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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Os me®dia e o Sistema já condenam o debate de ideias


Não é por acaso que o radical trotskista Daniel Oliveira se sente bem no semanário Expesso: aquilo é um fojo, um covil, guarida de malfeitores.

democracia perigosa henrique raposo web

Não tarda nada e veremos os me®dia a defender publicamente a legitimidade do regime de Putin. Já faltou mais.

“Demagogia” e “populismo” são os vocábulos que os ditos “democratas” de pacotilha empregam quando a democracia os assusta. A corrupção ideológica do sistema vigente atingiu um nível tal que se legitima agora o fim do debate político.

Na escola de Platão, a democracia repugnava porque (naquele tempo) esta negava a autonomia dos Valores — e não (como diz o idiota) por uma putativa ameaça à verdade.

Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado discricionariamente por uma elite, e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Defender a legitimidade racional da República de Platão só pode vir de um deficiente cognitivo do quilate do Henrique Raposo.

A retórica cultural substitui hoje a retórica patriótica, nas efusivas expectorações dos tontos como o Henrique Raposo. E partem sempre do princípio de que o povo é tonto.

Temos hoje uma classe social elitista (ruling class) que governa despoticamente de uma forma insidiosamente dissimulada, ao mesmo tempo que defende sub-repticiamente a construção política e social da ausência de classes sociais. Gente como o Henrique Raposo são os lacaios dessa ruling class.

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

sábado, 16 de agosto de 2025

O pensamento silogístico e científico da SIC Notícias acerca de Pinto Balsemão




Para o canal SIC Notícias, “quando não se prova que uma informação é falsa, então deve-se concluir que essa informação é verdadeira”.

Por exemplo: eu recebo a informação de que o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta.

Ora, e segundo a SIC Notícias, se não se provar que esta informação recebida seja falsa, então devemos inferir que essa informação é verdadeira.

Aristóteles não diria melhor.

A conclusão silogística e científica da SIC Notícias é a de o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta, porque não se provou ser falsa a asserção acerca da filha-da-putice da referida criatura.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

sábado, 5 de julho de 2025

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo é “fassista”


“Numa altura em que em Portugal são silenciadas as magníficas notícias da notável trajectória de estabilização económica que a Argentina está a operar por intermédio de Javier Milei, o livro escrito por Philipp Bagus e editado agora em Português em parceria com o grupo LeYa, tem potencial para ser uma obra maldita para a esmagadora maioria dos comentadores, especialistas e políticos portugueses que ainda há bem pouco tempo classificavam de “louco” o Presidente da Argentina e consideravam o seu projecto uma deriva fascista daquele país sul-americano.”

Enquanto o presidente do Brasil, Lula da Silva, defende a expulsão de todos os portugueses do Brasil, o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu o seguinte acerca de Portugal:

“Portugal enquadra-se perfeitamente no campo da liberdade como um país que sempre foi um farol da Civilização Ocidental. Portugal é um país orgulhoso e com um povo extraordinário. Merece ser livre.”

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo, é considerado “fassista” pela classe política e pelos jornaleiros do regime. É a completa inversão da moral e da lógica.

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Artigo da Cristina Miranda acerca do Poder proxeneta dos sibaritas do Terreiro do Paço


Aconselho a leitura deste artigo da Cristina Miranda acerca do resultado das últimas eleições e as suas (destas) repercussões nos me®dia.

Ao contrário, por exemplo, do Henrique Pereira dos Santos e do Corta-fitas, que preferem e proferem uma narrativa apologética do sistema político rotativista que nos governa desde há 50 anos — fruto de um CDS completamente vendido à Esquerda e destruído por dentro por Paulo Portas e Assunção Cristas —, a Cristina Miranda tem uma leitura crítica e independente acerca do Poder proxeneta instalado há 50 anos na capital-do-império-que-já-não-existe, e dos sibaritas que pululam pelo Terreiro do Paço.

Dois excertos do texto:

«Está mais do que provado: os jornalistas de hoje são meros fazedores de opinião, verdadeiras claques políticas, ao serviço de agendas bem definidas. Alguns cumprem ordens, outros fazem-no com entusiasmo.

Mas estes resultados eleitorais também lhes pertencem — são o reflexo do descrédito gerado por um serviço público profundamente degradado».



«Há cerca de 1,5 milhão de imigrantes com NISS mas sem registo activo de contribuições na Segurança Social. Isso não significa que todos vivem à custa do sistema, mas:

  • Muitos não trabalham legalmente (ainda).
  • Outros aguardam regularização.
  • Alguns estão em actividade informal.
  • Existem dependentes (filhos, cônjuges) sem obrigação de descontar.

