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terça-feira, 24 de outubro de 2023

O filho-de-puta do monhé não vai conseguir tirar-nos a liberdade: assina a petição contra o aumento pornográfico do IUC


É essencial que o leitor assine a petição contra o aumento exponencial do IUC defendido pelo governo do Monhé das Cobras, mesmo que tenha um carro eléctrico: hoje é com outros, amanhã o filho-de-puta do monhé pode embirrar com você, a mando da plutocracia globalista.

peticao iuc web


A ideia de que um Opel Corsa a gasolina, com 900 cm3 de cilindrada, e pelo facto de ser de 2002, por exemplo, é mais poluente do que um BMW a diesel de 2 litros do ano de 2018, só pode vir da cabeça de um ignorante ou de um Merdina qualquer.

iuc sem limite web

É claro que isto não tem nada a ver com poluição, e tem tudo a ver com o ideário do "World Economic Forum" de um neo-feudalismo (sinificação) em construção a Ocidente.

Friedrich Hayek deve estar a rebolar na tumba: escreveu ele o livro “O Caminho da Servidão”, para agora, os mesmos que dizem representar as ideias do austríaco (os ditos “liberais”), defenderem exactamente o contrário das ideias do livro: um novo tipo de feudalismo, em que a classe média dos países ocidentais é erradicada pelos plutocratas “liberais” globalistas, e em que os novos servos da gleba “não possuem nada, e são felizes!”.

Existe uma clara ligação entre o confinamentos do COVID-19, por exemplo, e este tipo de “castigo do povo” que é o aumento exponencial do IUC. Trata-se de uma afirmação da Incontestabilidade de Poder (em que a classe política assume o monopólio do acto gratuito) que é independente do voto democrático; é a classe política, em geral, a dizer ao povo: “votem como quiserem, que nós, os políticos, fazemos o que queremos”. Ou seja, em termos práticos, é a afirmação tácita de que não vale a pena votar.

Esta ideia, calada, segundo a qual “não vale a pena votar contra aquilo que nós queremos”, é tacitamente assumida por quase todos os partidos que, por encontro de vontades, concordam com a actual construção de um Neo-feudalismo, com as cidades 15 minutos, limitação da liberdade de circulação dentro das cidades e dentro dos países (por exemplo, ULEZ), câmeras CCTV em cada esquina, fim da moeda em espécie e a digitalização da economia, a politização da Justiça, a erradicação da classe média — tudo isto já está a ser construído pelas elites globalistas com o beneplácito ou benevolência de quase todos os partidos políticos.

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

É preciso limpar o sebo ao filho-de-puta do Monhé das Cobras


Um exemplo da premência de retirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do Poder:

  • Um Opel Corsa comprado no ano 2002 tem hoje um valor comercial de cerca de 1.000 Euros; pagava o imposto de circulação anual (IUC) de 23 Euros, e segundo a vontade omnipotente do filho-de-puta do Monhé das Cobras, vai passar a pagar 156 Euros de IUC.

  • Um Tesla tem o valor comercial de 130 mil Euros e não paga IUC nem o imposto sobre importação de veículos (ISV).

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Nós já verificamos que é impossível tirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do Poder: mesmo que ele perca eleições, alia-se sempre à Esquerda mais radical para se manter no Poder. E em troca dessa aliança, o filho-de-puta adopta as políticas mais radicais e discricionárias que possamos imaginar — como é exemplo este caso, em que os carros dos pobres são taxados brutalmente, e os carros dos ricos são isentos de impostos.

A única forma de retirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do poleiro é limpar-lhe o sebo. Não há alternativa.

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

O Bloco de Esquerda e o processo de Formação de Massa

As duas raparigas (e estudantes universitárias!) que agrediram o ministro socialista com ovos e tinta verde, fazem parte de um grupo político que exige 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos.


O Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

Existe a ideia de que “o Bloco de Esquerda perdeu influência na sociedade, porque perdeu votos”. A verdade é que, não só muita gente influente no Partido Socialista do monhé veio da área política do Bloco de Esquerda (por exemplo, Pedro Nuno Santos, Ana Catarina Mendes, etc.), como o Partido Socialista do monhé adoptou (como suas) muitas das ideias radicais do Bloco de Esquerda. Portanto, é falso que o Bloco de Esquerda tenha perdido influência na sociedade: o Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

O Bloco de Esquerda só perderá, de facto, influência na nossa sociedade quando o Partido Socialista se libertar do filho-de-puta do Monhé das Cobras e adoptar uma linha política neo-soarista — o que implica uma purga interna de radicais ideológicos.

programa democratico webAssistimos, perplexos, à complacência da cúpula do Partido Socialista do monhé em relação a este tipo de violência física radical: por exemplo (entre muitos outros, como Isabel Moreira), a benevolência do ex-comunista Augusto Santos Silva (presidente da assembleia da república) em relação à acção de violência física da extrema-esquerda, ao mesmo tempo que critica irascivelmente a intervenção, de megafone em punho, de um jovem tradicionalista em uma apresentação de um livro LGBTQPBBQ+ para crianças impubescentes.

