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terça-feira, 30 de junho de 2026

A Esquerda e o Efeito Dunning-Kruger

Um tal David Pontes escreveu o seguinte no pasquim Púbico:

“Sem os novos habitantes, o envelhecimento demográfico seria ainda mais acentuado e muitos trabalhos essenciais não teriam mão-de-obra disponível.”

O comunista Daniel Oliveira escreveu o seguinte no semanário Espesso:

“Foi a economia, mais do que a lei, que determinou as oscilações migratórias. Mesmo assim, envelhecemos e a população activa só cresceu graças aos imigrantes. A questão não é se 14% é demais. É o que seríamos sem eles. Pressionam serviços públicos porque os preparámos para o deserto demográfico. Recebemos imigração pouco qualificada e desintegrada porque é isso que o modelo económico extractivista e com pouco valor acrescentado absorve. A questão não é quem entra. É mudar o que o país oferece. A eles e a nós”.

Tanto o David Pontes como o Daniel Oliveira são exemplos chapados do chamado Efeito Dunning-Kruger que, basicamente, é a transposição do conceito de Sócrates (o grego) da frase “só sei que nada sei”, e da eliminação das certezas.

O indivíduo inteligente tem dúvidas: os estúpidos da Esquerda só têm certezas — incluindo as certezas acerca do futuro. Faz parte da mente revolucionária (a certeza do futuro).

Com o advento da Inteligência Artificial, o David Pontes irá em breve fazer de conta que não escreveu aquilo.
A certeza do futuro que ele tem hoje irá ser colocada em causa pelos factos oriundos da Realidade. A ideia segundo a qual teremos que duplicar a população para manter uma performance na economia é já contraditada pela realidade imposta pela Inteligência Artificial. Muito provavelmente, o David Pontes está errado.

Já o Daniel Oliveira, como bom marxista, reduz a Realidade inteira à economia — para além de também ignorar os ventos da mudança que a Inteligência Artificial nos traz.
Segundo os especialistas, virá um tempo em que a mão-de-obra operária e agrícola será essencial para sobrevivência da população portuguesa autóctone. E de nada nos valerá ter, por exemplo, 20 milhões de habitantes em Portugal — a não ser que a nova Esquerda radical continue a alimentar a utopia da revolução dirigida pelo Lumpemproletariado enquanto nova classe revolucionária.

As opiniões do David Pontes e do Daniel Oliveira nada têm de científicas ou lógicas.
São ditadas por ideologia. A falta de conhecimento leva-os a tirar conclusões erradas baseando-se na ideologia enquanto Ersatz da Razão, e impede-os de ver que estão errados. Eles têm certezas. E nós temos que levar com elas.

domingo, 27 de julho de 2025

A dialéctica do comuna Daniel Oliveira


Por um lado, defendeu claramente a política de imigração desenfreada e radical da Geringonça de Esquerda; mas, por outro lado, diz que “a imigração baixa os salários”.




É esta a dialéctica do comuna (“uma no cravo, outra na ferradura”), prosélito da Teoria Crítica: de uma maneira ou de outra, sai sempre por cima e tem sempre razão.

O comuna quer o melhor dos dois mundos; almeja a perfeição que reflicta a sua própria essência perfeita, e a sua superioridade moral. O comuna pertence a uma seita que exige a perfeição aos outros, e partindo do princípio de que ele próprio é um iluminado perfeito.

A dialéctica garante-lhe “cautela e caldos de galinha” proveniente de um dos comissários do Totalitarismo de Veludo, que permite (à seita) continuar a abusar da ascendência política sobre o povo. Como diria a Ivone Silva: “Com um vestido preto, nunca me comprometo”.

O comuna Daniel Oliveira é perito em f*der a sociedade sem deixar impressões digitais.

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Os jornaleiros especializados em Marxismo-Leninismo


Eu não sou jornalista, e por isso, posso dar-me ao luxo de ser incautamente impreciso na escrita da Língua Portuguesa; mas um jornalista — propriamente dito — não se pode dar a esse luxo.


