Mostrar mensagens com a etiqueta esquerdopatia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta esquerdopatia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A Equipa de Demolição da Civilização (1)

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização e sociedade não devem existir.

Ontem passei, por acaso, pela RTP no programa “Estado da Arte”, um programa de debate mediado pela jornalista Alberta M. Fernandes, e que tem (semanalmente) a presença, no comentário, de Susana Peralta (51 anos, claramente conotada com o Bloco de Esquerda ou com o LIVRE) Joana Marques Brás (24 anos, actriz, também da Esquerda “progressista”), Henrique P. Mesquita (28 anos, funcionário da Porto Editora), e Rodrigo Moita Deus (48 anos, o mais ajuizado do grupo, mas, ainda assim, “liberal”).

Mal sintonizei o programa e vi o Rodrigo Moita Deus a queixar-se de que a Joana Marques Brás lhe tinha (implicitamente) chamado de “racista” por razão (d'aquele) ter criticado as políticas de imigração em massa protagonizadas pela Geringonça.

E, mais uma vez, concluí ser impossível ter qualquer tipo de diálogo com os ditos “progressistas”: se discordamos deles, somos imediatamente chamados de xenófobos, homófobos, transfóbos, misóginos, sexistas, machistas, rassistas, fassistas, escrotos patriarcais, supremacistas branquelas, pais de família, marialvas, negacionistas, chalupas, grunhos, preconceituosos e reaccionários.


A Susana Peralta e a Joana Brás fazem parte daquilo a que podemos chamar de “Equipa de Demolição da Civilização” — assim como o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE, a ala Esquerda radical do Partido Socialista representada por Isabel Moreira, e até alguns elementos notórios do PSD como por exemplo o José Pacheco Pereira.

Aquilo a que chamamos de “civilização” é composto por vários pilares, por exemplo:

1/ Lei e Ordem,
2/ Fronteiras Nacionais,
3/ Meritocracia,
4/ Igualdade na Justiça,
5/ protecção das crianças e adolescentes,
6/ industrialização,
7/ liberdade de expressão,
8/ protecção da vida humana e fé no futuro de uma sociedade livre.

Todos estes pilares da civilização estão a ser ameaçados pela Equipa de Demolição da Civilização.

Até meados da década de 1970, a ameaça da Equipa de Demolição contra a civilização era frontal, inequívoca, violenta muitas vezes. Com o esboroamento da URSS em finais da década de 1980, a Equipa de Demolição da Civilização passou a actuar pelos flancos, de forma dissimulada, sub-reptícia, hipócrita muitas vezes.

Pretendem demolir a civilização para a substituir por um sistema utópico construído através de uma fé metastática (a crença de que é possível mudar a natureza fundamental da Realidade e da Natureza Humana).

A crítica da Equipa de Demolição da Civilização não é a de que a nossa civilização funciona mal, mas é que a civilização funciona normalmente.

Ora, é este “normal” do funcionamento  da civilização que terá que ser (alegadamente) “arrebentado” pela Equipa de Demolição para que possa surgir daí um paraíso na Terra. É uma espécie de “destruição criativa” Schumpeteriana mas à maneira da Esquerda neomarxista.

Os pseudo-intelectuais “progressistas”, os “intelectuais” anti-civilização do tipo Susana Peralta ou Joana Brás, dizem que “amam a humanidade”, mas de facto odeiam o ser humano (odeiam a Natureza Humana).

Vêem a Lei e Ordem, as Fronteiras Nacionais, e a Meritocracia como estratégias criminosas de opressão.

Vêem a expressão da Realidade e dos factos, não como prova contra os seus projectos radicais, mas antes como prova de que os seus projectos radicais não têm sido suficientemente radicais, e que é necessário radicalizar ainda mais.

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização não deve existir. Isto vai ter que acabar. É tempo de os “progressistas” irem cavar batatas.

terça-feira, 21 de abril de 2026

A Isabel Moreira e a Realidade Normativa

«Isabel Moreira partilhou na sua conta do X o "parecer" da CIG - um antro de trans-activistas durante anos -, que conclui que a actual lei da autodeterminação de género é fantástica. Isto apesar da actual lei permitir a qualquer jovem mentalmente descompensado, o acesso imediato a uma identidade e um marcador de género diferente, sem qualquer diagnóstico rigoroso com todas as consequências imprevisíveis e trágicas que resultam daqui.

