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quarta-feira, 29 de julho de 2026

O sistema político fecha-se, e adopta a violência contra a dissensão

A recente votação da “lei da Burca”, em que a Esquerda em bloco votou a favor de as mulheres andarem totalmente tapadas na via pública, por um lado, e a reacção da ruling class esquerdopata lisboeta em relação ao assalto às instalações do CHEGA na assembleia da república, por outro lado — revelam que não há a mínima possibilidade de existir um entendimento com o sistema político-partidário dominante que tem como charneira o rotativismo entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata (o PS 1 e o PS 2).

Existe em Portugal uma “elite” política que admite, com naturalidade, o exercício da violência para calar qualquer ameaça séria de dissensão política em relação a um sistema anquilosado existente que é baseado em um nepotismo generalizado, e que faz da corrupção e do amiguismo o esteio da acção política.

Ou seja, a sociedade portuguesa está profundamente fracturada; e maioritariamente fracturada em situações que o mero senso-comum aconselhariam prudência e procura de acordo.

O sistema rotativista não aceita perder um milímetro de Poder, e recorrerá à violência se necessário for.

O assalto ao gabinete de André Ventura revela uma predisposição para a violência por parte do sistema partidário dominante; o sistema político-partidário vigente admite partir para a violência para calar qualquer oposição — e essa possibilidade de violência é apoiada pela classe bem pensante (os intelectualóides, os jornalistas, a maçonaria) e até pela cúpula das forças armadas e policiais representadas simbolicamente por gente como Luís Neves.

Existe em Portugal uma “elite” política que admite, com naturalidade, o exercício da violência para calar qualquer ameaça séria de dissensão política em relação a um sistema anquilosado existente que é baseado em um nepotismo generalizado, e que faz da corrupção e do amiguismo o esteio da acção política — o mesmo sistema político que matou Amaro da Costa e Sá Carneiro: apenas mudam, hoje, os protagonistas do sistema corrupto e da violência.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

O antipatriotismo progressista

Temos aqui um texto de Carlos Bobone que aborda a questão do Patriotismo, na linha de pensamento de Fernando Pessoa. Aconselho a leitura.

Ora, sabemos que Fernando Pessoa foi (e é) odiado por uma certa Direita corporativista, mas hoje também é odiado — mais ou menos dissimuladamente — pela Esquerda radical (Bloco de Esquerda, Partido Comunista, LIVRE, e ala Esquerda radical do Partido Socialista).

Pobre Fernando, leva pancada de todo o lado...

O antipatriotismo dos “progressistas” actuais é directamente promovido, na cultura, pelo núcleo duro que conduz a política da União Europeia.

Porém, é perfeitamente possível construir uma União Europeia sólida sem colocar em causa os patriotismos dos países da união — de forma semelhante, os clubismos no futebol não impedem o apoio à selecção nacional de futebol. Dizer que o “clubismo é inimigo da selecção nacional” é próprio de uma estupidez que confunde planos de categorização da realidade.

“O patriotismo, vimos nós e demonstrámos, é a base do instinto social — é, mesmo, o único instinto social verdadeiro; não é, de resto, mais que um egoísmo colectivo, ou, melhor, a forma colectiva do egoísmo, base de toda a vida psíquica”.

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Do sufrágio político e da opinião pública”)


«A primeira verdade da sociologia (...) é que a humanidade não existe. Existe, sim, a espécie humana, mas num sentido somente zoológico: há a espécie humana como há a espécie canina. Fora disso, a expressão “humanidade” pode ter somente um sentido religioso ― o de sermos todos irmãos em Deus, ou em Cristo.

(...)

