Existe uma necessidade urgente de expulsar os comunistas do sistema judicial português.
Hoje, — e ao contrário do que Karl Marx defendeu — ser comunista é eleger o Lumpemproletariado como a nova classe revolucionária.
Existe uma necessidade urgente de expulsar os comunistas do sistema judicial português.
Hoje, — e ao contrário do que Karl Marx defendeu — ser comunista é eleger o Lumpemproletariado como a nova classe revolucionária.
A minha experiência com tribunais, em Portugal, tem-me revelado que uma grande parte dos juízes ou são radicais de Esquerda ou têm distúrbios mentais — o que, na prática, vai dar no mesmo. Por isso, devemos limitar ao máximo possível a discricionariedade de decisão dos juízes: dar poder lato de decisão aos juízes significa minar a estrutura do Estado de Direito em nome de um denominado “bem maior” desenhado por psicopatas.
“Na discussão conjunta dos diplomas, os grupos parlamentares e deputados únicos foram unânimes em condenar a violência sexual contra menores, mas divergiram quanto à constitucionalidade de ser aplicada automaticamente aos condenados por crimes sexuais, por um certo período, a pena acessória de proibição de trabalho com crianças ou de inibição do exercício de responsabilidades parentais, algo actualmente deixado ao critério dos tribunais”.
→ Parlamento voltou a chumbar pena acessória de castração química de pedófilos reincidentes
Por exemplo: em 1998, um meliante entrou em minha casa para roubar, e eu fiz da cara dele um oito, dentro da minha casa. Um juiz barbudo e comunista de Gaia condenou-me a pagar uma indemnização choruda ao ladrão, e ainda me deu uma ensaboadela moral dizendo que “o roubo é uma mera e simples transferência de propriedade que não justifica violência” (sic).
É deste calibre merdoso que é constituído uma grande parte da judicatura portuguesa.
Em 2016 fui testemunha em um julgamento, e a juíza expulsou-me da sala de audiência a altos berros, alegando que eu estava a influenciar as outras testemunhas mediante o meu “pesado silêncio” (sic).
Poderia dar aqui mais uma mão-cheia de experiências com juízes mentalmente disturbados. Ser juiz, hoje, é ser tendencialmente esquerdóide ou dependente de substâncias psicotrópicas com ou sem receita médica.
Actualmente, confiar no livre escrutínio dos juízes é loucura. Tal como aconteceu com os padres católicos, a condição dos juízes em Portugal é social- e eticamente estercorosa.
A actual Constituição portuguesa foi feita para proteger comportamentos desviantes (por exemplo, a pedofilia), por um lado, e o Lumpemproletariado, por outro lado. É uma Constituição marcadamente maçónica.
Quando os partidos do sistema utilizam o argumento da “constitucionalidade”, ou da falta desta, para se absterem do combate decisivo à pedofilia, verificamos todos que o que a elite política (e maçónica) pretende é rasgar a Janela de Overton no sentido da tolerância cultural e jurídica em relação à pedofilia, numa primeira fase, tendo em vista a legalização e normalização do comportamento pedófilo.
Temos uma Constituição amiga da pedofilia. E temos a obrigação de acabar com ela.
Falar de José Pacheco Pereira é-me penoso, por uma questão de vergonha alheia.
Não me esqueço, por exemplo, que o Pacheco escreveu que “o marxismo cultural não existe” — quando um dos expoentes máximos da Escola de Frankfurt, o alemão Habermas recentemente falecido, escreveu exactamente o contrário. Ou seja, parece que o Pacheco sabe mais acerca da Escola de Frankfurt do que o próprio Habermas saberia.

O Pacheco foi, desde 1974, sendo apaparicado pela elite política de Esquerda que malgovernou este país pelo menos até final da década de 1980, e tornou-se em uma espécie de “símbolo de resgate ideológico” da Esquerda, em uma luminária feita às canhas com uma arrazoação modelar e sistémica (a cassete).
Todo o “intelectual” esquerdista vive das genuflexões da elite política em relação às suas próprias virtudes.

Separar o Pacheco e o maoísmo foi um esforço “inconseguido” de uma vida inteira.
O esquerdista que se preze grita que “a liberdade perece!” quando as suas vítimas recusam-se a financiar o seu próprio assassinato. O fenómeno do partido CHEGA passou ao Pacheco a ideia segundo a qual “as vítimas recusam-se a morrer”. Ora, esta recusa da morte é, para o Pacheco, inadmissível. Seria suposto que os “fassistas” / vítimas morressem com alegria...