“A gravidade não é o que foi dito, que corresponde a uma verdade formal, apesar da afirmação de que não se abdica de direitos ser inconsequente. É o ministro da Defesa meter foice na seara do MNE e dizer que o fez como líder do CDS, com homens fardados atrás. A culpa é de quem deu um ministério relevante ao líder de um partido defunto. Os mortos às vezes falam. Mas a cabeça já não é o que era”

(Daniel Oliveira)

Daniel Oliveira é (alegadamente) jornalista, e teria a obrigação de conhecer os conceitos de “linguagem-objecto” e de “metalinguagem”, do linguista, matemático e filósofo Alfred Tarski, que deveria ser objecto de estudo nas faculdades de jornalismo. Porém, o Daniel Oliveira preferiu especializar-se em Marxismo e em Materialismo Dialéctico (ou “materialismo científico” que, de científico, tem nada).


Vou escrever, em baixo, o texto do Daniel Oliveira com algumas correcções , como segue:

“A gravidade não é o que foi dito, que corresponde a uma verdade formal, apesar da afirmação de que “não se abdica de direitos” ser inconsequente. É o ministro da Defesa meter foice na seara do M.N.E., e dizer que o fez como líder do C.D.S., com homens fardados atrás. A culpa é de quem deu um ministério relevante ao líder de um partido defunto. Os mortos, às vezes, falam; mas a cabeça já não é o que era.”

O trecho “não se abdica de direitos” está aqui entre aspas porque, neste caso, pertence à linguagem-objecto, ou seja, pertence à linguagem que se fala comummente: “não se abdica de direitos”, entre aspas, pode ser considerado como um nome, porque o objecto de que se fala é sempre representado por um nome, ou, mutatis mutandis, pretende ser uma  citação ou pseudo-citação do discurso de alguém.

Ademais, o Daniel Oliveira, como “progressista” que se preza, despreza a pontuação.

“Os mortos, às vezes, falam”, deve ter vírgulas que isolem o “às vezes” no discurso falado e escrito; e o trecho “mas a cabeça já não é o que era” deve seguir-se a um ponto e vírgula, porque a conjunção adversativa “mas” não se coaduna (na tradição da escrita portuguesa) com um ponto final anterior. Se o Daniel Oliveira quisesse utilizar o ponto final, deveria ter utilizado as conjunções “porém” ou “contudo”, em lugar de “mas”.

No resto, estou de acordo com o Daniel Oliveira (“partido defunto” incluído).

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

O comissário do Totalitarismo de Veludo diz que “Elon Musk é o homem mais perigoso do mundo”

Daniel Oliveira é um dos mais proeminentes comissários do Totalitarismo de Veludo, ou seja, é um dos personagens mais perigosos que existem em Portugal — e com o beneplácito e protecção do Chico dos Porsches (este filho-de-puta nunca mais morre!).
Os globalistas “Bilderbergers” tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (por exemplo, André Ventura) e absorvem os da esquerda (como é o caso do Daniel Oliveira).

Existem outros comissários do Totalitarismo de Veludo, como por exemplo Ana Drago, Rui Tavares, Isabel Moreira, Alexandra Leitão (ainda não foi promovida), as manas Mortágua, Raquel Varela, Ana Sá Lopes (a Madame Frankenstein), a comunista confessa Carmo Afonso — entre outras criaturas pantanosas.

De todos os comissários do Totalitarismo de Veludo, o mais perigoso é o Daniel Oliveira, porque é o mais dissimulado; é uma espécie de “camaleão ideológico” — o tal que escreveu no Twitter que “o Bloco de Esquerda e o PCP são partidos social-democratas clássicos”.



Quando qualquer destas criaturas diz que “defende a liberdade”, esta posição política é instrumental, inserida em uma estratégica de erradicação paulatina e progressiva da própria  liberdade que dizem defender. A defesa da liberdade é, para eles, um mal necessário, um obstáculo a transpôr rumo aos “amanhãs totalitários que cantam”.

Daniel Oliveira disse ontem, em um programinha da televisão do Chico dos Porsches, que “Elon Musk é a pessoa mais perigosa do mundo”   porque defende a liberdade de expressão no Brasil. Podíamos atar todos os comissários do Totalitarismo de Veludo e enviá-los para o Brasil, para junto do Lula da Silva. Seria um alívio para os portugueses.



terça-feira, 18 de julho de 2023

Os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo apoiam o Rui Rio


Hoje ouvi o Daniel Oliveira na TSF, a defender o Rui Rio no caso da busca domiciliária da Polícia Judiciária — o mesmo Daniel Oliveira que diz que o Bloco de Esquerda é um partido social-democrata; o mesmo Daniel Oliveira que é um dos (muitos) comissários políticos do Totalitarismo de Veludo vigente em Portugal desde que apareceu o Bloco de Esquerda do Francisco Louçã.

