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domingo, 21 de junho de 2026

As elites ocidentais irão ter que assassinar em massa

A missão política das elites europeias já é a de eliminar progressivamente a população autóctone, de inicio de uma forma incipiente e dissimulada, e mais tarde de forma massiva, dando razão ao prognóstico de Enoch Powell feito através do seu discurso “Rivers Of Blood”, proferido em 1968 em Birmingham.

O caminho a seguir, segundo as elites ocidentais, é um neofascismo de tipo chinês, em que as empresas privadas são estritamente controladas por um Estado que as tolera, e que promove socialmente uma classe de bilionários caninamente obedientes a esse mesmo Estado.

Para a plutocracia globalista, é necessário eliminar uma população autóctone culturalmente influenciada por aquilo a que Schumpeter chamou de “Democracia Procedimental” — in “História da Análise Económica”, 1954: a democracia que funciona como método político.

Ora, as elites aliadas (a “ruling class”) pretendem alterar / erradicar o método político actual, e para isso é necessário alterar radicalmente a cultura política da população autóctone.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

O satanismo, os globalistas do Grupo dos Trezentos (os judeus Rothschild, Rockefeller, Jeffrey Epstein, entre muitos outros), o Grupo de Bilderberg, e a pedofilia institucionalizada


Desde Sócrates, o ateniense, que sabemos que ninguém faz o mal pelo mal: as pessoas querem sempre um qualquer bem, nem que seja o seu bem exclusivo e egoísta. Mas uma escolha desviante não é o “bem devido”: o bem devido é o que respeita a “regra de ouro”: não faças aos outros o que não queres que te façam.

O problema do Mal, na cultura, é o de que o Mal é, na maior parte das vezes, feito aos outros por alguém que sofreu previamente, na pele e na sua experiência, o mesmo tipo de Mal. E este problema é de tal forma profundo que até a epigenética confirma a sua complexidade: por exemplo, um neto ou bisneto biológico de um pedófilo pode tornar-se pedófilo, quando atinja a sua adultez, sem que tenha sido abusado sexualmente enquanto criança.

Jesus Cristo compreendeu muito bem o problema do Mal, neste caso concreto, o Mal da pedofilia:

«E tomando um menino, colocou-o no meio deles, abraçou-o e disse aos seus discípulos: “Quem receber um destes meninos em meu nome, é a mim que recebe; e quem me receber, não me recebe a mim mas Àquele que me enviou” ». (S. Marcos, 9, 36 – 37)

« Disse, depois, aos discípulos: “ É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa! Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar, do que escandalizar um só destes pequeninos.” » — (S. Lucas, 17, 1 – 2).

Carlo Cipolla, através d' “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio: “é inevitável que haja escândalos”).

O determinismo aplica-se à condição humana, mas não à vontade do ser humano enquanto indivíduo. O livre-arbítrio pode contrariar o determinismo inerente à condição humana.

As elites sempre foram maioritária- e moralmente corruptas. Sempre. Quando falo em elites, incluo tudo aquilo que os ingleses referem como sendo a “ruling class”. O Poder corrompe.



"O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus."


→ Lord John Dalberg-Acton

Há dias soube que, por exemplo, o general Patton, herói da II Guerra Mundial, andou muitos anos, e já entrado na idade, a f*der uma sua (dele) sobrinha — ignorando que existem dois escolhos da realidade que são intransponíveis: a diferença entre os sexos e a diferença entre gerações. O general Patton acresceu-lhe a displicência em relação a um escolho primordial: o incesto.


É absolutamente necessário que a sociedade alimente e promova a existência de um escol que fiscalize e controle as elites (ruling class).


segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Jornalistas filhos-de-putas



E são estes jornaleiros filhos-de-putas que dizem que “as redes sociais mentem”. Grandes filhos-de-putas!

domingo, 8 de setembro de 2024

Quando é o Estado chinês a violar os preceitos “liberais” e “humanitários”, os “liberais” metem a viola no saco


Eu não sou apologista de um Estado forte — embora por razões diferentes das invocadas pelo Telmo A. Fernandes. A política sábia é a arte de fortalecer a sociedade civil, e (por isso) de debilitar o Estado.

