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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Um carro eléctrico é um IPAD com rodas

O meu filho comprou um Toyota Yaris “híbrido”. “Híbrido” significa que não é carne nem é peixe; é assim “uma coisa a modos” que uma quimera... porém, por ser da Toyota, o meu parecer foi neutro, ou seja, não fui contra a escolha. A Toyota é como Brandy Constantino: tem uma fama que vem de longe...

Além disso, o motor a gasolina deste carro (Toyota Yaris “híbrido”) tem 1.500 Centímetros Cúbicos (ou 1,5 litros), embora apenas com 3 cilindros em linha. O novo Toyota Yaris “híbrido”, que irá ser comercializado ainda este ano em Portugal, também um motor a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, mas com 4 cilindros.

Portanto, eu não considero este “híbrido” da Toyota como sendo um carro eléctrico: é um carro com motor a combustão a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, embora com assistência eléctrica.

Carro eléctrico é outra coisa. É um IPAD com rodas.

ipad com rodasNão consigo entender as pessoas que compram carros eléctricos. Essas pessoas estão fora da minha capacidade de compreensão. Eu devo ser muito burro, porque não as compreendo. Não sei como é possível uma pessoa gastar um balúrdio de dinheiro na compra de um carro novo apenas para seguir a moda. O carro eléctrico está na moda... e vai daí, pumba! lá vão 40 mil Euros pela janela fora...!

O novo IPAD com rodas da BMW tem assentos aquecidos, mas tens que pagar 18 Euros por mês para desfrutar do aquecimento do teu traseiro. Se te esqueces de pagar os 18 Euros mensais, a BMW corta-te remotamente o aquecimento dos assentos através do IPAD instalado na viatura.

Nos novos modelos dos IPAD com rodas da Tesla, quase tudo o que consta do ecrã do IPAD terá um custo mensal. Ou seja, compras um IPAD com rodas à laia de automóvel, pagas e não bufas, mas o carro não é teu: continuas a pagar mensalmente pelo software e pela utilização das comodidades. O IPAD com rodas tem cerca de 1 milhão de linhas de código (software) que servem para perpetuar o controlo do fabricante sobre um produto que já pagaste com língua de palmo...

Os novos IPAD com rodas significam o fim dos mecânicos de bairro, aqueles que nos resolvem pequenos problemas. Qualquer problema com os IPAD com rodas, e terás que te dirigir obrigatoriamente a um concessionário que te cobrará “couro e cabelo” (isto é uma metonímia) pela manipulação de algumas linhas de código de software sob autorização do fabricante. Nos diagnósticos e reparações, acabou a concorrência. Deixamos de procurar o melhor mecânico e o mais barato: é a marca que nos obriga a pagar e a “chorar baba e ranho” (outra metonímia).

E depois, com o advento dos novos IPAD com rodas, temos o “Kill Switch”. Por exemplo, se excederes o máximo de velocidade permitido, pimba!, desligam-te o IPAD remotamente. Ficas parado na estrada à espera do reboque.

Compraste um IPAD com rodas, convencido que era teu, mas a verdade é que não é tua propriedade.

E não tens um mercado automóvel de segunda mão que valha a pena... os IPAD, findas as baterias, deitam-se fora — porque a substituição da bateria do IPAD custa quase tanto como o IPAD novo.

Pagaste um balúrdio por um aluguer vitalício de um bem que te pode ser retirado a qualquer momento. E os políticos de Esquerda (por exemplo, o Carlos Moedas) estão caladinhos que nem ratos, à espera que o modelo político chinês das “cidades 15 minutos” se instale definitivamente...

terça-feira, 7 de abril de 2026

O carro eléctrico e o jornalismo mercenário

vigarice merdiatica

Está montada a maior fraude ao consumidor europeu de que há memória, que pretende (essencialmente) duas coisas: a sinificação da Europa, e a limitação de liberdade de locomoção do cidadão.

O argumento segundo o qual “o carro eléctrico é mais ecológico” faz parte da maior vigarice que as elites incutiram no povo. O processo de fabrico do carro eléctrico (desde a produção das baterias) é extremamente poluente.