No debate com André Ventura, o esquerdista José Pacheco Pereira demonstrou que consegue refutar uma opinião acusando o seu adversário de “imoralidade”. Claro que o André Ventura respondeu-lhe na mesma moeda.
O José Pacheco Pereira, como todo o esquerdista estratega, diz-se “parte” mas sente-se juiz. O ar professoral com que o Pacheco se dirigiu a André Ventura emulou a figura superior do magistrado ante o agente de ministério.
O argumentário do Pacheco perdeu a sua clareza heteronómica e acabou em onanismo sentimental (coitadinho do pretinho!) acerca da História do colonialismo português. O discurso do Pacheco acerca de Portugal em muito pouco se distingue do do esquerdalho ressabiado do Brasil que ainda hoje (passados séculos) culpa o povo português pelo atraso estrutural brasileiro.
Como bom marxista, o Pacheco não atribui o seu fracasso (e o fracasso da Esquerda) a erros de diagnóstico, mas antes à perversidade dos factos — como escreveu Lenine: “os factos são teimosos”.
É assim que o Pacheco afirmou que ninguém, da Esquerda abrileira, errou — nem Mário Soares nem Álvaro Cunhal erraram em relação à descolonização: a culpa, segundo o Pacheco, foi da perversidade dos factos (os factos teimosos) herdados de Salazar.
O Pacheco culpa o Salazar não só dos crimes do Estado Novo mas também dos crimes perpetrados pela Esquerda depois da revolução abrileira. 
Na sua relação com o fenómeno revolucionário abrileiro, o esquerdista Pacheco comporta-se como o devoto católico que continua a venerar a relíquia do santo depois de ter a prova da impostura do milagre. Contudo, o Pacheco diz-se “ateu”; é um ateu dogmático.
Existe uma certa Direita dos Burrinhos que são os idiotas úteis de Donald Trump. São os Burrinhos da Direita que tiram proveito dos fundos da União Europeia e, simultaneamente e seguindo as directrizes do mestre Trump, dizem que a União Europeia é uma merda.
São os burrinhos que cospem na sopa que lhes oferecem.
Donald Trump odeia a União Europeia; mas não só: infelizmente, a maioria dos republicanos americanos (por exemplo, John Bolton) odeia a União Europeia. Mas uma coisa é odiar a União Europeia; outra coisa é trabalhar diária- e afanosamente para a destruir (como faz Donald Trump).
Donald Trump já afirmou publicamente, várias vezes, que “a União Europeia foi formada para f*der os Estados Unidos” (sic). O ódio de Trump à União Europeia é visceral.
A concepção que Donald Trump tem do mundo é de Soma Zero: o bem de que possa usufruir qualquer país, ou grupo de países, traduz-se sempre e invariavelmente em mal para Estados Unidos.
Para Donald Trump, quando outros países estão bem, isso é mau para os Estados Unidos que devem sempre trabalhar para o mal dos outros. O mote de Donald Trump não é “com o mal dos outros posso eu bem”; o mote dele é “só estou bem com o mal dos outros”.
Ora, é este mundo de Soma Zero que os Burrinhos da Direita (ou a Direita dos Burrinhos) adopta. São os mesmos Burrinhos da Direita que defendem a ideia segundo a qual os europeus devem perder a dignidade e ser emasculados para assim agradar a Donald Trump.
A Direita dos Burrinhos é aquela que compõe uma determinada percentagem da base eleitoral do CHEGA.
Eu era adolescente quando a Constituição de 1976 congeminou o PREC [Processo Revolucionário em Curso]. Ainda assim, sou testemunha viva de que o que André Ventura diz, no seu discurso, é verdadeiro.
Com esta Constituição, passámos de uma ditadura para uma ameaça séria de implantação de um regime totalitário que, por definição, conseguiria ser pior do que a ditadura do Estado Novo.
Após várias revisões / remendos politicamente correctos, a Constituição de 1976 manteve contudo os seus traços anti-liberdade, até aos nossos dias. Vai ser preciso rever esta Constituição, extirpando dela as influências e componentes “totalitarizantes”.
“CHEGA EXIGE EXPULSÃO DO EMBAIXADOR IRANIANO DE PORTUGAL
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.”
Porém, eu nunca vi, da parte do CHEGA, a defesa da expulsão (por exemplo) do embaixador da Rússia — o embaixador do regime de Putin que ameaça militarmente os países vizinhos (não só invadiu a Ucrânia, mas ameaça militarmente os países bálticos e a própria Finlândia) e a União Europeia em geral.