O Telmo A. Fernandes sustém a narrativa do “pensamento mágico” (a fé metastática) da “mão invisível”. A habilidade do Homem-de-Estado liberal, considerado “inteligente”, reduz-se à aproximação, o mais lentamente possível, da previsível catástrofe social. Enquanto a catástrofe, que se adivinha, se vai adiando, o liberal vai defendendo o conceito da “mão invisível” na economia — até que a merda atinja a ventoinha.

A China impõe tarifas aduaneiras ao Ocidente, mas eu nunca vi o Telmo A. Fernandes comentar este assunto; o Donald Trump impõe tarifas aduaneiras à China, e o Telmo rasga as vestes. O défice comercial entre os Estados Unidos e a China foi negativo, para os americanos, em cerca de 400 mil milhões de Euros em 2017.

O critério “liberal” do Telmo não é biunívoco; quando é a China a violar os preceitos “liberais” e humanitários, o Telmo mete a viola no saco. Por isso é que a criatura “liberal” é intrinsecamente de Esquerda.

Aliás, todo o mundo hoje é de Esquerda (que alívio !!!!!).

A “Direita” liberal do nosso tempo não é mais do que uma Esquerda de outro tempo, mas desejosa de digerir em paz.

Tal como acontece com a Esquerda, a “Direita” liberal nunca atribui o seu fracasso a erros de diagnóstico, mas antes à (alegada) perversidade dos factos — e o esquerdista típico nega-se, peremptória- e obviamente, a reconhecer que as conclusões do pensamento burguês-liberal são os princípios do próprio pensamento da Esquerda.

A elite “liberal” — a tal dos negócios contratualizados sem ética — escreve hoje as partituras musicais da sua propaganda baseando-se em temas da Esquerda.

domingo, 28 de julho de 2024

Guterres: "É preciso acabar com o vício das energias fósseis"


Guterres: "É preciso acabar com o vício das energias fósseis"




Se esta frase fosse proferida por um adolescente de 17 anos, eu não a classificaria de extraordinária. Faz parte da adolescência, a revolta contra o mundo.

Porém, vinda de um velho caduco e responsável da ONU, essa frase incomoda-me sobremaneira. Incomoda-me saber que há caquécticos em lugares de Poder que raciocinam como putos.

¿Porquê esta radicalização do discurso político, vinda de um cadáver ambulante?

¿Quanto é que o Guterres irá receber, em milhões de US Dollars, depois de sair do cargo que ocupa na ONU?

terça-feira, 23 de julho de 2024

Todo o internacionalista deveria ser fuzilado

“A humanidade não existe sociologicamente, não existe perante a civilização.

Considerar a humanidade como um todo é, virtualmente, considerá-la como nação; mas uma nação que deixe de ser nação passa a ser absolutamente o seu próprio meio. Ora um corpo que passa a ser absolutamente do meio onde vive é um corpo morto.

A morte é isso — a absoluta entrega de si próprio ao exterior, a absoluta absorção no que o cerca. Por isso, o humanitarismo e o internacionalismo são conceitos de morte, só cérebros saudosos do inorgânico o podem agradavelmente conceber.

Todo o internacionalista deveria ser fuzilado para que obtenha o que quer: a integração verdadeira no meio a que tende a pertencer. Só existem nações, não existe humanidade.”

(Fernando Pessoa)



segunda-feira, 22 de julho de 2024

Há limites para a loucura globalista


Há um frase que diz: “De génio e de louco, todos temos um pouco”; até há um livro com este título.

Portanto, uma pequena loucura, de vez em quando, não faz mal a ninguém. O problema agrava-se quando a loucura se torna epidémica, e quando circula pelas elites (a chamada “ruling class”, que não se circunscreve apenas à classe política) que criam as modas [o Trickle-down Effect, de George Simmel].


O senhor Macron, globalista de gema (e de merda), autorizou que corpos policiais e militares de 43 países patrulhem as ruas de Paris — durante o próximo evento dos Jogos Olímpicos.

Entre os países que policiam as ruas de Paris, está o Catar que apoia oficialmente o Hamas; está a polícia dos Emirados Árabes Unidos, país que defende abertamente a islamização da Europa; as polícias da Coreia, ou do Brasil de Lula da Silva.

Portanto, já não falamos de “intercâmbio” de polícias e forças militares de países da União Europeia e/ou de Schengen: trata-se da imposição, na cultura antropológica dos povos da Europa, de um plano globalista / mundialista de banalização da ideia de uma “polícia internacional”.