O único argumento válido e a favor do carro eléctrico é o incremento da autonomia em relação Médio Oriente e aos seus produtos petrolíferos — mas, ainda assim, não podemos dispensar o diesel: imaginem, por absurdo, um camião TIR com baterias eléctricas, carregado com 20 toneladas de mercadorias, a viajar 2.000 quilómetros por essa Europa fora... uma viagem Lisboa / Copenhaga demoraria, no mínimo, 20 dias... ou um avião eléctrico de passageiros a fazer a viagem Sidney / Nova Iorque...

A notícia acima é própria de um jornalismo fraudulento, e de jornalistas vigaristas e mercenários (a maioria deles), inimigos do povo — desde logo porque ignora o mercado de automóveis usados que são esmagadoramente de motores a combustão. E isto até faz sentido, porque o carro eléctrico não terá jamais um mercado de usados que seja digno desse nome.

O carro eléctrico é automóvel de rico: ao fim de 7 anos (no máximo), deita fora o carro e compra um novo; ou então substitui as baterias exaustas, o que vai dar praticamente no mesmo.

Em contraponto, um carro com motor a diesel pode durar décadas (eu falo por experiência própria). Por exemplo, o Volkswagen Golf TDi dura há 25 anos, sem problemas. Esta é a principal razão por que os fabricantes de automóveis querem acabar com os motores a diesel: os carros a diesel não são bom negócio para os fabricantes cada vez mais ávidos de lucros — o carro a diesel é inimigo da obsolescência programada.

Quem ler aquela parangona e não viver em Portugal, pode pensar que 70% dos carros em circulação em Portugal são eléctricos. A parangona é mentirosa, própria do jornalismo de merda que temos.

Por outro lado, as marcas europeias de automóveis já não vendem carros com motores diesel, e já estão a limitar a produção de carros com motores a gasolina — isto é, a indústria automóvel obedece à ideologia da actual política que pretende a sinificação da Europa e a limitação da liberdade de circulação dos cidadãos.

Se 70% de carros novos vendidos em Portugal são eléctricos, é porque já não se vendem carros novos com motores a combustão, porque estes desapareceram (propositadamente) do mercado de carros novos.

E isto significa que, dentro de poucos anos, apenas as elites económicas poderão ter automóvel privado — e é isto que a elite política (de Esquerda, acolitadas pela maçonaria) pretendem: transformar a Europa numa espécie China, com câmaras de vigilância a cada esquina, com “Cidades 15 Minutos” e limitação drástica de locomoção em automóvel privado.

sábado, 5 de julho de 2025

Carro-a-pilhas: não se trata de “ecologia”; é, em vez disso, um ataque político à liberdade individual


Não se trata de “ecologia”:
trata-se de eliminação gradual das liberdades individuais. A União Europeia está a construir paulatinamente um novo tipo de totalitarismo e de controlo social seguindo o modelo chinês (sinificação).

Aconselho a leitura do livro de Mattias Desmet, "The Psychology of Totalitarianism". Infelizmente este livro não foi traduzido para a língua portuguesa — penso eu que a tradução não foi realizada propositadamente. Este livro é considerado perigoso pelas actuais elites políticas, e atentatório contra a construção do leviatão esquerdopata europeu.

Para o reforço desmedido do Poder político, a União Europeia conta (entre outros meios) com a eliminação gradual do automóvel individual, com a consequente socialização comunistóide e massiva dos transportes públicos obrigatórios, por um lado, e com a cidade 15 minutos, por outro lado.



Dizer que um carro-a-pilhas é mais “ecológico” do que um carro a diesel moderno, é pura demagogia. Você está a ser enganado!

Aliás, e melhor dizendo: o carro-a-pilhas só é mais “ecológico” porque não será jamais possível dar um auto-a-pilhas a cada cidadão: as classes baixas e médias-baixas serão desprovidas de transporte individual, e por isso perderão mobilidade e liberdade; apenas as classes mais altas e ricas terão direito a um automóvel individual (a pilhas) – o que já está a acontecer na China.