Desde que ela postou, chovem comentários na conta dela. São centenas e centenas a contestá-la. Dá gosto ver que o Wokismo acabou. Os portugueses já não receiam demonstrar de forma clara que não vão ficar calados perante os perigos desta gente alucinada.

Que o Presidente da República tenha bem noção disso. »

MOMENTO RELAX PARA QUEM NÃO SUPORTA A ISABEL MOREIRA

O dimorfismo sexual é uma característica da Realidade Normativa, mas a Isabel Moreira não concorda com a normatividade da realidade implícita no dimorfismo sexual.

Por exemplo, a Isabel Moreira acredita que se cortarem uma perna a 51% dos carneiros do mundo inteiro, os carneiros deixam de ser quadrúpedes. É uma crença. Mas toda a gente normal sabe que, ainda que os seres humanos cortassem as pernas aos carneiros, estes não deixariam de ser quadrúpedes.

O que está aqui em causa é o bom-senso, por um lado, e o senso-comum, por outro lado. A Isabel Moreira não tem nem uma coisa nem outra. A Isabel Moreira é doente mental.

sábado, 21 de março de 2026

A doença mortal da Igreja Católica


A Igreja Católica está moribunda. As notícias acerca do actual Papa Pachamama e dos padres progressistas e neomarxistas, revelam já uma Igreja Católica ferida de morte. A infiltração da Esquerda mais radical no seio da Igreja Católica, desde que o papa Chiquinho entrou no Vaticano, tem levado a uma derrocada, lenta mas persistente, da instituição católica.

Senão, vejamos este título de uma “notícia” da Rádio Renascença (presumivelmente católica), assinada por uma tal Manuela Pires:


doença catolica web

Imagine o leitor que 99% dos deputados do parlamento eram de Direita, e que apenas 1% eram de Esquerda. A tal Manuela escreveria o título da mesma forma: “A Direita ficou isolada.” Isto é a inversão factual da realidade, por razões estritamente ideológicas.

A Rádio Renascença é tão credível quanto o jornal Púbico; mas o problema não é esse: o problema é que, alegadamente, a Rádio Renascença é um órgão de Comunicação Social que é propriedade da Igreja Católica. A Rádio Renascença é, ou deveria ser, (supostamente) católica. É suposto que a Rádio Renascença diga a verdade, ou seja, que não diga que uma minoria “isola” a maioria.

Desde que eu fui assistir a uma missa católica, aqui no norte de Portugal, e o padreco começou a dançar samba no presbitério, ao som da música do coro, nunca mais fui a uma missa. Para mim, a Igreja Católica acabou.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Mais uma “polémica artificial” para o Zé Mané Pureza

mariana mortagua cornos web

Quando o deputado único do Bloco de Esquerda falar no paralamento, aconselho aos deputados do CHEGA seguirem o exemplo do Mister Bean — porque, segundo a Mariana Mortágua e o Zé Mané, não se trata de um insulto: é apenas uma forma inócua de expressão.

mr bean middle finger web

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

O multiculturalismo dá muito jeito à Esquerda

bondi-beach-web

O multiculturalismo dá muito jeito para matar judeus que a Esquerda gostaria de matar mas não pode, porque lhe fica mal.

Por outro lado, quanto mais e maiores diferenças culturais existem em uma determinada sociedade, mais o Estado tem que intervir na sociedade para impôr uma disciplina que reprima a “inclusividade” das diferenças.

A luta contra o terrorismo islâmico é inseparável da luta que a sociedade tem travar contra a Esquerda.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Uma Justiça enviesada irá tornar o ambiente político irrespirável


Imaginem um cartaz do Bloco de Esquerda com as seguintes frases: “A lei é para todos”; e “os capitalistas têm que pagar impostos”.

capitalistas impostos web

Não lembraria ao careca que a AEP fosse processar a Mariana Mortágua por injúria ou difamação — porque o cartaz seria de Esquerda.

ciganos cumprir a lei web

Mas se o cartaz é de Direita — como é o cartaz dos “ciganos que têm que cumprir a lei” —, então já vale a judicialização da política, e a intervenção de uma Justiça enviesada e injusta.