Parece que, para o CHEGA, há dois tipos de ditaduras: a ditadura má (Irão) e a ditadura boa (Rússia).
Eu não consigo perceber uma certa Direita que adula o regime de Putin — a Direita comandada por Donald Trump e Viktor Órban, com extensão ao VOX espanhol e a Marine Le Pen em França.
Não é uma Direita conservadora: em vez disso, é uma Direita revolucionária (ver mente revolucionária).
O leitor, se for minimamente inteligente, perceberá por que razão surgiu o fenómeno “Donald Trump”: uma autocracia disfarçada — a do politicamente correcto ""Woke"" que temos na União Europeia — clama por outra autocracia de sinal oposto — a do movimento MAGA (Make America Great Again).
O argentino Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, foi suspenso pela UEFA: antes mesmo de qualquer investigação, o sistema político "Woke" vigente parte imediatamente do princípio de que o branco é necessariamente criminoso e o negro é sempre a vítima. Os negros são sempre considerados as vítimas imaculadas: são todos uns anjos.
Basta ao negro apontar o dedo ao branco, e este está imediatamente f*d*do. É como aquele movimento "Woke" chamado de “ME TOO”: basta a uma mulher acusar um homem de qualquer malfeitoria e este vai logo bater com os costados na pildra.
Por estas e por outras é que surgiu o fenómeno “Donald Trump” nos Estados Unidos.
As pessoas aperceberam-se de que existe um novo tipo de racismo, desta feita contra os brancos e contra as suas raízes culturais e históricas. Eu não concordo em quase tudo com o Donald Trump, mas entendo a natureza do fenómeno MAGA (Make America Great Again).
Por exemplo, no jogo do passado fim-de-semana entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, a polícia proibiu a exibição de um cartaz, por parte dos adeptos do Braga, que continha os seguintes dizeres em latim:
“Antes de lhe ser dado um nome, já havia terra./ Antes de ser cidade, já havia povo./ Das gentes antigas nasceu Bracara Augusta,/ onde as armas, a lealdade e a terra se tornaram uma só”.

Vai daí, a polícia decidiu que o cartaz era “fascista” e confiscou-o; mas não disse por que razão o cartaz seria “fassista”; talvez por exibir uma cruz templária: a estaurofobia tomou conta das nossas instituições públicas e políticas. Entre os políticos que temos, impera o horror à cruz.
A polícia não percebeu o que estava escrito no cartaz, em latim; mas, pelo sim pela não, confiscou o cartaz mesmo sem saber por quê.
O mesmo se passa com a UEFA: mesmo sem saber se o pretinho da sorte brasileiro falou verdade, puniu imediatamente o branco. Punir o branco sem razão está na moda; proibir a divulgação das raízes culturais e históricas dos brancos é um imperativo racista das elites que nos governam.
Por isso é que o Donald Trump se torna legítimo (infelizmente).
Eu tenho andado arredio da blogosfera, essencialmente num período de reflexão, mas também por assombro face aos recentes acontecimentos nacionais e internacionais. Por vezes dá a sensação de que entrei numa espécie de Twilight Zone, em uma realidade nebulosa, semi-opaca, em que não se enxerga a Razão e a Lógica.
Por exemplo, quando verifiquei o apoio explicito de todos os partidos políticos portugueses (com excepção do CHEGA) a um candidato presidencial socialista, senti que toda a minha opinião política, desde os meus 18 anos, deixou de fazer sentido, como se o meu mundo político tivesse desabado.
Eu sempre pensei que havia uma Direita portuguesa; mas a verdade é que nunca houve Direita em Portugal: há, sim, partidos que, circunstancialmente, “fecham” a Esquerda à direita desta. Ser de Direita, em Portugal, é pertencer à dinâmica radical da Esquerda que esgaça a Janela de Overton.
A actual aliança entre os dois partidos do Rotativismo no sentido de censurar as redes sociais corrobora a ideia segundo a qual todo o governo é autenticamente de Esquerda se mantém uma polícia política. A actual Direita portuguesa nada mais é do que uma Esquerda desejosa de digerir em paz.
Todo o mundo, hoje e em Portugal, é de Esquerda! Que alívio!
No plano internacional, assisto, atónito, à irracionalização sistemática da política conduzida pelo estertor dos Estados Unidos enquanto líder mundial.
