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sábado, 4 de julho de 2026

O estafermo Isabel Moreira é apoiada por Francisco Pedro Balsemão

A Isabel Moreira considera — num artigo no semanário Expesso — que o Partido Comunista é um partido “moderado, que coloca a dignidade humana no centro e como prioridade da acção política, adoptando uma cultura democrática, repudiando extremismos ou populismos”. E logo a seguir diz que o CHEGA é o único partido português que não é “democrático e moderado”.

Não é anormal que uma psicótica escreva isto; o que é uma anormalidade é que o grupo mediático fundado por Pinto Balsemão publique uma aberração deste calibre.

isabel moreira-infodivel-webO CHEGA deveria abster-se de participar em qualquer tipo de programa no grupo da SIC. O Francisco Pedro Balsemão é uma vergonha nacional. Quando chegar a hora do Estado financiar a empresa privada dos Balsemão, não nos devemos esquecer da colaboração esquerdopata de Isabel Moreira ou do Daniel Oliveira.

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque propõe a legalização da prisão perpetua; consequentemente, a Isabel Moreira chega à conclusão de que a grande maioria dos países europeus é fassista; e o Francisco Pedro Balsemão parece concordar com ela.

Ou seja: segundo a Isabel Moreira, cerca de 40 países europeus são fassistas, entre estes, a Alemanha, a França, a Itália, a Bélgica, a Áustria, a Grécia, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Irlanda, a Islândia, Luxemburgo, Polónia, Chéquia, Roménia, Suíça, e a maioria dos países do Leste da Europa — são todos países fassistas porque têm prisão perpetua. E o Francisco Pedro Balsemão anui. Segundo a Isabel Moreira, o único país que não é fassista é o Portugal governado pela Esquerda que protege o Lumpemproletariado.

Este tipo de raciocínio coloca a Isabel Moreira dentro do Bloco de Esquerda ou do Livre. 

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque não gosta de pedófilos e defende a castração química de pedófilos.

Ora, temos aqui uma lista de países europeus fassistas que legalizaram a castração de pedófilos: Polónia, Estónia, Itália (que está em debate legislativo sobre o assunto), Chéquia (que legalizou a castração cirúrgica, ou seja, a remoção física dos testículos), Alemanha, França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Áustria. São todos países fassistas; o único país europeu que não é fassista é Portugal governado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira controlado pelo Bloco de Esquerda  e LIVRE, e promovido pelo anti-fassista pró-pedófilo Francisco Pedro Balsemão.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende a “perda da nacionalidade portuguesa para cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves”.

Ora, segundo a Isabel Moreira (com o apoio do Francisco Pedro Balsemão) os seguintes países europeus também são fassistas: a Bélgica, a Lituânia, a Alemanha, a França — e até a Espanha do socialista Sánchez em determinados crimes. Todos estes países fassistas prevêem a possibilidade de retirada de nacionalidade adquirida em determinadas situações de criminalidade grave.

Depois, a Isabel Moreira mente (e o Francisco Pedro Balsemão aplaude a mentira), quando escreve que o CHEGA defende “a privatização alargada da saúde e da educação e a extinção do Ministério da Educação”. O CHEGA defende a privatização da área da Saúde na mesma medida em que é defendida pelo CDS, pela IL [Iniciativa Liberal], e pela ala liberal do Partido Social Democrata; e o CHEGA nunca defendeu a extinção do Ministério da Educação (a Isabel Moreira deve estar a confundir a IL [Iniciativa Liberal] com o CHEGA).

De facto, a Isabel Moreira diz a verdade quando escreve (indignada e apoiada por Francisco Pedro Balsemão na sua indignação) que o CHEGA defende “o fim do financiamento público de interrupções voluntárias da gravidez e de tratamentos de afirmação de género”.