A mensagem do presidente da assembleia da república é clara: a violência da extrema-esquerda radical é tolerada, mas tudo o que coloque em causa — ou que apenas critique — o sistema socialista mafioso instalado, deve ser combatido com a força bruta do Estado. É a expressão actual e institucional da Teoria Crítica.


Reparem que apenas os substantivos masculinos e neutros são substituídos pela novilíngua; os substantivos femininos permanecem intocáveis. Esta gente leva o legado ideológico e acientífico de Engels muito a sério.


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«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


As exigências daquele grupo radical (ligado ao Bloco de Esquerda), referido em epígrafe, são absurdas e impossíveis de cumprir. Custa mesmo acreditar que alunos universitários possam pensar que tais metas políticas sejam factíveis.

Segundo Hannah Arendt, o que é próprio das ideologias totalitárias é a combinação perversa de ideologia e acção violenta gratuita (e mesmo, em casos extremos, de terror), que visa destruir qualquer possibilidade de existência de um mundo comum aos seres humanos, procurando desenraizar os cidadãos em relação ao domínio político — ao eliminar quer a pluralidade própria da discussão de ideias, quer as próprias condições existenciais da humanidade, ou seja, pretende eliminar um presente onde pensar e um espaço onde agir. Para a ideologia totalitária (passo a redundância), o presente e o futuro confundem-se na utopia.

A liderança do Bloco de Esquerda sabe muito bem que a exigência de 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos, é impossível de se realizar senão através da instituição de uma espécie de totalitarismo que faria corar Lenine.

Ainda assim, estudantes universitárias ligadas ao Bloco de Esquerda defendem esta ideologia utilizando violência física, procurando a construção multifacetada de uma Formação de Massa apoiada pelas elites políticas de Esquerda (Partido Socialista incluído), e com a conivência do PSD do maçon Luís Montenegro que assume a espiral do silêncio face às posições políticas de uma minoria radical.

quarta-feira, 28 de junho de 2023

domingo, 11 de junho de 2023

O Monhé é um porco

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Isto não é um governo: é uma organização terrorista


O governo socialista geringonceiro do Monhé das Cobras criou um problema: a imigração massiva que fez aumentar o preço dos arrendamentos para habitação (o mercado a funcionar).

E, alegadamente para resolver esse problema, o monhé justifica agora uma crescente e maior intrusão do Estado na vida pessoal dos cidadãos, através da limitação da liberdade dos proprietários das casas.

Este tipo de procedimento esquerdopata é recorrente: é o próprio governo que cria problemas à sociedade, para depois justificar uma maior e crescente intervenção do Estado na vida privada dos cidadãos para (alegadamente) resolver os problemas que o próprio governo criou antecipadamente.

Isto não é um governo: é uma organização terrorista.

terrorismo de estado web

Ou seja: o governo geringonceiro do monhé sabia perfeitamente, antes de mandar vir gente em barda da estranja (através de um “efeito de chamada” nos me®dia), que iria criar um enorme problema nacional de acesso à habitação.

Portanto, o governo do monhé criou este problema de forma deliberada, para assim justificar a posterior limitação da liberdade dos cidadãos nacionais e a restrição do direito à propriedade privada. “Em política, o que parece, é”.

Só por isto, justifica-se um golpe-de-estado e a prisão do Monhé das Cobras.

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O Pedro Arroja escreve aqui uma apostila que distingue o Direito Natural, por um lado, do chamado Direito Social (imposto pelo Direito Positivo), por outro lado. Convém ler — embora a atribuição da propriedade privada como Direito Natural seja uma questão complexa, como o atestou, por exemplo, David Hume.

“Os Direitos Sociais, ou, mais abrangentemente os Direitos Humanos, não são uma Política” [Marcel Gauchet, 1980, “Le Debat”].

O reconhecimento, na sociedade e na cultura antropológica, de todas as espécies de Direitos Sociais, tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos (aumenta a dose de narcisismo em circulação na sociedade) e, consequentemente, aumenta o desinteresse pela coisa pública, através do qual uma omnipresente encenação da liberalização dos costumes (aborto livre, eutanásia “à la carte”, "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, etc.) encobre a propensão para um mimetismo cultural, um seguidismo e um conformismo sem precedentes (ou seja, está na origem de uma “formação de massa” [tema abordado também no livro "The Psychology of Totalitarianism", de Mattias Desmet, 2022, Wook]).

Os direitos humanos ou Direitos do Homem não se devem transformar num biombo para aquilo a que a revolução dita “democrática” (que de “democrática” tem muito pouco) pode implicar de sujeição e alienação do ser humano.


domingo, 19 de fevereiro de 2023

A política de imigração do monhé socialista falhou


Em praticamente todas as proposições da tuiteiras da Isabel Moreira, ela descamba para o argumento jurídico — o que revela uma insegurança na argumentação. Seria como se um economista só tivesse argumentação de cariz económico, ou um médico só argumentasse com argumentos médicos. Muito fraquinha, a criatura.