Por vezes fico tão estupefacto com as noticias me®diáticas que fico tolhido no meu raciocínio: é como se me dissessem que a ciência chegou à conclusão de que 2 + 2 = 25: toda a estrutura lógica desaba em nome de uma irracionalidade vencedora e imbatível. Aplica-se, aqui, o pensamento progressista segundo o qual a “lógica evolui”: ora, a “evolução da lógica” levou à sua própria negação.
Há quem diga que o mundo voltou ao século XIX; mas não é verdade: voltamos à Idade do Ferro.
Podemos ver aqui uma deputada do CHEGA a dizer que o acordo com o Mercosul irá destruir a agricultura portuguesa. Ora, isso é falso.
A União Europeia adoptou medidas de protecção dos produtores europeus, a ver:
Quotas de importação estritas:

Ademais, a União Europeia dará um apoio financeiro aos agricultores europeus de 45 mil milhões de Euros + outras salvaguardas de importação.
Se estas quotas estritas de importação colocarem em risco o negócio de alguns agricultores, então terá chegado a altura de mudarem de negócio.
Doravante, sempre que o CHEGA mentir, eu virei aqui denunciar a mentira.
A inimputabilidade irresponsável dos juízes tem os dias contados. Os juízes têm que ser responsabilizados pelas suas decisões arbitrárias e pelos seus (muitos) actos gratuitos.

Muitas das decisões de juízes são salazarentas e bafientas na sua formalização (mas não necessariamente na sua substância). Nas suas decisões judiciais, a maioria dos juízes impõe à sociedade a sua (deles) liberdade absoluta, próxima da liberdade da indiferença.
Isto tem que acabar.
A vontade dos juízes de provar a sua (deles) liberdade absoluta por intermédio de um acto político sem móbil constitui em si mesmo um móbil de violência política.
A decisão puramente subjectiva da juíza que julgou o caso dos “posters” dos ciganos, é um acto perpetrado em função de um capricho, embora um capricho reflectido e pensado, representando o exercício de um arbítrio total.
O objectivo do acto gratuito da juíza é o de afirmar uma liberdade total contra o Direito e contra os direitos da maioria, contra toda a moral e mesmo contra a Razão. Temos que saber o nome da juíza.
Desde que Paulo Portas se apoderou do CDS (1997), eu sempre disse que “o CDS fecha a Esquerda à direita” — ou seja, a Esquerda tinha e tem um espectro político que vai da extrema-esquerda (Bloco de Esquerda) até ao chamado “centro político” (CDS).
O CDS só foi de Direita com Adriano Moreira e Manuel Monteiro, e talvez com Lucas Pires. A partir da tomada de poder, no partido, de Paulo Portas, o CDS tem vindo “a fechar a Esquerda à direita”.
Hoje, o PSD absorve o CDS de Nuno Melo, e ambos os partidos “fecham a Esquerda à direita”.
A lei dos Okupas, ou seja, a Lei 67/2025 de 24 de Novembro, é um exemplo de uma lei de uma pseudo-direita maçónica:
Ou seja: eu ocupo uma casa, o juiz pode ou não (discricionariamente) obrigar a desocupação imediata; mas se eu sair da casa voluntariamente, segue-se que então não há crime e nada me acontece.
Esta lei é de Esquerda.
Segundo depreendi das palavras de André Ventura de ontem, Portugal deverá permanecer na O.T.A.N., mas se um país da organização for atacado pela Rússia, Portugal não terá nada a ver com isso.
Ou seja, segundo Ventura, Portugal está na O.T.A.N.; mas não está na O.T.A.N..
A posição de André Ventura em relação à Ucrânia não é muito diferente da posição de Marine Le Pen, da AfD (Alternative für Deutschland) e de Viktor Órban; e é muito diferente da posição de Giorgia Meloni, por exemplo.
A pequena diferença entre André Ventura, por um lado, e Viktor Órban ou Marine Le Pen por outro lado, é que o primeiro diz que está solidário com a Ucrânia, embora conclua que não está solidário com a Ucrânia — ao passo que os dois últimos dizem que são claramente a favor da Rússia e contra a Ucrânia. A diferença é uma questão de retórica.
A posição do André Ventura em relação à possibilidade de haver tropas europeias da O.T.A.N. na Ucrânia é um NIN: é como o Melhoral, não faz bem nem faz mal.
Nota: O Portugal de Salazar foi neutral na II Guerra Mundial, mas foi antes de entrar na O.T.A.N..