Na realidade social há só dois entes reais ― o indivíduo, porque é deveras vivo, e a nação, porque é a única maneira como esses entes vivos, chamados indivíduos, se podem agrupar socialmente de um modo estável e fecundo. A base mental do indivíduo (...) é o egoísmo (...). Esse egoísmo é o da Pátria, em que nos reintegramos em nós através dos outros, fortes do que não somos. »

→ Fernando Pessoa (“Obras em Prosa”, “Sobre Portugal”, III Volume, Edição do Círculo dos Leitores, 1987, página 316).

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Portugal deve começar a pensar em programar a saída da União Europeia

Políticos franceses e alemães, alguns de nomeada e ligados aos partidos tradicionais do “sistema”, defendem agora que o poder de decisão dentro da União Europeia (comissão + conselho) deve ser restrito a apenas seis países: França, Alemanha, Holanda, Itália, Espanha e Polónia.

Ou seja: seis países passam a mandar na Europa, e o resto obedece sem “piar”.

Isto significa, desde logo, que a actual responsável da União Europeia para os negócios estrangeiros, a estoniana Kaja Kallas, será demitida e o seu cargo extinto, para ser substituído por um novo cargo e por um qualquer ministro francês ou alemão; e significa também que os outros países da União Europeia não serão consultados — pelos menos, oficialmente — acerca das decisões que se tomam na União Europeia.

Ora, uma nação sem dignidade é um pasto de bovinos.

A nova política europeia que se desenha retira a dignidade aos países pequenos da União Europeia.

Nos Estados Unidos, por exemplo, todos os estados federais têm a mesma e igual dignidade na sua representação no Senado (que é uma espécie de Conselho de Ministros, na União Europeia). Ora, é esta igual dignidade de representação que o novo leviatão dos poderosos da Europa pretende retirar aos países pequenos da União Europeia.

Em princípio, Portugal pode sair da União Europeia sem sair do tratado de Schengen — como acontece, por exemplo, com a Suíça, que não faz parte da União Europeia mas assinou o tratado de Schengen —, a não ser que o actual poder na União Europeia aja de má-fé em relação a Portugal (o que é sempre uma possibilidade).

É claro que, para a retirada de Portugal da União Europeia, não podemos contar com o Partido Socialista e com o Partido Social Democrata; teremos que tentar convencer o CHEGA acerca da importância da dignidade multissecular da Nação Portuguesa.

Se for para sermos humilhados, então que se f*da a União Europeia.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Os patrões adoptam a linguagem da extrema-esquerda

migrante web

O patronato “liberal” adopta a linguagem da Esquerda mais radical. Por exemplo, o uso do adjectivo “migrante”, em lugar de “imigrante”, por parte do patrão Francisco Calheiros.

Há várias razões para a substituição de “imigrante” por “migrante”.

Desde logo porque o adjectivo “migrante” pressupõe uma deslocação de um território para outro mas com carácter provisório: os migrantes, em princípio, não se fixam definitivamente no território de arribação. Neste sentido, o substantivo “migração” é sinónimo de “transumância” — que também se aplica aos animais: por exemplo, às aves de arribação, ou à migração de aves.

Por outro lado, o adjectivo “migrante” não significa necessariamente a deslocação de um país para outro: pode significar a deslocação de uma região para outra região dentro de um mesmo país — ao passo que “imigrante” tem uma conotação internacional: o imigrante/emigrante passa sempre fronteiras nacionais.

Por exemplo, uma pessoa que tenha vivido em Lisboa e vá viver para o Porto, é um “migrante” — e não um “imigrante”: um imigrante e/ou um emigrante passam sempre fronteiras nacionais.

Portanto, o patronato e a extrema-esquerda estão de acordo em suavizar o impacto brutal do fenómeno da imigração na cultura antropológica e na coesão social portuguesas através da substituição de conceitos que possam colocar em risco as suas estratégias políticas “liberais” e antipatriotas.