Porém, a verdade é que eu não tenho que pagar — através do Serviço Nacional de Saúde pago por todos os contribuintes — os custos das cambalhotas irresponsáveis dos outros: quem quer abortar, que pague o respectivo aborto do seu próprio bolso. E também não temos todos que pagar, do nosso bolso, a promoção do trans-humanismo antinatural e desumano promovido pela Ideologia de Género que a Isabel Moreira defende como coisa boa.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração, incluindo endurecimento do acesso à nacionalidade, limitação do reagrupamento familiar, reforço das expulsões e maior facilidade na retirada de autorizações de residência em determinadas situações; a redução drástica do Estado social nas primeiras formulações do partido, defendendo um "Estado arbitral" em vez de um Estado prestador”.

Ou seja, a Isabel Moreira diz que a maioria do povo português é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração”: para ela, os únicos democratas são as pessoas que constituem as cúpulas políticas conjugadas do Partido Socialista, do Partido Comunista, do LIVRE e do Bloco de Esquerda — ¡que horrível cheiro a povo!

Depois, a Isabel Moreira escreve o seguinte:

“Uma moção aprovada na Convenção de 2020 defendia a esterilização de mulheres que recorressem repetidamente ao aborto”.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal. Se a Isabel Moreira continua a propagar mentiras deste calibre nos me®dia, sem qualquer contraditório e com o apoio explicito e declarado de Francisco Pedro Balsemão, não podemos garantir a sua segurança.

Em Setembro de 2020, durante a III Convenção Nacional do Chega, um militante do partido (Rui Roque) submeteu uma moção estratégica intitulada "Moção Estratégica Global para Portugal" que sugeria a retirada de ovários a mulheres que realizassem abortos legais. A direcção do partido distanciou-se imediatamente da proposta, e os delegados presentes na convenção rejeitaram o documento com 85% dos votos contra.

O líder do Chega, André Ventura, classificou publicamente a moção de Rui Roque como "bizarra", "grotesca" e contrária aos valores fundamentais do partido. O autor da proposta acabou por se desvincular do Chega poucas semanas depois.

A Isabel Moreira é um nojo enquanto pessoa. Nojenta, mentirosa, psicopata, um estafermo em forma de mulher. Ela é aquilo a Berlusconi chamou de “infodível”: nem com saco enfiado a tapar-lhe a cara.

Mas pior do que a Isabel Moreira é o Francisco Pedro Balsemão: esta besta não promove a liberdade de imprensa: promove a publicação enviesada, falsa, ideologicamente contaminada e orientada, e todos os valores que pretendem minar a democracia, alegadamente “em nome da democracia”.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Morreu o Chico dos Porsches

Morreu o Chico dos Porsches, o fundador do PSD e militante nº 1 do partido que afirmou várias vezes que “o PSD é um partido de Esquerda”.

singularidades da nossa revolução web

A elite “liberal” — a “elite” dos negócios contratualizados sem ética — escreve hoje as partituras musicais da sua propaganda baseando-se em temas da Esquerda.

O liberalismo burguês (o de Pinto Balsemão) trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda — basta olhar para o canal de TV “SIC” e para o semanário Expresso.

O esquerdista típico que impera nas redacções do Grupo Impresa nega-se peremptória- e obviamente a reconhecer que as conclusões do pensamento burguês-liberal são os princípios do pensamento de Esquerda.

ser-revolucionario-fernando-pessoa-web

sábado, 16 de agosto de 2025

O pensamento silogístico e científico da SIC Notícias acerca de Pinto Balsemão




Para o canal SIC Notícias, “quando não se prova que uma informação é falsa, então deve-se concluir que essa informação é verdadeira”.

Por exemplo: eu recebo a informação de que o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta.

Ora, e segundo a SIC Notícias, se não se provar que esta informação recebida seja falsa, então devemos inferir que essa informação é verdadeira.

Aristóteles não diria melhor.

A conclusão silogística e científica da SIC Notícias é a de o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta, porque não se provou ser falsa a asserção acerca da filha-da-putice da referida criatura.

domingo, 3 de agosto de 2025

Henrique Raposo, um porco

Aqui no norte, a pior classificação ontológica que podemos atribuir a alguém é a de “porco” — já que “filho-de-puta”, por exemplo, é uma categorização corriqueira e de tal forma vulgarizada que se pode aplicar ao próprio que a utiliza; mas “porco” é epíteto ominoso; e pior do que “porco” é “grande porco” que corresponde ao estatuto ontológico do patrão do porco Henrique Raposo.