A discrepância revela um modelo insustentável a longo prazo, se não houver políticas activas de integração laboral. Gera tensões sociais e percepções de injustiça fiscal entre os cidadãos nacionais. Pode colocar em risco a sustentabilidade da Segurança Social se o número de beneficiários passivos ultrapassar o de contribuintes activos.»

Leiam o resto.



quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Dedico a vitória de Donald Trump aos jornaleiros e comentadeiros, como seguem:


Em primeiro lugar, os jornaleiros e comentadeiros em relação aos quais nutro e alimento cuidadosamente um infinito ódio de estimação, a ver:

Ricardo “Chamuças” Costa (SIC), Paulo Baldaia, Mafalda Anjos, Miguel Prata Roque (SIC) , Ana Sá “Varoufucker” Lopes (CNN), Daniel Oliveira (SIC), Luís Costa Ribas (CNN), Ana “MRPP” Gomes (SIC), Raquel Varela (RTP), Carmo Afonso (RTP), Manuel Carvalho (RTP), Pedro Marques Lopes (SIC).

Em segundo lugar, os jornaleiros e comentadeiros que eu não odeio, mas pelos quais nutro um profundo e profícuo sentimento de desprezo:

Anselmo Crespo (CNN), Raquel Abecassis (SIC), Rui Calafate (CNN), António Nogueira Leite (PSD), Maria João Avilez, Sérgio Sousa Pinto – Partido Socialista (CNN), Miguel Sousa Tavares (SIC), Joaquim Vieira (RTP), Inês Pedrosa (RTP), Clara Ferreira Alves (SIC), Carlos Magno (CNN), Vítor Gonçalves (RTP), António José Teixeira (RTP).

Em terceiro lugar, os jornaleiros e comentadeiros que não merecem o meu ódio de estimação, e nem sequer merecem o meu desprezo — dada a sua insignificância ontológica e intelectual:

Pedro Tadeu (CNN), Valentina Marcelino (Diário de Notícias), Luís Maia (SIC), Paulo Saragoça da Matta, Francisco Mendes da Silva (SIC), José Eduardo Martins (SIC), Pedro Delgado Alves (SIC), Adriana Cardoso (SIC), António Costa Pinto (RTP), André Freire (RTP), Pedro Costa (CNN), Catarina Marques Rodrigues (SIC), Miguel Monjardino (SIC), Ana Miguel dos Santos (CNN), Tenente General Marco Serronha (CNN), Pedro Benevides (CNN), Francisco Pereira Coutinho (CNN), Judite Sousa (NOW), Natália Carvalho (Antena 1), Pedro Bello Moraes (CNN), Pedro Ivo Carvalho – Jornal de Notícias (RTP).

A todos (eles e elas) desejo um péssimo quadriénio, repleto de mentiras e de ódio nos me®dia. 




terça-feira, 29 de outubro de 2024

As últimas sondagens dão estabilidade ao partido CHEGA


Gostaria de dedicar o resultado das últimas sondagens às seguintes personalidades, na maioria jornaleiros e comentadeiros nas estações de televisão, e a título pedagógico:

Joana Ricarte RTP, Margarida Davim CNN, Ana Cavalieri SIC, Filipe Luís RTP, Anselmo Crespo CNN, Ana Santos Pinto RTP, Major General Vítor Viana RTP, Raquel Abecassis SIC, Francisco Mendes da Silva SIC, Ricardo Costa SIC, Paulo Baldaia, Mafalda Anjos CNN, Rui Calafate CNN, António Nogueira Leite PSD, Miguel Prata Roque (Partido Socialista) SIC, Maria João Avilez, Maria Castello Branco CNN, Pedro Santos Guerreiro TVI, Eduarda Pires NOW, Ana Sá Lopes CNN, Sérgio Sousa Pinto (PS) CNN, Daniel Oliveira (Bloco de Esquerda) SIC, Luís Costa Ribas CNN, Helena Matos CNN, Miguel Morgado SIC, Ana Gomes (Partido Socialista) SIC, Miguel Sousa Tavares SIC, Raquel Varela RTP, Joaquim Vieira RTP, Rodrigo Moita de Deus RTP, Inês Pedrosa, Eduarda Pires NOW, Eduardo Correia NOW, Clara Ferreira Alves SIC, Carlos Magno CNN, Carla Moita CNN, José Manuel Fernandes RTP, Carmo Afonso RTP, Natália Carvalho RTP, Manuel Carvalho (Público) RTP, Patrícia Carvalho (Público), Azeredo Lopes CNN, Joana Amaral (SOS racismo) CNN, Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda), José Soeiro (Bloco de Esquerda), Rui Estrela (Mov. Vida Justa), Pedro Tadeu CNN, José Semedo Fernandes (advogado) RTP, Valentina Marcelino (Diário de Notícias), António Tonga CNN, Luís Maia SIC, João Torres (Partido Socialista), Paulo Saragoça da Matta (advogado do Sistema), Francisco Mendes da Silva SIC, José Eduardo Martins SIC, Pedro Delgado Alves SIC, João Massano (advogado do Sistema) RTP, Alexandre Évora CNN, Adriana Cardoso SIC, António Costa Pinto RTP, André Freire RTP, Pedro Costa CNN, Catarina Marques Rodrigues SIC, Vítor Gonçalves RTP, António José Teixeira RTP, Natália Carvalho (Antena 1), Pedro Bello Moraes CNN.