Ainda irei ver o Francisco Calheiros como deputado do LIVRE, e a Cláudia Azevedo como coordenadora do Bloco de Esquerda.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

domingo, 10 de maio de 2026

Temos um generalato megalómano ou corrupto

Têm vindo a terreiro várias opiniões de generais das Forças Armadas Portuguesas defendendo a compra do caça F-35 que só é operacional dentro de um ecossistema controlado estritamente pelos americanos.

Ou seja: temos generais que têm a mania das grandezas, e são tão intelijumentos que pretendem colocar as Forças Armadas sob a dependência total de gentalha como Donald Trump.

É preciso informar os “Milicosintelijumentos portugueses que os radares mais modernos já detectam o F-35. E que este avião é o menos interessante em todos os outros componentes operacionais (ver imagem abaixo) — a não ser que se pretenda que o Pentágono comande as Forças Armadas Portuguesas.

caças

Por exemplo, o F-35 tem uma disponibilidade operacional de 30 a 50% — ou seja, pelo menos 50% do tempo útil, o avião está parado em hangar —, ao passo que o sueco Gripen tem uma disponibilidade operacional de 70 a 85%. Ou seja, os generais portugueses têm a mania que são ricos.

Qualquer dos caças concorrentes — o Eurofighter, o Rafale e Gripen — é melhor ou mais útil do que o F-35. Por exemplo, no custo de operação por hora, a diferença é abismal; e a diferença de custo de apoio em base aérea é enorme.

Só compra o F-35 quem está vendido aos interesses americanos. Temos que começar a investigar as contas bancárias dos generais portugueses.

quinta-feira, 19 de março de 2026

A rosa musical, dos Bandidos do Cante

O mais importante, em uma canção, é a melodia que pressupõe harmonia. E depois, é a orquestração que deverá seguir o princípio da Navalha de Ockham aplicada à arte, neste caso, aplicada à música: entre várias versões de orquestração possíveis para uma mesma canção, a orquestração mais simples possível tende a ser a mais correcta.

Ou seja, a orquestração não substitui nem se sobrepõe (em valor) à melodia da canção.

Os Bandidos do Cante criaram uma pequena maravilha, e a RTP está de parabéns. Parece que a música portuguesa entrou no caminho certo.

A versão instrumental da “Rosa”, dos Bandidos do Cante, poderia perfeitamente ser adoptada como trilha sonora de um filme, como podemos ver abaixo.

sábado, 14 de março de 2026

Oviedo nunca foi capital do Reino Suevo


Circula na Internet um boato “pseudo-galego” segundo o qual a cidade espanhola de Oviedo terá sido a grande capital do Reino Suevo — depois de ter sido Braga, e na sequência da expansão do reino dos suevos. Este é um exemplo de como uma mentira grosseira se espalha na Internet por razões estritamente políticas.

Durante o domínio suevo na Península Ibérica, não existia ainda a cidade de Oviedo.

As capitais históricas do Reino Suevo (c. 411–585) foram:

  • Bracara Augusta (Braga, Portugal): A capital principal e mais duradoura do reino;
  • Emerita Augusta (Mérida, contígua a Castelo Branco): Serviu como sede temporária da monarquia sueva durante a expansão para o sul no século V.

Bastaria uma simples pesquisa no Google para que quem espalha esta mentira pudesse verificar o erro. Portanto, trata-se de um “erro intencional”. O “erro intencional” é mais do que uma simples mentira, é sempre ideologicamente motivado.

A cidade de Oviedo foi fundada no século VIII (ano 761), muito depois da queda do Reino Suevo em 585.

Tornou-se a capital do Reino das Astúrias durante o reinado do espanhol Afonso II, o Casto; é também reconhecida como a primeira capital do Caminho de Santiago — mas nunca foi capital do Reino Suevo.

terça-feira, 18 de novembro de 2025

O Marcelo é a vergonha de Portugal

Chegamos a um ponto em que as elites portuguesas (a ruling class) criticam André Ventura por este defender a dignidade histórica de Portugal.

porco marcelo web

Temos um jornalismo (salvo as excepções) composto por genuínos filhos-de-puta que arrastam Portugal pela lama, com a ajuda prestimosa de suínos políticos do cariz do Marcelo.