Se, em vez de termos 1 milhão de automóveis a circular numa cidade, tivermos apenas 200 mil carros a pilhas em circulação, então, e só neste caso, poderemos dizer que o carro-a-pilhas é mais ecológico do que o carro a diesel. O carro-a-pilhas será mais “ecológico” porque será objecto de privilégio social na posse.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual.

No meu condomínio existem apenas 15 carro-a-pilhas numa garagem com várias dezenas de automóveis, e a electricidade do condomínio é interrompida / cortada sistematicamente por incapacidade de abastecimento eléctrico; e, embora a lei diga o contrário, as obras de aumento de potência eléctrica do condomínio irão ser pagas por todos os condóminos.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual (embora não seja o único símbolo de liberdade). Todos os símbolos de liberdade individual serão inexoravelmente atacados na União Europeia, seguindo o modelo político chinês.

Concomitantemente, a limitação de acesso do povo ao automóvel individual será complementada pela cidade 15 minutos que transformará o cidadão das classes mais baixas em uma espécie de habitante de um zoológico. Se juntarmos, ao carro-a-pilhas, a cidade 15 minutos, e as milhares de câmaras de vídeo-vigilância públicas, teremos uma hipostasia do modelo político chinês na Europa.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

As classes médias das nações são consideradas inimigas pela elite política da União Europeia #WEF #EU

O parlamento europeu “decretou” (no dia 8 de Junho passado) que, a partir do ano 2035, acabará a produção de automóveis com motor de combustão (gasolina, diesel e híbridos) no espaço da União Europeia.

Esquerda Neanderthal web

O que a elite política da União Europeia pretende é destruir a classe média.

Os eurodeputados “decidiram” sem qualquer tipo de consulta aos consumidores e/ou aos fabricantes de automóveis — tratou-se de uma decisão unilateral da Comissão Europeia (à boa maneira da Isabel Moreira e do Partido Socialista do monhé) que é um órgão tecnocrata não-eleito.

Entretanto, 99% das baterias para carros eléctricos são produzidos na China que controla mais de 70% da produção mundial das chamadas “Terras Raras”. Os burocratas da União Europeia pretendem actualmente a emancipação em relação ao petróleo russo, e depois metem-se na “armadilha” da dependência chinesa que é muito pior do que a russa.

Porém, o ministro alemão dos Transportes — Volker Wissing — já veio a terreiro vociferar contra esta decisão ideológica e unilateral dos burocratas esquerdistas da União Europeia.

O parlamento europeu não é um órgão legislativo, no sentido próprio do termo. Por isso, a “decisão” tomada pelos eurodeputados contra o fabrico de automóveis de combustão interna não entrará em vigor, porque não tem valor jurídico. Porém, esta “deliberação” do parlamento europeu dá, aos diferentes países da União Europeia, um sinal político perigoso e suicidário.

bicicletas na china

O que a elite política da União Europeia pretende é destruir a classe média.

A classe média é a grande inimiga das elites actuais — o ideal de sociedade que a União Europeia pretende construir é uma cópia do sistema fascista de Crédito Social de tipo chinês (sinificação).


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terça-feira, 15 de março de 2022

A sinificação da Europa


Perante o aumento dos preços de combustíveis, e em vez de baixar impostos, o governo socialista espanhol lançou uma campanha denominada “Vamos de bicicleta para o trabalho”, com o lema: “Porque ir trabalhar de bicicleta não custa trabalho”.

bici trabajo web 

¿Percebem agora por que razão os grandes filhos-de-puta estão a construir ciclovias por todo o lado?

«Con el diésel y la gasolina alcanzando precios récord, el Gobierno ha lanzado la campaña "En bici al trabajo" con el lema: "Porque ir en bici a trabajar no cuesta trabajo". Según el Ministerio de Transportes, Movilidad y Agenda Urbana, el objetivo es promover la idea de que la bicicleta en la empresa es "movilidad, salud, medioambiente, economía y nuevas oportunidades".»

A Europa socialista aproxima-se da China da década 1960. O governo socialista espanhol vai gastar 3 mil milhões de Euros até 2025, para promover o uso da bicicleta, a construção de novas ciclovias e outros transportes alternativos.