Trata-se, também, de uma tentativa de humilhação do povo francês que, assim, é controlado no seu próprio território por polícias de outros países com quem a França não tem acordos de segurança bilaterais.

O senhor Macron continua a cometer erros, atrás de erros, até finalmente arrebentar totalmente com o centro político em França. E depois, estas bestas ditas “liberais” queixam-se da polarização na política.

sexta-feira, 7 de junho de 2024

A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade


A Internet, e as tecnologias associadas a ela, vieram transformar fundamental- e irreversivelmente o mundo.

Quando, há anos, comecei a ver paquistaneses, bangladeches ou africanos com “smartphones”, percebi imediatamente que as migrações vindouras para o Ocidente teriam sempre a ver com uma nova percepção do mundo que a tecnologia propala (sobretudo a percepção de eventuais possibilidades de ascensão social materialista) pela população do Terceiro Mundo — e nada a ver com a ideia miseravelmente propagandeada por uma Esquerda psicótica e delirante (delírio interpretativo), que vê no Aquecimento Global Antropogénico a causa das migrações, e um substituto encapotado do marxismo.

Quem estiver atento ao discurso (por exemplo) de Clara Ferreira Alves nos me®dia (SICn), tem a noção exacta do que significa Delírio Interpretativo.

Outra causa das migrações do Terceiro Mundo para o Ocidente são as guerras regionais, como foi o caso da guerra na Síria, e/ou as consequências da chamada Primavera Árabe — literalmente incentivadas e organizadas pelos bilionários globalistas (aka Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques regionais e/ou locais (sejam estes marxistas ou islamitas radicais).

Fica claro que o bode expiatório das migrações em massa, é atribuído, no entanto, ao putativo Aquecimento Global Antropogénico.

Os me®dia (ou Média), controlados pelos globalistas e internacionalistas, criam um mito (mediante a pseudo-informação e a sub-informação) para ocultar, na percepção dos povos, as verdadeiras causas das migrações massivas do Terceiro Mundo em direcção ao Ocidente.

Em vez de desenvolverem e fazerem progredir os países dos Terceiro Mundo, os globalistas (aliados aos caciques locais, entre estes os neo-marxistas) pretendem transformar o mundo inteiro em um imenso Terceiro Mundo globalizado — um Planeta-Prisão, em que a classe média é erradicada, e implantado um novo tipo de feudalismo à escala global.



A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade.

O liberalismo resultou desfavorável à própria liberdade, porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si mesma para não se auto-destruir.

terça-feira, 4 de junho de 2024

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão


Olavo de Carvalho escreveu que a Esquerda actual trabalha para um conjunto de bilionários, e que a maior parte dos militantes de partidos de Esquerda (de base) não tem consciência desse facto: só a elite dos movimentos políticos de Esquerda estão cientes da dependência esquerdista em relação aos bilionários globalistas.

Fernando Pessoa chegou às mesmas conclusões, em 1930, quando escreveu acerca do Grupo dos Trezentos.

Em uma recente entrevista televisiva, o financeiro Edward Dowd (que trabalhou por mais de 10 anos para o empório financeiro BlackRock) explicou qual o objectivo da Esquerda internacionalista controlada e manipulada pelos bilionários mundialistas / globalistas: “é um planeta prisão, com um sistema de controlo final” — afirmou.

“Uma vez que o dinheiro digital esteja ligado a todos os cartões de crédito e débito, e a todas as contas bancárias, o controlo social totalitário será um facto” — disse Edward Dowd.

Os bilionários globalistas, controlando os caciques locais de Esquerda no Poder e em conluio com estes, poderão decidir proibir (por exemplo) o consumo de carne de vaca se forem de opinião que “os peidos dos bovinos são coisa importante”, ou “bloquear a tua conta bancária” se pensares fora da caixa politicamente correcta, e controlar, sob critérios totalmente arbitrários e caprichosos, todas as escolhas individuais dos cidadãos.

A ideia segundo a qual “os carros eléctricos são mais amigos do ambiente” é a maior mentira dos tempos actuais, propalada nos me®dia controlados pelos globalistas (do Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques locais de Esquerda.

