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domingo, 17 de maio de 2026

Procuradora Eunice Miranda do tribunal de Almodôvar, e o Lumpemproletariado

 Existe uma necessidade urgente de expulsar os comunistas do sistema judicial português.

Hoje, — e ao contrário do que Karl Marx defendeu — ser comunista é eleger o Lumpemproletariado como a nova classe revolucionária.






quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O histrião espertalhão

luis montenegro bobo 460 web

Primeiro, e em conluio com Marcelo Rebelo de Sousa (o palhaço-mor da república), combinam (pela calada da noite política, como bons ladrões que são) o chumbo da Lei dos Estrangeiros no Tribunal Constitucional.

Depois, face ao chumbo do Tribunal Constitucional, o histrião concorda publicamente com o CHEGA acerca da importância de manter os princípios e os valores da lei chumbada, e procurar reformular o texto da dita lei no sentido de a tornar politicamente palatável — tudo isto para o Zé Povinho ver e ser enganado.

Finalmente, o espertalhão histrião adoptou a atitude do Groucho Marx: se a Esquerda não gosta dos nossos princípios, temos outros para apresentar — renunciando ao espírito da lei formulada em conjunto com o CHEGA e cedendo em toda a linha à Esquerda, ao palhaço-mor da república (e à maçonaria).

E o mais grave foi a atitude professoral do bobo hipócrita que pretendeu dar lições de moral política a quem não concorda com o histrionismo da criatura, recomendando “respeitar o presidente da república” com quem combinou previamente o chumbo da lei previamente acordada com o CHEGA.

É (também) por isto que lhes está reservada a inexorável tumba política quando ainda pensam que o povo português é o mesmo de há 50 anos. O povo já atopou os palhaços do sistema.

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Jaime Nogueira Pinto vendeu-se ao sistema globalista


É com alguma perplexidade que eu vejo o Jaime Nogueira Pinto vendido ao sistema globalista, denunciando “ignorantes”, como é o meu caso, que alegadamente “não sabem distinguir entre o Islamismo e o Jihadismo”.

Existe uma certa Direita que acredita ainda no conceito de  “excepcionalidade do povo português” no contexto soberano actual da União Europeia, conceito esse emanado do Estado Novo, e que até uma certa Esquerda (por exemplo, Agostinho da Silva) actual perfilhou ou ainda adopta: a ideia segundo a qual a invasão islâmica na Europa terá consequências diferentes em Portugal do que está a ter no resto da Europa — transformando o cidadão português em uma espécie de “super-homem”, imune às consequências da imigração islâmica em massa. Pura estupidez.

Atrevo-me a dizer que o Jaime Nogueira Pinto não leu o Alcorão; ou então é mentiroso, ou está comprado pelo sistema político actual. Quiçá, está a proteger interesses familiares inconfessos (a família tem muito peso).

Eu li o Alcorão, da frente para trás e vice versa (em língua inglesa); portanto, parece-me que é o Jaime Nogueira Pinto que é o “ignorante”. E li também alguma coisa dos Hadiths. Jaime Nogueira Pinto não resistiria 5 minutos a uma discussão comigo sobre o tema do Islão.

Se o Jaime Nogueira Pinto diz que “não existe Jihadismo no Alcorão”, então ele é ignorante.

É uma pena que estejamos a assistir à emasculação politicamente correcta de alguém que foi uma referência da Direita em Portugal.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Bruxelas está entregue à bicharada islâmica


Hoje, a verdade acerca do que se passa no mundo é censurado pelo Twitter e pelo FaceBook — ter contas no FaceBook (e no Instagram, que vai dar no mesmo) ou no Twitter serve apenas para confraternizar e/ou “engatar”: qualquer facto (verdadeiro e verificável) que contrarie uma determinada mundividência globalista, é imediatamente censurado.

A alternativa é, de facto, o GAB (o GETTR também censura algumas opiniões). Ou seja: um jornalista que se preze, ou um cidadão consciente, têm contas no GAB. bruxelas-video-web

Por exemplo, vemos aqui um vídeo que jamais (em tempo algum!) passaria no FaceBook ou Twitter; um vídeo que demonstra como a polícia de Bruxelas (a cidade capital da Bélgica e da União Europeia) já não controla as ruas da cidade, onde os Maomedanos fazem praticamente o que querem.

É isto que o CHEGA pretende evitar em Portugal — uma vez que temos um primeiro-ministro que se identifica com a imigração maomerdana.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O Poder, no Portugal socialista do Monhé das Cobras, está em roda livre.