Não é por acaso que o radical trotskista Daniel Oliveira se sente bem no semanário Expesso: aquilo é um fojo, um covil, guarida de malfeitores.

Não tarda nada e veremos os me®dia a defender publicamente a legitimidade do regime de Putin. Já faltou mais.
“Demagogia” e “populismo” são os vocábulos que os ditos “democratas” de pacotilha empregam quando a democracia os assusta. A corrupção ideológica do sistema vigente atingiu um nível tal que se legitima agora o fim do debate político.
Na escola de Platão, a democracia repugnava porque (naquele tempo) esta negava a autonomia dos Valores — e não (como diz o idiota) por uma putativa ameaça à verdade.
Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado discricionariamente por uma elite, e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.
Defender a legitimidade racional da República de Platão só pode vir de um deficiente cognitivo do quilate do Henrique Raposo.
A retórica cultural substitui hoje a retórica patriótica, nas efusivas expectorações dos tontos como o Henrique Raposo. E partem sempre do princípio de que o povo é tonto.
Temos hoje uma classe social elitista (ruling class) que governa despoticamente de uma forma insidiosamente dissimulada, ao mesmo tempo que defende sub-repticiamente a construção política e social da ausência de classes sociais. Gente como o Henrique Raposo são os lacaios dessa ruling class.
Os me®dia e os jornaleiros invocam amiúde a pretensa hipocrisia de André Ventura, alegadamente porque ele vai à missa mas não defende as portas abertas à imigração. Para tal, o jornalixo invoca o papa Chico e o Leão XIV — mas os jornaleiros nunca dizem a verdade: o Estado do Vaticano não acolheu um só imigrante!
Que fique bem claro: nem o Cristianismo nem o paganismo defendem éticas altruístas.
Tanto a moral cristã como a pagã são individualismos éticos que impõem deveres sociais apenas como meios para o aperfeiçoamento individual terreno, tendo em vista a salvação.
O facto de o Estado do Vaticano não ter acolhido um só imigrante diz bem da hipocrisia do Leão XIV. Aqui, o hipócrita não é André Ventura que apenas segue o padrão ético tradicional do Cristianismo: o hipócrita é o Leãozinho, porque defende que se deve fazer uma coisa e faz outra (bem prega Frei Tomás…!).
Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista do Leãozinho, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento para seguir caninamente o Espírito do Tempo.
A Igreja Católica — até Concílio do Vaticano II — evitou o seu esclerosamento em seita quando pediu ao cristão que exigisse a sua própria perfeição, e não que a exigisse ao seu vizinho. Hoje, a Igreja Católica tende a transformar-se em uma seita.
A angústia da Igreja actual — a do Leãozinho — perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus.
No seio da Igreja Católica actual, existem os “integristas” que são os que não perceberam ainda que o Cristianismo necessita de uma teologia com algumas alterações em relação à teologia tradicional, e existem os “progressistas” que são os que não perceberam que a nova teologia deve ser cristã. O falecido Chico e o Leãozinho fazem parte do grupo dos “progressistas”.
Os idiotas que noutros tempos atacavam a Igreja Católica, são os mesmos que agora se encarregam de a reformar. Há dois séculos para cá que o “Cristianismo primitivo” se acomoda, a cada novo decénio, às opiniões da moda.
Se a Igreja Católica do Leãozinho se converter num partido político (como já está a acontecer), as portas do inferno vomitarão quantos eleitores forem necessários para a submeter. Até ao Concílio do Vaticano II, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, a Igreja Católica do Chico e do Leãozinho absolve os pecados.
Assinei a petição.

Na actual sociedade do Estado progressista, as classes com interesses opostos já não são a burguesia e o proletariado, mas antes são a classe que paga impostos, por um lado, e, por outro lado, a classe que vive na chulice e à pala dos impostos pagos pela maioria.
Por isso é que os políticos da Esquerda (PSD incluído) protegem e respeitam o modus vivendi dos ciganos: comem todos da mesma gamela.
Reductio ad Hitlerum, ou argumento ad Hitlerum, é um termo cunhado pelo (grande) filósofo Leo Strauss em 1951.
O argumento ad Hitlerum é uma falácia lógica (informal) que consiste em tentar refutar a opinião de um seu adversário comparando-o com a opinião que seria alegadamente defendida por Adolfo Hitler ou pelo partido nazi alemão.
O argumento ad Hitlerum é uma forma de ad Hominem ou de ad Misericordiam. O que se pretende, com o uso da falácia ad Hitlerum, é associar a culpa [associação de culpa dos actos de Hitler] ao adversário político. De facto, o argumento ad Hitlerum é uma variação do argumento ad Absurdum utilizado contra o seu adversário político.