A ideia segundo a qual é possível substituir os carros de motor atmosférico (fósseis) por carros eléctricos é outra grande mentira propagandeada pelos me®dia controlados pelos bilionários globalistas e manipulados pela Esquerda.

Por exemplo, na Europa e em Espanha, a venda de carros eléctricos tem vindo a baixar paulatinamente, por razões de fraca procura (mercado). E mesmo que a procura aumentasse, não seria (jamais!) possível que cada europeu tivesse apenas e só um carro eléctrico.

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão. Ou para um novo tipo de feudalismo.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Ursula von der Leyen vai ter que ir para casa (dela)



Existe claramente uma aliança estratégica entre a plutocracia globalista, por um lado, e a esquerda radical, por outro lado — uma aliança de conveniência, como a que existia, por exemplo, na Idade Média entre o rei feudal (representando o Poder global do país) e os senhores feudais (os governos locais).

Desta aliança sui generis e mesmo contra-natura, surge um neo-feudalismo, que consiste na estratificação rígida das classes sociais, a abolição da classe média, e a restrição de elevadores sociais — ou seja, significa que tudo aquilo que foi defendido pela Esquerda depois do 25 Abril de 1974 e até ao fim do milénio, é hoje combatido pela actual Esquerda aliada aos mais ricos do mundo.

A Esquerda já não é a mesma; a actual Esquerda é fascizante; ou, pelo menos, é claramente contra a liberdade política.

Ursula von der Leyen representa a plutocracia globalista.

Enquanto a União Europeia começou já, oficialmente, a perseguição política aos criadores de gado holandeses, Macron foi ao Brasil garantir as importações de carne, deste país para a União Europeia. Isto tem menos a ver com ecologia do que com política, pura e dura.

A ideia segundo a qual o azoto polui, é das maiores mentiras veiculadas pelos plutocratas globalistas apoiados pelos internacionalistas radicais de esquerda. O azoto (ou nitrogénio) faz parte do ar natural que respiramos.

Para obviar à mentira inicial, os eco-fascistas inventaram argumentos alternativos: os alegados malefícios dos óxidos de azoto, e da amónia que é um derivado do azoto.

Para que o leitor tenha a noção do radicalismo totalitário dos eco-fascistas e globalistas: só a recente erupção vulcânica na Islândia emitiu mais amónia, óxidos de azoto e partículas para a atmosfera do que emitiriam 2.000 anos de criação de gado na Holanda.

Isto tem pouca relação com ecologia: tem a ver com dinheiro (plutocracia globalista) e Poder político (caciques locais de Esquerda). Juntou-se a fome com a vontade de comer. E o povo é que paga a factura.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

A nazificação oficial do partido CHEGA



Ontem ouvi, na CNN-PT, um comentador afirmar que o CHEGA “faz lembrar um partido nazi”; ali mesmo, em directo.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que isso é absolutamente falso. Surpreendeu-me o facto de essa tentativa de nazificação do partido CHEGA não ter sido feita no FaceBook, no TwitterX ou no Instagram: foi feita directamente em um órgão de comunicação social oficial, vulgo me®dia.

Esta atitude dos me®dia em relação a um determinado partido político segue religiosamente um ideário ideológico globalista / sionista (Grupo dos Trezentos), de que os órgãos de comunicação social são a correia de transmissão utilizando a pseudo-informação e a sub-informação.

“Se não consegues perceber por que razão alguém agiu de determinada maneira, olha para as consequências do acto dele — e depois infere os seus motivos.”

Carl Gustav Jung (1875 – 1961)

Afirmar, num canal de televisão, que o partido CHEGA “faz lembrar um partido nazi” é sinal de desespero por parte do sistema político que temos (essencialmente globalista e anti-português), porque se recorre à irracionalidade para justificar os reveses dos partidos privilegiados do regime. Em vez de se questionar por que razão o Partido Socialista e o PSD falham (autocrítica), acusam o partido CHEGA de “nazi”.