Os dignitários do sistema fazem sistematicamente asneira da grossa, e depois dizem que a culpa é do CHEGA.

Eles (os dignitários do sistema) estão a proteger-se uns aos outros; estão a colocar as caravanas em círculo.

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São os Senhores da Lei: fazem as leis que não se aplicam a eles próprios.

E depois têm comissários políticos que fazem a inspecção pública e publicada que garanta e assegure, em causa própria, a inocuidade da iniquidade.

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E quando a Justiça (enquanto braço independente do Poder) segue a lei que lhes cause dano, é repreendida publicamente pelos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo (por exemplo, Daniel Oliveira, José Pacheco Pereira).

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

A referendofobia do comissário político Daniel Oliveira

ODaniel Oliveira (um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo que se vai instalando entre nós) tem uma notória aversão aos referendos políticos. Mas não só ele: outros comissários políticos (do regime autoritarista que floresce por entre a bonomia sorridente manifesta do monhé), como por exemplo o José Pacheco Pereira, têm horror aos referendos — porque a prática dos referendos políticos coloca em causa o conceito politicamente correcto e esquerdóide de “ditadura da democracia representativa”, que substitui actualmente o conceito estalinista de “democracia popular”.

“Existe, nos sectores mais conservadores da sociedade, a convicção de que são guardiões da moral e que nem os eleitos têm legitimidade para pôr em causa as suas convicções. Sempre que um tema os incomoda, seja a interrupção voluntária da gravidez ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigem referendos.” → Daniel Oliveira

Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a democracia representativa legitima a imposição da vontade arbitrária das elites (mediante a coerção política e através da força bruta do Estado) sobre o povo, sem que este tenha qualquer meio circunstancial de defesa. O conceito (propositadamente) enviesado de “democracia representativa” é utilizado (pelo Totalitarismo de Veludo) para promover a “evolução da opinião pública” no sentido de uma cada vez maior concentração de Poder no Estado, retirando progressivamente ao povo qualquer tipo de alvedrio.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Os “Spins” do comissário político Daniel Oliveira


Chama-se a isto um “spin”. O Daniel Oliveira, enquanto um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, é especialista em “spins”:

spin daniel oliveira web

Vamo-nos habituando aos “spins” do Daniel Oliveira — por exemplo quando ele escreveu que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são partidos social-democratas, na medida em que (alegadamente) “têm programas social-democratas clássicos” (!).

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Não me admiraria nada que, na opinião do Daniel Oliveira, a culpa da saída vergonhosa dos Estados Unidos do Afeganistão fosse atribuída a Donald Trump.


Hannah Arendt lies web

“Se a elite política mente sistematicamente, a consequência não é a de que passas a acreditar nas mentiras, mas, em vez disso, ninguém já acredita seja no que for.

E isto porque as mentiras sistemáticas, por sua própria natureza, sofrem constantes mutações; e uma elite mentirosa tem que reescrever a História constantemente.

E se o cidadão já não acredita no discurso político das elites, não pode ter opinião — fica destituído não só da sua capacidade de acção, mas também da sua capacidade de pensar e ajuizar. E, com um povo nestas condições, a elite pode fazer o que quiser.”

→ Hannah Arendt, em entrevista ao escritor francês Roger Errera (1974)

sábado, 7 de agosto de 2021

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes


O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

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Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.

terça-feira, 20 de julho de 2021

O povo de Direita não deve votar em Rui Moreira para a Câmara Municipal do Porto — porque as alterações climáticas são marxistas


A Rua Conde de Avranches, na cidade do Porto, era uma rua larga, fortemente arborizada, e ladeada de vivendas — fazia lembrar (mutatis mutandis) uma rua do bairro londrino de Belsize Park.

rua conde de avranches web

Porém, o Presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira (que se diz “de Direita”!) destruiu completamente a rua, a mando do politicamente correcto esquerdista: mandou construir um corredor largo para bicicletas no meio da artéria — eu passo naquela rua todos os dias, e nunca vi por lá uma única bicicleta em trânsito: trata-se de um corredor para bicicletas que não tem qualquer uso.

quinta-feira, 4 de março de 2021

Exemplos de “válvulas do regime” e comissários políticos: José Pacheco Pereira e Joana Amaral Dias


Por definição, uma válvula é um dispositivo que permite a descarga de um recipiente, quando a pressão do seu conteúdo ultrapassa um determinado valor.


