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sábado, 22 de agosto de 2026

A ideia de que “mudar uma palavra muda a Realidade”

Hoje está na moda, nos círculos intelectualóides de língua inglesa, escrever CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini). Certos intelectualóides de urinol portugueses traduziram a palavra para E.C. (Era Comum), em vez de d.C. (Depois de Cristo).

Ora, acontece que CE (Common Era) é a mesma coisa que AD (Anno Domini); significam o mesmo.

Seria semelhante que chamasse de “Manel” ao “Manuel”: o objecto das duas palavras é o mesmo (o homem em causa é o mesmo). A razão de se substituir o nome de uma mesma coisa, por outro nome com o mesmo significado, neste caso concreto só se pode atribuir a uma estaurofobia aguda e patológica. Ou então pretende-se eliminar o conceito de “símbolo” e substitui-lo por meros sinais que são essencialmente aleatórios e arbitrários — o que entra em profunda contradição com a teoria marxista da “Reificação” (Karl Marx, Lukacs –> Escola de Frankfurt) que critica precisamente a de-simbolização e a coisificação da realidade humana.

Imagine o leitor que eu não gosto da palavra “pau”, por razão de uma determinada conotação sexual, e passo a chamar-lhe “trintrim”.

Ora, a mudança de nome não retira ao “pau” a sua natureza intrínseca que é a de “um ramo de árvore” ou “vara”. Não é por eu lhe chamar “trintrim”, em vez de “pau”, que o objecto em causa deixa de ser “um ramo de árvore” ou “vara”.

Quem muda os nomes às coisas, acreditando (patologicamente) que a realidade muda com a mudança de nomes, é um apóstolo consciente ou inconsciente do movimento revolucionário que se desenvolveu, em forma “hardcore”, com os jacobinos na Revolução Francesa e com o positivismo de Augusto Comte, e mais tarde (em modo “intelectualóide”) com Karl Marx.

O marxismo sempre teve um problema em relação aos “factos”.

Karl Marx escreveu que “a ciência burguesa é ideologia”, e que a verdadeira ciência jaz no método filosófico estabelecido no “Das Kapital” que penetra “por detrás das aparências” (gnose) até à essência social que a burguesia quer esconder. Ou seja, para Marx a ciência experimentalista é ideologia, e o materialismo dialéctico do “Das Kapital” é a verdadeira ciência.

Marx tinha uma certa aversão aos factos e à realidade.

Lenine dizia que “os factos são teimosos” – em sentido crítico em relação aos factos, e no sentido em que seria necessário criticar e até combater os factos. Lukacs escreveu (“História e Consciência de Classe”, 1923) que “o empiricismo é uma ideologia burguesa” — “empiricismo” tomado no sentido de experimentação científica, e tudo isto no sentido de se tentar salvar o marxismo dos malditos assaltos provenientes da Realidade.

É neste contexto de animosidade marxiana — em relação aos factos e ao empírico — que se desenvolveu o cientismo controlado pela ideologia, por um lado, e a anti-ciência inerente ao desconstrutivismo relativista radical de Derrida e de Foucault em relação à verdade na ciência que tem marcado a Esquerda radical a partir do fim da década de 1970, mas que se exacerbou a partir da queda do muro de Berlim.

A partir da queda do muro e com a derrocada do comunismo, os neomarxistas passaram a atacar a sociedade pelos flancos: por exemplo, através da imanentização do éschatos na cultura antropológica procurando a destruição das economias ocidentais utilizando a ideologia do Aquecimento Global, ou minando culturalmente as instituições por dentro sem deixar impressões digitais.

Quando se faz um esforço para mudar o nome de “pau” para “trintrim” sem se mudar a natureza física e ontológica do objecto do nome (“um ramo de árvore” ou “vara”), pretende-se alterar a realidade na qual o referido objecto persiste enquanto facto.

Ou seja, pretende-se mudar a cultura humana (a cultura antropológica, na sua relação com os objectos) — sem que daí resulte uma mudança da natureza intrínseca dos objectos: a realidade não muda, mas os idiotas intelectuais acreditam que ela mudou com a mudança do nome.

Ser de Esquerda é lutar encarniçadamente contra a História e contra a Natureza Humana.