Esta atitude, por parte das elites políticas actualmente no Poder (ruling class), tem o condão de radicalizar gente normalíssima, gente do povo. A tentativa me®diática de isolar política- e socialmente cerca de 20% da população, apodando as pessoas que apoiam o partido CHEGA de “nazis”, irá criar fracturas sociais que poderão ser críticas, a médio ou longo prazo, para a manutenção do regime democrático em Portugal.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

A construção do “fascismo democrático” (II)


Os três globalismos


É perfeitamente inteligível a tese de Olavo de Carvalho segundo a qual existem três globalismos distintos:

  1. o globalismo ocidental (ou Baixo Judaísmo),
  2. o globalismo russo-chinês (pós-marxismo),
  3. e o Islão (Islamismo).

Todos eles são antidemocráticos, no sentido de “impeditivos da liberdade natural e pessoal” (Direito Natural), sendo que os dois últimos são, pelo menos por agora, mais agressivos na restrição da liberdade.

Todos eles têm origens ideológicas e culturais distintas, e mesmo antitéticas.

Por exemplo, o marxismo não poderia pegar de estaca na Rússia — como pegou ! — sem um tipo específico de cristianismo espelhado nas obras de Gorki, Tolstoi, e sobretudo de Dostoievski. Trata-se de um tipo de cristianismo muito próximo, do ponto de vista filosófico, do confucionismo milenar que marcou a China, e que é o substrato histórico e o cimento cultural do actual totalitarismo fascista chinês.

A esse tipo de cristianismo miserabilista e existencialista, específico da Rússia, a elite de ideólogos revolucionários russos (intelectuais, na maioria, judeus étnicos, mas ateus) acrescentou-lhe a utopia marxista como forma de fazer manter a cultura de “História Linear” (de origem judaica, pós-Êxodo) que, alegadamente, assegura o “progresso”, na História, como uma lei da Natureza — mas já segundo os preceitos de Hegel (progresso espiritual) e do Materialismo Dialéctico de Karl Marx (utopia marxista).

A este caldo cultural e ideológico milenar, o actual ideólogo russo Alexandre Dugin (o ideólogo preferido de Putin) acrescentou-lhe a dialéctica da superioridade rácica, cultural e civilizacional da Rússia; sobre o cristianismo sacrificialista descrito exemplarmente por Dostoievski; com o acrescento marxista, utópico e com a ideia linear de “progresso” histórico como sendo uma lei da Natureza, Dugin acrescenta-lhe a epicidade de um (pretenso) nacionalismo superior a todos os outros, baseando-se numa mescla ideológica das dialécticas de Hegel (progresso espiritual) e de Marx (Materialismo Dialéctico).


Neste ponto, convém relembrar o conceito de “ideologia”, segundo Hannah Arendt: todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;
2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;
3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

A “ideologia”, no sentido moderno, é uma herança cultural (uma forma de pensar, de racionalizar o mundo) do gnosticismo da Antiguidade Tardia, e, consequentemente, do puritanismo protestante de fins da Idade Média.


Na China, o processo da institucionalização do totalitarismo pós-marxista é semelhante ao da Rússia, substituindo o cristianismo miserabilista e existencialista, pelo confucionismo determinista e fatídico. O cimento cultural está presente para assegurar o sucesso de um totalitarismo feroz e praticamente impossível de erradicar por meios pacíficos. daniel-oliveira-islao-web2

O sucesso cultural do Islão — que é um princípio de ordem política, ou seja, uma ideologia, antes de ser uma mera religião —, deve-se, essencialmente, à proliferação endémica da endogamia, que é receitada e recomendada pela própria ideologia islâmica: ou seja, o Islamismo transporta, dentro de si, os preceitos da sua perpetuação cultural através da criação sistémica de indivíduos de baixo Coeficiente de Inteligência.

(Segue / III)

sábado, 16 de dezembro de 2023

A construção do “fascismo democrático” (I)


Tenho estado bastante afastado da escrita aqui, essencialmente devido à necessidade de deixar “assentar as ideias” num período de enorme complexidade política e ideológica, com efeitos na cultura antropológica de matriz e herança cristãs.

Impera a confusão em praticamente todas as instituições — pelo menos, a Ocidente. Essa confusão é fruto do trabalho de uma complexa aliança contra-natura entre os internacionalistas pós-marxistas (cujos ideólogos nunca deixaram de ser marxistas puros), por um lado, e os globalistas do Grupo dos Trezentos, por outro lado.

