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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Os me®dia e o Sistema já condenam o debate de ideias


Não é por acaso que o radical trotskista Daniel Oliveira se sente bem no semanário Expesso: aquilo é um fojo, um covil, guarida de malfeitores.

democracia perigosa henrique raposo web

Não tarda nada e veremos os me®dia a defender publicamente a legitimidade do regime de Putin. Já faltou mais.

“Demagogia” e “populismo” são os vocábulos que os ditos “democratas” de pacotilha empregam quando a democracia os assusta. A corrupção ideológica do sistema vigente atingiu um nível tal que se legitima agora o fim do debate político.

Na escola de Platão, a democracia repugnava porque (naquele tempo) esta negava a autonomia dos Valores — e não (como diz o idiota) por uma putativa ameaça à verdade.

Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado discricionariamente por uma elite, e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Defender a legitimidade racional da República de Platão só pode vir de um deficiente cognitivo do quilate do Henrique Raposo.

A retórica cultural substitui hoje a retórica patriótica, nas efusivas expectorações dos tontos como o Henrique Raposo. E partem sempre do princípio de que o povo é tonto.

Temos hoje uma classe social elitista (ruling class) que governa despoticamente de uma forma insidiosamente dissimulada, ao mesmo tempo que defende sub-repticiamente a construção política e social da ausência de classes sociais. Gente como o Henrique Raposo são os lacaios dessa ruling class.

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

sábado, 5 de julho de 2025

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo é “fassista”


“Numa altura em que em Portugal são silenciadas as magníficas notícias da notável trajectória de estabilização económica que a Argentina está a operar por intermédio de Javier Milei, o livro escrito por Philipp Bagus e editado agora em Português em parceria com o grupo LeYa, tem potencial para ser uma obra maldita para a esmagadora maioria dos comentadores, especialistas e políticos portugueses que ainda há bem pouco tempo classificavam de “louco” o Presidente da Argentina e consideravam o seu projecto uma deriva fascista daquele país sul-americano.”

Enquanto o presidente do Brasil, Lula da Silva, defende a expulsão de todos os portugueses do Brasil, o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu o seguinte acerca de Portugal:

“Portugal enquadra-se perfeitamente no campo da liberdade como um país que sempre foi um farol da Civilização Ocidental. Portugal é um país orgulhoso e com um povo extraordinário. Merece ser livre.”

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo, é considerado “fassista” pela classe política e pelos jornaleiros do regime. É a completa inversão da moral e da lógica.

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Dedico a vitória de Donald Trump aos jornaleiros e comentadeiros, como seguem:


Em primeiro lugar, os jornaleiros e comentadeiros em relação aos quais nutro e alimento cuidadosamente um infinito ódio de estimação, a ver:

Ricardo “Chamuças” Costa (SIC), Paulo Baldaia, Mafalda Anjos, Miguel Prata Roque (SIC) , Ana Sá “Varoufucker” Lopes (CNN), Daniel Oliveira (SIC), Luís Costa Ribas (CNN), Ana “MRPP” Gomes (SIC), Raquel Varela (RTP), Carmo Afonso (RTP), Manuel Carvalho (RTP), Pedro Marques Lopes (SIC).

Em segundo lugar, os jornaleiros e comentadeiros que eu não odeio, mas pelos quais nutro um profundo e profícuo sentimento de desprezo:

Anselmo Crespo (CNN), Raquel Abecassis (SIC), Rui Calafate (CNN), António Nogueira Leite (PSD), Maria João Avilez, Sérgio Sousa Pinto – Partido Socialista (CNN), Miguel Sousa Tavares (SIC), Joaquim Vieira (RTP), Inês Pedrosa (RTP), Clara Ferreira Alves (SIC), Carlos Magno (CNN), Vítor Gonçalves (RTP), António José Teixeira (RTP).

