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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O núcleo dirigente do Bloco de Esquerda é um conjunto de psicopatas

O Bloco de Esquerda noticiou assim a morte de um militante do partido:

“Morreu Fernando Baeta Neves, corajoso lutador antifascista. Foi figura marcante na crise académica de 1962. Preso pela PIDE, resistiu a falar, tendo partido as lentes dos óculos e engolido-as.”

fernando baeta neves be webO facto de o Baeta ter partido as lentes dos seus óculos e, acto contínuo, mastigá-las e engolido-as, é considerado pelo Bloco de Esquerda como um acto heróico.

Estamos, aqui, muito longe do Partido Comunista de Álvaro Cunhal. O Bloco de Esquerda é outra coisa.

Muitas dezenas de militantes do Partido Comunista foram interrogados e presos pela PIDE, mas não consta que algum deles tivesse mastigado e engolido as lentes dos seus óculos. Neste caso do Baeta, ultrapassa-se já a barreira da sanidade mental. Existe, no caso Baeta (e do Bloco de Esquerda), um louvor ideológico à loucura e/ou à psicopatia.

O Partido Comunista segue a tradição marxista propriamente dita, desde Lenine a Estaline, mais tarde, em França com Alexandre Kojève, evoluindo depois para Bataille e Althusser; mas o Bloco de Esquerda rompe com a tradição marxista, na linha ideológica de Gramsci e Lukacs que contaminou a Escola de Frankfurt (Utopia Negativa) e a “grande negação” adoptada mais tarde (década de 1960) por Jean-Paul Sartre — um anão com 1 metro e meio de altura, com corpo flácido, cara de sapo e estrábico.

Uma das características dos escritos de Sartre é a propagação de uma certa recusa da existência enquanto fenómeno natural, a ideia de que “a minha existência” não é governada por nenhuma moral universal, que o Bem e o Bom são “meras ilusões”, que não existe uma Natureza Humana enquanto essência, e que é o próprio ser humano que faz (individualmente) a sua própria essência.

Em Sartre, a submissão a Karl Marx é apresentada com uma crítica desafiadora em relação à doutrina do “profeta” — tendência ideológica que se revela mais tarde em Foucault e que, este sim, marcou fundamentalmente a Nova Esquerda que engendrou o Bloco de Esquerda.

De Jean-Paul Sartre, o Bloco de Esquerda herdou também o julgamento do comunismo pelas suas intenções e não pelos seus actos, por um lado, e por outro lado, o desprezo pelo ordinário e pelo vulgar (vem daqui o epíteto de “Esquerda Caviar”) e a crítica radical à “normalidade ilusória” do cidadão vulgar e ordinário.

Para Sartre, Foucault e Bloco de Esquerda, tudo o que é considerado “normal” pela sociedade — na cultura, na ética, no comportamento social — é classificado como “normalidade ilusória do burguês”. Esta “normalidade burguesa”, segundo Sartre, incluía a crítica à heterossexualidade e a crítica à hostilidade burguesa em relação ao crime (a exaltação do Lumpemproletariado).

Neste contexto da inversão de valores ou de repúdio pelos “valores burgueses”, Sartre escreveu em 1952 o livro “Saint Genet, comédien et martyr”, uma obra-prima do satanismo moderno— uma pseudo-biografia do “escritor”, “dramaturgo” e activista esquerdopata Jean Genet, um ladrão inveterado, um cadastrado criminal de alto coturno, e homossexual altamente promíscuo.

Sartre transformou um criminoso e um indivíduo profundamente imoral (Genet) em um mártir, sendo o precursor da recuperação classista do Lumpemproletariado que é hoje a classe revolucionária segundo o Bloco de Esquerda.

Portanto, não nos surpreendamos se o Bloco de Esquerda vier a anunciar no seu site a hipóstase de um novo herói — por exemplo, um guei que, em uma “Manif” do “Pride”, enfiou o gargalo de um garrafão de 5 litros pelo cu acima, arrebentando o esfíncter e o intestino, vindo posteriormente a morrer como “mártir” da “subversão revolucionária dos valores”.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Mais uma “polémica artificial” para o Zé Mané Pureza

mariana mortagua cornos web

Quando o deputado único do Bloco de Esquerda falar no paralamento, aconselho aos deputados do CHEGA seguirem o exemplo do Mister Bean — porque, segundo a Mariana Mortágua e o Zé Mané, não se trata de um insulto: é apenas uma forma inócua de expressão.

mr bean middle finger web

sábado, 1 de novembro de 2025

Mariana Mortágua requiescat in pace

Em espasmos de ressentimento narcísico patológico, a Esquerda radical inventa os males que denuncia para depois justificar o bem que proclama.

mariana mortagua pais mais seguro 400 web

A Esquerda radical não se preocupa com os pobres: preocupa-se exclusivamente com os ricos.

Dizem-se “democratas”, mas quando a democracia os assusta, os esquerdistas usam e abusam do vocábulo “populismo”. São “democratas”, mas não muito.