Os arabescos filhos-de-puta do Marcelo


Marcelo Rebelo de Sousa é o político mais desonesto e truculento que alguma vez existiu em Portugal: a criatura é repugnantemente vergonhosa, e sem-vergonha. Sinto vergonha alheia pelo presidente da república que temos — mas não sinto culpa pela eleição dele, porque sendo eu monárquico, por regra não voto para presidente da república (há excepções à regra).

marcelo arabe web

Desde logo, a criatura confunde “Islamismo” com “raça” ou etnia — o que é característica da truculência fraudulenta da extrema-esquerda. O Islamismo não é uma raça ou uma etnia.

O Islamismo é um princípio de ordem política embutido numa suposta religião.

O Islamismo não é coisa “árabe”; por exemplo, os turcos, que foram “donos” do califado islâmico durante séculos até ao princípio do século XX, não são árabes. Os paquistaneses ou os bangladeches não são árabes, mas são maioritariamente muçulmanos. Os indonésios não são árabes, mas são muçulmanos, e a Indonésia é o maior país muçulmano (em número de fiéis) do planeta. E por aí fora.

O próprio Maomé não era filho de árabes; a sua (dele) mãe era judia.

Identificar o “Islamismo” com a ocupação “árabe” da península ibérica é própria de um vigarista ideológico; mas identificar os árabes ocupantes com a população portuguesa do pós-independência é próprio de um filho-de-p*ta — desde logo porque a maioria da ocupação islâmica da península ibérica não foi feita por árabes (os árabes eram apenas as elites políticas), mas antes por berberes que pertenciam a haplogrupos diferentes dos dos árabes (eram raças diferentes). E depois porque, com a derrota dos mouros, estes fugiram maioritariamente para o reino de Granada em Espanha e para Marrocos.

O português médio tem mais ADN do homem de Neanderthal (entre 1 e 2%) do que ADN árabe; e tem (em média) muitíssimo mais sangue judeu do que árabe.

sábado, 4 de outubro de 2025

Diferença entre “fim-de-semana” e “final da semana”

“Fim-de-semana” (com dois hífens) é um substantivo, ao passo que “final da semana” (em brasileiro) ou “fim da semana” (em português) é um advérbio de tempo.

final da semana web

Contudo, no Brasil o advérbio “final da semana” também é utilizado como substantivo — existe, no idioma brasileiro, uma justaposição dos dois conceitos.

Não vou aqui comentar a razão por que isto acontece no Brasil. Deixo isso à imaginação dos leitores.

Em Portugal, o advérbiofim da semana” é indefinido por natureza, porque pode referir-se a uma Quinta-feira, ou Sexta-feira ou ao Sábado — e não ao Domingo que, na tradição portuguesa, é o primeiro dia da semana (seguinte): porque isso é que existe a Segunda-feira como segundo dia da semana.

Em bom português, o jornaleiro do semanário Espesso deveria ter escrito:

Frotilha por Gaza: portuguesas detidas por Israel não deverão chegar a Portugal antes do fim da semana.”

Note-se que se deve escrever “frotilha”, e não “flotilha” que é um espanholismo; mas eu também aceitaria que se escrevesse “fodilha”, na medida em que os portugueses estão a ser f*d*dos pela Esquerda radical.

Utilizar (em Portugal) o termo “final da semana” como advérbio  (em lugar de “fim da semana”) é um brasileirismo.

A “elite” portuguesa está a tentar impôr coercivamente ao povo português o idioma brasileiro. Com todo o respeito pelo Brasil, penso que os portugueses devem resistir a esta adulteração linguística sistemática veiculada pelos me®dia.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

O caça F-35 é um buraco financeiro e estratégico

f35 webA manutenção de 1 F-35 custa 3 vezes mais do que a manutenção de 1 F-16, e 5 vezes mais do que a manutenção de 1 Saab JAS 39 Gripen já com a nova propulsão da Rolls Royce.