Em terceiro lugar, os jornaleiros e comentadeiros que não merecem o meu ódio de estimação, e nem sequer merecem o meu desprezo — dada a sua insignificância ontológica e intelectual:

Pedro Tadeu (CNN), Valentina Marcelino (Diário de Notícias), Luís Maia (SIC), Paulo Saragoça da Matta, Francisco Mendes da Silva (SIC), José Eduardo Martins (SIC), Pedro Delgado Alves (SIC), Adriana Cardoso (SIC), António Costa Pinto (RTP), André Freire (RTP), Pedro Costa (CNN), Catarina Marques Rodrigues (SIC), Miguel Monjardino (SIC), Ana Miguel dos Santos (CNN), Tenente General Marco Serronha (CNN), Pedro Benevides (CNN), Francisco Pereira Coutinho (CNN), Judite Sousa (NOW), Natália Carvalho (Antena 1), Pedro Bello Moraes (CNN), Pedro Ivo Carvalho – Jornal de Notícias (RTP).

A todos (eles e elas) desejo um péssimo quadriénio, repleto de mentiras e de ódio nos me®dia. 




terça-feira, 29 de outubro de 2024

As últimas sondagens dão estabilidade ao partido CHEGA


Gostaria de dedicar o resultado das últimas sondagens às seguintes personalidades, na maioria jornaleiros e comentadeiros nas estações de televisão, e a título pedagógico:

Joana Ricarte RTP, Margarida Davim CNN, Ana Cavalieri SIC, Filipe Luís RTP, Anselmo Crespo CNN, Ana Santos Pinto RTP, Major General Vítor Viana RTP, Raquel Abecassis SIC, Francisco Mendes da Silva SIC, Ricardo Costa SIC, Paulo Baldaia, Mafalda Anjos CNN, Rui Calafate CNN, António Nogueira Leite PSD, Miguel Prata Roque (Partido Socialista) SIC, Maria João Avilez, Maria Castello Branco CNN, Pedro Santos Guerreiro TVI, Eduarda Pires NOW, Ana Sá Lopes CNN, Sérgio Sousa Pinto (PS) CNN, Daniel Oliveira (Bloco de Esquerda) SIC, Luís Costa Ribas CNN, Helena Matos CNN, Miguel Morgado SIC, Ana Gomes (Partido Socialista) SIC, Miguel Sousa Tavares SIC, Raquel Varela RTP, Joaquim Vieira RTP, Rodrigo Moita de Deus RTP, Inês Pedrosa, Eduarda Pires NOW, Eduardo Correia NOW, Clara Ferreira Alves SIC, Carlos Magno CNN, Carla Moita CNN, José Manuel Fernandes RTP, Carmo Afonso RTP, Natália Carvalho RTP, Manuel Carvalho (Público) RTP, Patrícia Carvalho (Público), Azeredo Lopes CNN, Joana Amaral (SOS racismo) CNN, Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda), José Soeiro (Bloco de Esquerda), Rui Estrela (Mov. Vida Justa), Pedro Tadeu CNN, José Semedo Fernandes (advogado) RTP, Valentina Marcelino (Diário de Notícias), António Tonga CNN, Luís Maia SIC, João Torres (Partido Socialista), Paulo Saragoça da Matta (advogado do Sistema), Francisco Mendes da Silva SIC, José Eduardo Martins SIC, Pedro Delgado Alves SIC, João Massano (advogado do Sistema) RTP, Alexandre Évora CNN, Adriana Cardoso SIC, António Costa Pinto RTP, André Freire RTP, Pedro Costa CNN, Catarina Marques Rodrigues SIC, Vítor Gonçalves RTP, António José Teixeira RTP, Natália Carvalho (Antena 1), Pedro Bello Moraes CNN.


Estão todos do mesmo lado da Esquerda, embora digam que são diferentes entre si — da mesma forma que o partido social-democrata russo, no princípio do século XIX, era constituído por várias facções, e entre elas os bolcheviques e os mencheviques; tudo gente da mesma laia, sabujos a comer da mesma gamela.

