Ser “liberal” é hoje exactamente o oposto do defendido pelo liberalismo clássico; e a mudança de paradigmas, do liberalismo para o “progressismo” actual, começou exactamente com o “liberal” John Stuart Mill.
Hoje, ser liberal, é defender o reforço do poder do Estado sobre os cidadãos — o que está nos antípodas ideológicos do defendido, por exemplo, por John Locke.
“O mundo burguês — os actuais liberais — trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima dos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda”.
A situação actual de potencial desintegração da unidade territorial de França, causada pela massiva imigração islâmica incentivada pela Esquerda e pelos “liberais”, levou a que 20 generais franceses (e 80 outros oficiais das Forças Armadas de França) escrevessem uma carta aberta ao povo francês, alertando para a eventual falência do Estado de Direito democrático se nada for feito pela governança francesa.
Os “liberais” andam a brincar com o fogo; e a fazer o jogo político da Esquerda marxista.