Ademais, Donald Trump foi muito claro: os aliados europeus (com excepção do Reino Unido) não terão as actualizações normais e previstas do F-35 — ou seja, os europeus compram os F-35 mas ficarão com os modelos ultrapassados, sendo-lhes negada pelos Estados Unidos as principais actualizações do avião de caça.

Não nos podemos esquecer que os Estados Unidos, hoje, já não são um aliado da Europa: são adversários da Europa. A aproximação de Donald Trump ao Reino Unido serve também para dividir os aliados europeus. Quem não vê isto, é cegueta.

Infelizmente temos nas Forças Armadas em Portugal uma casta de generais ceguinhos de todo, como podemos ver pelo general Agostinho Costa.

Os novos radares desenvolvidos na União Europeia (na Suécia e na Alemanha, para além da Turquia) já detectam o F-35; por isso é que os Estados Unidos estão a desenvolver um novo avião, o F-47. O F-35 já se torna demasiado caro para o efeito que diz trazer. Para além de ser um buraco financeiro, o F-35 já é um buraco estratégico porque não cumpre o efeito de camuflagem de que vem rotulado.

Na Europa, temos três caças de fabrico europeu: o Eurofighter Typhoon, o Rafale, e o Saab JAS 39 Gripen. Seria conveniente que o ministro Nuno Melo não se deixasse levar pelos generais mentecaptos que temos, e afastasse definitivamente a compra dos F-35.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

No Japão não há imigrantes



                        Entretanto, no Japão...







Muita gente não sabe que o Japão não importa imigrantes. Não há imigrantes no Japão. No entanto, tudo funciona bem no país. E não só, o Japão: na Coreia do Sul também não há imigrantes. E que eu saiba, não são países pobres.

Como é possível que haja o Uber Eats no Japão, sem imigrantes do Terceiro Mundo com salários de merda?!!!!
Que coisa estranha!, senhor Carlos Leal!

Segundo consta, um estafeta japonês do Uber Eats tem uma salário de “engenheiro português”.

É este o mistério do senhor Carlos Leal: pagar salários de merda a imigrantes desqualificados. E depois, vem pedir ajuda ao Estado, na boa lógica do “capitalismo” fascistóide  que se “encosta” ao Estado.

sábado, 5 de julho de 2025

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo é “fassista”


“Numa altura em que em Portugal são silenciadas as magníficas notícias da notável trajectória de estabilização económica que a Argentina está a operar por intermédio de Javier Milei, o livro escrito por Philipp Bagus e editado agora em Português em parceria com o grupo LeYa, tem potencial para ser uma obra maldita para a esmagadora maioria dos comentadores, especialistas e políticos portugueses que ainda há bem pouco tempo classificavam de “louco” o Presidente da Argentina e consideravam o seu projecto uma deriva fascista daquele país sul-americano.”

Enquanto o presidente do Brasil, Lula da Silva, defende a expulsão de todos os portugueses do Brasil, o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu o seguinte acerca de Portugal:

“Portugal enquadra-se perfeitamente no campo da liberdade como um país que sempre foi um farol da Civilização Ocidental. Portugal é um país orgulhoso e com um povo extraordinário. Merece ser livre.”

Hoje, quem defende a liberdade do indivíduo, é considerado “fassista” pela classe política e pelos jornaleiros do regime. É a completa inversão da moral e da lógica.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

O idiota Marcelo, a psicótica Lídia Jorge, e o niilismo romântico

Os discursos do idiota Marcelo e da psicótica Lídia Jorge nas cerimónias oficiais do dia 10 de Junho recente, revelam a grande clivagem entre as pseudo-elites — que não pertencem a um escol —, por um lado, e o povo português, por outro lado. Esta clivagem é irreconciliável, é irredimível, e pode ter, num futuro que pode não ser longínquo, consequências terríveis para o país.