(Lista em actualização)

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

São só as “sensações” do Ricardo “Chamuças” Costa



Não se deixem enganar! São só “sensações” de aumento de criminalidade!


quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Jornalistas sabujos, sem dignidade, sevandijas, invertebrados

Talvez o melhor verbete publicado pelo Telmo A. Fernandes no Blasfémias. Gostei particularmente do conceito de “jornalistas sabujos”, ou seja, sem dignidade, sevandijas, invertebrados.

Os jornalistas portugueses, em geral (em juízo universal) transformaram-se em comissários políticos de um Totalitarismo de Veludo financiado e controlado pelos sibaritas do costume que pululam pelos gabinetes do Terreiro do Paço e pelas lojas ocultas da capital-do-império-que-já-não-existe.



segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Jornalistas filhos-de-putas



E são estes jornaleiros filhos-de-putas que dizem que “as redes sociais mentem”. Grandes filhos-de-putas!

domingo, 15 de setembro de 2024

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

O silêncio criminoso da Esquerda e dos me®dia

A Esquerda é composta por criminosos. Gente que não merece o mínimo respeito. Merece mais respeito um qualquer animal dito irracional, ou insecto, do que um esquerdista.





quarta-feira, 17 de abril de 2024

A pseudo-informação e sub-informação dos jornaleiros portugueses


Aconselho a leitura deste artigo acerca da censura exercida em Portugal pelos “jornalistas”, com o apoio dos donos dos jornais — por exemplo, a censura do jornal Público apoiada por Cláudia Azevedo que é proprietária do jornal.

O mesmo se passa com o Pinto Balsemão que é dono do grupo Impresa que detém a televisão SIC, o semanário Expresso e outros me®dia.

Os proprietários de jornais, em Portugal, são coniventes com os jornaleiros de extrema-esquerda.

O pior, porém, passa-se na RTP — que é um canal de televisão do Estado, pago por todos os portugueses. A RTP é uma coutada da aliança entre os dois partidos rotativistas (Partido Socialista + PSD) e a extrema-esquerda. Eu estou absolutamente convencido de que se o CHEGA tiver um dia a maioria absoluta no parlamento, a RTP não muda um milímetro — porque o Poder da maçonaria é descomunal.

A essência do actual sistema político, controlado pela Esquerda (Partido Socialista, PSD) e extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, Livre, Partido Comunista), é a pseudo-informação (propaganda ideológica através dos me®dia) e a sub-informação (censura mitigada — censura parcial — dos factos).

No caso da recente reunião em Bruxelas de nacionalistas e conservadores, de que nos fala o referido artigo, os jornaleiros portugueses (com a bênção dos capitalistas donos dos jornais) exerceram a sub-informação misturada com pseudo-informação.

Não fosse Portugal pertencer à União Europeia, já estaríamos numa ditadura esquerdista.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

A nazificação oficial do partido CHEGA



Ontem ouvi, na CNN-PT, um comentador afirmar que o CHEGA “faz lembrar um partido nazi”; ali mesmo, em directo.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que isso é absolutamente falso. Surpreendeu-me o facto de essa tentativa de nazificação do partido CHEGA não ter sido feita no FaceBook, no TwitterX ou no Instagram: foi feita directamente em um órgão de comunicação social oficial, vulgo me®dia.

Esta atitude dos me®dia em relação a um determinado partido político segue religiosamente um ideário ideológico globalista / sionista (Grupo dos Trezentos), de que os órgãos de comunicação social são a correia de transmissão utilizando a pseudo-informação e a sub-informação.

“Se não consegues perceber por que razão alguém agiu de determinada maneira, olha para as consequências do acto dele — e depois infere os seus motivos.”