O esquerdista, na sua obsessiva busca pela igualdade, aplica o mesmo estalão à humanidade inteira, para poder cortar aquilo que a transcende: a cabeça. A decapitação é o rito central da missa esquerdista.

O totalitarismo é a realidade empírica da "Vontade Geral" de Rousseau que foi um dos precursores do Romantismo que caracteriza a Esquerda pós-moderna. Segundo a "Vontade Geral" de Rousseau, a função do tirano é a de libertar cada cidadão da tirania do seu vizinho.

Ao contrário do que disse (ou escreveu) o Sérgio Sousa Pinto (Partido Socialista), a Esquerda actual (pós-moderna ou pós-estruturalista) não provém do Iluminismo, mas antes deriva directamente do Romantismo do fim do século XVIII (Rousseau, os jacobinos, etc.) e princípio do século XIX.

A Esquerda pós-moderna sonega o Iluminismo, por um lado, e por outro lado adopta claramente o cientismo positivista — sendo que o Positivismo é Romantismo das ciências.

sábado, 20 de setembro de 2025

A Mariana Mortágua vê o mundo ao contrário

A bandeira de Portugal tem os sete castelos e as cinco quinas.

A islamofilia e a estaurofobia da Mariana Mortágua impedem que ela empunhe a bandeira portuguesa porque esta causa-lhe repugnância. Para a Mariana Mortágua, a bandeira nacional portuguesa é nojenta.

mariana mortagua e a bandeira da palestina web

Porém, para a Mariana Mortágua, a bandeira de um Estado falhado, anti-semita e terrorista, como é a Palestina, já tem o seu amor. A Mariana Mortágua tem amor pelo feio: tudo o que é esteticamente defeituoso merece-lhe respeito, e até devoção.

Dêmos todos graças a Deus por a Mariana Mortágua ser lésbica e não procriar, porque de outro modo a sociedade corria o risco de ter uma segunda edição da Aurora Rodríguez que educou a sua filha para ser a revolucionária perfeita, mas quando a filha se rebelou contra a mãe, esta assassinou-a. A Mariana Mortágua tem o perfil psicológico de uma psicótica infanticida.

A mundividência da Mariana Mortágua é invertida — aliás, em linha com a visão invertida do moderno liberal que nunca percebe que os horrores que o espantam são o lado do avesso das falácias que admira.

A Mariana Mortágua é a manifestação epifenomenológica de uma sociedade profundamente doente.

terça-feira, 2 de setembro de 2025

A flotilha de pacotilha voltou novamente ao porto de Barcelona



Primeiro, as meninas rabinas anunciaram que eram 37 barcos que compunham a flotilha de pacotilha, quando, em boa verdade, eram apenas 24 barcos. As meninas rabinas mentiram. Dos 24 barcos iniciais, restam agora 19, depois do segundo retorno à base.

A primeira largada de Barcelona da flotilha de pacotilha no passado Domingo foi uma encenação para os me®dia manipularem a opinião pública, sendo que uma maioria de barquinhos da flotilha de pacotilha saiu do molhe e voltou a entrar nele.

Triste figura: as escuteiras foram acampar para Gaza mas voltaram à base com medo de uma marejada




A ideia da flotilha de pacotilha não é ajudar a população de Gaza: em vez disso, é diminuir e destruir a imagem de Israel.

É disto que se trata. Não é uma flotilha humanitária; é uma flotilha ideológica.

Nota: ¿já repararam que a Mariana Mortágua tem uma testa pequena e simiesca?

domingo, 20 de julho de 2025

Mariana Mortágua, a queixa e a revolta constantes


Vejam este vídeo de Mariana Mortágua no Twitter.

A Mariana Mortágua está sempre à espreita de apanhar qualquer coisa para se revoltar. “Se não é do cu, é das calças”, o que lhe provoca revolta. Ela está sempre atenta, à espera de uma qualquer razão para uma boa “revoltazinha”. Não há nada nem ninguém que possa apaziguar a Mariana Mortágua na sua constante demanda por uma revolta quentinha ou fresquinha, ad infinitum. A constante revolta é a razão de ser da Mariana Mortágua.

Sem uma boa revolta, a Mariana morre psicologicamente.

A revolta da Mariana Mortágua aumenta à medida que alguém pretende apaziguá-la. No mencionado vídeo, vemos toda a gente (na mesa) caladinha e em modo de apaziguamento, a escutar a douta senhora revoltada. E quanto maior é o apaziguamento à volta dela, mais se revolta e se exalta a criatura, quase entrando em um êxtase de indignação.

Em uma época em que está na moda a auto-vitimização, a revolta é a própria justificação da vitimização.

Por vezes, o sentimento de revolta é prazenteiro (a Mariana Mortágua quase entra em orgasmo, no seu discurso). O sentimento de revolta certifica que a pessoa revoltada tem uma moral superior, e que se preocupa com o estado do mundo.

A revolta da Mariana Mortágua concede-lhe uma vantagem psicológica sobre as outras pessoas em torno daquela mesa. As pessoas que escutam a Mariana Mortágua revoltada ficam com a ideia de alguma coisa de muito mal se passa no mundo e que esse mal lhes têm escapado; começam a experienciar um complexo de culpa, que é irracional por natureza.