Comparar cerca de 5 mil nómadas digitais (no máximo) residentes em Portugal, por um lado, com cerca de 1 milhão de imigrantes ilegais, desqualificados e sem especialização (1 milhão no mínimo, porque há quem diga que são mais), por outro lado, só pode vir de um porco, sancionado por um grande porco.


Durante o século XVIII e todo o século XIX, principalmente, estabeleceu-se na cidade do Porto uma pequena comunidade inglesa que se dedicava principalmente à produção, armazenamento e comércio do vinho do Porto. Era uma comunidade que “vivia à margem” — no sentido em que o porco Henrique Raposo classificou os nómadas digitais.

Os ingleses no Porto deram uma grande visibilidade internacional à cidade e a Portugal; porém, à comunidade inglesa foram concedidos alguns privilégios por parte do Poder político português, como, por exemplo, a possibilidade de os ingleses residentes elegerem um Juiz Conservador, pago pela Feitoria inglesa, que actuava como árbitro nas questões e disputas da comunidade inglesa. Ou seja, os ingleses tinham até uma justiça civil “à margem”. Este Juiz Conservador da Feitoria inglesa só desapareceu em 1848, por decreto do governo de Lisboa, mas manteve a presença de cidadãos ingleses no tribunal de júri.

Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

A prática da medicina deu um salto qualitativo com a presença da Feitoria inglesa no Porto, nomeadamente através da construção de um hospital inglês gerido com fundos privados, funcionando com as melhores práticas científicas da Europa de antanho, e que se colocou ao serviço da população portuense em geral, no tratamento das maleitas mais difíceis e complicadas. Médicos ingleses especializados, como por exemplo o dr Henry Jebb, foram cruciais no desenvolvimento da prática médica na cidade.

O escritor Júlio Dinis, que era médico e descendente de ingleses, escreveu, entre muitas outras, uma obra intitulada “Uma Família Inglesa”. O escritor Ramalho Ortigão que escreveu a obra “John Bull”, na “Epístola a Mister John Bull”, e nas “Farpas”, fala da comunidade inglesa no Porto.

O escritor Camilo Castelo Branco nunca escreveria a sua excelente obra sem a inspiração e presença da pequena comunidade inglesa no Porto. Tanto Camilo como Almeida Garrett abordaram a temática da comunidade inglesa no Porto, embora fossem ambos anti-britânicos.

Durante as invasões napoleónicas, a comunidade inglesa foi essencial, nomeadamente financiando o governador militar da cidade do Porto, o General Nicholas Trant (também este, inglês).

A Associação Comercial do Porto foi fundada pela Feitoria inglesa; o Banco Comercial do Porto, idem; a Companhia de Seguros Segurança foi uma das primeiras companhias de seguros do Porto, também fundada pelos ingleses.

Nos seus tempos livres, os ingleses dedicavam-se às artes, em especial à música, frequentavam as Óperas da cidade. No Verão, participavam em convívios informais depois do jantar, bem como em bailes e jantares mais formais. Os ingleses foram os pioneiros das excursões de barco no rio Douro.

Os ingleses criaram o Cricket and Lawn Tennis Club, o Oporto Boat Club, o Oporto Golf Club, o Sailor's Rest — e a Oporto British School que só podia ser frequentada por jovens com mais de seis anos filhos de pais britânicos, que também aprendiam a língua portuguesa. Se este exclusivismo acontecesse hoje, o porco Henrique Raposo tinha um chelique.

Esta pequena comunidade de ingleses na cidade do Porto foi de extrema importância para a internacionalização da economia local e nacional — por exemplo, fundando a filial portuense do London and Brazilian Bank Ltd e do Bank of London and South América. O barão Joseph James Forrester (que tem nome de rua na cidade) foi um dos grandes dinamizadores da economia do Porto.


Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

O comissário do Totalitarismo de Veludo diz que “Elon Musk é o homem mais perigoso do mundo”

Daniel Oliveira é um dos mais proeminentes comissários do Totalitarismo de Veludo, ou seja, é um dos personagens mais perigosos que existem em Portugal — e com o beneplácito e protecção do Chico dos Porsches (este filho-de-puta nunca mais morre!).
Os globalistas “Bilderbergers” tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (por exemplo, André Ventura) e absorvem os da esquerda (como é o caso do Daniel Oliveira).