As elites políticas portuguesas convidam o povo português a abraçar o suicídio — seja o suicídio individual (através da evolução permanente e revolucionária do conceito de “eutanásia”, que conduzirá inexoravelmente à valorização moral do suicídio assistido a pedido do utente sem doença terminal), seja o suicídio colectivo (através da aceitação resignada da auto-extinção étnica).

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos.
É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política.

Os discursos dos dois idiotas supracitados é prenhe de contradições. Por exemplo, por um lado dizem que o povo português não constitui, em si mesmo, uma etnia; mas, por outro lado, dizem que que “a auto-preservação étnica [portuguesa] não é moralmente aceitável”. Estamos a lidar com dois chapados idiotas que, em conjunto com um Imbecil Colectivo, controlam politicamente este país.

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos. É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política. Isto não vai dar bom resultado.

Há um conjunto de razões que explicam este niilismo romântico das elites políticas.

Uma delas, e não é a menos importante, é a ideologia subjacente à maçonaria actual que controla o acesso dos indivíduos ao grupo da alta elite política. O niilismo romântico é parte integrante da essência ideológica maçónica. O idiota Marcelo não chegaria a presidente, nem a psicótica Lídia Jorge discursaria num 10 de Junho, sem a anuência explícita da maçonaria (pelo menos, a maçonaria “não-regular” e jacobina). Por exemplo, Luís Montenegro nunca chegaria a primeiro-ministro sem o crivo da maçonaria.

Outra razão é o alastramento dos ventos radioactivos do marxismo, que se espalham mesmo depois de comprovada a incongruência da ideologia que lhes deu origem. Estes ventos dos resquícios ideológicos do marxismo assumem diversas formas: no caso do idiota Marcelo, que se diz católico, é a Nova Teologia, por um lado, e a Teologia da Libertação, por outro lado, que, através das deliberações do Concílio do Vaticano II, introduziam o niilismo romântico no seio mais profundo da Igreja Católica.

O problema intrínseco do idiota Marcelo agrava-se com a senilidade, que é evidente. O homem está senil.

No caso da psicótica Lídia Jorge, estamos em presença de um caso típico de delírio interpretativo que se manifesta abundantemente mediante uma “poesia” de desconstrução pós-modernista (influência de Derrida) e de muito mau gosto. O pior da ambiguidade “poética” que vemos em Lídia Jorge é a subversão e a inversão (por via da absoluta subjectividade interpretativa) não só da racionalidade, mas principalmente dos valores. Por exemplo, podemos ver num poema da dita cuja, que alegadamente exalta a tolerância, um convite à permissividade. Ou podemos ver num poema de exaltação da vida, uma ode à morte.

Lídia Jorge é doente mental. E com o avançar da idade, a situação dela irá piorar.

Quando os românticos se confrontam com a impossibilidade da utopia, então adoptam o niilismo, ou seja, adoptam a destruição da Realidade. O mote do romântico é: “se não é possível a utopia, então teremos que destruir tudo o que existe!” Ou, como gritou Adolfo Hitler: “Alles Muss Anders Sein!” — como bom esquerdista, Hitler foi sem dúvida um utopista.

Através da destruição da realidade existente (porque a utopia é impossível), o romântico utopista identifica-se com o puro Mal — como por exemplo, Byron (o rebelde aristocrático que, como escreveu Bertrand Russell, “o amor do Poder é a origem profunda do seu descontentamento, mas no seu pensamento consciente há a crítica ao governo do mundo” e que “conserva algum satanismo”.

O romantismo é eminentemente satânico. É puro Mal.

Nietzsche foi outro caso de um romântico doente mental e satânico. Sobre Nietzsche, escreve Bertrand Russell: “Embora [Nietzsche] criticasse os românticos, a sua mundividência deve-lhes muito: é o anarquismo aristocrático, como o de Byron, a quem não nos surpreende que ele admire”.

