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domingo, 6 de outubro de 2024

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Há limites para a loucura globalista


Há um frase que diz: “De génio e de louco, todos temos um pouco”; até há um livro com este título.

Portanto, uma pequena loucura, de vez em quando, não faz mal a ninguém. O problema agrava-se quando a loucura se torna epidémica, e quando circula pelas elites (a chamada “ruling class”, que não se circunscreve apenas à classe política) que criam as modas [o Trickle-down Effect, de George Simmel].


O senhor Macron, globalista de gema (e de merda), autorizou que corpos policiais e militares de 43 países patrulhem as ruas de Paris — durante o próximo evento dos Jogos Olímpicos.

Entre os países que policiam as ruas de Paris, está o Catar que apoia oficialmente o Hamas; está a polícia dos Emirados Árabes Unidos, país que defende abertamente a islamização da Europa; as polícias da Coreia, ou do Brasil de Lula da Silva.

Portanto, já não falamos de “intercâmbio” de polícias e forças militares de países da União Europeia e/ou de Schengen: trata-se da imposição, na cultura antropológica dos povos da Europa, de um plano globalista / mundialista de banalização da ideia de uma “polícia internacional”.

Trata-se, também, de uma tentativa de humilhação do povo francês que, assim, é controlado no seu próprio território por polícias de outros países com quem a França não tem acordos de segurança bilaterais.

O senhor Macron continua a cometer erros, atrás de erros, até finalmente arrebentar totalmente com o centro político em França. E depois, estas bestas ditas “liberais” queixam-se da polarização na política.

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

O Macron e a avó, no funeral da Rainha


Só lhes faltava irem vestidos com fatos-de-treino.

macron e a avó web

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Emmanuel Macron vai ter morte macaca


O que se está a passar em França — mas que é escondido pelos me®dia e jornaleiros portugueses — é inacreditável, em um Estado de Direito.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

sábado, 8 de janeiro de 2022

Em França, os “emerdados” [de Macron] reagem


emerdados franceses web¿Como foi possível que a maioria do povo tenha chegado ao ponto de concordar com a ideia de o Estado ter legitimidade para poder injectar os cidadãos com os químicos que a elite quiser?

“A tirania é a perversão do igualitarismo, porque trata a esmagadora maioria dos cidadãos como igualmente insignificantes.”

→ Hannah Arendt

sábado, 11 de dezembro de 2021

Em França, a ciência é aquilo que a elite política quiser


Em França, o Macron mandou fechar todas as discotecas, alegadamente por causa do COVID-19; mas os clubes de “swingers” (clubes onde se trocam casais) não foram fechados pelo Macron.

Por aqui podemos ver o Poder discricionário da elite política: a ciência é aquilo que a merda dos políticos quiserem.

clubes swingers web

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

O globalista Macron, a construção paulatina do leviatão da União Europeia, e a sovietização da política na Europa


O estudante de 19 anos que atirou um ovo ao Macron (que desperdício!) na passada Segunda-feira, em Lyon, foi internado compulsivamente em um hospital psiquiátrico.

Paulatinamente, a Europa (e o Ocidente, em geral) cada vez mais se parece com a defunta URSS.

Putin certamente que se ri com estes idiotas globalistas — e o idiota euro-federalista Paulo Rangel deve andar feliz e contente com o exemplo do Macron.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

A questão dos submarinos franceses cancelados pela Austrália, é uma grande treta do porco Macron

  • Os submarinos franceses cuja compra foi cancelada pela Austrália, eram submarinos movidos a diesel / baterias.

  • Os submarinos vendidos pelos Estados Unidos à Austrália são submarinos movidos a energia nuclear, com uma autonomia incomensuravelmente maior do que os submarinos movidos a diesel.

  • Os Estados Unidos venderam os seus submarinos nucleares praticamente ao mesmo preço unitário dos submarinos a diesel franceses. Se eu fosse australiano, não hesitava um segundo em mudar de negócio.

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Macron; e a cidade de Marselha — “Capital Europeia da Cultura”.

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Macron, fotografado (em baixo)  na sua recente visita a Marselha — a alegada

Capital “Europeia” da Cultura.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

O prometeanismo de Emmanuel Macron, o totalitarismo suave em França, e o abaixamento do QI da população

A França do Macron transformou-se em uma sociedade em que a elite política (a que está ligada a Macron) é presentista; tem o maior desprezo pelo passado (histórico), e revela (ironia do destino!) um sincretismo ideológico entre o globalismo neoliberal, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado (sinificação).

numeros-romanos-webTrata-se de um presentismo que vê no passado (na História) uma ameaça ao prometeanismo pós-religioso da sociedade que se pretende construir, controlada pelo globalismo neoliberal, em aliança tácita com uma certa minoria elitista, caceteira, autóctone e marxista.

Tanto os marxistas culturais como os globalistas (não confundir “globalismo” e “globalização”), acreditam que o mundo é feito pelo ser humano, e que nada lhe é dado, à partida. Esta ideia tem raízes em Francis Bacon.

Para o ser humano prometaico, o passado (histórico) não passa de uma colecção de crimes e de loucuras, e o mundo é a matéria-prima da conquista humana (futura) da perfeição — não existem limites para o destino/futuro do Homem, nem limites para a maleabilidade da Natureza Humana; e não existe uma dimensão trágica da vida humana.

Segundo a mente prometaica (que, basicamente, é, por assim dizer, uma versão alargada da mente revolucionária), o ser humano pode fazer, de si próprio, o que quiser e é, por isso, passível de se tornar perfeito; ou seja: partindo do pressuposto de que “o Homem é aperfeiçoável”, o prometaico conclui (ou infere) que “o Homem tem que se tornar perfeito” (trata-se de uma obrigação ontológica e moral que decorre de uma condição prévia).

