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terça-feira, 16 de junho de 2026

Os patrões adoptam a linguagem da extrema-esquerda

migrante web

O patronato “liberal” adopta a linguagem da Esquerda mais radical. Por exemplo, o uso do adjectivo “migrante”, em lugar de “imigrante”, por parte do patrão Francisco Calheiros.

Há várias razões para a substituição de “imigrante” por “migrante”.

Desde logo porque o adjectivo “migrante” pressupõe uma deslocação de um território para outro mas com carácter provisório: os migrantes, em princípio, não se fixam definitivamente no território de arribação. Neste sentido, o substantivo “migração” é sinónimo de “transumância” — que também se aplica aos animais: por exemplo, às aves de arribação, ou à migração de aves.

Por outro lado, o adjectivo “migrante” não significa necessariamente a deslocação de um país para outro: pode significar a deslocação de uma região para outra região dentro de um mesmo país — ao passo que “imigrante” tem uma conotação internacional: o imigrante/emigrante passa sempre fronteiras nacionais.

Por exemplo, uma pessoa que tenha vivido em Lisboa e vá viver para o Porto, é um “migrante” — e não um “imigrante”: um imigrante e/ou um emigrante passam sempre fronteiras nacionais.

Portanto, o patronato e a extrema-esquerda estão de acordo em suavizar o impacto brutal do fenómeno da imigração na cultura antropológica e na coesão social portuguesas através da substituição de conceitos que possam colocar em risco as suas estratégias políticas “liberais” e antipatriotas.

Ainda irei ver o Francisco Calheiros como deputado do LIVRE, e a Cláudia Azevedo como coordenadora do Bloco de Esquerda.

domingo, 8 de dezembro de 2024

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária


Quantos mais ladrões, assassinos, sem-abrigo, maltrapilhos, miseráveis, mafiosos existirem em circulação na sociedade, mais a Esquerda rejubila.

Com a desindustrialização, o Lumpemproletariado passou a ser a nova classe revolucionária; sem o Lumpemproletariado, a Esquerda tende a desaparecer.

“Esquerda” significa Partido Socialista + Bloco de Esquerda + Partido Comunista + Livre.

Partidos como o PAN e o PSD tendem a desaparecer, por razões que não cabem agora aqui. O CDS já é defunto, e assim ficará.

Número de sem-abrigo está a aumentar, cerca de 15% são imigrantes. O que é espantosa é a solução apresentada pela Esquerda para o problema dos sem-abrigo imigrantes:

“A solução não passa por medidas restritivas para a migração, mas antes por receber “todas as pessoas”, dando-lhes as condições mínimas para que possam viver no país, defende presidente da CAIS.”

Isto faz lembrar os últimos tempos do comunismo na URSS, na década de 1980: quando o sistema comunista soviético se desmantelava, a economia paralela atingia mais de 50%, os militantes do Partido Comunista diziam que a solução para o problema soviético era a necessidade de “mais comunismo”.

Temos cerca de 15% de sem-abrigo que são imigrantes. E o que diz a Esquerda? Que temos que importar mais imigrantes, ou seja, “todas as pessoas” que queiram vir para Portugal. Se 500 milhões de imigrantes quiserem vir para Portugal, a Esquerda apoia.

Vivemos num tempo de completa irracionalidade das elites (o imbecil colectivo). Já não sei se isto lá vai com democracia, porque a argumentação lógica deixou de ter validade no discurso público.

domingo, 19 de maio de 2024

Eu tenho direito a ser racista




Eu tenho direito a ser racista. Ser racista é um direito privado que me assiste, em função da minha liberdade íntima e pessoal. O que eu não posso, segundo o Código Penal (Art.º 240), é alardear o meu racismo pela comunidade e/ou instigar à violência.


Tenho todo o direito de desligar o telefone, se do outro lado da linha me falam em pretoguês. A minha língua é o português, e não o pretoguês. Tenho todo o direito a ser racista no aprimoramento da minha língua.

A minha língua não é a língua brasileira.

Tenho todo o direito de não alugar um apartamento a quem não me agrada. Alugar um apartamento é um acto de liberdade: o Estado não tem nada a ver com o facto de eu alugar, ou não, um apartamento.
A minha escolha do inquilino é subjectiva: por exemplo, eu posso não gostar do cheiro a catinga. Não gostar do cheiro a catinga é um direito que me assiste em função da minha liberdade. Não sou obrigado a aguentar a catinga dos outros.

No meu estabelecimento comercial, existe o direito de admissão. Tenho todo o direito a limitar a “baderna brazuca” dos sambinhas” dançados e cantados, que incomodam os outros clientes.

“Sambinha” e “Kuduro” é a puta que os pariu! ¿Viu?!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

domingo, 27 de março de 2022

Os patrões portugueses pretendem transformar Portugal em uma espécie de Marrocos


Eu tenho conhecimento pessoal do que se passa no mercado laboral em Marrocos.


grupo pedreira marrocos


Em Marrocos, as operárias – nas indústrias do têxtil e do calçado — descontam 3% do salário para a segurança social, e praticamente não existem descontos dos patrões para o IRS das operárias; e elas trabalham ao Sábado, sem reforço de salário ou horas extras — ou seja, o salário que recebem (e que é pago semanalmente, e não mensalmente como na Europa), inclui já o trabalho ao Sábado.