Existem outros comissários do Totalitarismo de Veludo, como por exemplo Ana Drago, Rui Tavares, Isabel Moreira, Alexandra Leitão (ainda não foi promovida), as manas Mortágua, Raquel Varela, Ana Sá Lopes (a Madame Frankenstein), a comunista confessa Carmo Afonso — entre outras criaturas pantanosas.

De todos os comissários do Totalitarismo de Veludo, o mais perigoso é o Daniel Oliveira, porque é o mais dissimulado; é uma espécie de “camaleão ideológico” — o tal que escreveu no Twitter que “o Bloco de Esquerda e o PCP são partidos social-democratas clássicos”.



Quando qualquer destas criaturas diz que “defende a liberdade”, esta posição política é instrumental, inserida em uma estratégica de erradicação paulatina e progressiva da própria  liberdade que dizem defender. A defesa da liberdade é, para eles, um mal necessário, um obstáculo a transpôr rumo aos “amanhãs totalitários que cantam”.

Daniel Oliveira disse ontem, em um programinha da televisão do Chico dos Porsches, que “Elon Musk é a pessoa mais perigosa do mundo”   porque defende a liberdade de expressão no Brasil. Podíamos atar todos os comissários do Totalitarismo de Veludo e enviá-los para o Brasil, para junto do Lula da Silva. Seria um alívio para os portugueses.



quarta-feira, 19 de junho de 2024

O tipo de filho-de-puta que sustenta este sistema político





Segundo estes filhos-de-puta, o facto do Monhé das Cobras mentir no parlamento, não é importante. O que é importante, para estes filhos-de-puta, é que se apanhou o monhé a cagar (ou seja, a mentir) — o que nunca deveria ter acontecido.

É preciso dizer a estes filhos-de-puta que o primeiro-ministro não pode mentir numa CPI ! Mentir na CPI é crime!

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

O critério jurídico do semanário Expresso: “o Direito depende apenas das opiniões dos juízes”


Para o Expresso, as decisões jurídicas dependem exclusivamente das pessoas que as tomam — ou seja, o Direito não tem uma estrutura formal válida em si mesma.


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Isto significa que, para o semanário de Pinto Balsemão, o Estado de Direito — no sentido lockeano da “liberdade política” — depende exclusivamente das opiniões da classe política que pode, por exemplo, restringir arbitrariamente a liberdade do cidadão a qualquer momento e sob qualquer pretexto (como aconteceu com a política covideira das restrições de liberdade).

Ora, se as decisões do Tribunal Constitucional acerca de um determinado assunto, dependem apenas das opiniões dos juízes Manuel, Joaquim e Alberto, então segue-se que o Estado de Direito é apenas uma figura de retórica, e o Direito resume-se (por Zeus!) às contingências impostas pela lei da natureza, reduzindo o Direito ao facto — implicitamente isto significa a recusa do próprio Direito e em favor da violência, e da legitimação, em qualquer circunstância, da força bruta do Estado.

No “Górgias”, de Platão, a personagem Cálicles apoia a ideia (do Expresso) de que o Direito depende apenas da opinião do juiz todo-poderoso.

Adenda:

Pinto Balsemão tem feito muito mal à sociedade portuguesa. Talvez tenha chegado o tempo de nos vermos livre dele.

Que lhe pese a terra como chumbo.

sábado, 7 de agosto de 2021

A SIC Notícias e a propagação de um símbolo de homofobia homofóbica

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Camaradas!

Segundo o canal de televisão do nosso camarada Pinto Balsemão (nosso companheiro de luta internacionalista), a marca “Snickers” produziu um anúncio homofóbico, a ver:

“No anúncio, o influenciador Aless Gibaja pede um "sumo de laranja sexy" a um funcionário de um café, que lhe responde com um gelado Snickers. Depois de comer o gelado, Aless Gibaja fica com uma voz mais grave e transforma-se num homem com barba.”