A ideia — dos herdeiros culturais do marxismo (conscientes) — é a de que ao usar o nome CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini), a memória histórica de Jesus Cristo, na cultura antropológica, desaparece do conceito de início da contagem do tempo da actual Era.

Seria como se o sistema político procurasse cobrir / tapar as cruzes e crucifixos de todas as igrejas do país para assim ocultar (na cultura antropológica) a origem cristã da nossa cultura que é espelhada nos edifícios públicos. Isto já foi tentado na União Soviética, sem sucesso; mas os idiotas não desistem.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O núcleo dirigente do Bloco de Esquerda é um conjunto de psicopatas

O Bloco de Esquerda noticiou assim a morte de um militante do partido:

“Morreu Fernando Baeta Neves, corajoso lutador antifascista. Foi figura marcante na crise académica de 1962. Preso pela PIDE, resistiu a falar, tendo partido as lentes dos óculos e engolido-as.”

fernando baeta neves be webO facto de o Baeta ter partido as lentes dos seus óculos e, acto contínuo, mastigá-las e engolido-as, é considerado pelo Bloco de Esquerda como um acto heróico.

Estamos, aqui, muito longe do Partido Comunista de Álvaro Cunhal. O Bloco de Esquerda é outra coisa.

Muitas dezenas de militantes do Partido Comunista foram interrogados e presos pela PIDE, mas não consta que algum deles tivesse mastigado e engolido as lentes dos seus óculos. Neste caso do Baeta, ultrapassa-se já a barreira da sanidade mental. Existe, no caso Baeta (e do Bloco de Esquerda), um louvor ideológico à loucura e/ou à psicopatia.

O Partido Comunista segue a tradição marxista propriamente dita, desde Lenine a Estaline, mais tarde, em França com Alexandre Kojève, evoluindo depois para Bataille e Althusser; mas o Bloco de Esquerda rompe com a tradição marxista, na linha ideológica de Gramsci e Lukacs que contaminou a Escola de Frankfurt (Utopia Negativa) e a “grande negação” adoptada mais tarde (década de 1960) por Jean-Paul Sartre — um anão com 1 metro e meio de altura, com corpo flácido, cara de sapo e estrábico.

Uma das características dos escritos de Sartre é a propagação de uma certa recusa da existência enquanto fenómeno natural, a ideia de que “a minha existência” não é governada por nenhuma moral universal, que o Bem e o Bom são “meras ilusões”, que não existe uma Natureza Humana enquanto essência, e que é o próprio ser humano que faz (individualmente) a sua própria essência.

Em Sartre, a submissão a Karl Marx é apresentada com uma crítica desafiadora em relação à doutrina do “profeta” — tendência ideológica que se revela mais tarde em Foucault e que, este sim, marcou fundamentalmente a Nova Esquerda que engendrou o Bloco de Esquerda.

De Jean-Paul Sartre, o Bloco de Esquerda herdou também o julgamento do comunismo pelas suas intenções e não pelos seus actos, por um lado, e por outro lado, o desprezo pelo ordinário e pelo vulgar (vem daqui o epíteto de “Esquerda Caviar”) e a crítica radical à “normalidade ilusória” do cidadão vulgar e ordinário.

Para Sartre, Foucault e Bloco de Esquerda, tudo o que é considerado “normal” pela sociedade — na cultura, na ética, no comportamento social — é classificado como “normalidade ilusória do burguês”. Esta “normalidade burguesa”, segundo Sartre, incluía a crítica à heterossexualidade e a crítica à hostilidade burguesa em relação ao crime (a exaltação do Lumpemproletariado).

Neste contexto da inversão de valores ou de repúdio pelos “valores burgueses”, Sartre escreveu em 1952 o livro “Saint Genet, comédien et martyr”, uma obra-prima do satanismo moderno— uma pseudo-biografia do “escritor”, “dramaturgo” e activista esquerdopata Jean Genet, um ladrão inveterado, um cadastrado criminal de alto coturno, e homossexual altamente promíscuo.

Sartre transformou um criminoso e um indivíduo profundamente imoral (Genet) em um mártir, sendo o precursor da recuperação classista do Lumpemproletariado que é hoje a classe revolucionária segundo o Bloco de Esquerda.