Aplica-se aqui o conceito de tolerância repressiva de Herbert Marcuse:Tudo o que vem da Esquerda é bom, e tudo o que vem da Direita é mau”. E os juízes da república das bananas assinam por baixo.

sábado, 1 de novembro de 2025

Mariana Mortágua requiescat in pace

Em espasmos de ressentimento narcísico patológico, a Esquerda radical inventa os males que denuncia para depois justificar o bem que proclama.

mariana mortagua pais mais seguro 400 web

A Esquerda radical não se preocupa com os pobres: preocupa-se exclusivamente com os ricos.

Dizem-se “democratas”, mas quando a democracia os assusta, os esquerdistas usam e abusam do vocábulo “populismo”. São “democratas”, mas não muito.

O esquerdista, na sua obsessiva busca pela igualdade, aplica o mesmo estalão à humanidade inteira, para poder cortar aquilo que a transcende: a cabeça. A decapitação é o rito central da missa esquerdista.

O totalitarismo é a realidade empírica da "Vontade Geral" de Rousseau que foi um dos precursores do Romantismo que caracteriza a Esquerda pós-moderna. Segundo a "Vontade Geral" de Rousseau, a função do tirano é a de libertar cada cidadão da tirania do seu vizinho.

Ao contrário do que disse (ou escreveu) o Sérgio Sousa Pinto (Partido Socialista), a Esquerda actual (pós-moderna ou pós-estruturalista) não provém do Iluminismo, mas antes deriva directamente do Romantismo do fim do século XVIII (Rousseau, os jacobinos, etc.) e princípio do século XIX.

A Esquerda pós-moderna sonega o Iluminismo, por um lado, e por outro lado adopta claramente o cientismo positivista — sendo que o Positivismo é Romantismo das ciências.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

genocidio branco web

Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

barcos de pretos web

Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

A Esquerda americana já perdeu a guerra ideológica e cultural

Com o assassinato de Charlie Kirk, a Esquerda americana perdeu a guerra ideológica e cultural. O próprio senador americano e esquerdista Adam Schiff já o reconheceu publicamente.

Uma vez que o movimento político "Woke" foi “processado” nos Estados Unidos (nas universidades privadas) a partir de elementos ideológicos do marxismo cultural  (da Escola de Frankfurt até à década de 1960, e depois com Marcuse e Wilhelm Reich nos Estados Unidos na década de 1960), por um lado, e do Pós-estruturalismo francês (Derrida, Foucault, Deleuze, etc) por outro lado, e estruturado ideologicamente com uma determinada práxis a partir da década de 1980 — a derrota da Esquerda americana significa o prenúncio de decadência acelerada da Esquerda europeia, salvo se esta se reestruturar ideologicamente (mudar de rumo ideológico), o que não vejo acontecer.

No dia em que foi anunciado a morte de um mártir (Charlie Kirk) às mãos da Esquerda "Woke", a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, vem anunciar o fim da agenda política da Esquerda europeia na área da energia e, implicitamente, na área da indústria automóvel: é uma questão de tempo até que os dogmas aquecimentistas se desmoronem na cultura ocidental.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

sábado, 19 de julho de 2025

Isabel Moreira e a censura prescritiva do Partido Socialista e da Esquerda radical


A censura do Estado Novo apenas proscrevia determinados discursos no espaço público.

Contudo, o chamado “politicamente correcto”, encabeçado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira (e da Alexandra Leitão), e coadjuvado pelo LIVRE, Bloco de Esquerda, PAN, e pelo Partido Comunista — para além de proscrever um determinado tipo de discurso público, prescreve também outro tipo de discurso público.

A censura praticada pelo politicamente correcto, identificada claramente pela acção política da Isabel Moreira (Partido Socialista), tem vislumbres da censura praticada na Coreia do Norte: é uma censura que não só proscreve, mas também prescreve.

A censura prescritiva — a do Partido Socialista da Isabel Moreira e da Esquerda radical, à moda da Coreia do Norte —, que é a exigência segundo a qual algumas coisas não podem ser ditas (censura proscritiva), mas também a exigência de que outras coisas têm que ser (obrigatoriamente) ditas (censura prescritiva), é a pior forma de censura que podemos conceber — porque nos conduz (a sociedade inteira) não só ao tédio cultural e político, mas a um senso de violência contra as nossas mentes, porque as coisas que devem ser obrigatoriamente ditas e que não podem ser compulsoriamente negadas, são normalmente falsidades óbvias e grosseiras.



