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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Os progressistas da União Europeia querem proibir o povo de usar o ar condicionado

A União Europeia é politicamente controlada por progressistas.

Um progressista é um indivíduo que resulta de uma simbiose ideológica entre o marxismo — mormente o marxismo cultural e o consequente estruturalismo pós-modernista — , por um lado, e o liberalismo, por outro lado; ou seja, o progressista é uma aberração e uma contradição com pernas. Mas são eles que mandam!

Os progressistas que mandam na União Europeia pretendem mandar desligar os aparelhos de ar condicionado em toda a Europa, alegadamente porque “o ar condicionado é causa de aquecimento global”.

Hoje, apenas 40% dos hospitais na Alemanha usam ar condicionado (os hospitais têm ar condicionado instalado, mas os aparelhos estão desligados por ordem dos progressistas); mas nem sempre foi assim: em 1980, 97% dos hospitais alemães usavam habitualmente o ar condicionado.

O processo de aceleração do poder dos progressistas na Alemanha iniciou-se com a progressista Angela Merkel que mandou desligar as centrais nucleares alemãs, passou a importar massivamente petróleo e gás natural da Rússia, promoveu activamente a desindustrialização da Alemanha, e mandou desligar os aparelhos de ar condicionado nos edifícios do Estado alemão.

À medida que os progressistas se foram infiltrando nos órgãos de decisão política do Estado alemão, conseguiram desligar paulatinamente os aparelhos de ar condicionado nos edifícios públicos da Alemanha.

Os burocratas da União Europeia são massivamente progressistas, e por isso a política da União Europeia já está contaminada pela aliança aberrante e auto-contraditória entre Marx e Stuart Mill.

Por exemplo, quando entramos no edifico da União Europeia em Bruxelas, verificamos que não há ar condicionado senão nas áreas onde os progressistas pululam e se encontram entre si (nos gabinetes): nas áreas do edifício destinadas ao público em geral, os aparelhos de ar condicionado estão desligados — alegadamente “para salvar o planeta”.

Há dias, o bastonário português da Ordem dos Médicos (Bernardo Gomes) veio dizer que o Estado deveria baixar o IVA do ar condicionado para 6% — na mesma altura em que um burocrata progressista da União Europeia vem propôr um imposto supranacional que incida sobre a venda de aparelhos de ar condicionado. Não há como o Luís Montenegro possa aceder à sugestão do bastonário...

O ar condicionado não é para o povo: é só para os progressistas, que são aqueles que “são donos disto tudo”, ou — parafraseando a Isabel Moreira em discurso no paralamento — os que “construíram a democracia”.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Diogo Faro, o grande macho

“Boa parte dos homens, quando perguntados sobre que mulheres admiram, não conseguem nomear nenhuma para além das que fazem parte do círculo familiar.

Creio até haver machos tão machos que nem a própria mãe admiram, e que acham que tudo o que a senhora faz não é mais do que sua obrigação (incluindo fazer-lhes as marmitas todos os dias, apesar de já terem 40 biscas).

Quer dizer, claro que estes machos, incríveis portentos de macheza que são, conseguem nomear uma data de mulheres porque “são mesmo boas” e conseguem admirar os seus corpos, não conseguem é admirá-las para lá do binómio supra intelectual mamas – cu.”

— Diogo Faro, o grande macho

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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Por isso é que a classe política do sistema actual protege os ciganos

Na actual sociedade do Estado progressista, as classes com interesses opostos já não são a burguesia e o proletariado, mas antes são a classe que paga impostos, por um lado, e, por outro lado, a classe que vive na chulice e à pala dos impostos pagos pela maioria.

Por isso é que os políticos da Esquerda (PSD incluído) protegem e respeitam o modus vivendi dos ciganos: comem todos da mesma gamela.

trabalhar faz calos web

sábado, 18 de outubro de 2025

A heterodoxia brasileira

No mundo anglo-saxónico, Al Pacino actuou na série cinematográfica “The Godfather”.