Portanto, não nos surpreendamos se o Bloco de Esquerda vier a anunciar no seu site a hipóstase de um novo herói — por exemplo, um guei que, em uma “Manif” do “Pride”, enfiou o gargalo de um garrafão de 5 litros pelo cu acima, arrebentando o esfíncter e o intestino, vindo posteriormente a morrer como “mártir” da “subversão revolucionária dos valores”.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Os progressistas da União Europeia querem proibir o povo de usar o ar condicionado

A União Europeia é politicamente controlada por progressistas.

Um progressista é um indivíduo que resulta de uma simbiose ideológica entre o marxismo — mormente o marxismo cultural e o consequente estruturalismo pós-modernista — , por um lado, e o liberalismo, por outro lado; ou seja, o progressista é uma aberração e uma contradição com pernas. Mas são eles que mandam!

Os progressistas que mandam na União Europeia pretendem mandar desligar os aparelhos de ar condicionado em toda a Europa, alegadamente porque “o ar condicionado é causa de aquecimento global”.

Hoje, apenas 40% dos hospitais na Alemanha usam ar condicionado (os hospitais têm ar condicionado instalado, mas os aparelhos estão desligados por ordem dos progressistas); mas nem sempre foi assim: em 1980, 97% dos hospitais alemães usavam habitualmente o ar condicionado.

O processo de aceleração do poder dos progressistas na Alemanha iniciou-se com a progressista Angela Merkel que mandou desligar as centrais nucleares alemãs, passou a importar massivamente petróleo e gás natural da Rússia, promoveu activamente a desindustrialização da Alemanha, e mandou desligar os aparelhos de ar condicionado nos edifícios do Estado alemão.

À medida que os progressistas se foram infiltrando nos órgãos de decisão política do Estado alemão, conseguiram desligar paulatinamente os aparelhos de ar condicionado nos edifícios públicos da Alemanha.

Os burocratas da União Europeia são massivamente progressistas, e por isso a política da União Europeia já está contaminada pela aliança aberrante e auto-contraditória entre Marx e Stuart Mill.

Por exemplo, quando entramos no edifico da União Europeia em Bruxelas, verificamos que não há ar condicionado senão nas áreas onde os progressistas pululam e se encontram entre si (nos gabinetes): nas áreas do edifício destinadas ao público em geral, os aparelhos de ar condicionado estão desligados — alegadamente “para salvar o planeta”.

Há dias, o bastonário português da Ordem dos Médicos (Bernardo Gomes) veio dizer que o Estado deveria baixar o IVA do ar condicionado para 6% — na mesma altura em que um burocrata progressista da União Europeia vem propôr um imposto supranacional que incida sobre a venda de aparelhos de ar condicionado. Não há como o Luís Montenegro possa aceder à sugestão do bastonário...

O ar condicionado não é para o povo: é só para os progressistas, que são aqueles que “são donos disto tudo”, ou — parafraseando a Isabel Moreira em discurso no paralamento — os que “construíram a democracia”.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Isabel Moreira e o recurso aos “técnicos” ideológicos para manipular a ciência

Quando a ciência actual recusa a categorização empírica da realidade observável, já não é ciência: em vez disso, é pura ideologia política.

“O parecer da Ordem dos Médicos, citado pela deputada, aponta falhas nos projectos de lei apresentados. O documento alerta para uma confusão entre diferentes conceitos médicos e jurídicos.

Segundo o parecer, “algumas propostas legislativas assentam em imprecisões conceptuais relativas à distinção entre identidade de género, incongruência de género e disforia de género, bem como numa compreensão simplificada da complexidade do sexo biológico, que não reflecte o conhecimento médico actual”.

→ Isabel Moreira usa parecer da Ordem dos Médicos para criticar projectos sobre identidade de género

Por absurdo, a Ordem dos Médicos poderia dizer o seguinte:

“O ser humano não é um animal bípede, reflectindo o conhecimento médico actual”.

Porém, a verdade é que todos nós verificamos que a esmagadora maioria dos seres humanos são bípedes a partir do segundo ano de vida — com excepção dos humanos com síndroma de Uner Tan.

Ou seja, a ciência propriamente dita diz que os seres humanos podem ser categorizados naqueles que têm o síndroma de Uner Tan, e por isso são quadrúpedes, por um lado, e os que não têm a síndroma de Uner Tan e por isso são bípedes, por outro lado.