Faz lembrar o falecido ministro das Finanças português, Medina Carreira, que em plena crise do petróleo na década de 1970, e quando interrogado pelos jornalistas sobre o aumento desmesurado dos combustíveis, aconselhou os portugueses a “andar de burro” (sic).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Ainda vamos ter o Kosta em lei marcial, com o apoio do palhaço Marcelo


Não há nenhum governo de um país de cultura ocidental que tenha criticado — ou, no mínimo, colocado reservas — a tomada de Poder ditatorial e permanente do El Fidelito Trudeau.

Ainda vamos ter o Kosta a aprovar a lei marcial no paralamento, com o apoio do palhaço Marcelo. Esperem, para ver.

keep on trucking web

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Em política, não é possível combater um radicalismo com palavras meigas


A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.

« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.

(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »


Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.

E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.

O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.

A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.


trudeau china web

Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”. 

Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

bill gates socialismo  web


O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).

É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

A foto-símbolo do novo tipo de fascismo globalista: a aliança entre os plutocratas globalistas e as esquerdas locais


A aliança entre os plutocratas globalistas e as esquerdas locais — representadas, na fotografia, por George Soros, um bilionário judeu, por um lado, e, por outro lado, por Greta Thunberg, filha de pais comunistas suecos.

simbolo do fascismo global  web

Esta aliança (entre a plutocracia globalista e as esquerdas nacionais), preconizada na década de 1970 pelo judeu Henry Kissinger, tem como objectivo a sinificação do mundo: inspira-se no modelo político totalitário chinês para a governação globalista do mundo (em que os muito ricos vivem à parte dos demais), modelo esse que é defendido pelo "World Economic Forum" de Klaus Schwab.

Alguns discípulos e e defensores do fascismo globalista defendido pelo "World Economic Forum" de Klaus Schwab:

  • Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia;
  • Justin Trudeau, notório filho-de-puta e primeiro-ministro do Canadá;
  • Emmanuel Macron, o jupiteriano presidente de França;
  • Boris Johnson, primeiro-ministro despenteado e judeu do Reino Unido;
  • Sebastien Kurz, ex-chanceler fascista da Áustria;
  • Alexander De Croo, primeiro-ministro da Bélgica;
  • Ursula von der Leyen, chefe da União Europeia;
  • Christine Lagarde, chefe do BCE [Banco Central Europeu];
  • Olaf Scholz, chanceler da Alemanha;
  • Mario Draghi, primeiro-ministro não-eleito de Itália;
  • Joe Biden, presidente fraudulentamente “eleito” dos Estados Unidos;
  • O “papa” Chico, o liquidatário satânico da Igreja Católica;

— isto para só citar os mais importantes. Deste grupo faz parte o Monhé das Cobras, e dele faria parte Rui Rio se fosse eleito primeiro-ministro. Marcelo Rebelo de Sousa também faz parte desta comandita.

domingo, 31 de outubro de 2021

Não obedecer, ou querer a liberdade, passa a ser crime capital

Na Austrália — um país cuja elite política é totalmente subserviente em relação ao globalismo (ou Império Mundial do Dinheiro) —, é mais grave (do ponto de vista penal) não usar máscara na rua do que violar sexualmente uma mulher.

Isto não acontece por “equívoco judicial”!: é mesmo propositado. Não é defeito do sistema judicial; é feitio.

australia shithole web

A leis, impostas aos Estados pelo Império Mundial do Dinheiro, tendem (actualmente) a privilegiar a repressão / restrição das liberdades políticas (à moda da China), em detrimento da repressão da criminalidade comum (à moda da violência do Black Lives Matter nos Estados Unidos).

A criminalidade comum passou a ser apanágio e característica da nova classe revolucionária (o Lumpemproletariado) promovida pela plutocracia globalista.

Por isso é que a violação de uma mulher tende a ser menos grave, do ponto de vista jurídico, do que não usar máscara na rua — porque a recusa do uso da máscara na rua (ou a recusa da vacina covideira) significa a negação de uma imposição política inegociável proveniente da elite globalista. LIBERDADE-DEMOCRACIA-OVELHA-web

A máscara (e o seu uso) é apenas um símbolo.