Este anarquismo dito “aristocrático”, ou esta rebeldia “aristocrática”, essencialmente proveniente de um romantismo niilista desiludido com a utopia irrealizável, prevalece nas elite política romântica portuguesa que se divorciou (por iniciativa própria) radicalmente do povo.

Temos hoje, pela primeira vez na História de Portugal, uma classe política dirigente portuguesa que se coloca clara- e explicitamente contra a existência do povo português.

domingo, 20 de abril de 2025

Os Estados Unidos são hoje um inimigo dos países da União Europeia

Eu fui contra a entrada de Portugal no Euro (2000); assim como fui contra o chamado Acordo Multifibras que meteu a China, um país totalitário e de mão-de-obra escrava, na Organização Mundial de Comércio (OMC), destruindo a economia portuguesa de antanho.

Recordo que a construção do Euro e a entrada da China na OMC é obra da administração americana de Bill Clinton. Quem diz hoje o contrário disto, mente.

Ou seja, Donald Trump mente quando diz que “o Euro foi criado para f*der os Estados Unidos”. Foram os americanos que criaram o Euro (no seguimento da queda do muro de Berlim) e normalizaram o totalitarismo chinês com a entrada deste país na OMC.

Hoje, sou a favor do Euro e da União Europeia, porque os Estados Unidos mudaram de lado: os Estados Unidos de Donald Trump são hoje claramente a favor do regime de Putin e contra as democracias europeias.

Hoje, a Ucrânia e a Europa têm três inimigos formidáveis: a Rússia de Putin, os Estados Unidos de Donald Trump e a China.

Neste contexto, seria estúpido não defender a unidade dos países da União Europeia e o Euro. Donald Trump pretende a nossa miséria e mesmo destruição existencial.


quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Aconteceu no Verão passado



Enquanto houver Verões passados, é sinal que estamos vivos... !

terça-feira, 12 de novembro de 2024

O Islamismo é alheio à civilização e cultura portuguesas


Queremos que Portugal volte a ser um país onde as mulheres possam andar nas ruas das nossas cidades, depois do pôr-do-sol, sem serem acossadas por grupos de homens oriundos de culturas islâmicas, e correndo mesmo o risco de serem sexualmente violadas.

Estamos a importar massivamente homens em idade militar, de culturas islâmicas, e desprovidos de “civilização” digna desse nome.

A Comunicação Social portuguesa — vulgo “me®dia” — esconde (criminosamente) as estatísticas: é aquilo a que chamamos de “sub-informação”. Porém, na Europa, a informação é muito mais livre do que em Portugal:

Poderia mencionar aqui dezenas de artigos da imprensa livre europeia, de que Portugal não faz parte. A imprensa portuguesa nega a verdade do que se passa na Europa. A imprensa portuguesa é criminosa.

Queremos voltar a uma época civilizada que já tivemos: a uma sociedade em que a inteligência não era exclusivamente reservada às actividades profissionais. Essa reserva exclusiva da inteligência para o utilitarismo destrói a civilização — que é produto de actividades deliberadas — e degrada a cultura — que resulta de actuações involuntárias.

Se a civilização é o propósito do intelecto, e a cultura é a expressão da alma — a importação de cerca de 1,5 milhões de imigrantes (mais de 10% da população total portuguesa) veio baixar o nível intelectual do país (que caracteriza a civilização), e degradar profundamente a alma colectiva e a cultura antropológica da nação.

A imigração islâmica é incompatível com a alma portuguesa, que é de raiz cristã.

A civilização — propriamente dita — é o pão da pousada de Emaús (Lucas, 24:13-32); a cultura (cristã) é o inimitável gesto que o parte.

domingo, 14 de julho de 2024

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Se Deus Quiser !