O salário normal de uma operária marroquina (nas indústrias de calçado e têxtil) é de 62 Euros por semana (245 Euros por mês), oito horas por dia, pago a cada Sexta-feira.

Amiúde, os donos das fábricas têm, para cada posto de trabalho (por exemplo, uma gaspeadeira), duas operárias — uma efectiva e outra suplente —, porque acontece muito que, depois de receber o salário semanal à Sexta-feira, a operária falta ao trabalho na semana seguinte, e a operária suplente ocupa então o posto de trabalho vago temporariamente.

Esta é a “cultura de trabalho” da operária marroquina; mas os patrões estão-se borrifando para que elas faltem ou não, porque o que interessa é pagar salários de miséria.


“O grupo Pedreira, conhecido pela marca de calçado Nobrand, está a subcontratar o corte e costura dos sapatos em Marrocos por incapacidade de encontrar trabalhadores para as suas fábricas em Felgueiras. Sérgio Cunha, presidente do grupo, garante que tem uma das três linhas de produção parada e que já tentou contactar a Câmara de Felgueiras, procurando sensibilizar a autarquia para a necessidade de arranjar acomodação para imigrantes, mas sem sucesso. "Não tive resposta e lamento imenso porque isto iria dar riqueza e valor acrescentado ao concelho", defende o empresário.”

Falta de mão-de-obra leva grupo Pedreira a subcontratar em Marrocos

O que o patrão português pretende é ter mulheres imigrantes que trabalhem em Portugal com o salário das marroquinas. Temos que fechar as portas a “patrões” destes, e “exportá-los” definitivamente para Marrocos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

A imigração veio enriquecer a cultura na Europa

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Um exemplo de enriquecimento cultural na Alemanha

 

Um grupo de imigrantes (daquela seita que limpa o cu com os dedos, mais conhecidos por “Maome(r)das”) “enriqueceu culturalmente” um alemão numa rua de Frankfurt, dando-lhe uns pontapés na cabeça.

A isto podemos chamar “enriquecimento cultural directo ao cérebro”.

 

terça-feira, 21 de agosto de 2018

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR

 

Vemos aqui a posição de um filho-de-puta que dá pelo nome de Pedro Schacht Pereira, segundo a qual toda a gente do mundo inteiro deveria ser autorizada a emigrar para os Estados Unidos.

Segundo o filho-de-puta, se (por absurdo que seja) 6 mil milhões de pessoas quisessem emigrar para os Estados Unidos, o governo americano deveria autorizar essa imigração — porque se não existem barreiras fronteiriças (o filho-de-puta defende que não devem existir barreiras fronteiriças), a imigração não tem um controlo objectivo. E esse filho-de-puta é professor universitário de “Estudos Lusófonos” na Universidade do Ohio.

Portanto, verificamos que as elites actuais, em geral, e principalmente na Academia, são constituídas por doentes mentais.

19e arrondissement de Paris-webAquele filho-de-puta deveria ser internado compulsivamente. Mas o filho-de-puta vai mais longe: confunde “raça”, por um lado, com “cultura”, por outro lado. Esta “confusão” ou é propositada (o que faria dele um filho-de-puta elevado à décima potência) ou deve-se a pura ignorância (e perguntamo-nos como pode o filho-de-puta ser professor universitário).

“Testemunha de como o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump, acredita que Portugal, onde se crê que a questão rácica "está resolvida", é "uma seara pronta a arder". Basta, diz, que a extrema direita se organize ou que um partido como o PSD a acolha - à imagem do que fez o Partido Republicano”.

O filho-de-puta 

É claro que o filho-de-puta confunde “raça” e “cultura”. Mas não é só ele: toda a Esquerda faz propositadamente essa confusão, porque perfilha a teoria (pós-modernista e marxista cultural) da identidade: trata-se de um nominalismo quase absoluto e radical, que nega as categorias naturais do ser humano, por um lado, e por outro lado nega as evidências e verificações científicas que classificam como “construções culturais e sociais”.

Ou seja, para a Esquerda actual, a própria Ciência é uma “construção social”.

Chegámos a um ponto em que a própria Ciência é desconstruída para que seja depois negada — a desconstrução da Ciência leva à sua negação, como se fosse possível desconstruir as evidências; como se a “evidência”, por um lado, e por outro lado a “coerência” (necessária à desconstrução) não se excluíssem entre si, e de tal forma que não é possível desconstruir as evidências e os primeiros princípios.