Em Portugal, traduzimos “The Godfather” para “O Padrinho” — que é a tradução literal.

No Brasil, resolveram chamar a essa série de filmes “O Poderoso Chefão”.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

1/3 dos russos não tem cagadeira em casa

Alguém escreveu aqui o seguinte, acerca da morte de Iryna Zarustka:

russos sem cagadeira

Para este opinante, a Rússia é um país mais desenvolvido do que os Estados Unidos.


Ora, acontece que cerca de 30% dos russos não tem cagadeira em casa — ou vão cagar a uma casinha fora de casa com um buraco no chão (sem saneamento básico), ou vão cagar ao monte entre o milho (com o ar puro que faz muito bem à saúde).

Por aqui vemos como a a ideologia deforma a mente humana, cristalizando o cérebro no sistema ortorrômbico ou triclínico. Para a ideologia, os factos não têm qualquer relevância.

Nos Estados Unidos temos os sem-abrigo que também cagam nas ruas das cidades (principalmente em São Francisco e Los Angeles), mas aqui é menos um problema económico do que um problema cultural (drogas, por exemplo). Ademais, os sem-abrigo americanos estão muito longe dos 30% da população do país.

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Giorgio Armani não sabia cantar


Quando um bebé italiano nasce, metem-lhe um dedo no ânus: se o bebé chorar, irá ser cantor; se não chora, será invertido.
A verdade é que o Giorgio Armani não sabia cantar.

sábado, 16 de agosto de 2025

quinta-feira, 3 de abril de 2025

André Ventura impedido por um tribunal de concorrer a eleições


Devido a uma multa de parqueamento que não foi paga, André Ventura foi condenado por um tribunal de primeira instância a pagar uma indemnização de 250.000 Euros à Câmara Municipal de Lisboa, e foi impedido pelo referido tribunal de concorrer a eleições por um período de cinco mil anos.

André Ventura anunciou que irá recorrer para o tribunal administrativo de Lisboa que já informou antecipadamente que o recurso será indeferido previamente a qualquer apreciação.

Entretanto, um porta-voz do Tribunal Constitucional fez saber que, em bom rigor, André Ventura deveria ser fuzilado por não ter pago a referida multa.



sábado, 25 de janeiro de 2025

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

terça-feira, 29 de outubro de 2024

A “brasileirização” dos CTT


Eu estava à espera de uma encomenda através do correio CTT Expresso.

Recebo uma chamada do funcionário dos CTT, que fazia a entrega (com sotaque brasileiro), pedindo que eu me deslocasse ao café da esquina para receber a encomenda.

Recusei sair de casa, alegando que era a obrigação dos CTT Expresso entregar a encomenda em minha casa — ao que o brasileiro retorquiu que eu teria, então, de me deslocar ao balcão dos CTT para levantar a encomenda.

Portugal está a ficar muito abrasileirado — ou seja, Portugal está a ficar f*d*do.

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Humor negro


No seguimento deste artigo do Joaquim, aqui vai o meu contributo. O problema é que a Esquerda já considera o “humor negro” como sendo racista, por ser “negro”.




quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Morreu Caterina Valente

Eu ainda não era nascido quando cantora Caterina Valente atingiu a fama, mas ela marcou a cultura da geração dos meus pais, e devido a estes (e à rádio), eu fui ouvindo as canções dela durante a minha infância.

Na canção ligeira, já não há vozes como a de Caterina Valente.


quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Sobre a inveja


“A virtude neste mundo é sempre maltratada; os invejosos morrerão, mas a inveja é poupada.”
― Molière, “O Avarento”

“A inveja honra os mortos para insultar os vivos.” ― C. A. Helvécio

“Os que fazem bem, são os únicos que mereceriam ser invejados, se não houvesse ainda uma mais vantajosa solução, que é fazer melhor do que eles.” ― Jean de La Bruyère

“Nunca um invejoso perdoa ao mérito.”― Pierre Corneille

“A inveja é mais irreconciliável do que o ódio.” ― La Rochefoucauld

“Destrinçai bem a emulação [estímulo; ambição], por um lado, da inveja, por outro lado: uma leva à glória, a outra à desonra.” ― Voltaire

“Há invejosos que parecem de tal forma acabrunhados pela nossa felicidade, que até quase nos suscitam a veleidade de os lamentar.” ― Edmond Goncourt

“Nunca o invejoso medrou, nem quem à beira dele morou.”― ditado popular português.