Ser obrigado a aceitar e repetir falsidades grosseiras é muito pior do ser meramente proibido de dizer qualquer coisa.

Quando comparado com Isabel Moreira, Salazar era um menino de coro.

sábado, 5 de julho de 2025

Carro-a-pilhas: não se trata de “ecologia”; é, em vez disso, um ataque político à liberdade individual


Não se trata de “ecologia”:
trata-se de eliminação gradual das liberdades individuais. A União Europeia está a construir paulatinamente um novo tipo de totalitarismo e de controlo social seguindo o modelo chinês (sinificação).

Aconselho a leitura do livro de Mattias Desmet, "The Psychology of Totalitarianism". Infelizmente este livro não foi traduzido para a língua portuguesa — penso eu que a tradução não foi realizada propositadamente. Este livro é considerado perigoso pelas actuais elites políticas, e atentatório contra a construção do leviatão esquerdopata europeu.

Para o reforço desmedido do Poder político, a União Europeia conta (entre outros meios) com a eliminação gradual do automóvel individual, com a consequente socialização comunistóide e massiva dos transportes públicos obrigatórios, por um lado, e com a cidade 15 minutos, por outro lado.



Dizer que um carro-a-pilhas é mais “ecológico” do que um carro a diesel moderno, é pura demagogia. Você está a ser enganado!

Aliás, e melhor dizendo: o carro-a-pilhas só é mais “ecológico” porque não será jamais possível dar um auto-a-pilhas a cada cidadão: as classes baixas e médias-baixas serão desprovidas de transporte individual, e por isso perderão mobilidade e liberdade; apenas as classes mais altas e ricas terão direito a um automóvel individual (a pilhas) – o que já está a acontecer na China.

Se, em vez de termos 1 milhão de automóveis a circular numa cidade, tivermos apenas 200 mil carros a pilhas em circulação, então, e só neste caso, poderemos dizer que o carro-a-pilhas é mais ecológico do que o carro a diesel. O carro-a-pilhas será mais “ecológico” porque será objecto de privilégio social na posse.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual.

No meu condomínio existem apenas 15 carro-a-pilhas numa garagem com várias dezenas de automóveis, e a electricidade do condomínio é interrompida / cortada sistematicamente por incapacidade de abastecimento eléctrico; e, embora a lei diga o contrário, as obras de aumento de potência eléctrica do condomínio irão ser pagas por todos os condóminos.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual (embora não seja o único símbolo de liberdade). Todos os símbolos de liberdade individual serão inexoravelmente atacados na União Europeia, seguindo o modelo político chinês.

Concomitantemente, a limitação de acesso do povo ao automóvel individual será complementada pela cidade 15 minutos que transformará o cidadão das classes mais baixas em uma espécie de habitante de um zoológico. Se juntarmos, ao carro-a-pilhas, a cidade 15 minutos, e as milhares de câmaras de vídeo-vigilância públicas, teremos uma hipostasia do modelo político chinês na Europa.

domingo, 2 de fevereiro de 2025

sábado, 21 de dezembro de 2024

A Esquerda nutre um ódio existencial e de estimação em relação aos portugueses

Os Portugueses começam a ser estrangeiros no seu próprio país:

  • Quando há rusgas policiais nos bairros dos brancos (portugueses), no pasa nada!
  • Quando há rusgas policiais nos bairros dos pretinhos (coitadinhos!),  no pasarán!



terça-feira, 22 de outubro de 2024

A Ideologia de Género nas escolas, e o esquerdalho esgrouviado

A família dita “tradicional” — constituída por 1 homem, 1 mulher, e respectivos filhos — é entendida, pela Esquerda, à imagem de Engels e do seu livro “A Origem da Família, da Propriedade e do Estado”, ou seja, é entendida como uma construção social “confessional” (isto é, uma construção judaico-cristã).

O próprio conceito de “família sindiásmica”, de Engels, foi mais tarde adoptado pelo Estruturalismo, com a noção de “família nuclear” (Claude Lévi-Strauss) que adopta as principais características da “família sindiásmica” segundo Engels.