Em política, e por analogia (como é óbvio), existem agentes que exercem a função de “válvulas de escape”, no sentido da salvaguarda do regime político vigente.

Exemplos de “válvulas do regime”: Joana Amaral Dias, José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, ou Fernanda Câncio. São simultaneamente “válvulas de escape” do actual regime radical de Esquerda, e comissários políticos da actual ditadura de veludo da geringonça.

Determinados “liberais” — por exemplo, Maria João Marques, ou Pedro Marques Lopes, ou os “insurgentes” em geral — não se enquadram na definição de “válvulas do regime”, pela simples razão de não poderem ser classificados de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo. Estes ditos “liberais” são apenas os idiotas inúteis do sistema político em vigor.

Dois exemplos: quando se tornou evidente que o governo do monhé meteu a pata na poça na gestão da crise do COVID-19, a Joana Amaral Dias desempenha a função de “válvula de escape” do regime; e quando o governo do Costa pretende instalar câmeras de vigilância nas vias públicas, o José Pacheco Pereira vem a terreiro exercer a função de regulador das pulsões totalitárias e da tensão interna do regime.

De resto, o Daniel Oliveira exerce a função de “válvula de escape” do regime de uma forma sistemática: e o mesmo se pode dizer de Fernanda Câncio, que para além de “válvula de escape” também desempenha o papel de “vulva de escape”.

sábado, 5 de dezembro de 2020

“OMO lava mais branco”: alegadamente, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são agora “social-democratas”


O Daniel Oliveira diz que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são partidos social-democratas.

daniel-oliveira-be-pcp-webAliás, esta tese é compartilhada pelo José Pacheco Pereira, que (em 2015) defendeu publicamente a aliança (oficiosa) entre o Partido Socialista, por um lado, e o Partido Comunista e Bloco de Esquerda, por outro lado — a chamada “Geringonça”.

Um dia destes, se Deus quiser, o Daniel Oliveira irá dizer que o MRPP pertence a uma “direita moderada”.
Seguindo o “raciocínio” do Daniel Oliveira, agora percebo por que razão o CHEGA é classificado (pela Esquerda) de “nazi”!

Chama-se a isto: “baralhar e tornar a dar”.

Baralhando a opinião pública, os agentes do neomarxismo (ou do Totalitarismo de Veludo) vão tornando a ideologia marxista agradável ao paladar ideológico da populaça — desta vez, não através das ideias (entendidas em si mesmas), mas sim pela normalização (na cultura antropológica) de conceitos vagos e genéricos que sirvam a causa neomarxista.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, ou Fernanda Câncio, são exemplos de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se faz sentir em Portugal.

Por exemplo: ¿alguma destas “comissariadas” criaturas se pronunciou contra a ilegalidade do confinamento obrigatório? Claro que não! Desde que seja para proteger o Totalitarismo de Veludo, o silêncio é de ouro! Esta gente é muito perigosa!

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domingo, 29 de março de 2020

O que disse o comunista Daniel Oliveira acerca de Jair Bolsonaro

É inacreditável como o comunista Daniel Oliveira continua a ser patrocinado pelo globalista (e Bilderberger) Pinto Balsemão que é, por sinal, o fundador do Partido Social Democrata.

No vídeo abaixo e em directo num programa da SICn, o referido comuna afirmou que “não lamentaremos morte de Bolsonaro por Coronavirus”.

Há coisas que podemos dizer num blogue, como é o meu caso; mas será difícil justificar que se digam num programa de televisão com audiência nacional.

Eu defendo aqui veementemente a ideia segundo a qual – à semelhança de milhões de portugueses -- eu não lamentaria a morte do Daniel Oliveira, por Coronavirus ou por outra razão qualquer; e vou mais longe: eu até patrocinaria a morte dele, e contribuiria activamente para as festividades fúnebres que se seguissem a um tão fausto acontecimento.




domingo, 2 de fevereiro de 2020

Isto já não vai com palavreado


O António Balbino Caldeira aborda aqui a temática da censura de informação, sob o pretexto de “fake news”.


censorship-webTal como no tempo de Salazar havia um alinhamento ideológico “politicamente correcto”, que justificava o “lápis azul” (a censura do Estado Novo), assim os mentores do politicamente correcto actual (o “totalitarismo de veludo”) criaram um sistema de purga da informação incómoda em relação ao sistema político vigente.

