A União Europeia é politicamente controlada por progressistas.
Um progressista é um indivíduo que resulta de uma simbiose ideológica entre o marxismo — mormente o marxismo cultural e o consequente estruturalismo pós-modernista — , por um lado, e o liberalismo, por outro lado; ou seja, o progressista é uma aberração e uma contradição com pernas. Mas são eles que mandam!
Os progressistas que mandam na União Europeia pretendem mandar desligar os aparelhos de ar condicionado em toda a Europa, alegadamente porque “o ar condicionado é causa de aquecimento global”.
Hoje, apenas 40% dos hospitais na Alemanha usam ar condicionado (os hospitais têm ar condicionado instalado, mas os aparelhos estão desligados por ordem dos progressistas); mas nem sempre foi assim: em 1980, 97% dos hospitais alemães usavam habitualmente o ar condicionado.
O processo de aceleração do poder dos progressistas na Alemanha iniciou-se com a progressista Angela Merkel que mandou desligar as centrais nucleares alemãs, passou a importar massivamente petróleo e gás natural da Rússia, promoveu activamente a desindustrialização da Alemanha, e mandou desligar os aparelhos de ar condicionado nos edifícios do Estado alemão.
À medida que os progressistas se foram infiltrando nos órgãos de decisão política do Estado alemão, conseguiram desligar paulatinamente os aparelhos de ar condicionado nos edifícios públicos da Alemanha.
Os burocratas da União Europeia são massivamente progressistas, e por isso a política da União Europeia já está contaminada pela aliança aberrante e auto-contraditória entre Marx e Stuart Mill.
Por exemplo, quando entramos no edifico da União Europeia em Bruxelas, verificamos que não há ar condicionado senão nas áreas onde os progressistas pululam e se encontram entre si (nos gabinetes): nas áreas do edifício destinadas ao público em geral, os aparelhos de ar condicionado estão desligados — alegadamente “para salvar o planeta”.
Há dias, o bastonário português da Ordem dos Médicos (Bernardo Gomes) veio dizer que o Estado deveria baixar o IVA do ar condicionado para 6% — na mesma altura em que um burocrata progressista da União Europeia vem propôr um imposto supranacional que incida sobre a venda de aparelhos de ar condicionado. Não há como o Luís Montenegro possa aceder à sugestão do bastonário...
O ar condicionado não é para o povo: é só para os progressistas, que são aqueles que “são donos disto tudo”, ou — parafraseando a Isabel Moreira em discurso no paralamento — os que “construíram a democracia”.