Estão todos do mesmo lado da Esquerda, embora digam que são diferentes entre si — da mesma forma que o partido social-democrata russo, no princípio do século XIX, era constituído por várias facções, e entre elas os bolcheviques e os mencheviques; tudo gente da mesma laia, sabujos a comer da mesma gamela.

(Lista em actualização)

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

São só as “sensações” do Ricardo “Chamuças” Costa



Não se deixem enganar! São só “sensações” de aumento de criminalidade!


quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Jornalistas sabujos, sem dignidade, sevandijas, invertebrados

Talvez o melhor verbete publicado pelo Telmo A. Fernandes no Blasfémias. Gostei particularmente do conceito de “jornalistas sabujos”, ou seja, sem dignidade, sevandijas, invertebrados.

Os jornalistas portugueses, em geral (em juízo universal) transformaram-se em comissários políticos de um Totalitarismo de Veludo financiado e controlado pelos sibaritas do costume que pululam pelos gabinetes do Terreiro do Paço e pelas lojas ocultas da capital-do-império-que-já-não-existe.



domingo, 15 de setembro de 2024

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

O silêncio criminoso da Esquerda e dos me®dia

A Esquerda é composta por criminosos. Gente que não merece o mínimo respeito. Merece mais respeito um qualquer animal dito irracional, ou insecto, do que um esquerdista.





quarta-feira, 19 de junho de 2024

O tipo de filho-de-puta que sustenta este sistema político





Segundo estes filhos-de-puta, o facto do Monhé das Cobras mentir no parlamento, não é importante. O que é importante, para estes filhos-de-puta, é que se apanhou o monhé a cagar (ou seja, a mentir) — o que nunca deveria ter acontecido.

É preciso dizer a estes filhos-de-puta que o primeiro-ministro não pode mentir numa CPI ! Mentir na CPI é crime!

quarta-feira, 17 de abril de 2024

A pseudo-informação e sub-informação dos jornaleiros portugueses


Aconselho a leitura deste artigo acerca da censura exercida em Portugal pelos “jornalistas”, com o apoio dos donos dos jornais — por exemplo, a censura do jornal Público apoiada por Cláudia Azevedo que é proprietária do jornal.

O mesmo se passa com o Pinto Balsemão que é dono do grupo Impresa que detém a televisão SIC, o semanário Expresso e outros me®dia.

Os proprietários de jornais, em Portugal, são coniventes com os jornaleiros de extrema-esquerda.

O pior, porém, passa-se na RTP — que é um canal de televisão do Estado, pago por todos os portugueses. A RTP é uma coutada da aliança entre os dois partidos rotativistas (Partido Socialista + PSD) e a extrema-esquerda. Eu estou absolutamente convencido de que se o CHEGA tiver um dia a maioria absoluta no parlamento, a RTP não muda um milímetro — porque o Poder da maçonaria é descomunal.

A essência do actual sistema político, controlado pela Esquerda (Partido Socialista, PSD) e extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, Livre, Partido Comunista), é a pseudo-informação (propaganda ideológica através dos me®dia) e a sub-informação (censura mitigada — censura parcial — dos factos).

No caso da recente reunião em Bruxelas de nacionalistas e conservadores, de que nos fala o referido artigo, os jornaleiros portugueses (com a bênção dos capitalistas donos dos jornais) exerceram a sub-informação misturada com pseudo-informação.

Não fosse Portugal pertencer à União Europeia, já estaríamos numa ditadura esquerdista.

terça-feira, 13 de junho de 2023

Os jornaleiros obedecem acriticamente aos donos globalistas


Selwan-Majd-webEu sinto nojo dos jornalistas, em geral; são parte de uma casta ontológica inferior, agentes do embrutecimento da população, que têm como única função enganar os povos do mundo. São agentes da decepção, do ludibrio, do mal.

Na cidade francesa de Annecy, um imigrante sírio esfaqueou crianças num parque infantil. Imediatamente saiu a “notícia” no Diário de Notícias que o imigrante era cristão. A seguir, esta “notícia” foi secundada por outros me®dia, incluído o Observador. O Polígrafo calou-se.


Porém, a verdade é que o imigrante sírio em causa é, de facto, muçulmano, e chama-se Selwan Majd:


“L’assaillant serait un réfugié syrien nommé Selwan Majd…

Il a prétendu qu’il s’appelait Abd El-Messih Hanoun, mais son vrai nom est « Selwan Majd », un réfugié d’Al-Hasakah au nord de la Syrie.