Este sistema censório tem origem nos me®dia internacionais, em primeiro lugar, que defendem os interesses da plutocracia globalista que os controla (ideológica- e financeiramente); e são os me®dia — CNN, MSNBC, ABC, NBC, BBC, CBC, etc. — que impõem o filtro censório à ruling class  em geral.

Em Portugal, pessoas da laia da Fernanda Câncio ou do Daniel Oliveira são comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, e que fazem parte da classe dos caciques locais esquerdistas que servem a estratégia política da plutocracia globalista (só assim se entende que o Bilderberger globalista Pinto Balsemão, por um lado, e trotskista Daniel Oliveira, por outro lado, andem tacitamente alinhados).

As publicações “online” locais (nacionais) que não pertençam ao clube ideológico sancionado pelo Totalitarismo de Veludo, são sinalizadas pelos comissários políticos que se encarregam de recomendar a sua ostracização dos motores de busca, tornando “invisíveis” essas publicações censuradas.

De nada vale o relambório racional que faça a crítica da censura do Totalitarismo de Veludo: os comissários políticos do sistema politicamente correcto em vigor têm o poder na mão, e não há argumentos racionais que façam qualquer diferença.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.


Hoje já não existe diferença assinalável entre aquilo a que se convencionou chamar de “Esquerda moderada”, por um lado, e “Esquerda Radical”, por outro lado.

O conceito de “Esquerda Radical” já não faz sentido, uma vez toda a Esquerda se radicalizou (no sentido de “jacobinização” da política). Basta vermos o que se passa hoje com a Esquerda do partido Democrático nos Estados Unidos, ou com a Esquerda britânica sob os auspícios de Corbyn.

Dizer que existe hoje uma “Esquerda moderada” é equivalente a dizer que existe hoje um “Islamismo moderado”. É um oxímoro.

JPP-ZAROLHOExistem excepções individuais na Esquerda — que são apenas excepções aparentes.

Por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Daniel Oliveira: são indivíduos de esquerda que fazem (circunstancialmente) a crítica em relação à Esquerda, nos casos em que a acção política do esquerdalho é de tal forma histriónica e absurda que há a necessidade de alguém vir a terreiro tentar “salvar a honra do convento” esquerdista. Estes indivíduos (entre outros) fazem parte da categoria dos “esquerdistas espertalhões”.

Por exemplo: a crítica dos “esquerdistas espertalhões” a Joacine "Vai-te Katar" Moreira e ao partido LIVRE, ou a crítica ao desavergonhado Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues.

Trata-se, da parte dos espertalhões, de uma estratégia política de controle de danos: perante o radicalismo histriónico evidente da actual Esquerda, os ditos espertalhões definem a orientação política da camada exterior da cebola do totalitarismo de veludo vigente (segundo o conceito de Hannah Arendt) .

É neste contexto que o presidente da assembleia da república, o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues, não só censura o discurso de um deputado legitimamente eleito, como ameaça publicamente tirar-lhe a palavra de forma arbitrária.

Aquilo a que chamamos “democracia” já não faz sentido.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

O Daniel Oliveira, a Tânia Laranjo e a Joacine “vai-te katar” Moreira


daniel_oliveira-webjpgO comissário político do totalitarismo de veludo em acção: o Daniel Oliveira diz que não é importante “se a Tânia Laranjo é racista”; o que é importante, diz o Daniel Oliveira, é a necessidade de auto-censura de piadas em nome do politicamente correcto.

Porém, quando a Joacine “vai-te katar” Moreira disse (várias vezes, em comícios públicos) que “Portugal não pertence aos brancos” (sic), não ouvimos o Daniel Oliveira reclamar a necessidade da auto-censura pública do partido de Esquerda a que pertence a Joacine “vai-te katar” Moreira.

joacine-web

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A aliança entre os Bilderbergers globalistas e os caciques da Esquerda internacionalista


Custa-me reconhecer que a Raquel Varela tem aqui parcialmente razão; e digo “parcialmente” porque já não concordo com ela quando diz que a culpa do radicalismo veganista do reitor da universidade coimbrinha “é do capitalismo” — quando, em boa verdade, impera o silêncio do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda em relação ao radicalismo animalista.

Quem manda hoje em Portugal é o PAN (Pessoas-Animais-Natureza): até o António Costa quer proibir a carne de porco.