A última estrofe d' Os Lusíadas:


“Ou fazendo que, mais que a de Medusa,
a vista vossa tema o Monte Atlante,
ou rompendo nos campos de Ampelusa
os muros de Marrocos e Trudante,
a minha já estimada e leda Musa
fico que em todo o mundo de vós cante,
de sorte que Alexandre em vós se veja,
sem à dita de Aquiles ter inveja!”

“Inveja” foi a última palavra que Luís de Camões escolheu para acabar Os Lusíadas.

domingo, 21 de julho de 2024

A diluição retórica do Mal


Há muitos anos, um militante do Bloco de Esquerda disse-me que “o aborto é um acto de amor”.

Vemos aqui como um mal, entendido em si mesmo (o aborto), é justificado retoricamente utilizando o argumento do “amor” no casal. O argumento é o seguinte: para que o amor vingue, no seio do casal, é (muitas vezes) necessário sacrificar a vida de um ser humano em formação.

O “argumento” supra não é racional: é puramente retórico.

A retórica é tudo o que exceda o estritamente necessário para uma pessoa se convencer a si mesma.


A retórica de pior gosto é a que renuncia às exigências estritas e mínimas da cidadania, mas sem renunciar ao seu vocabulário — como é o caso deste textículo do Henrique Pereira dos Santos acerca da corrupção na política:

“Eu compreendo que, politicamente, é muito mais eficaz falar de corrupção (do) que falar da simplificação de processos de decisão, que é onde acaba a desaguar o discurso racional sobre corrupção (a versão abrutalhada do discurso sobre corrupção acaba em discussões sobre penas, perseguições, justiça e essas coisas todas que, essencialmente, podem servir para assinalar a virtude superior de quem fala, mas são largamente inúteis para limitar a corrupção).”

→ Henrique Pereira dos Santos

O Henrique Pereira dos Santos confunde “Poder”, por um lado, e “corrupção”, por outro lado — na ânsia (irracional) de criticar o CHEGA.

A verdade, porém, é que o Poder (entendido em si mesmo) não corrompe!, apenas liberta a corrupção larvar (latente), principalmente de quem aspira irracionalmente ao Poder.

Alguns políticos actuais nem sequer se corrompem!: oxidam-se!.

Portanto, a corrupção não é uma fatalidade do Poder — ao contrário do que afirma (implicitamente) o Henrique Pereira dos Santos.

Ou seja, a “simplificação de processos de decisão” não implica necessariamente “corrupção”, mas o Henrique Pereira dos Santos argumenta que quem pretende combater a corrupção (o CHEGA) faz a ligação entre as duas coisas — tal como o militante do Bloco de Esquerda fazia a ligação entre o “amor” e o “aborto”.

É a diluição retórica do Mal.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Isabel Moreira




«Todo o indivíduo que desagrade ao intelectual de Esquerda, merece a morte.

Ser esquerdista é crer que os presságios de catástrofe são augúrios de bonança.

O mau humor é uma secreção específica do intelecto de Esquerda.

O esquerdista berra que 'a liberdade perece', quando as suas vítimas se recusam a financiar os seus próprios assassinatos.

O esquerdista vive das genuflexões que são feitas em relação às suas próprias virtudes.

O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda.

Todo o mundo, hoje, é de esquerda. Que alívio!»

(Nicolás Gómez Dávila)

sábado, 25 de maio de 2024

A Supremacia Branca

A grande depressão, 1930, foto de Dorothea Lange

Lisboa 1965 (Cais do Sodré), foto de Eduardo Gageiro