Esta perfeição prometaica não é espiritual: é uma perfeição Hic et Nunc (aqui e agora), inerente ao mundo material (presentismo).

A libertação — para o prometaico Macron, por exemplo — é a conquista da felicidade imutável, permanente e total; em que os escolhos (culturais) provenientes do passado, e os inconvenientes existenciais (como, por exemplo, a morte, ou os conflitos inerentes à Natureza Humana) são banidos.

É o LIMITE, entendido no Absoluto Simples, que o prometaico rejeita — e não um qualquer pequeno “limite”, subordinado, e em particular.


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O prometeanismo é uma forma de totalitarismo. Ou melhor: é a actual forma de totalitarismo.

Basta ver o que se passa actualmente em França, com o Macron a querer impôr (utilizando a força bruta do Estado) à sociedade francesa um apartheid sanitário (o carneirismo covideiro).

É um forma de totalitarismo suave e orwelliano, travestido de “libertação” (através da opressão, dizem querer “libertar o povo”).

A ideia de “libertação”, vinda das elites políticas prometaicas, é a de um Homem pós-religioso totalmente liberto de todas as circunstâncias especificas e particulares — especialmente liberto em relação ao passado, de modo a poder ser livre para ser, ele próprio, um Ente Glorioso à face da Terra.

O objectivo da libertação prometaica do Homem é a de alimentar, no ser humano, a construção de um Ego sem quaisquer limites (ou limitações).

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

Tanto o marxismo cultural, como a plutocracia globalista (de que o Macron é um representante eloquente), apostam fortemente na redução de QI médio das populações do Ocidente.

É neste contexto que a numeração romana foi banida dos museus do Louvre e de Carnavalet (os dois principais museus de França); por exemplo, “Luís XIV” passa a ser escrito (no museu) “Luís 14”; ou “século XVIII” passa ser escrito “século 18”.

Esta decisão, tipicamente macroniana, prometaica, pretende adaptar a Alta Cultura ao baixo QI do actual habitante de França que não percebe, por exemplo, por que razão o símbolo “III” significa “3”.

Nos últimos 30 anos, e com a imigração massiva, o QI médio em França tem baixado de uma forma assustadora. É estimado que os estudantes finalistas do ensino secundário francês actual tenham (em média) um nível de QI e conhecimentos semelhantes ao dos finalistas da escola primária em 1950.

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

O Macron vai obrigar os não-vacinados a andar com a sineta de leprosos


Tal como acontecia na Idade Média com os leprosos, Macron irá certamente obrigar os não-vacinados do COVID-19 a andar com uma sineta, para avisar os seres humanos puros e saudáveis da proximidade de outros, alegadamente impuros e pútridos.

Enquanto isso, um imigrante ilegal que tinha posto fogo na catedral de Nantes, não foi expulso do país — porque, a julgar pelo regime de Macron, é o povo autóctone francês que tem que ser reprimido e oprimido, e não os imigrantes ilegais. E esse mesmo imigrante ilegal ruandês, não sendo nem preso nem deportado, acabou por assassinar um Padre católico.

Para o Macron, o problema francês são os novos leprosos que andam  por aí sem sineta — porque a matança do povo e a destruição da sua  cultura antropológica, às mãos de imigrantes ilegais, não passa (para ele) de um dano colateral no esforço globalista de destruição sistemática do Estado-Nação.

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terça-feira, 13 de julho de 2021

terça-feira, 27 de abril de 2021

A situação de guerra civil iminente em que a Esquerda e os “liberais” colocaram a França


macron-uniao-europeia-islamismoSer “liberal” é hoje exactamente o oposto do defendido pelo  liberalismo clássico; e a mudança de paradigmas, do liberalismo para o “progressismo” actual, começou exactamente com o “liberal”  John Stuart Mill.

Hoje, ser liberal, é defender o reforço do poder do Estado sobre os cidadãos — o que está nos antípodas ideológicos do defendido, por exemplo, por John Locke.

“O mundo burguês — os actuais liberais — trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima dos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda”.

Nicolás Gómez Dávila 

A situação actual de potencial desintegração da unidade territorial de França, causada pela massiva imigração islâmica incentivada pela Esquerda e pelos “liberais”, levou a que 20 generais franceses (e 80 outros oficiais das Forças Armadas de França) escrevessem uma carta aberta ao povo francês, alertando para a eventual falência do Estado de Direito democrático se nada for feito pela governança francesa.

Os “liberais” andam a brincar com o fogo; e a fazer o jogo político da Esquerda marxista.

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sexta-feira, 5 de março de 2021

quinta-feira, 23 de abril de 2020

A União Europeia que temos: as igrejas fechadas até Junho, mas o Ramadão islâmico pode ser celebrado

Em França, o “liberal” Macron (de acordo com o Chico do Vaticano) mandou fechar as igrejas católicas até Junho; mas o Ramadão pode ser celebrado nas mesquitas sobre pretexto de que “os muçulmanos podem visitar-se uns aos outros”.



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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O significado de “Macron”

 

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O filho-de-puta do Macron já ultrapassa os limites do permissível num Estado de Direito

 

Os esbirros policiais do psicopata Macron agridem violentamente uma senhora idosa só porque ela vestia um colete amarelo.

 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O regime político do psicopata Macron já pode ser considerado ditatorial

 

Vemos, no vídeo, a polícia de choque francesa a prender um velho que vestia um colete amarelo e que se manifestava pacificamente contra o governo do psicopata Macron. Ao regime do psicopata Macron só falta agora bater em crianças. Sejam bem-vindos a “1984” de George Orwell.