Carl Gustav Jung (1875 – 1961)

Afirmar, num canal de televisão, que o partido CHEGA “faz lembrar um partido nazi” é sinal de desespero por parte do sistema político que temos (essencialmente globalista e anti-português), porque se recorre à irracionalidade para justificar os reveses dos partidos privilegiados do regime. Em vez de se questionar por que razão o Partido Socialista e o PSD falham (autocrítica), acusam o partido CHEGA de “nazi”.

Esta atitude, por parte das elites políticas actualmente no Poder (ruling class), tem o condão de radicalizar gente normalíssima, gente do povo. A tentativa me®diática de isolar política- e socialmente cerca de 20% da população, apodando as pessoas que apoiam o partido CHEGA de “nazis”, irá criar fracturas sociais que poderão ser críticas, a médio ou longo prazo, para a manutenção do regime democrático em Portugal.

terça-feira, 13 de junho de 2023

Os jornaleiros obedecem acriticamente aos donos globalistas


Selwan-Majd-webEu sinto nojo dos jornalistas, em geral; são parte de uma casta ontológica inferior, agentes do embrutecimento da população, que têm como única função enganar os povos do mundo. São agentes da decepção, do ludibrio, do mal.

Na cidade francesa de Annecy, um imigrante sírio esfaqueou crianças num parque infantil. Imediatamente saiu a “notícia” no Diário de Notícias que o imigrante era cristão. A seguir, esta “notícia” foi secundada por outros me®dia, incluído o Observador. O Polígrafo calou-se.


Porém, a verdade é que o imigrante sírio em causa é, de facto, muçulmano, e chama-se Selwan Majd:


“L’assaillant serait un réfugié syrien nommé Selwan Majd…

Il a prétendu qu’il s’appelait Abd El-Messih Hanoun, mais son vrai nom est « Selwan Majd », un réfugié d’Al-Hasakah au nord de la Syrie.

Il s’était rendu en Turquie avec de faux papiers où il a fait la connaissance d’une touriste suédoise et lui a fait croire qu’il était un musulman converti au christianisme.”

Le terroriste d’Annecy serait un Syrien musulman nommé Selwan Majd…

Entretanto, a mensagem falsa propalada pelos me®dia passou na opinião pública, silenciando a verdade. Mais uma vez, a mentira venceu; até um dia...

sábado, 8 de janeiro de 2022

O que era o jornalismo, e o que é agora

jornalismo antes agora web

Ser jornalista, hoje e em geral (salvo excepções), é pertencer a uma organização criminosa.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Um bom exemplo do Argumentum Ad Verecundiam (ou falácia da autoridade)


Imaginem que alguém diz:

“O Cristiano Ronaldo usa combustíveis da marca SHELL nos seus carros, e por isso essa marca de combustíveis é a melhor do mundo”.

Temos aqui um exemplo do Argumento Ad Verecundiam  ou falácia da autoridade.

ad vericundiam web

O que é mais grave, nisto tudo, é o facto das elites ditas “intelectuais” (por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou os jornaleiros nos me®dia) fazerem passar a ideia de que é perfeitamente normal que um matemático se pronuncie sobre epidemiologia.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Esta merda é notícia em Portugal

vibrador na cueca web


Agora imaginem o complemento da “notícia”:

« Inês Castel-Branco gosta de vibradores em forma de uma verga negra, e com um mínimo de 17 centímetros de comprimento. E durante o sexo, Inês Castel-Branco confessa que é uma berrona».


boa verga web

gosto de berrar web

sábado, 27 de novembro de 2021

Variante Omicron do Covid19: não acreditem nos me®dia !


A “nova” variante do COVID-19 a que a OMS (Organização Mundial de Saúde) chamou de “Omicron”, foi descoberta em primeiro lugar no Botswana em quatro pessoas que tinham sido duplamente vacinadas contra o COVID-19, segundo informação do próprio governo daquele país. 

Não acreditem nos jornalistas — que são autênticos criminosos! — que dizem que se trata de uma variante “causada pelos não-vacinados”.

omicron-covid-web