A política dissimulada do monhé faz lembrar o acordo que José Sócrates fez com o povo português: o povo podia criticá-lo à vontade e, em contrapartida, o José Sócrates fazia tudo o que queria.

A diferença entre o Sócrates e o monhé é a de que o primeiro não era tão dissimulado quanto é segundo...

familia-raquiana-web

O jornaleco “Observador” transformou-se em (mais um) bastião do politicamente correcto.

Vejamos uma parangona do pasquim: Família iraquiana chegou hoje e será acolhida em Loures”.

Em boa verdade, trata-se de três homens em idade militar, embora (alegadamente) da mesma família — não obstante saibamos nós, antecipadamente, que os ditos “refugiados” dizem sempre que são “todos da mesma família”.

Vamos dar de barato que os três iraquianos são da mesma família, e que são mesmo “refugiados”. Antes de mais, vamos definir “refugiado”: a Wikipédia diz o seguinte:

Refugiado é toda pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar o seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países”.

Se dermos como boa esta definição de “refugiado”, ficamos sem saber bem por que razão, dos 632 refugiados acolhidos por Portugal no âmbito da ACNUR, 253 chegaram do Egipto (presume-se que são egípcios) e 378 da Turquia (presume-se que são turcos), que são dois países onde não existe qualquer tipo de guerra que justifique que Portugal acolha gente daqueles países.

E mesmo que os referidos refugiados não sejam nem egípcios nem turcos, ficamos sem saber por que razão não foram acolhidos nos países limítrofes aos seus países de origem e com quem partilham a mesma cultura islâmica.

Não é por acaso que os “refugiados” que Portugal do monhé está a acolher são (presumivelmente) todos de cultura islâmica.

A política socialista eurofóbica do Monhé das Cobras passa por minar (a partir de dentro) a cultura portuguesa, por um lado, e por outro lado criar instabilidade política de origem islâmica à semelhança da que existe, por exemplo, actualmente em França.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Manuel Linda: este homem é muito perigoso

Chama-se a isto “inversão da culpa” ou “inversão do sujeito-objecto”. Olavo de Carvalho falou nisto: segundo a mente revolucionária, a culpa não é do carrasco sanguinário: em vez disso, a culpa é das vítimas dos actos sanguinários.

manuel linda islao webMesmo quando o islamita entra numa igreja católica, mata três fiéis e fere muitos outros, a besta diz que essa violência não é do Islão contra o Cristianismo.

A mentalidade do Manuel Linda não difere muito da do assassino islâmico: as vítimas da violência islâmica não foram assassinadas: em vez disso, suicidaram-se, porque pertencem a um estrato da população com determinadas características.

Ou seja, a acção violenta do Islamismo é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Este homem é perigoso por causa da posição social que ocupa (Bispo do Porto). É tempo de o povo católico começar a expulsar estes vendilhões do templo. É preciso refazer a Igreja Católica.

os abutres web

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Líder do Hamas em visita a Marrocos: “morreram 486 crianças em Gaza, mas entretanto nasceram 4.500”

 

No vídeo abaixo vemos o Arcebispo de Mossul, da Igreja Cristã Ortodoxa Grega, Nikodimos Daoud, a relatar o que os cristão do Iraque estão a sofrer nas mãos dos muçulmanos.

A lógica dos islamitas em geral, que é reflectida na posição do Hamas, é a de transformar uma população inteira em mártires, por um lado, e por outro lado realizar o genocídio dos “cafres infiéis”. O Islão lançou contra o mundo inteiro uma guerra de negação ontológica: o “ser do outro” é negado em nome de uma ideologia totalitária.

A expansão do Islão deve começar a ser contrariada na Europa. Não se trata aqui de tolerância ou de intolerância: o Islão não é uma religião propriamente dita: antes, é um princípio totalitário de ordem política. Não é possível reformar o Islão porque sempre foi um princípio totalitário de ordem política desde a sua fundação. O Islão não tem reforma possível.

E não há “muçulmanos moderados” e “muçulmanos radicais”: isso é uma invenção do politicamente correcto — porque um muçulmano é alguém que aderiu a um princípio totalitário de ordem política, tal como os militantes e simpatizantes do partido Nazi o tinham feito. O que pode haver é muçulmanos mais passivos e outros mais activos, assim como em qualquer partido político radical existem militantes mais activos do que outros.

O Islão é incompatível com o Estado de Direito. Até a Turquia secularista descamba periodicamente para a lei islâmica (Sharia). Portanto, não existe espaço na Europa democrática para acolhimento de imigrantes muçulmanos.