Escreve a Raquel Varela:

“Marx explicava que a tendência do capitalismo era para tornar vegetarianas as classes trabalhadoras, desde logo diminuindo a parcela de proteína a que têm acesso na reprodução da força de trabalho, vulgo salário”.

Como dizia o velho António, “em política, o que parece, é!”. E parece (muito) que é a Esquerda (mais ou menos marxista) que transformou a ecologia em uma religião (a começar pelo Partido Comunista e os Verdes, desde a década de 1980), e os seguidores dessa nova religião em fanáticos.

Hoje, não sei quem é mais fanático: se o jihadista maomerdano, se o animalista abortista e eugenista.


Pela primeira vez na História, a Esquerda defende hoje um retrocesso do nível de vida das populações mais pobres.

Existe um pacto inconfessável entre a plutocracia globalista, por um lado, e os caciques locais de Esquerda internacionalista dos diversos países, por outro lado.

Esse pacto segue o paradigma fascista da China (sinificação), em que coexiste um capitalismo (propriedade privada) estritamente controlado pelo Estado, por um lado, e por outro lado um comunismo/marxismo/colectivismo estatal orgânico.

Esta coexistência contra-natura (entre o controlo do Estado em relação à produção das empresas privadas, e um colectivismo orgânico) é própria dos regimes fascistas — vejam como Mussolini e Hitler controlaram a produção das empresas privadas através dos respectivos Estados.

O que acontece na China é um fascismo.

E é o modelo chinês (sinificação) que é defendido (desde a década de 1970, com Henry Kissinger, por exemplo) pela plutocracia globalista em relação às diversas regiões do globo, incluindo a União Europeia.

Por isso é que, por exemplo, o canal de televisão do Pinto Balsemão (o patrão português dos Bilderbergers) é muito “amigo” do Bloco de Esquerda da Catarina Martins: os Bilderbergers têm uma aliança tácita com os caciques locais esquerdistas.

Não devemos esquecer a influência do movimento ecologista radical alemão na construção ideológica do nazismo (Wandervögel). Hitler era radicalmente vegetariano e adorava animais (gostava muito mais de cães do que de seres humanos).

O novo fascismo (a sinificação), que está a ser construído à escala global, serve os interesses da plutocracia globalista, por um lado, mas por outro lado é adoptado pelos caciques de esquerda ávidos de Poder (o exercício do Poder político é uma droga altamente viciante).

E nem o Partido Comunista foge à aliança tácita entre o caciquismo internacionalista de Esquerda e a plutocracia globalista.

As famílias numerosas sempre assustaram os poderosos.

meat-is-murder-webNão é por acaso que a Esquerda americana defende o subsídio abortista da parte do Estado — porque é a mulher negra e pobre quem mais aborta.

O abortismo de Esquerda é uma forma de racismo classista encapotado (desde o tempo de Margaret Sanger), que se esconde por detrás da emoção hipócrita do “coitadismo” em relação aos mais pobres.

Em vez de defender a vida das crianças pobres, a Esquerda actual defende a eugenia em relação aos deserdados e o aborto grátis das crianças pobres – e aqui verificamos a aliança evidente entre a Esquerda (por exemplo, o comunista americano Bernie Sanders) e a plutocracia globalista.

Não é por acaso que o jornaleiro esquerdista Daniel Oliveira é muito querido dentro da organização me®diática do Bilderberger Pinto Balsemão. Les bons esprits se rencontrent...

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O taxista muçulmano

 

Um muçulmano taxista está proibido pelo Islão de transportar mulheres no carro; e mesmo sendo o cliente do sexo masculino, um taxista muçulmano está proibido de o transportar a um bar, ou a um clube, ou a uma discoteca, etc..

É disto que o Daniel Oliveira gosta... !

sábado, 1 de dezembro de 2018

O pasquineiro Daniel Oliveira, e a islamofobia contra o Daesh

 

Eu não tenho a certeza de que o Daniel Oliveira terá dito (ou escrito) o que está escarrapachado na imagem aqui ao lado; mas acredito que, vindo daquela avantesma, tudo é possível.

daniel-oliveira-daeshSendo verdade que ele escreveu ou afirmou o que está escrito, o Daniel Oliveira incorre na falácia da falsa dicotomia — o que revela, ou uma radical desonestidade intelectual, ou um notável retardamento cognitivo (ou as duas coisas).

Desde logo, o referido estafermo parte do princípio (implícito) de que o Daesh não faz parte do Islão — o que é absolutamente falso; ou seja, os dados da realidade objectiva são negados pelo “dito cujo”.