Il s’était rendu en Turquie avec de faux papiers où il a fait la connaissance d’une touriste suédoise et lui a fait croire qu’il était un musulman converti au christianisme.”

→ Le terroriste d’Annecy serait un Syrien musulman nommé Selwan Majd…

Entretanto, a mensagem falsa propalada pelos me®dia passou na opinião pública, silenciando a verdade. Mais uma vez, a mentira venceu; até um dia...

segunda-feira, 16 de maio de 2022

O diálogo político torna-se impossível, porque a irracionalidade volta a estar na moda

¿Existe, na Constituição portuguesa, um “direito ao aborto”? Resposta: não existe.

A legalização do aborto em Portugal foi definida (nos seus termos) por um referendo não-vinculativo que se repetiu por duas vezes, promovida por uma elite política apostada em minar o próprio conceito de “liberalismo” que, alegada- e aparentemente, procurava engrandecer a “liberdade individual” mediante o conceito de “autonomia”.

Vejamos esta parangona do Expresso: “Aborto: a longa guerra pelo corpo de meia Humanidade”.

aborto expresso web

Questiono-me se o Pinto Balsemão (o dono do Expresso), que se diz ser um prócere do liberalismo, não trabalha para o iliberalismo de Putin e do Partido Comunista chinês. Em última análise, Pinto Balsemão é o responsável máximo pela política editorial do Expresso.

Para o semanário Expresso, a problemática do aborto resume-se a “uma longa guerra pelo corpo da mulher” — assim como, para o marxista José Pacheco Pereira, “quem defende a família quer o domínio do homem sobre a mulher.”

São visões do mundo que são incompatíveis com a Razão, mas que, ainda assim, pretendem impor-se, de uma forma iliberal mediante a aplicação prática do conceito de “tolerância repressiva” do marxista Herbert Marcuse.

Não há pessoa mais especializada em imbecilizar os outros do que a Isabel Moreira.

Afirmar que o problema do aborto se resume a “uma longa guerra pelo corpo da mulher” é próprio de atrasados mentais; e é claro que a Isabel Moreira teria necessariamente que participar na cúria desse Imbecil Colectivo.

Neste país, onde quer que exista um qualquer Imbecil Colectivo organizado pelos me®dia, está lá sempre a Isabel Moreira. Não há um Imbecil Colectivo em que ela não participe activamente. Não há pessoa mais especializada em imbecilizar os outros do que a Isabel Moreira. A existir um Imbecil Colectivo Nacional, a Isabel Moreira deveria ser a presidente da instituição, acolitada pelo José Pacheco Pereira.

« (...) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (por exemplo, Alemanha, 1933) »

→ Edgar Morin, ex-comunista e crítico do marxismo

Os maiores inimigos do liberalismo político vivem dentro do sistema político liberal, e vão minando o sistema por dentro. É o caso de (por exemplo) Isabel Moreira e de José Pacheco Pereira.

É impossível qualquer tipo de diálogo com a actual elite política.

Quando uma elite política (maioritária) defende a ideia da redução do aborto a “uma longa guerra pelo corpo de meia Humanidade” — trata-se de uma visão marxista (Engels) das relações entre os dois sexos — e em que o nascituro é totalmente afastado da problemática, deixa de haver possibilidade de discussão racional sobre este tema, e abre-se a porta ao populismo.

O mais recente populismo (por exemplo, Marine Le Pen) reforçou-se com a crise financeira de 2008 — porque o conceito de “liberdade económica” tornou-se irracional (transformou-se em uma ideologia que se opunha a qualquer intervenção do Estado na economia, e por uma questão de princípio).

Ou seja, o dogma dos neoliberais (por exemplo, Passos Coelho e a sua entourage), segundo o qual o Estado deveria ser reduzido a meia-dúzia de gatos pingados, e a ideia ideológica radical segundo a qual o Estado não tinha que “meter prego nem estopa” na economia, acabou por minar a estabilidade da sociedade liberal e causar o reforço dos populismos latentes.

A política identitária (por exemplo, a ideologia de género) ou a política da “absolutização da autonomia individual”, têm muito pouco de “liberal” — porque o corolário da sua aplicação prática é iliberal, como se demonstra pela postura política e ideológica não só de personagens ditas “moderadas” (Isabel Moreira do Partido Socialista e José Pacheco Pereira do PSD, por exemplo), mas também pela Esquerda em geral.

Esta nova Esquerda defende uma “cultura de cancelamento” de origem marxista cultural (ou seja, evoluiu a partir do conceito de tolerância repressiva de Herbert Marcuse), que é profundamente iliberal e que torna impossível qualquer tipo de diálogo político.