No exemplo que dei, o que a Ordem dos Médicos poderia dizer é o seguinte (isto é uma metáfora):

“Há pessoas com o síndroma de Uner Tan, e por isso não podemos dizer que os seres humanos são bípedes”.

É a recusa do juízo universal. É o nominalismo (recusa da categorização) levado ao absurdo por motivação puramente ideológica, embora com a chancela de “ciência”.

Ademais, a Ordem dos Médicos não define “identidade de género”. A Wikipédia define assim “identidade de género”:

“A identidade de género é o sentido pessoal que cada um tem do seu próprio género”.

Esta “definição” é tautológica. Seria como eu definisse a “cor branca” da seguinte forma:

“A cor branca é clara.”

ou definisse a luz:

“A luz é o movimento luminoso dos corpos luminosos”.

— isto é pura tautologia.

É por demais evidente que a ciência, por sua própria natureza, não se ocupa do sujeito, ou seja, do indivíduo como ser humano. Só podemos fundamentar a noção de “sujeito” em uma forma tautológica, ou seja, baseando-a na experiência subjectiva.

O conhecimento científico só concebe acções determinadas e determinísticas; não concebe a autonomia, o sujeito, tão pouco a consciência e a responsabilidade. Esta última é não-senso e não-científica. As noções de autonomia, sujeito, consciência e responsabilidade, pertencem à ética e à metafísica — e não à ciência positiva.

A Ordem dos Médicos deveria ter só um pouquinho de vergonha — já que a Isabel Moreira nunca terá vergonha na cara.

terça-feira, 28 de abril de 2026

O Carlos Moedas, o Rui Tavares e a Mariana Mortágua devem estar felizes e radiantes

radar de okupaOs socialistas espanhóis começaram a instalar uma nova geração de radares nas estradas de Espanha que não controlam a velocidade, mas antes filmam os interiores dos veículos que passam: são os chamados “radares de ocupação” com câmaras de inteligência artificial capazes de fazer prova de que o condutor circula sozinho dentro do carro, implicando uma multa de 200 Euros em caso de prevaricação.

Imaginem a felicidade de Carlos Moedas se a moda pega em Lisboa! Se juntarmos os “radares de ocupação”, por um lado, e a “cidade 15 minutos”, por outro lado, temos o homenzinho orgásmico.

domingo, 19 de abril de 2026

O Tiago Freitas e a generalização da culpa

O senhor Tiago Freitas escreveu isto no intróito de um seu texto:

“Durante anos vivemos sob o que muitos apelidaram de “opressão woke”. Seguiu-se uma reacção que começou por ser higiénica, mas que rapidamente resvalou para um contrawokismo excessivo, por vezes boçal. O resultado? Um barómetro reputacional completamente desalinhado, onde o que é “bom” ou “aceitável” varia consoante o campo ideológico. Ainda assim, há sinais que atravessam essas trincheiras.”

Vamos tentar “descodificar” (laborar em um pequeno exercício de hermenêutica freudiana) este pequeno trecho do senhor Freitas — por exemplo, o que significa «um barómetro reputacional completamente desalinhado, onde o que é “bom” ou “aceitável” varia consoante o campo ideológico».

Repare-se como o Freitas atribui a responsabilidade do “desalinhamento do barómetro” ideológico igualmente aos “wokistas” e aos “contrawokistas” — o senhor Tiago Freitas gosta de estar em cima do muro; ou, como dizia Ivone Silva: “com um vestido preto, não me comprometo”. O senhor Freitas faz o possível por não se comprometer, como bom comissário político do Totalitarismo de Veludo que é. douglas murray-marxismo cultural web

O senhor Freitas tira partido da alienação do público em geral, quando dá a entender aos seus leitores que o Wokismo é uma coisa que caiu do céu, sem qualquer nexo causal ideológico e histórico, e que os contrawokistas são uma espécie de toscos intelectuais que também e igualmente contribuem para o “desalinhamento do barómetro reputacional” e ideológico.

“Wokistas” e “contrawokistas” são (implicitamente e segundo o senhor Freitas) igualmente culpados pelas guerras culturais e pelos desalinhamentos ideológicos e axiológicos.