Ora, isto de uma pessoa ficar subitamente com barba, é seguramente homofóbico — a não ser que seja um homem transgénero: a barba, num homem transgénero, não é homofóbica.


cueca homofobicaOutro exemplo de homofobia é o de uma conhecida marca de roupa interior masculina que colocou à venda cuecas com riscas azuis, brancas e amarelas— o que é, sem qualquer dúvida, sinal de homofobia extrema e radical. Se as riscas fossem amarelas e verdes, ainda vá!, poderíamos tolerar! Mas sendo azuis e brancas, as riscas são evidentemente homofóbicas.

Outro símbolo de homofobia radical e repugnante é a actual moda que algumas pessoas (negacionistas da vacina do COVID-19, na sua maioria) adoptam, que consiste em se sentarem de lado e com a perna cruzada (ver imagem em baixo).

Se virem um homem sentado naquela posição, agradecemos que o denunciem às autoridades (ou ao FaceBook), por propagação de um símbolo de homofobia homofóbica.

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Camaradas! É preciso denunciar esses negacionistas, homófobos, sexistas, transfóbicos, xenófobos, reaccionários, capitalistas, fassistas, e padres!

A LUTA CONTINUA! A vitória é certa!

domingo, 4 de abril de 2021

A aliança entre o “Padre Trotskista” e o globalista “Chico dos Porsches”


Eu tenho muito menos respeito por Pinto Balsemão do que tenho por Mário Soares e sua memória — e a minha opinião acerca de Mário Soares não é grande coisa. Aliás: tenho mais respeito pelo comunista Jerónimo de Sousa do que tenho pelo Pinto Balsemão.

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Pinto Balsemão representa uma visão cínica do mundo, em que (na esteira de George Soros e da celebração do conceito de acto gratuito) o dinheiro justifica qualquer tipo de acção política.

A Helena Matos faz aqui a crítica do pregador trotskista, Francisco Louçã:

“Francisco Louçã, um dos políticos mais antigos de Portugal, entra-nos há anos pela casa dentro com aquele ar insuportável de inquisidor, graças a uma comunicação social que o ouviu muito e lhe perguntou pouco. Quantos anos mais vamos assistir a Francisco Louçã mentir, acusar e insinuar sem nada provar perante o sorrisinho cúmplice dos jornalistas?”

Porém, a Helena Matos esquece-se da cumplicidade do Chico dos Porsches (e do filho deste): as empresas jornaleiras do Pinto Balsemão (a SIC televisão e semanário Expresso) são o fojo dos animais da Esquerda mais radical. De modo semelhante, o jornal Público é um antro de comunistas abrigados pelos herdeiros do capitalista Belmiro de Azevedo.

O caso do Chico dos Porsches, por um lado, e do grupo SONAE, por outro lado, revelam uma clara estratégia em que o grande capital se alia à Esquerda dita “progressista” para criar um fascismo a nível global (sinificação).

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

O Bloco de Esquerda é herdeiro directo dos jacobinos da Revolução Francesa

 

Uma senhora, de seu nome Sofia Guedes, escreveu um artigo publicado no Observador com o título “Os 'novos direitos humanos' e a identidade portuguesa”. Aconselho a leitura.

O artigo tem uma linguagem acessível ao público em geral, e isso é uma virtude; fala-nos de uma agenda política tenebrosa que tem origem no Bloco de Esquerda mas que já contaminou o Partido Socialista de António Costa, e que ameaça já também contaminar o PSD de Rui Rio. O CDS de Assunção Cristas vem a seguir (Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita).

Caro leitor: quando as ciências da natureza são negadas pela política, já entramos (sem darmos conta) pelo totalitarismo adentro.

Não vale a pena escondermos a cabeça na areia, para não vermos a realidade. Se é verdade que as Ciências da Natureza não devem expressamente determinar a ética e a política, também é verdade que a ética tem que ter em devida conta as conclusões das Ciências da Natureza.