Não é a primeira vez que alianças contra-natura se congeminam e conluiam contra a Natureza Humana — como se se quisesse inventar uma Natureza Humana diferente da existente. Por exemplo, Estaline foi apoiado financeiramente por capitalistas americanos — assim como o anti-semitismo de Hitler foi financiado por Henry Ford que era um anti-semita confesso.

O Grupo dos Trezentos e o marxismo dialéctico jogam sempre em mais do que um tabuleiro (dialéctica).

 marxistas e reis web


O que está a ser preparado, actualmente, com a aliança contra-natura (e anti-natura) entre os pós-marxistas e o Grupo dos Trezentos, é a subversão do sistema dito “democrático” que actualmente predomina na cultura antropológica a Ocidente — tentando impôr um regime político que siga, mutatis mutandis, o regime chinês (sinificação). Trata-se da construção de um novo tipo de fascismo internacionalista, embora com “capa” democrática.

(segue/II)

sábado, 15 de abril de 2023

As inconsistências tipicamente americanas


A companhia americana de tabaco Philip Morris continua a operar na Rússia — apesar das sanções impostas pelo Congresso americano.

Só em 2022, a Philip Morris pagou ao Estado russo cerca de 5 mil milhões de US Dollars em impostos e, em Março passado, recebeu de Putin o prémio de “Verdadeiro Amigo da Rússia”.

Se fosse o caso da empresa portuguesa Corticeira Amorim vender meia dúzia de rolhas à Rússia, o governo americano enviava imediatamente a CIA. Mas sendo a Philip Morris a furar o bloqueio comercial imposto pelo próprio governo dos Estados Unidos, nada acontece.

São estas inconsistências americanas que aborrecem. Aliás, já vêm de longe: Rockefeller financiou o governo de Estaline, e a empresa de Henry Ford apoiou o movimento político eugenista que influenciou o holocausto nazi, apoiou o isolacionismo americano na I Guerra Mundial, e financiou directamente a Alemanha de Hitler. Tudo isto está documentado.

Phillip Morris

sábado, 31 de dezembro de 2022

A consequência do controlo da Esquerda neomarxista sobre a “Direita liber(an)al”: a desindustrialização da Europa


Os fabricantes europeus de automóveis estão já a reavaliar os seus futuros investimentos, devido aos altíssimos preços da energia.

A desindustrialização da Europa é real, e os moinhos de vento e os painéis solares da utopia não irão resolver o problema — e tudo isto graças à acção política eficaz dos neomarxistas (que incorporam, na ideologia, o utilitarismo, conforme conselho de Peter Singer) acolitados pelos liber(an)ais [de tipo IL (Iniciativa Liberal)].

wv-web

agenda 2030 webA questão é a seguinte: ou adoptamos o nuclear, a prospecção do gás natural (incluindo o “fracking), e as hidroeléctricas — ou vamo-nos f*der todos!

Ora, é isto que a Esquerda neomarxista pretende: que nos f*damos todos ! — para que, perante uma crise extrema, exista a real possibilidade de um assalto revolucionário e totalitário ao Poder; e, entretanto, os liber(an)ais [tipo IL (Iniciativa Liberal)] fazem aquilo que sabem fazer melhor: dar o ânus. São os “idiotas úteis” de Lenine.

A ler: “The energy crisis risks dooming the electric car” (em alternativa, ler aqui em PDF).

A Esquerda neomarxista, e os “eculogistas liber(an)ais” — apresentaram (absurdamente) o automóvel eléctrico como solução (abstrusa e milagrosa) para a invenção (globalista e internacionalista) do “veneno do CO2”; mas é precisamente a “solução” que a Esquerda apresentou que inviabiliza a sua própria solução, porque aumentam os preços da energia que irá alimentar os automóveis eléctricos.

Entretanto, o número de pessoas que poderão comprar um automóvel eléctrico aproxima-se do limite possível: andar “montado” em uma viatura, no futuro da utopia eculógica, será uma realidade apenas reservada à elite neomarxista — e quiçá, para alguns liber(an)ais —: o resto do povo irá a pé ou de bicicleta (à boa maneira da China da década de 1960), obrigado à distopia da “cidade 15 minutos”.

Ou seja, a estratégia dos neomarxistas (ajudados pelos liber(an)ais) é a de limitar a mobilidade do povão — mantê-lo controlado dentro dos “15 minutos” da cidade; e mesmo a elite que tiver automóveis eléctricos não irá muito longe, uma vez que as redes públicas de abastecimento eléctrico tornam-se cada vez mais caras e não-confiáveis. Vão ter que carregar a bateria do carro em suas próprias casas e a preços astronómicos.