Para o senhor Freitas, o Wokismo não tem nada a ver com Lukacs; e sobretudo não tem nada a ver com o italiano Gramsci. O Wokismo caiu do céu, foi (implicitamente) uma invenção da Mariana Mortágua ou das universidades americanas. Para o senhor Freitas — na esteira da opinião “objectiva” do José Pacheco Pereira —, dizer que o Wokismo tem alguma coisa a ver com a Escola de Frankfurt (por exemplo, Marcuse e a sua “tolerância repressiva”; ou Theodore Adorno) é uma flagrante Teoria da Conspiração.

Para o senhor Freitas, assim como para o “intelectualíssimo” José Pacheco Pereira, a Utopia Negativa não existiu: é uma invenção dos “fassistas”.

Mas o Freitas iria mais longe: afirmar que os pós-modernistas, aka desconstrutivistas, ou pós-estruturalistas (por exemplo, Jean-François Lyotard, Deleuze, Foucault, Derrida, etc.) têm alguma coisa a ver com o Wokismo, só pode vir da cabeça de um maluco (como eu). Por isso, eu sou tão culpado pelo “desalinhamento do barómetro” ideológico quanto o é a Mariana Mortágua. Somos todos culpados.

A generalização da culpa só pode servir para a trivializar: podemos sentir-nos exonerados de culpa se não somos mais responsáveis do que os outros. É isto que o comissário Freitas pretende: generalizar a culpa.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Diogo Faro, o grande macho

“Boa parte dos homens, quando perguntados sobre que mulheres admiram, não conseguem nomear nenhuma para além das que fazem parte do círculo familiar.

Creio até haver machos tão machos que nem a própria mãe admiram, e que acham que tudo o que a senhora faz não é mais do que sua obrigação (incluindo fazer-lhes as marmitas todos os dias, apesar de já terem 40 biscas).

Quer dizer, claro que estes machos, incríveis portentos de macheza que são, conseguem nomear uma data de mulheres porque “são mesmo boas” e conseguem admirar os seus corpos, não conseguem é admirá-las para lá do binómio supra intelectual mamas – cu.”

— Diogo Faro, o grande macho

diogo-faro-web

sábado, 7 de março de 2026

A indignação do liberal Henrique Pereira dos Santos com a falta de “liberdade de contratação”


Trabalhei numa empresa têxtil na década de 1980 cujo patrão tinha muitas estórias contadas pelos empregados mais antigos. Um exemplo de uma estória recorrente que me contaram: a do felatio (vulgo “broche”) como castigo para as operárias.

Foi admitida uma nova operária, “boa como o milho”, casada e com filhos; e, vai daí, o patrão deu ordens ao senhor Brites, que era o chefe de produção: “Ó Brites!, castiga-a!”. “Mas castigo-a por que razão?”, retorquiu o Brites. “Inventa qualquer razão!” — responde o patrão.

Assim, o Brites castigou a operária “boa como o milho” por “dá cá aquela palha” com uma suspensão e ameaça de perda do posto de trabalho; mas o patrão, magnânimo e benevolente, mandou chamar a operária ao seu gabinete para uma entrevista para se evitar o despedimento.

Era aí que o patrão confrontava a operária “boa como o milho”: “ou me fazes um broche, ou és despedida”. Naturalmente que a operária tinha uma família, marido, e filhos para sustentar.

É este tipo de Portugal que os liberais, o PSD e o CDS de Henrique Pereira dos Santos muito subliminarmente defendem. E como o CHEGA se opõe à decadência moral do patronato em nome de uma putativa “liberdade de contratação”, o Henrique Pereira dos Santos indigna-se.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Em caso de dúvida "Woke" acerca da sua inocência, mata-se o suspeito

O leitor, se for minimamente inteligente, perceberá por que razão surgiu o fenómeno “Donald Trump”: uma autocracia disfarçada — a do politicamente correcto ""Woke"" que temos na União Europeia — clama por outra autocracia de sinal oposto — a do movimento MAGA (Make America Great Again).

O argentino Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, foi suspenso pela UEFA: antes mesmo de qualquer investigação, o sistema político "Woke" vigente parte imediatamente do princípio de que o branco é necessariamente criminoso e o negro é sempre a vítima. Os negros são sempre considerados as vítimas imaculadas: são todos uns anjos.