O que se está a passar com o movimento totalitário oriundo do Bloco de Esquerda (e que contaminou o Partido Socialista de António Costa através de “submarinos radicais”, como é o caso da Isabel Moreira) é que as conclusões das Ciências da Natureza são negadas — e isto em nome de uma determinada ideologia extremamente destrutiva que, em nome da defesa de “direitos individuais”, baseia-se na promoção política da atomização dos cidadãos face ao Estado.

Diz a Sofia Guedes:

“Através da defesa do individualismo promove ideias contra a mulher, o homem e a família e, em vez disso, apresenta, o direito a todo o tipo de liberdades, inclusive a transsexualidade. Usa uma arma invisível que injecta “veneno” no corpo e na alma dos seres humanos, deste mundo dito civilizado. Injecta devagarinho, sem dor aparente e de forma sistemática”.

No Bloco de Esquerda, a defesa do “individualismo” não é um fim em si mesmo: antes, é um meio para anular (no fim do processo político) esse mesmo individualismo que o BE diz defender.

jacobinos-webA perversão imensa da agenda política totalitária do Bloco de Esquerda é a de que utiliza uma pretensa “defesa dos direitos do indivíduo” — através de uma estratégia política de isolamento extremo do indivíduo face a um Estado todo-poderoso, Estado esse tornado plenipotenciário — para retirar a liberdade ao indivíduo, embora no fim do processo político.

Neste sentido, podemos dizer que o Bloco de Esquerda é herdeiro directo dos jacobinos (da Revolução Francesa).

Tal como os jacobinos fizeram, o Bloco de Esquerda manipula a ciência e transforma-a em ideologia (cientismo).

À semelhança dos jacobinos, o Bloco de Esquerda utiliza o conceito rosseauniano de "Vontade Geral" para atropelar a democracia sempre que seja possível, fazendo com que as decisões políticas capitais sejam tomadas nos corredores do Poder e longe dos olhos do povo (ao mesmo tempo que os dirigentes do Bloco de Esquerda enchem as bocas deles com os “direitos do povo”).

Tal como os jacobinos -- que, por um lado diziam defender os Direitos do Homem (os direitos do indivíduo), mas por outro lado mataram mais pessoas (ditas por eles que eram “heréticas”) em apenas em um mês e só em França, do que Inquisição da Igreja Católica em toda a Idade Média e em toda a Europa — o Bloco de Esquerda é o superlativo absoluto simples da fraude política e ideológica que está a minar e a destruir a nossa sociedade, e sem deixar impressões digitais.


Mas o problema não se confina ao Bloco de Esquerda. Temos que nos interrogar, por exemplo, por que razão o canal de televisão privado de Pinto Balsemão (fundador do PSD), a SIC, dá tanta atenção à propaganda política do Bloco de Esquerda.

¿Qual é a ligação ideológica entre Pinto Balsemão e a SIC, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado?

Pinto Balsemão foi, até há pouco tempo, o representante oficial do Grupo de Bilderberg em Portugal.

¿Qual é a ligação entre o Grupo de Bilderberg, por um lado, e, por outro lado, partidos políticos trotskistas do tipo do Bloco de Esquerda?

¿Qual é a ligação e identificação ideológica entre o Trotskismo e o globalismo plutocrático?

O estudo da vida de personagens políticas como (por exemplo) James Burnham pode ajudar o leitor a compreender melhor a aliança tácita entre o Trotskismo e a plutocracia globalista, entre o Bloco de Esquerda e George Soros. Não é “teoria da conspiração”: são factos.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A estupidez do “empresário” Ferraz da Costa

 

Em uma entrevista dada a uma estação de rádio inglesa, salvo erro em 2001, o “empresário” português Belmiro de Azevedo afirmou que o “povo português é preguiçoso, não gosta de trabalhar”. Cheguei a ter a gravação áudio dessa entrevista, mas entretanto mudei de computador e perdi-lhe o rasto.

Em uma entrevista à SICn, talvez aí por 2007 (no consulado de José Sócrates), o “empresário” português Pinto Balsemão afirmou que um dos graves problemas de Portugal é ter muita população. “Se Portugal tivesse metade da sua população, muitos dos problemas do país estariam resolvidos”.


Clique Aqui !