Poderíamos supôr que a referida cavalgadura de pasquim não conhece suficientemente o Islamismo; sendo assim, ¿por que razão não se cala?!

Qualquer europeu consciente não pretende “uma guerra contra o Islão”; o que pretende (e bem!) é proteger-se do Islão (o Islão é um princípio de ordem política!, ou seja, é uma ideologia política).

“Islamofobia” é o diabo que o carregue!, ¿ouviu?!, seu paspalho da pasquinagem!

Ao criar uma falsa dicotomia entre uma ideologia política (o Islamismo), por um lado, e os que suposta- e alegadamente se opõem a essa ideologia política, por outro lado, o Daniel Oliveira e os seus sequazes pretendem assumir o papel de “moderadores e superiores morais” de uma contenda que, realmente, não existe.

Vou dar um exemplo: imagine o leitor que alguém pega num taco de beisebol contra mim, e eu tento defender-me da agressão. O Daniel Oliveira viria dizer que eu sou parte do problema na medida em que eu me defendo da agressão; o agressor seria, na opinião do paspalhão, um “fundamentalista da paulada”; e eu seria um “agressófobo”.

O grande cabrão coloca na mesmo nível moral, o agressor e a possível vítima.


Como alguém escreveu no FaceBook:

« Os MARXISTAS têm de ser postos fora da vida política. ASSASSINARAM mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças, e querem obrigar a humanidade à sua utopia de mentira, ódio e morte. Até namoram o Islão para crucificar o CRISTIANISMO. »

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

terça-feira, 11 de abril de 2017

O Daniel Oliveira e o Síndroma Parasítico da Avestruz

 

Há [nomeadamente] duas criaturas me(r)diáticas que me causam asco: a Fernanda Câncio, no feminino, e Daniel Oliveira, no masculino.

Este último chegou à conclusão de que “existe gente melhor do que outra, em todas as gerações” — o que é espantoso, vindo de uma mente cristalizada no sistema ortorrômbico que é uma característica da mente revolucionária.

Por um lado, o Oliveira diz que a actual geração [de adolescentes] é “mais bem” preparada [ele deveria ter escrito: “melhor preparada”, mas isso sou eu, que não sou moderno] e informada do que a geração dele [enquanto adolescente]; e, por outro lado, o Oliveira diz que os “selvagens” que destruíram parte de um hotel em Espanha são semelhantes aos “selvagens” de todas as gerações desde há 40 anos:


“Parece que no final dos anos 70 houve uma viagem nacional de finalistas a Torremolinos de tal forma brutal que estas foram proibidas durante uns anos. Foi a desbunda da geração que agora se arrepia com a falta de civismo dos seus filhos e netos”.

Teremos que saber, em primeiro lugar, o que significa “estar mais bem preparado”.

daniel_oliveira-webjpg¿Será [segundo o Oliveira] que um indivíduo jovem que participa em orgias gay e tem orgulho em tomar no cu, está “mais bem” preparado do que um outro jovem homófobo de há trinta anos? ¿Será que, para o Oliveira, o “à vontade cultural” em tomar no cu é sinal de evolução positiva da sociedade?

¿Será que um adolescente actual finalista do ensino secundário, que não sabe quem foi [por exemplo] D. Sancho I, está “mais bem” preparado do que um outro indivíduo com a 4ª classe da década de 1960 que sabia de cor e salteado os nomes dos reis das quatro dinastias? Será que [segundo o critério do Oliveira], desconhecer a História de Portugal é sinal de que se está “mais bem” preparado?

Portanto, temos que saber o que é estar “melhor preparado”.

Em segundo lugar, há uma diferença enorme entre a natural irreverência da juventude, seja qual fosse a geração, por um lado, e a barbárie, por outro lado.

Quando o Oliveira parece nivelar tudo pela mesma bitola [as consequências da viagem dos estudantes dos anos 70, por um lado, e as desta última, por outro lado], incorre no Síndroma Parasítico da Avestruz [segundo o professor canadiano Gad Saad] — que consiste em não reconhecer quaisquer diferenças entre objectos ou fenómenos inseridos em uma mesma categoria [o que é característica do politicamente correcto. Ver exemplo neste vídeo].

O Síndroma Parasítico da Avestruz revela um problema cognitivo grave, e quiçá mesmo uma doença mental.