Ora, todo o símbolo tem um representado respectivo (a representação); e o representado do símbolo da máscara é a subserviência — a máscara é apenas um dos símbolos da imposição da subserviência política (aceite pelo cidadão), e da anuência individual em relação à restrição da liberdade no mundo de cultura ocidental de tradição cristã (aquilo a que eu chamo de “sinificação”, que é a emulação do fascismo chinês).

Na Europa, países como a Itália, a França, a Alemanha, e o Reino Unido, teimam em seguir caninamente as instruções políticas oriundas do Império Mundial do Dinheiro. As nossas estações de televisão evitam passar notícias das muitas “manifs” diárias que ocorrem em Itália, França, Reino Unido, e noutros países europeus — nós sabemos dessas “manifs” escondidas pelos me®dia através de canais de comunicação quasi-clandestinos, como é o caso do Telegram.

A restrição drástica das liberdades — políticas e individuais — é um imperativo inegociável imposto pelo Império Mundial do Dinheiro.

É neste contexto repressivo que se insere a cimeira COP26 que (alegadamente) pretende mudar o clima através do aumento de impostos (!?) e da restrição da liberdade dos cidadãos.

guterres-costa-taxamos o ar-web

segunda-feira, 5 de julho de 2021

O novo feudalismo globalista


O novo feudalismo, que as elites globalistas estão a impôr ao mundo, é simultaneamente anárquico e tirânico; aliás, a anarquia ética e moral actual é a condição da nova tirania feudal.

feudalismoTal como aconteceu com a Revolução Francesa, o ataque à cultura (por parte das elites globalistas e internacionalistas) ocidental — a repressão política das tradições europeias, a criação de novos tabus e novos costumes (por exemplo, a imposição dos costumes da cultura de descarte humano de tipo LGBTQPBBQ+) em substituição dos tabus da cultura antropológica de origem cristã (porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado), a perseguição feroz em relação a todo o tipo de autoridade que escape do Poder do Estado (tal como defendeu Rousseau) — é essencial para a imposição de uma nova cultura de anarquia.

O processo político e cultural desenvolvido pelo liberalismo, desde a Revolução Francesa, culminou nesta nova anarquia destrutiva (que corrói a cultura e o tecido social) que é o fundamento da construção de um novo tipo de feudalismo a nível global.

A partir das ruínas da cultura ocidental, destruída pela Esquerda (apoiada pelos globalistas — como, por exemplo, os judeus George Soros, Bill Gates, ou Jeff Bezos, entre outros — em uma aliança tácita entre marxistas e a plutocracia ocidental), tende a emergir uma classe política tão poderosa e politicamente alienada quanto o fora a do extinto regime soviético, ou da actual China.

O novo feudalismo não tem propriamente uma nobreza, mas antes tem uma aristocracia constituída pelos caudilhos políticos locais (de cada país, ou zona do globo) coordenados pela plutocracia globalista — não é por acaso que todos os primeiro-ministros de Portugal têm que ir, em primeiro lugar, ao beija-mão às reuniões de Bilderberg.

E, o feudalismo actual tem um clero secular e ateísta, constituído por uma amálgama dita “intelectual” dos ideólogos da nova anarquia, e dos “jornalistas” do regime — o jornalismo do novo feudalismo já não informa o povo, como acontecia até há poucas décadas: em vez disso, o novo jornalismo tem a missão de instruir o povo, ou seja, de formatar ideologicamente o povo, à maneira da China comunista ou do regime soviético.

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E quem se atrever a colocar em causa a nova formatação ideológica compulsiva (não só através dos “jornaleiros” de serviço e dos polígrafos desta vida, mas também através da chamada "Big Tech”), é enviado para um novo tipo de Gulag: o Gulag digital, onde a sua existência apodrece, sem possibilidade de partilha de ideias com outros seres humanos.