O que é espantoso é que o conteúdo de um livro a-histórico, acientífico, amador, superficial, ficcional até — como é o citado livro de Engels —, é tido ainda hoje como referência por “intelectuais” como José Pacheco Pereira e Rui Tavares, e referenciado benevolamente por mentes esclerosadas como a de Isabel Moreira (que parece não ter estudado o Direito Romano, que é pagão por excelência) ou das manas Mortágua.

O José Pacheco Pereira chegou a dizer, em um programa de televisão, que “quem defende a família [tradicional] quer o domínio do homem sobre a mulher” (sic) — que é, em súmula, o que Engels defendeu no citado livro.

Se observarmos com atenção o discurso de Joana Mortágua no vídeo abaixo, verificamos como ela opõe (claramente!) a “família tradicional” dita de “origem confessional” (judaico-cristã), por um lado, e a “diversidade das famílias”, por outro lado, que inclui a “família homossexual”. Esta oposição é dicotómica: ou uma coisa, ou outra: não há terceiro excluído.

A ideia esquerdista segundo a qual é possível conciliar a “família tradicional de origem confessional” (alegadamente de origem judaico-cristã) e a “diversidade das famílias” (que traduz a ideia da “família sindiásmica” e matriarcal de Engels), é apenas uma figura de retórica do marxismo pós-modernista (marxismo cultural).

Na mente de Joana Mortágua (e da Esquerda em geral), essa conciliação não é desejável nem é sequer possível, porque a “família judaico-cristã” é (alegadamente) o sustentáculo da super-estrutura cultural que impede ou obstaculiza a revolução e a realização do paraíso na Terra.

A escola é pré-política (Hannah Arendt). A formação e a educação das crianças e adolescentes é pré-política.

A doutrinação (ideológica e política) das crianças, desde tenra idade, contra a ideia de “família tradicional”, faz parte de um programa ideológico de ensino nas escolas, elaborado pelo Partido Socialista, acolitado e influenciado pelo Bloco de Esquerda, Partido Comunista, Livre e PAN. É neste contexto que é adoptada a Ideologia de Género nas escolas, como ferramenta de desconstrução da realidade biológica no sentido da afirmação de uma realidade alternativa, acientífica, dogmática e paradisíaca, guiada por uma Fé Metastática ideológica que anuncia a escatologia milenarista dos “amanhãs que cantam”.

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

¿Por que razão não mudam as leis neste país?! — pergunta o ex-deputado António Sousa Lara


Porque 1/ quem manda neste país é a maçonaria; 2/ a maçonaria identifica-se plenamente com o globalismo — que é uma espécie de socialismo global para os ricos e um capitalismo selvagem e social-darwinista para os pobres —; 3/ a maçonaria, representando o “liberalismo internacionalista e ecologista” da BlackRock e da Vanguard, trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda: por isso é que os radicais de Esquerda são aliados circunstanciais da maçonaria.

Por exemplo, para o maçon Luís Montenegro e para a radical marxista Mariana Mortágua, não existe diferença entre cidadão, por um lado, e residente, por outro lado. Cidadão = Residente. Para os dois, um cidadão é um residente em Portugal, e um residente no país é um cidadão.

A pequena diferença entre Luís Montenegro e Mariana Mortágua é a de que o primeiro é um “patriota cosmopolita” (no conceito de Fernando Pessoa) e a segunda é uma “antipatriota cosmopolita” (internacionalista trotskista/marxista) — o “patriotismo cosmopolita” é definido por Fernando Pessoa como o “atribuir a uma nacionalidade, como princípio de individuação, não uma tradição determinada1, nem um psiquismo determinante tal2, mas um modo especial de sintetizar as influências do jogo civilizacional. (…) Para ele3 não há propriamente uma alma nacional; há apenas uma direcção nacional. Uma nação tem apenas, dados os factores inalienáveis de situação geográfica, um determinado papel no conjunto das nações, de que é formada uma civilização”.4

Um maçon (que se preze) é um “patriota cosmopolita” que não vê no cidadão um portador de uma alma nacional: em vez disso, vê nele um mero residente de uma sociedade que cumpre circunstancialmente um determinado papel em um determinado conjunto de nações.