Basta ao negro apontar o dedo ao branco, e este está imediatamente f*d*do. É como aquele movimento "Woke" chamado de “ME TOO”: basta a uma mulher acusar um homem de qualquer malfeitoria e este vai logo bater com os costados na pildra.

Por estas e por outras é que surgiu o fenómeno “Donald Trump” nos Estados Unidos.

As pessoas aperceberam-se de que existe um novo tipo de racismo, desta feita contra os brancos e contra as suas raízes culturais e históricas. Eu não concordo em quase tudo com o Donald Trump, mas entendo a natureza do fenómeno MAGA (Make America Great Again).

Por exemplo, no jogo do passado fim-de-semana entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, a polícia proibiu a exibição de um cartaz, por parte dos adeptos do Braga, que continha os seguintes dizeres em latim:


“Antes de lhe ser dado um nome, já havia terra./ Antes de ser cidade, já havia povo./ Das gentes antigas nasceu Bracara Augusta,/ onde as armas, a lealdade e a terra se tornaram uma só”.

bracara augusta web

Vai daí, a polícia decidiu que o cartaz era “fascista” e confiscou-o; mas não disse por que razão o cartaz seria “fassista”; talvez por exibir uma cruz templária: a estaurofobia tomou conta das nossas instituições públicas e políticas. Entre os políticos que temos, impera o horror à cruz.

A polícia não percebeu o que estava escrito no cartaz, em latim; mas, pelo sim pela não, confiscou o cartaz mesmo sem saber por quê.

O mesmo se passa com a UEFA: mesmo sem saber se o pretinho da sorte brasileiro falou verdade, puniu imediatamente o branco. Punir o branco sem razão está na moda; proibir a divulgação das raízes culturais e históricas dos brancos é um imperativo racista das elites que nos governam.

Por isso é que o Donald Trump se torna legítimo (infelizmente).

sábado, 20 de dezembro de 2025

A Direitinha Educadinha ou os “católicos” do papa Chico

OJoão Távora é um exemplo da Direitinha Educadinha que marcou o consulado da Assunção Cristas no CDS.

É aquela "Direitinha" que não diz “caralho” para não ser malcriada. É a "Direitinha" da Linha de Cascais que nega concordar com a visão económica do Cotrim, porque lhe fica mal: afinal, o papa Chico discordava do Cotrim apenas na área da economia; em tudo o resto, estavam de acordo.

Quando penso na Assunção Cristas fico com os cabelos em pé.

Não me esqueço que a Isabel Moreira (Partido Socialista) mandava calar a Assunção e esta vinha logo a terreiro pedir desculpa por ter falado. É esta, a "Direitinha" da Assunção Cristas e do João Távora: vomita para cima dos da Direita propriamente dita, e absorve e recupera os da Esquerda.

Na esteira da "Direitinha" politicamente correcta da Assunção Cristas (e da "Direitinha" paneleira de Paulo Portas e de Adolfo Mesquita Nunes), João Távora pretende obliterar o CHEGA — não vá a Esquerda ficar chateada com ele, e mandá-lo calar.

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Pedro Neto, o esquerdoido da Amnistia Internacional, critica Cristiano Ronaldo


O esquerdoido Pedro Neto, ex-director (em Portugal) da esquerdopata Amnistia Internacional, criticou (hoje, na rádio TSF) o Cristiano Ronaldo por este ter sido recebido na Casa Branca por Donald Trump.

O esquerdoido enfatizou que não gosta de Donald Trump, mas não explicou por quê: não gosta dele, e pronto! E por isso, as pessoas que gostam das pessoas que o esquerdoido não gosta devem ser criticadas por terem liberdade de gostar de quem quiserem.

Ou seja, o mote do esquerdalho é o seguinte:

“Se pensas que pensas, pensas mal; quem pensa por ti é o comité central”.

O pensamento da esquerdalha pós-estruturalista (ou Pós-modernista) é (maioritariamente) dogmático.

Eu fiz aqui (no blogue) fortes críticas a Donald Trump, mas isso não significa que eu considere Donald Trump pior presidente do que foi Joe Biden.