Agora temos o “empresário” Ferraz da Costa a afirmar o seguinte: 1/ “Os portugueses não querem trabalhar” (é de igual opinião da do Belmiro); 2/ “Uma economia que não cresce não cria lugares de chefia e não dá hipóteses aos mais jovens que acabam por ficar à espera que os mais velhos morram. Ainda por cima, hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade” — aqui, o Ferraz da Costa está de acordo com o Pinto Balsemão: este país não é para velhos; venha daí a eutanásia para os trastes (excepto para eles!, obviamente) .

É esta merda de gente que dá razão à Esquerda ! Isto não são empresários!: são animais irracionais!

Vemos aqui um anúncio de uma empresa que tem um “empresário” do calibre do Ferraz da Costa, do Pinto Balsemão, ambos ainda por falecer, e do falecido Belmiro de Azevedo. Pretendem um tradutor que fale correctamente cinco línguas pagando 600 Euros por mês. É este o “empresário” português tipo e típico.

tradutor-cinco-linguas-web

E depois surge o Ferraz da Costa e quejandos, na sua estupidez infinita, a dizer que os tradutores portugueses não querem trabalhar ! Essa gentalha não tem vergonha na cara !

O Pinto Balsemão é o símbolo do globalismo e do grupo de Bilderberg em Portugal.

Toda a classe empresarial portuguesa (toda mesmo, não escapa um!) partilha do mesmo espírito globalista dos Bilderbergers e dos Soros deste mundo, que se aliam à Esquerda na política de imigração em massa e sem limites: a Esquerda pretende os votos dos imigrantes, e os neoliberais — da laia dos “empresários portugueses” — pretendem trabalho escravo: Les bons esprits se rencontrent...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager

 

“¿Como é que, algures pelo caminho dos últimos anos, perdemos a independência?

¿Como é que permitimos, todos, povo e governantes, o que se está a passar?

E não me venham com a dívida. A dívida ajuda e muito, mas não é a questão central. A questão central é que ao abdicarmos de soberania, abdicamos também de democracia.

E estamos agora governados por uma burocracia anónima, sem legitimidade eleitoral, que responde aos seus donos e nós não somos donos de nada. Nem sequer de nós próprios”.

→ José Pacheco Pereira


José Pacheco Pereira faz perguntas mas sabe as respostas. Ou, se não sabe, deveria saber.

Antes de mais, há que perguntar:

  • ¿quem são os “donos” de que fala o José Pacheco Pereira?
  • ¿E quem são os “capatazes” (os Kapos) dos “donos”?
  • ¿E quem são os aspirantes a “Kapos” do futuro “Konzentrationslager” em que se transforma Portugal?

Portanto, existem os “donos”, os capatazes (ou “Kapos”), e os aspirantes a Kapos. E o povo português faz parte da massa do Konzentrationslager. Os aspirantes a Kapos querem ser os futuros capatazes, independentemente da ideologia política que adoptam neste momento. Um Kapo foi Passos Coelho e é António Costa, por exemplo. E podem ser Catarina Martins ou Rui Tavares, no futuro: o que interessa ao Kapo é o Poder apenas pelo Poder (a política enquanto mero meio para atingir quaisquer fins inconfessos), e os “donos” sabem disso.

kapo-web

Por detrás da organização do Konzentrationslager existe uma hierarquia determinada por forças não democráticas que actuam decisiva- e ilegitimamente na sociedade — por exemplo, o grupo de Bilderberg do Pinto Balsemão que o José Pacheco Pereira tanto respeita, ou a maçonaria internacional a quem o José Pacheco Pereira tanto dá loas.

Os “donos” controlam o sistema hierárquico do Konzentrationslager, e nomeiam os Kapos.

Na sua condição de Kapo, este não toma partido pela massa do Konzentrationslager. O Kapo procura o compromisso com o povo que sirva os interesses dos “donos”. O Kapo é um capataz, e no Konzentrationslager não pode existir soberania que não lhe seja exterior. A soberania existe, de facto, mas está fora do Konzentrationslager.

Portanto, o problema de Portugal é o das elites que não existem enquanto tal. Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Raquel Varela vai aderir ao Partido Social Democrata de Pinto Balsemão

 

Pinto Balsemão disse um dia na SICn (eu ouvi e vi!) que “se Portugal tivesse metade da população que tem hoje, não teria problemas económicos”.