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Algo de muito estranho se passa em Portugal. Parece que voltamos ao PREC [Processo Revolucionário em Curso].


Quando a sociedade deixa de lutar pela posse da propriedade privada, a “elite” política socialista lutará pelo usufruto elitista da propriedade colectiva.

Quando gentalha, como a Isabel Moreira e o Monhé das Cobras, definem a propriedade privada na sua “dimensão social”, o confisco da propriedade privada avizinha-se; e quando definem o trabalho como “função social”, a escravatura aproxima-se.

Tão certo como 1+1=2.

A Isabel Moreira encarna o ideal distópico do socialismo. Gente muito perigosa.


A lei só prevê as “obras coercivas” na propriedade privada em casos em que a segurança da propriedade coloque em risco as vidas ou/e os bens de terceiros — por exemplo: se um prédio está abandonado e em risco de desmoronamento, colocando em risco vidas e bens de terceiros, o Estado pode exercer o direito de coagir o proprietário a fazer obras de beneficiação na sua propriedade privada.

A expropriação, por parte do Estado, de uma propriedade privada pode acontecer se o proprietário agir sistemática- e continuamente no sentido de fugir às suas responsabilidades no sentido de realizar as obras de beneficiação requeridas (conforme parágrafo anterior); ou quando o Estado necessita da superfície da propriedade privada para realizar construções de interesse nacional (por exemplo, a construção de uma linha de comboio, ou de uma auto-estrada).

Tudo isto consta do Livro III do Código Civil português.

O Estado não pode expropriar propriedades privadas para (alegadamente) resolver problemas causados por uma imigração massiva. Não há nada na lei que o permita, e a Constituição proíbe-o.

A política de imigração massiva, propugnada pelo monhé socialista, morreu. Paz à sua alma.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Não há ninguém que baile mais bem que os meninos do Largo do Rato

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

O PSD continua ajumentado, e o Monhé em roda-livre


O Montenegro é pouco inteligente: não se combate o CHEGA criando (propositadamente) divisões internas no seu próprio partido (por exemplo, a polémica artificial de Montenegro com Passos Coelho, acerca da lei da eutanásia).

O PSD, depois de Rui Rio, continua a ser um partido do NIN: nem é carne nem é peixe — “antes pelo contrário”.

O Monhé é espertalhão. O Montenegro está convencido de que é esperto.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2022

A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Este presidente da república tem que ser deposto (para bom entendedor...)


O presidente da república deve ser, supostamente, um contrapeso do Poder de uma maioria absoluta; mas não é: pelo contrário, o actual presidente da república é um catalisador da acção política da maioria socialista.

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Ora, um presidente da república que se comporta politicamente como um braço do Poder Executivo, tem que ser eliminado: não está lá a fazer nada de útil.

Neste momento, não há ninguém que nos proteja do despotismo iluminado do Monhé das Cobras.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Para memória futura: os principais responsáveis pela implementação da Ideologia de Género nas escolas portuguesas

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Isabel Moreira, Eurico Brilhante Dias, Miguel Costa Matos, Edite Estrela, Pedro Delgado Alves, Porfírio Silva, Susana Amador, Alexandre Quintanilha, Alexandra Leitão, Maria Begonha, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Eunice Pratas, Eduardo Alves, Francisco Dinis, Tiago Soares Monteiro, Joana Sá Pereira, Pedro Anastácio, Lúcia Araújo Silva, Anabela Real, Paulo Araújo Correia, Rosa Venâncio, Marta Freitas, Francisco Oliveira, Rosário Gamboa, Patrícia Faro, Catarina Lobo, Pompeu Martins, Palmira Maciel, Ana Isabel Santos, Maria João Castro.

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Lista daqui.

Serão julgados como criminosos; ou pela História, ou pelos tribunais.

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Vem aí o fim-do-mundo, devido às “mudanças climáticas”! Arrependei-vos!


Hoje está a chover muito; é das “mudanças climáticas”. E passaram-se os últimos meses sem chover — o que se deve também às “mudanças climáticas”.

Se chove, é “mudanças climáticas”; se não chove, é “mudanças climáticas”. Se cai granizo, é “mudanças climáticas”; se cai neve, é “mudanças climáticas”.

Se faz frio, é “mudanças climáticas”; se faz calor, com certeza que é das “mudanças climáticas”.

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Se o monhé Kosta anda de caganeira, é das “mudanças climáticas”; se anda mal-disposto, é das “mudanças climáticas; se diz asneiras, é das “mudanças climáticas. O monhé está sempre desculpado.

Se a Catarina Martins diz que cidade de Almada vai ficar totalmente submersa devido ao derretimento dos aicebergues, é das “mudanças climáticas”.

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É tudo a “ciência” das “mudanças climáticas”, com a chancela “científica” do Carlos Fiolhais.

A luta continua! Abaixo o capitalismo!

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

O filho-de-puta do monhé conseguiu o milagre indiano em Portugal