A Mariana Mortágua revoltada assume-se mais sensibilizada em relação aos males e injustiças do mundo, em contraposição às outras pessoas na mesa que supostamente não estão sensibilizadas para tal.

Fica implícito, mediante o discurso revoltado da Mariana Mortágua, que as outras pessoas na mesa são complacentes em relação aos males do mundo, ou que são mesmo cúmplices desses males do mundo.

A Mariana Mortágua convida toda a gente a revoltar-se também, para que as pessoas não vivam numa atmosfera de constante acusação. O corolário da acção revoltada da Mariana Mortágua é a revolta geral, em que as pessoas acabam por seguir os tiques, os pensamentos, os sentimentos, os modos de expressão da Mariana Mortágua revoltada.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Isabel Moreira & compagnons de route




Ou o Partido Socialista acaba com a Isabel Moreira, ou a Isabel Moreira acaba com o Partido Socialista.

O tempo do Sampaio e do Partido Comunista já passou, e não volta mais.

A História não se repete; ou melhor, e como dizia Karl Marx: “A História repete-se: primeiro como uma tragédia (Napoleão), e depois como uma farsa (Napoleão III)”.

Jorge Sampaio foi uma tragédia, e Mariana Mortágua (e Alexandra Leitão) é uma farsa claramente apoiada por Isabel Moreira.

Torna-se cada vez mais difícil votar no Partido Socialista da Isabel Moreira. Carlos Moedas tem razão.

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

O Bloco de Esquerda e o processo de Formação de Massa

As duas raparigas (e estudantes universitárias!) que agrediram o ministro socialista com ovos e tinta verde, fazem parte de um grupo político que exige 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos.


O Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

Existe a ideia de que “o Bloco de Esquerda perdeu influência na sociedade, porque perdeu votos”. A verdade é que, não só muita gente influente no Partido Socialista do monhé veio da área política do Bloco de Esquerda (por exemplo, Pedro Nuno Santos, Ana Catarina Mendes, etc.), como o Partido Socialista do monhé adoptou (como suas) muitas das ideias radicais do Bloco de Esquerda. Portanto, é falso que o Bloco de Esquerda tenha perdido influência na sociedade: o Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

O Bloco de Esquerda só perderá, de facto, influência na nossa sociedade quando o Partido Socialista se libertar do filho-de-puta do Monhé das Cobras e adoptar uma linha política neo-soarista — o que implica uma purga interna de radicais ideológicos.

programa democratico webAssistimos, perplexos, à complacência da cúpula do Partido Socialista do monhé em relação a este tipo de violência física radical: por exemplo (entre muitos outros, como Isabel Moreira), a benevolência do ex-comunista Augusto Santos Silva (presidente da assembleia da república) em relação à acção de violência física da extrema-esquerda, ao mesmo tempo que critica irascivelmente a intervenção, de megafone em punho, de um jovem tradicionalista em uma apresentação de um livro LGBTQPBBQ+ para crianças impubescentes.

A mensagem do presidente da assembleia da república é clara: a violência da extrema-esquerda radical é tolerada, mas tudo o que coloque em causa — ou que apenas critique — o sistema socialista mafioso instalado, deve ser combatido com a força bruta do Estado. É a expressão actual e institucional da Teoria Crítica.


Reparem que apenas os substantivos masculinos e neutros são substituídos pela novilíngua; os substantivos femininos permanecem intocáveis. Esta gente leva o legado ideológico e acientífico de Engels muito a sério.


substantivos masculinos web

«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

― Eric Voegelin.


As exigências daquele grupo radical (ligado ao Bloco de Esquerda), referido em epígrafe, são absurdas e impossíveis de cumprir. Custa mesmo acreditar que alunos universitários possam pensar que tais metas políticas sejam factíveis.

Segundo Hannah Arendt, o que é próprio das ideologias totalitárias é a combinação perversa de ideologia e acção violenta gratuita (e mesmo, em casos extremos, de terror), que visa destruir qualquer possibilidade de existência de um mundo comum aos seres humanos, procurando desenraizar os cidadãos em relação ao domínio político — ao eliminar quer a pluralidade própria da discussão de ideias, quer as próprias condições existenciais da humanidade, ou seja, pretende eliminar um presente onde pensar e um espaço onde agir. Para a ideologia totalitária (passo a redundância), o presente e o futuro confundem-se na utopia.

A liderança do Bloco de Esquerda sabe muito bem que a exigência de 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos, é impossível de se realizar senão através da instituição de uma espécie de totalitarismo que faria corar Lenine.

Ainda assim, estudantes universitárias ligadas ao Bloco de Esquerda defendem esta ideologia utilizando violência física, procurando a construção multifacetada de uma Formação de Massa apoiada pelas elites políticas de Esquerda (Partido Socialista incluído), e com a conivência do PSD do maçon Luís Montenegro que assume a espiral do silêncio face às posições políticas de uma minoria radical.

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022