquel Varela

A Raquel Varela é um caso perdido de demência psicótica que a levou a um estado patológico de delírio interpretativo.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O João Miguel Tavares não vê a “professoridade”

 

Não existe, nem nunca existiu, essa entidade abstracta chamada “os professores” – existem dezenas de milhares de indivíduos a desempenhar uma função singular e complexa, que de forma alguma podem ser confundidos com um grupo profissional homogéneo, como se fossem mineiros, estivadores ou trabalhadores numa linha de montagem.”

João Miguel Tavares


Dizia Antístenes (o cínico) a Platão : “Eu vejo um cavalo, mas não vejo a cavalaridade”. Da mesma forma, o João Miguel Tavares não vê a “professoridade”, mas antes só vê o “professor”.

cross-eyed-webEu sou insuspeito para abordar este tema, porque nunca votei na Esquerda. Ou melhor, o partido mais à esquerda em que votei foi o PPD/PSD.

O argumento nominalista do João Miguel Tavares é um absurdo, porque é evidente que existe uma categoria que reúne as características comuns de criaturas a que se convencionou chamar de “professores”. Portanto, a categoria (científica) da “professoridade” (que o João Miguel Tavares não vê) existe. E o João Miguel Tavares só vê o que a ideologia lhe permite ver.

Aliás, a categoria é a condição da avaliação da qualidade.

Sem a “professoridade” não poderíamos avaliar a qualidade dos professores, entendidos tanto em termos colectivos como em termos individuais.


A minha bisavó materna foi professora, ainda no tempo dos reis; a minha avó materna também, e a minha mãe seguiu o mesmo caminho: mas até 1974, não existia em Portugal uma verdadeira massificação do ensino, no sentido do ensino igualitarista e obrigatório. Portanto, não podemos comparar o ensino obrigatório e massificado actual, por um lado, com o ensino tradicional, por outro lado.

A “professoridade” sempre existiu, desde que existem professores. A “professoridade” é uma categoria.

Portanto, negar a existência da categoria dos professores é psicose ideológica.

O problema — que o João Miguel Tavares se recusa a ver, em nome do conceito de “igualdade” que lhe corrói o espírito — é que a massificação do ensino trouxe consigo a massificação dos professores. Ou seja, o problema está a montante, na massificação (igualitarista) do ensino — mas o João Miguel Tavares é ideologicamente vesgo, só consegue ver a massificação dos professores, que é uma consequência e não a causa do problema.


“EL demócrata, en busca de igualdad, pasa el rasero sobre la humanidad, para recortar lo que rebasa: la cabeza. Decapitar es el rito central de la misa democrática → Nicolás Gómez Dávila

("O democrata, em busca da igualdade, passa a bitola sobre a humanidade, para cortar o que diferencia: a cabeça. Decapitar é o rito central da missa democrática”)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O cara-de-assobio do Diário de Notícias e o branqueamento do comportamento esquerdista

 

O cara-de-cu que escreve no Diário de Notícias branqueia o comportamento de assédio sexual de esquerdistas americanos como, por exemplo, o senador Al Franken, o bilionário produtor de Hollywood que dá pelo nome de Weinstein, Louis CK, e outros esquerdalhos (ver a lista).

Quando a Esquerda faz merda em barda, a Direita fica automaticamente “desculpada”.

sábado, 18 de novembro de 2017

As feministas querem censurar a linguagem e destruir o discurso do senso-comum

 

As putas feministas (passo a redundância) não gostam da linguagem do Bruno de Carvalho; e, vai daí, pretendem censurar-lhe a linguagem e destruir o discurso do senso-comum.

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A contradição fundamental de João César das Neves

 

“João César das Neves diz que António Costa está a seguir uma política exactamente igual à de José Sócrates, que conduziu o país para a crise. O SAPO 24 falou com o professor no seu gabinete na Católica Lisbon School of Business and Economics, o número 5319, povoado de livros e de imagens de Nossa Senhora.

Com uma fotografia do papa Francisco a passar no ecrã do seu computador, a conversa girou em torno do dinheiro, da religião, da ética e da felicidade. E daquilo que o governo, e cada um de nós, pode fazer em relação a isso”.

João César das Neves: “O país é socialista. Somos um país que adora o Estado e os carinhos do Estado.”

O João César das Neves respeita e defende um papa manifestamente socialista, e simultaneamente critica o socialismo prevalecente em Portugal.

Não nos enganemos: o que o papa Chiquinho defende não é a doutrina social da Igreja Católica: é a Teologia da Libertação disfarçada para enganar os tolos.