As minhas críticas, a um e a outro, são objectivas; e apesar das minhas críticas a Donald Trump (por exemplo, o culto da personalidade, a política de apoio ao imperialismo russo e à guerra putinista) — ainda assim considero que Joe Biden foi muito pior presidente do que é Donald Trump, por exemplo, quando aquele fomentou a Ideologia de Género nas escolas americanas, e apoiou claramente a violência racista e comunista da Antifa e do Black Lives Matter.

A minha crítica a Donald Trump é objectiva; a crítica do esquerdoido Pedro Neto a Donald Trump e ao Cristiano Ronaldo é puritana, dogmática e ideológica.

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Um filho-de-puta chamado Pedro Almeida Vieira

grunho vieira web

O ADN mitocondrial do Vieira revelaria certamente uma ascendência bordeleira, na medida em que a sequência do seu (dele) ADN-Y multigeracional seria interrompido a cada geração, desde a Idade da Pedra — o que faz da sucessão milenar do seu ADN-Y uma característica de grunhos existenciais.

Para o Vieira, ser descendente de grunhos, por um lado, e descendente sistémico de mulheres de alcouce, por outro lado, é uma característica familiar atávica, é uma tradição que vem de longe.

E vem daí a necessidade de projecção (em relação a outrem) da sua (dele) própria condição ontológica. Um grunho de lupanar nunca gosta de estar só, e por isso projecta a sua condição de “grunho” em relação a outrem.

Nota: já estou arrependido de ter doado dinheiro para o Página Um. Um jornal não é um blogue.

domingo, 26 de outubro de 2025

Filipe Santos Costa, o Rabeta do Trombeta


Existe, na rua do Trombeta em Lisboa, uma sauna “gay” frequentada pelo rabeta Filipe Santos Costa, melhor conhecido pelo Rabeta do Trombeta.

Como afirmou o Álvaro Cunhal em uma entrevista para a RTP com Carlos Cruz: “é uma coisa muito triste” um rabeta entrar numa sauna gay para “bater scóvias” a indivíduos que ele nunca viu e nem sabe quem são!
A que ponto chega o Rabeta do Trombeta!

E é este Rabeta do Trombeta que diz que os votantes do CHEGA são “labregos” e “batem nas mulheres”...!

Sempre que a CNN lhe dá acoito, o Rabeta do Trombeta parece sempre deprimido, desgostoso e até próximo do suicídio — mas é normal que a maioria dos "gays" esteja deprimida e desgostosa: eu sentir-me-ia exactamente da mesma forma se tivesse de chupar machos, “bater scóvias” no Trombeta ou ser enrabado algumas vezes por semana!

“Quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade”.

→ (G. K. Chesterton)

domingo, 5 de outubro de 2025

As Siglas BCE e CE : a estupidez do laicismo cultural esquerdóide e globalista


Em nome do “ateísmo científico” (positivismo), por um lado, e em nome também do relativismo cultural (“todas as culturas são iguais”, dizem eles), por outro lado, a elite ocidental globalista esquerdóide substituiu a sigla “a.C.” (antes de Cristo) pela sigla BCE (Before Common Era), e em vez da sigla d.C. (depois de Cristo) usam agora a sigla CE (Common Era).

Porém, em termos práticos, nada mudou: as siglas substitutas significam exactamente o mesmo que as siglas substituídas — porque o marco temporal de referência nos dois casos é exactamente o mesmo: o nascimento de Jesus Cristo.

Ora, se a significância simbólica é a mesma, ¿por que razão os intelijumentos mudaram apenas as siglas dos símbolos?

Seria como se eu começasse a chamar a um “pau” de “Lazdelė” — sendo que “Lazdelė” significa “pau” na língua lituana.

“Lazdelė” e “pau” têm o mesmo significado / representado. Agora imaginem que a elite portuguesa, em vez de “pau”, começava a usar o termo “Lazdelė” em nome de um qualquer sacrifício cultural considerado proeminente.

Por exemplo: “atirei o pau ao gato” passaria a ser “atirei o Lazdelė ao gato”.

Neste caso, o representado é o mesmo (o felino): o que muda é o símbolo (o nome do pedaço de madeira) — o que é um perfeito absurdo, porque normalmente o representado desaparece quando o símbolo muda ou se desvanece; a não ser que não se trate de um símbolo, mas apenas de um sinal que pode ser mudado, porque os sinais são escolhidos arbitrariamente (por exemplo, os sinais de trânsito).