E, finalmente, o novo feudalismo tem uma absoluta necessidade do seu Terceiro Estado e dos novos servos da gleba (o povo que verá a mobilidade social, defendida pelo liberalismo clássico, anulada pelas elites) — que são aqueles a quem a aristocracia e o clero secularista dizem garantir uma boa vida sem os incómodos da detenção de propriedade privada”, tal como é defendido nas reuniões de Bilderberg e de Davos: é o que está inscrito no ideário político dos conceitos de “Building Back Better” e de "Great Reset": a criação dos novos descamisados do mundo (os novos Sem-Terra, desta vez criados com a cumplicidade da Esquerda), que são necessários à construção do novo feudalismo globalista.

sábado, 22 de maio de 2021

A sinificação avança, de vento em popa (a “Idade Sem Nome”)


Eu revejo-me neste artigo:

“... não me peçam para ser mais um “aceitacionista” de uma clara campanha desinformativa, cujo intento principal não é a saúde das pessoas, mas o financiamento de um capitalismo selvagem e irresponsável de mega-empresas e a centralização de poder nas elites ocidentais.”

chesterton-imperialismo-webNote-se que não sou contra o capitalismo (como é evidente); sou é contra a extrema concentração de capital (independentemente do tipo de concentração: privado, estatal). G. K. Chesterton resumiu bem a ideia:

« “Demasiado capitalismo” não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas. » (“The Uses of Diversity.”)

Chesterton refere-se à excessiva concentração de capital (“demasiado capitalismo”). Quanto mais capitalistas, melhor. Mas o que estamos a assistir, hoje, é à “decapitação” em massa (a nível global) dos pequenos capitalistas.


Uma das principais características orgânicas do fascismo italiano foi a convergência política (por imposição de um Estado totalitário) entre os grandes latifundiários e grandes capitalistas, por um lado, e os sindicatos de operários, por outro lado.

Ora, é exactamente isto que está (hoje) a acontecer na China; e é este modelo chinês (sinificação) que está a ser imposto pelos plutocratas globalistas em todo o Ocidente, com a complacência da nossa classe política.

É claro que constatação de factos é hoje considerada (pelos me®dia que servem caninamente o Totalitarismo de Veludo), como sendo “teoria da conspiração”. Hoje, a “ciência” consiste na negação do método científico.


chesterton-merdia

domingo, 4 de abril de 2021

A aliança entre o “Padre Trotskista” e o globalista “Chico dos Porsches”


Eu tenho muito menos respeito por Pinto Balsemão do que tenho por Mário Soares e sua memória — e a minha opinião acerca de Mário Soares não é grande coisa. Aliás: tenho mais respeito pelo comunista Jerónimo de Sousa do que tenho pelo Pinto Balsemão.

pinto-balsemao-george-soros-web

Pinto Balsemão representa uma visão cínica do mundo, em que (na esteira de George Soros e da celebração do conceito de acto gratuito) o dinheiro justifica qualquer tipo de acção política.

A Helena Matos faz aqui a crítica do pregador trotskista, Francisco Louçã:

“Francisco Louçã, um dos políticos mais antigos de Portugal, entra-nos há anos pela casa dentro com aquele ar insuportável de inquisidor, graças a uma comunicação social que o ouviu muito e lhe perguntou pouco. Quantos anos mais vamos assistir a Francisco Louçã mentir, acusar e insinuar sem nada provar perante o sorrisinho cúmplice dos jornalistas?”

Porém, a Helena Matos esquece-se da cumplicidade do Chico dos Porsches (e do filho deste): as empresas jornaleiras do Pinto Balsemão (a SIC televisão e semanário Expresso) são o fojo dos animais da Esquerda mais radical. De modo semelhante, o jornal Público é um antro de comunistas abrigados pelos herdeiros do capitalista Belmiro de Azevedo.

O caso do Chico dos Porsches, por um lado, e do grupo SONAE, por outro lado, revelam uma clara estratégia em que o grande capital se alia à Esquerda dita “progressista” para criar um fascismo a nível global (sinificação).

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

A cumplicidade das democracias ocidentais em relação ao totalitarismo chinês

sábado, 28 de novembro de 2020

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.

sábado, 19 de setembro de 2020

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)


gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

O carro eléctrico: a maior aldrabice do século XXI


Elon Musk é o exemplo acabado do super-charlatão do século XXI, uma espécie de Álvaro dos Reis globalista.