No último ano, os preços dos automóveis eléctricos novos aumentaram em média 36%, e a oferta (no mercado) de automóveis eléctricos usados é já superior à procura: o automóvel eléctrico constitui apenas cerca de 3% da procura retalhista de automóveis.

Votos de um Bom Ano Novo.

terça-feira, 15 de novembro de 2022

O investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro, José Castanheira, e o investigador do Instituto Dom Luiz da Universidade de Lisboa, Pedro Matos Soares


Convém avisar o Carlos Fiolhais (o cacique-mor da “investigação”) de que é preciso recomendar o reforço da verba do Estado despendida com estes dois “investigadores”; aliás, sou de opinião de que o Orçamento de Estado deve canalizar dinheiro em barda para estas duas criaturas — porque são cães que conhecem o dono.

A um cão que conhece o dono, não deve faltar nada.

A ideia segundo a qual “o CO2 é poluente”, revela o “peseteiro” que há em um determinado “investigador”. E a ideia segundo a qual “quanto mais CO2 na atmosfera, maior é o Aquecimento Global”, revela a filha-da-putice de quem se serve da ciência para fundamentar uma ideologia política.

“Investigadores” como o José Castanheira ou/e o Pedro Matos Soares venderam a alma ao diabo.

co2-concentration web

E enquanto os “investigadores”, pagos a peso de ouro para mentir ao povo, tratam de manter viva a narrativa do “Aquecimento Global Antropogénico”, realiza-se (desde há dois anos) a maior transferência de riqueza para os super-ricos globalistas registada na História.

Governos, os me®dia, as agendas políticas de tecnocratas globalistas e de multinacionais são apresentadas (pelos me®dia) como sendo “virtuosas” e “progressistas”, escondendo um roubo massivo aos povos do mundo que lança para a miséria muitos milhões de pessoas mais pobres do planeta — e tudo isto em nome do “progresso”, como aconteceu recentemente (por exemplo) no desastre “ecologista” no Sri Lanka, e como está a acontecer na perseguição governamental globalista aos agricultores na Holanda.

Só assim se justifica a presença de Klaus Schwab (o líder do "World Economic Forum", de Davos) na cimeira do G20 — ele que não representa nenhum governo de qualquer país do mundo.

klaus schwab g20 web

sábado, 22 de outubro de 2022

Formação de Massa


Segundo a noção do professor universitário belga Mathias Desmet, expresso no seu livro "The Psychology of Totalitarianism" (página 2, Junho de 2022), a Formação de Massa é uma hipnose grupal (hipnose de grupo) que aliena o indivíduo enquanto tal, destrói a autoconsciência ética do cidadão, e inibe-o da capacidade de pensar criticamente.

mass formation meme web

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

A “Psicologia do Totalitarismo” (de Mathias Desmet) : um livro que eu recomendo


Para que as pessoas possam compreender o actual radicalismo de Esquerda e o Wokeísmo politicamente correcto (marxismo cultural) por um lado, e a colaboração estreita da plutocracia globalista com os caciques da política local de extrema-esquerda, por outro lado --- aconselho veementemente a leitura do livro do professor universitário de psicologia (belga) Mathias Desmet, com o título “The Psychology of Totalitarianism”.

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O livro pode ser comprado na WOOK.PT por 25 Euros, em língua inglesa, e demora cerca de 10 dias a ser entregue em casa (vem de Inglaterra); não há tradução para a língua portuguesa, nem nunca haverá porque o sistema editorial português está tomado pelos globalistas. mass-formation-web

Não nos esqueçamos das palavras de G. K. Chesterton:

“You do not know a tyranny until it is on top of you; until it has you in a trap. The tyrant is not present until he is omnipresent.”

sábado, 10 de setembro de 2022

Carlos III e a sujeição indigna à agenda política da plutocracia judaico-globalista


Vemos, na imagem abaixo, aquilo que nunca veríamos com a Rainha Isabel II: a humilhação da monarquia inglesa aos desígnios puramente materialistas e mundialistas do Grupo dos Trezentos.

carlos&rothschild web