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terça-feira, 25 de abril de 2017

Outro insurgente com Q.I. de muçulmano

 

“Não faltam entusiastas dos autoritarismos/totalitarismos que vão de coisas como o Bloco, Podemos, Corbyn ou Siriza até ao Wilders, Le Pen ou AfD. O status quo democrata-liberal é uma merda não é?”

Insurgente, filho de primos direitos

Noutro dia escrevi aqui acerca do Síndroma Parasítico da Avestruz que consiste em não reconhecer quaisquer diferenças entre objectos ou fenómenos inseridos em uma mesma categoria, o que é característica do politicamente correcto. Ver exemplo neste vídeo.

Por exemplo, meter no mesmo saco o Podemos (marxista), por um lado, e Geert Wilders (libertário, anti-marxista e anti-totalitarismo islâmico), por outro lado, só pode vir de gente que padece de uma doença mental grave (Síndroma Parasítico da Avestruz) que pode ter origem genética (endogamia) ou epigenética.

Seria a mesma coisa comparar o Trump e o Kim.

Kim Jong-un-web

terça-feira, 11 de abril de 2017

O Daniel Oliveira e o Síndroma Parasítico da Avestruz

 

Há [nomeadamente] duas criaturas me(r)diáticas que me causam asco: a Fernanda Câncio, no feminino, e Daniel Oliveira, no masculino.

Este último chegou à conclusão de que “existe gente melhor do que outra, em todas as gerações” — o que é espantoso, vindo de uma mente cristalizada no sistema ortorrômbico que é uma característica da mente revolucionária.

Por um lado, o Oliveira diz que a actual geração [de adolescentes] é “mais bem” preparada [ele deveria ter escrito: “melhor preparada”, mas isso sou eu, que não sou moderno] e informada do que a geração dele [enquanto adolescente]; e, por outro lado, o Oliveira diz que os “selvagens” que destruíram parte de um hotel em Espanha são semelhantes aos “selvagens” de todas as gerações desde há 40 anos:


“Parece que no final dos anos 70 houve uma viagem nacional de finalistas a Torremolinos de tal forma brutal que estas foram proibidas durante uns anos. Foi a desbunda da geração que agora se arrepia com a falta de civismo dos seus filhos e netos”.

Teremos que saber, em primeiro lugar, o que significa “estar mais bem preparado”.

daniel_oliveira-webjpg¿Será [segundo o Oliveira] que um indivíduo jovem que participa em orgias gay e tem orgulho em tomar no cu, está “mais bem” preparado do que um outro jovem homófobo de há trinta anos? ¿Será que, para o Oliveira, o “à vontade cultural” em tomar no cu é sinal de evolução positiva da sociedade?

¿Será que um adolescente actual finalista do ensino secundário, que não sabe quem foi [por exemplo] D. Sancho I, está “mais bem” preparado do que um outro indivíduo com a 4ª classe da década de 1960 que sabia de cor e salteado os nomes dos reis das quatro dinastias? Será que [segundo o critério do Oliveira], desconhecer a História de Portugal é sinal de que se está “mais bem” preparado?

Portanto, temos que saber o que é estar “melhor preparado”.

Em segundo lugar, há uma diferença enorme entre a natural irreverência da juventude, seja qual fosse a geração, por um lado, e a barbárie, por outro lado.

Quando o Oliveira parece nivelar tudo pela mesma bitola [as consequências da viagem dos estudantes dos anos 70, por um lado, e as desta última, por outro lado], incorre no Síndroma Parasítico da Avestruz [segundo o professor canadiano Gad Saad] — que consiste em não reconhecer quaisquer diferenças entre objectos ou fenómenos inseridos em uma mesma categoria [o que é característica do politicamente correcto. Ver exemplo neste vídeo].

O Síndroma Parasítico da Avestruz revela um problema cognitivo grave, e quiçá mesmo uma doença mental.