A grande mentira que os me®dia coniventes alardeiam é de que o carro eléctrico poderá substituir o carro a motor de combustível fóssil. E já nem falo nos aspectos ambientais!: talvez a maior aldrabice do politicamente correcto é afirmar que o carro eléctrico é mais amigo do ambiente do que o carro a combustível fóssil. Totalmente falso.

Por exemplo, para substituir os carros de combustível fóssil, apenas na Califórnia, por carros eléctricos, serão necessários:

  • 134% da produção mundial actual de cobalto;
  • 67% da produção total mundial de neodímio;
  • 50% da produção total mundial de lítio;
  • 34% da produção total mundial de cobre.

Isto é só para a Califórnia!

Agora imaginem o que é substituir os carros todos do mundo inteiro! A solução seria a crosta do planeta Terra totalmente esburacada com novas minas de cobalto, de lítio, de neodímio, e de cobre.

A substituição de todos os automóveis de combustível fóssil do mundo, por carros eléctricos, é absolutamente impossível.

A agenda política globalista — patrocinada pela extrema-esquerda caciquista que é financeiramente sustentada pelos plutocratas americanos — é a da restrição radical do automóvel privado: apenas os ricos e as elites terão acesso ao automóvel privado e à mobilidade facilitada.

O resto da população terá o estatuto do chinês circunscrito à sua cidade, a andar a pé ou de bicicleta, e ferozmente controlado pelo Estado.

É disto que se trata quando falamos do “progresso do carro eléctrico”.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Jornalismo é crime


Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Se for necessária a violência contra os iconoclastas e contra os indigenistas, teremos que a utilizar


1/ Quando — há dias — Nigel Farage fez uma analogia no Twitter entre os Black Lives Matter, por um lado, e os talibãs, por outro lado — foi censurado pela estação de rádio privada londrina LBC que lhe retirou a emissão diária que ele tinha.

A censura de opinião já está a atingir a “caça grossa”; já não são só os pequenos que são vítimas dela.

2/ Há pouco tempo, o Twitter censurou (apagou) uma opinião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vemos aqui como uma empresa privada — e privilegiada, do ponto de vista do enquadramento legal americano — se dá ao luxo de dizer ao presidente dos Estados Unidos aquilo que ele pode, ou não, expressar como opinião política.

Chegamos já a um ponto em que uma empresa privada — o Twitter — manda calar o presidente dos Estados Unidos.

3/ O programa de televisão Tucker Carlson Tonight, da Fox News, é um dos programas com maior audiência na televisão por cabo nos Estados Unidos.

Exactamente no dia (ontem) em que os índices de audiência excederam positivamente todas as expectativas, vários patrocinadores abandonaram o programa — e isto porque o Tucker Carlson criticou a violência do movimento político marxista Black Lives Matter.

4/ Hoje, qualquer crítica à violência dos grupos marxistas Antifa e Black Lives Matter é alvo imediato de censura, vinda da parte de empresas privadas (e já nem se fala da censura vinda de instituições do Estado).

Porém, não se trata apenas de censura: as grandes empresas privadas multinacionais, como por exemplo a NIKE e a ADIDAS (entre dezenas de outras), estão neste momento a financiar directamente (e a patrocinar) a violência do grupo marxista Black Lives Matter.

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O caso do programa Tucker Carlson Tonight revela que as grandes empresas capitalistas multinacionais globalistas privadas preferem apoiar a Esquerda marxista/COMUNISTA, em vez de procurar o lucro.

Isto significa que o grande capital privado globalista apoia claramente a sinificação do mundo — ou seja, apoiam a aliança entre o grande capital globalista, por um lado, e a Esquerda marxista, por outro lado — no sentido da criação de um fascismo global à imagem do sistema político chinês.

5/ Lá dizia o velho António: “em política, o que parece, é!”

E parece que a acção violenta (da Antifa e do Black Lives Matter) é politicamente mais eficaz do que os votos pacíficos em urna da maioria dos cidadãos.

Chegamos a um ponto em que a violência é politicamente mais conveniente e eficaz do que o voto.

Por isso, se for necessário recorrer à violência para responder à violência aliada dos puritanos iconoclastas e dos selvagens indigenistas, devemos estar preparados para tal.