A comunista Raquel Varela escreveu o seguinte:

“No debate sobre a natalidade, argumentei que tenho dúvidas sobre a existência de um problema populacional em Portugal.”

Um dia destes vamos ver o Jerónimo de Sousa a participar em uma reunião do grupo de Bilderberg a convite de Pinto Balsemão.

E Raquel Varela vai lá estar como militante de Pinto Balsemão.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção"

 

A lobotomia cultural anti-natura continua nos me®dia de Pinto Balsemão.

É uma narrativa comparável à dos fascistas do período temporal anterior à II Guerra Mundial. É a lógica de uma ideia (ideologia): da mesma forma que os fascistas do século XX defendiam a ideia segundo a qual os judeus eram seres natural e ontologicamente inferiores, os novos fascistas defendem a ideia — utilizando a propaganda nos me®dia — de que os homossexuais são seres natural e ontologicamente superiores a ponto de ser legítimo que desafiem as leis da natureza, e tenham privilégios em lugar de direitos.


Entretanto, em Itália:

« La loi de pénalisation de l’homophobie va introduire “pour la première fois depuis la fin du fascisme il y a 70 ans, un crime d’opinion évocateur des temps noirs et troublés, longtemps vaincus et que l’on a cru révolus, des idéologies d’Etat. Des temps où l’Etat identifiait des positions idéologiques qu’il imposait par la force, supprimant tous ceux qui n’étaient pas conformes.” »

Traduzindo:

“A lei da penalização da homofobia vai introduzir “pela primeira vez depois do fim do fascismo de há 70 anos, um crime de opinião que evoca os tempos negros e conturbados, há muito vencidos e que se acreditava estarem resolvidos, das ideologias de Estado. Dos tempos em que o Estado identificava as posições ideológicas que eram impostas à força, suprimindo todas aquelas que não estavam em conformidade.”


Estamos perante um novo fascismo que se entranha na cultura antropológica através da propaganda como, por exemplo, a propaganda política do "Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção". É uma narrativa que apela à emoção — assim como os fascistas do século XX apelavam à emoção da populaça para fazerem valer os seus pontos de vista — no sentido de uma lobotomia geral totalitária.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pinto Balsemão defende o parlamentarismo, mas sem círculos eleitorais uninominais

 

Obviamente. Pretende imitar os ingleses, mas sem a democracia inglesa em que o candidato a deputado de uma circunscrição eleitoral, e por um qualquer partido, anda a bater porta-a-porta, para saber o que os eleitores pensam.

O que o Bilderberger Pinto Balsemão pretende é a reformulação do simulacro de democracia; baralhar as cartas e torná-las a dar, ficando tudo na mesma.

Felizmente, poderemos dizer, um dia destes: Obit anus, abit onus.

sábado, 19 de abril de 2014

O “Chico dos Porsches”

 

Acrescentaremos, apenas que, aparentemente, o G.B. [Grupo de Bilderberg], só começou a interferir — antes disso não se lhes dava confiança para tal — com o nosso devir colectivo, quando numa das suas reuniões (19/4/1974), ocorrida no hotel d’Arbois, em Megéve (Alpes Franceses), propriedade de Edmond Rotschild, se tpinto-balsemao-weberá dado luz verde à alteração de regime em Portugal — coisa que, certamente, nunca terá passado pela cabeça de nenhum capitão de Abril…

A partir daí – e por razões e processos que são objecto de especulação — foi alcandorado a uma espécie de “secretário” ou “representante permanente” do G.B., na antiga Ocidental Praia Lusitana, o Dr. Pinto Balsemão, grande amigo dos Reis de Espanha, também convivas nestes eventos. Provavelmente desde 1983.

Respigado aqui.


Nunca me esquecerei de que Pinto Balsemão afirmou, em uma entrevista na SICn e há poucos anos (pouco depois do pedido intervenção de José Sócrates à Troika), que “se Portugal tivesse metade da sua população actual, não teria problemas económicos”. Esta ficou-me para sempre!