Por exemplo:
“Hitler foi um patriota, e portanto o patriotismo é uma forma de fascismo.”
O Capitão Iglo é o que, no Brasil, chamam de “Milico”. Dos dois neurónios de um militar de carreira não pode sair grande coisa.

Os donos da democracia, de quem o anão é um dos porta-vozes, já decidiram que o povo não pode eleger André Ventura para presidente da república.
Para os donos da democracia, a “unidade dos portugueses” é sinónimo de “unanimismo” 1.
Em Portugal impera um certo nanismo moral e político de quem se arroga no direito de impôr ao povo o resultado do voto; ora, este nanismo político é insuportável, nauseabundo: reduz Portugal a uma república das bananas.

Nota
1. condição do que é unânime, do que é aceite por todos; comunhão de pareceres ou de vontades entre diversas pessoas acerca de uma determinada matéria.
O ego de Gabriel Mithá Ribeiro é do tamanho do universo; e depois critica o narcisismo dos outros. Senão vejamos a abertura do texto dele (aqui, em PDF):
“A evidência transitou de latente a cristalina quando a causa nobre pela qual me bato há mais de vinte anos, a reforma do ensino, a que sobrava da minha missão de deputado, também foi atingida pela cultura de cancelamento com o anúncio do governo sombra. Foi a derradeira oportunidade que poderia conceder ao predador psicológico André Ventura de anular a minha existência.
Renunciei de imediato ao mandato na Assembleia da República e desvinculei-me do Chega, pois não toleraria a mim mesmo arrastar-me numa das mais escandalosas práticas de parasitismo social e subsídio-dependência, a condição de deputado-joguete nas mãos de um líder narcísico incompatível com qualquer forma de sujeito colectivo, que tratou de destruir os fundamentos de uma instituição sólida que lhe servisse de filtro existencial.”
A criatura escreve em Acordês, pelo que tive que fazer as devidas e necessárias correcções no trecho supracitado.
O Gabriel Mithá Ribeiro filiou-se no partido CHEGA para ser Ministro da Educação (!) — é o que se depreende logicamente da citação supra. Ora, só um ego descomunal se filiaria num partido expressamente para vir a ser ministro.
Pode ser normal acontecer o contrário: um ministro filiar-se no partido que o convidou para o governo; mas um tipo aderir a um partido expressamente para ser ministro revela um ego do tamanho do mundo.
O Mithá Ribeiro considera-se tão importante (o tal ego patológico que ele critica nos outros, em forma de projecção) que ajuizou que o André Ventura quis propositada- e expressamente “anular” a sua (daquele) “existência” (!).
Ou seja, segundo a referida criatura, o André Ventura acordava de manhã a pensar em como tramar o Gabriel Mithá Ribeiro, e deitava-se à noite a pensar neste.
E como o André Ventura não o escolheu para o Governo Sombra — assim como não escolheu o professor João Tilly que teria muito melhores credenciais políticas para o cargo de Ministro da Educação — vai daí, em uma atitude narcísica de primeira água, o Ribeiro desfilia-se do CHEGA e acusa o André Ventura de “narcisismo”.
Em resumo, segundo o Mithá Ribeiro, o André Ventura não seria “narcisista” se o escolhesse para Ministro da Educação do Governo Sombra do CHEGA. O ego da criatura é tão disforme que pretendia mandar no líder do partido.
“O ressentimento social que alimentou o Bloco e o PC e que actualmente alimenta o Livre e o Chega é um problema sério para quem quer que seja que governe.”
Quando alguém compara o Partido Comunista ou/e o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado, e no que diz respeito ao “ressentimento social”, ou é estúpido ou demagogo. No caso do Henrique Pereira dos Santos, quero acreditar que seja demagogo.
O ressentimento social, ou é baseado na realidade concreta, ou é baseado na utopia.
O Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, mete tudo no mesmo saco.
Por exemplo, o combate à corrupção generalizada — defendido pelo CHEGA — é uma forma de manifestação de um ressentimento social racional baseado na política factível; já a construção de um paraíso na terra baseia-se em uma utopia que se alimenta de um ressentimento social irracional.
Ora, o Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, confunde os dois tipos de ressentimento social — e por uma razão claríssima: ele é capaz de se fazer de estúpido para assim poder defender a validade política da demagogia elitista e corrupta vigente.