A Mariana Mortágua é uma “antipatriota cosmopolita” comunista — que tem em comum, com o Luís Montenegro , o facto de ser cosmopolita.

“O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução”5

(…)

“O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem” 6.


Notas
1. patriota tradicionalista
2. patriota integral
3. para o patriota cosmopolita
4. Fernando Pessoa, “O Preconceito Tradicionalista”.
5. Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”.
6. idem

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Isabel Moreira, o Partido Socialista, a Esquerda obscena e o Casamento Anfíbio


“A deputada do PS Isabel Moreira pediu ao Governo, esta quarta-feira, que retome “com urgência” o processo de regulamentação da gestação de substituição, e avisou que o executivo não pode escolher, “conforme as suas convicções, se respeita uma lei do Parlamento que consagra um direito”, à semelhança do que fez com a morte medicamente assistida.”

Bloqueio na regulamentação da gestação de substituição cria desespero em casais que querem constituir família




“Gestação de substituição”
é o termo que os radicais de Esquerda — por exemplo, Isabel Moreira, Mariana Mortágua, Daniel Oliveira, etc. — usam para substituir (na novilíngua orwelliana esquerdopata) o conceito de "barriga de aluguer" que decorre do Casamento Anfíbio — que é o tipo de “casamento” cuja reprodução se processa à maneira dos animais anfíbios.

O putedo e a paneleiragem do Partido Socialista, apoiantes incondicionais do Casamento Anfíbio, defendem a institucionalização (na cultura antropológica) da "barriga de aluguer" que faz da gestação de um ser humano um negócio obsceno, digno do pior que a escravatura nos trouxe no passado, fazendo parte de um utilitarismo que transforma o ser humano em mercadoria.

Esta gente tem que ser parada. A bem ou a mal. Por mim, a coisa ia a mal.

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária


Quantos mais ladrões, assassinos, sem-abrigo, maltrapilhos, miseráveis, mafiosos existirem em circulação na sociedade, mais a Esquerda rejubila.

Com a desindustrialização, o Lumpemproletariado passou a ser a nova classe revolucionária; sem o Lumpemproletariado, a Esquerda tende a desaparecer.

“Esquerda” significa Partido Socialista + Bloco de Esquerda + Partido Comunista + Livre.

Partidos como o PAN e o PSD tendem a desaparecer, por razões que não cabem agora aqui. O CDS já é defunto, e assim ficará.

Número de sem-abrigo está a aumentar, cerca de 15% são imigrantes. O que é espantosa é a solução apresentada pela Esquerda para o problema dos sem-abrigo imigrantes:

“A solução não passa por medidas restritivas para a migração, mas antes por receber “todas as pessoas”, dando-lhes as condições mínimas para que possam viver no país, defende presidente da CAIS.”

Isto faz lembrar os últimos tempos do comunismo na URSS, na década de 1980: quando o sistema comunista soviético se desmantelava, a economia paralela atingia mais de 50%, os militantes do Partido Comunista diziam que a solução para o problema soviético era a necessidade de “mais comunismo”.

Temos cerca de 15% de sem-abrigo que são imigrantes. E o que diz a Esquerda? Que temos que importar mais imigrantes, ou seja, “todas as pessoas” que queiram vir para Portugal. Se 500 milhões de imigrantes quiserem vir para Portugal, a Esquerda apoia.

Vivemos num tempo de completa irracionalidade das elites (o imbecil colectivo). Já não sei se isto lá vai com democracia, porque a argumentação lógica deixou de ter validade no discurso público.

domingo, 15 de setembro de 2024

O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-p*ta

A Esquerda dá duas razões principais para votar em Kamala Harris:

1/ porque ela é negra;

2/ porque ela é mulher.

Teríamos, assim, na perspectiva de Esquerda, pela primeira vez, uma mulher negra como “presidenta” dos Estados Unidos.


Mas a mesma Esquerda diz-nos que não há diferença entre uma mulher e um homem, e diz-nos que não devemos julgar as pessoas pela cor da pele.

Esta contradição é assumida racionalmente e com orgulho pela Esquerda — causando, na populaça, Estimulação Contraditória e Dissonância Cognitiva em massa.

O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-puta. Não há FDP maior.