Um símbolo nunca se muda, porque isso resultaria também na dissolução do seu significado / representado; em contraponto, um sinal pode ser mudado mantendo-se o seu significado anterior.

As siglas “a.C” e “d.C” são símbolos; as novas siglas “CE” e “BCE” são sinais que se referem aos símbolos que os estúpidos laicistas pretendem fazer desaparecer ao mesmo tempo que os invocam sistematicamente.

sábado, 20 de setembro de 2025

A Mariana Mortágua vê o mundo ao contrário

A bandeira de Portugal tem os sete castelos e as cinco quinas.

A islamofilia e a estaurofobia da Mariana Mortágua impedem que ela empunhe a bandeira portuguesa porque esta causa-lhe repugnância. Para a Mariana Mortágua, a bandeira nacional portuguesa é nojenta.

mariana mortagua e a bandeira da palestina web

Porém, para a Mariana Mortágua, a bandeira de um Estado falhado, anti-semita e terrorista, como é a Palestina, já tem o seu amor. A Mariana Mortágua tem amor pelo feio: tudo o que é esteticamente defeituoso merece-lhe respeito, e até devoção.

Dêmos todos graças a Deus por a Mariana Mortágua ser lésbica e não procriar, porque de outro modo a sociedade corria o risco de ter uma segunda edição da Aurora Rodríguez que educou a sua filha para ser a revolucionária perfeita, mas quando a filha se rebelou contra a mãe, esta assassinou-a. A Mariana Mortágua tem o perfil psicológico de uma psicótica infanticida.

A mundividência da Mariana Mortágua é invertida — aliás, em linha com a visão invertida do moderno liberal que nunca percebe que os horrores que o espantam são o lado do avesso das falácias que admira.

A Mariana Mortágua é a manifestação epifenomenológica de uma sociedade profundamente doente.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

1/3 dos russos não tem cagadeira em casa

Alguém escreveu aqui o seguinte, acerca da morte de Iryna Zarustka:

russos sem cagadeira

Para este opinante, a Rússia é um país mais desenvolvido do que os Estados Unidos.


Ora, acontece que cerca de 30% dos russos não tem cagadeira em casa — ou vão cagar a uma casinha fora de casa com um buraco no chão (sem saneamento básico), ou vão cagar ao monte entre o milho (com o ar puro que faz muito bem à saúde).

Por aqui vemos como a a ideologia deforma a mente humana, cristalizando o cérebro no sistema ortorrômbico ou triclínico. Para a ideologia, os factos não têm qualquer relevância.

Nos Estados Unidos temos os sem-abrigo que também cagam nas ruas das cidades (principalmente em São Francisco e Los Angeles), mas aqui é menos um problema económico do que um problema cultural (drogas, por exemplo). Ademais, os sem-abrigo americanos estão muito longe dos 30% da população do país.

sábado, 16 de agosto de 2025

O pensamento silogístico e científico da SIC Notícias acerca de Pinto Balsemão




Para o canal SIC Notícias, “quando não se prova que uma informação é falsa, então deve-se concluir que essa informação é verdadeira”.

Por exemplo: eu recebo a informação de que o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta.

Ora, e segundo a SIC Notícias, se não se provar que esta informação recebida seja falsa, então devemos inferir que essa informação é verdadeira.

Aristóteles não diria melhor.

A conclusão silogística e científica da SIC Notícias é a de o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta, porque não se provou ser falsa a asserção acerca da filha-da-putice da referida criatura.

sexta-feira, 27 de junho de 2025

Miguel Sousa Tavares envelheceu amargo


Miguel Sousa Tavares é de opinião de que os portugueses são malandros e preguiçosos (exactamente a mesma opinião que o falecido Belmiro de Azevedo — que a terra lhe pese como chumbo! — tinha dos portugueses), e que os imigrantes (ao contrário dos portugueses) são trabalhadores.

Perante o facto de Miguel Sousa Tavares me ter chamado de “malandro” e de “preguiçoso”, manifesto aqui o meu interesse de que ele vá para a grande Puta-que-o-pariu!

A opinião de Miguel Sousa Tavares acerca dos portugueses coincide exactamente com a opinião de Joana Mortágua, e com a de Belmiro de Azevedo. Les bons esprits se rencontrent...

Grande filho-de-puta!