Ou seja: quando falamos de Bloco de Esquerda ou de Partido Comunista, estamos a falar de filhos-de-puta malucos. E quando falamos de Partido Socialista, de Partido Social Democrata e de CDS/PP de Assunção Cristas, estamos a falar de cobardes da pior espécie.

trump-is-not-my-president-web

Quem diz que “o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump” são as mesmas pessoas que dizem que “o Brexit é produto do racismo supremacista branco que perdeu a vergonha no Reino Unido”. Reduzir o fenómeno de Trump ou do Brexit ao “supremacismo branco” é próprio de um filho-de-puta.

E mesmo que o Brexit fosse apenas e só uma manifestação da identidade étnica inglesa enquanto tal, esta tem a mesma legitimidade de expressão pública que tem uma outra qualquer expressão de identidade, como por exemplo a identidade LGBT (se é que existe) ou a identidade dos “Black Lives Matter”.


É neste contexto de filha-da-putice da Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Partido Socialista) e da cobardia de uma pseudo-direita (Partido Social Democrata e CDS/PP de Assunção Cristas) que sai esta notícia no Diário de Notícias:

« Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada.

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma - aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contra-ciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de permanência legal em Portugal ou no espaço Schengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excepcional, de imigrantes já com contratos de trabalho. A nova lei impede também que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes como homicídios, roubos violentos ou tráfico de droga. »

Governo aprova lei para legalizar mais imigrantes

Another day - another enrichment. This time in France.

Para a Esquerda, nem sequer é preciso um contrato de trabalho para legalizar um imigrante: basta uma “promessa” de contrato de trabalho; pode até ser uma “promessa” que não se cumpra. E se um imigrante legalizado se transformar em um assaltante e em um assassino em série, a Esquerda nega a hipótese de deportação do filho-de-puta para o seu país de origem — os filhos da puta protegem-se uns aos outros, e a Esquerda já se habituou, ao longo da História, a proteger assassinos.


2012-Coisa-está-pretaO PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido estatista (defende uma grande influência do Estado na sociedade civil); é tão estatista quanto são estatistas e centralistas os outros partidos. Por ser estatista e centralista, o PNR (Partido Nacional Renovador) não merece a minha simpatia; mas não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR.

E se eu estiver errado, por favor elucidem-me.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Na Alemanha de Angela Merkel, já se pede para se expulsar os alemães

 

Nesta Manif de imigrantes africanos na Alemanha, lê-se naquela faixa: “Refugiados ficam, e expulsem os nazis”.

expulsem-os-alemaes

Ou seja: os imigrantes entram ilegalmente no país, reclamam benefícios sociais e pedem para ficar a residir “à pala” dos contribuintes alemães — e os alemães que se opõem são considerados “nazis” que devem ser expulsos do seu próprio país.

Esta é a Alemanha de Angela Merkel.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Francisco Assis e a “exaltação neo-soberanista”

 

Sobre a invasão dos ditos “refugiados”, na sua maioria islâmicos, o socialista Francisco Assis escreve o seguinte:

“Se há uma lição a retirar deste processo, ela é a de que a exaltação neo-soberanista, vinculada à recuperação de um imaginário nacionalista, ameaça reavivar o discurso político xenófobo, racista e demagogo”.

Ou seja, se você, caro leitor, se se preocupa com a quantidade de gente que entra em sua casa, então você é “xenófobo, racista e demagogo”.


DIE LINKE on Twitter
Não sei como classificar o discurso de Francisco Assis (e quejandos); parece-me um discurso saído do absurdo. Dá a sensação de que é preciso mudar os povos da Europa, substituindo-os por outros — porque ele não se dá conta de que a preocupação dos diversos povos da Europa em relação à autêntica invasão imigrante, é uma preocupação legítima.

Só posso classificar o discurso de Francisco Assis como psicótico. Trata-se de delírio interpretativo, uma alienação em relação à realidade, para além de demonstrar uma insensibilidade em relação ao povo que ele diz representar. Francisco Assis afasta-se da experiência do concreto, e constrói raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — o que é característica das ideologias políticas, segundo Hannah Arendt.

Políticos como o Francisco Assis deveriam ser interditados (no sentido jurídico do termo). São doentes mentais.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A Europa das milícias e sem polícia

 

À medida que a polícia cumpre ordens do Poder politicamente correcto e se afasta dos cidadãos (como está a acontecer também na Alemanha: ler artigo), os cidadãos franceses organizam-se na defesa da sociedade contra a acção ilegal e anti-social dos imigrantes.

Podemos ver neste vídeo em baixo, cidadãos franceses organizados a reprimir, em Paris, um assalto a uma loja, por parte de imigrantes.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O Francisco Sena Santos “supunheta”

 

Em ciência, desconfiamos das coincidências. A indução é raciocínio por analogia; perante uma coincidência, procuramos encontrar um qualquer nexo causal que a justifique. Podemos estar errados no nosso raciocínio, mas não podemos desprezar a indução.

Toussenel, que foi discípulo de Fourier, dizia que “a analogia possui o privilégio de não poder ensinar uma ciência sem as ensinar a todas”.

Quando dois fenómenos coincidem no tempo e no espaço, o espírito científico fica em estado de alerta e raciocina por analogia (indução). Por exemplo, coincide no tempo e no espaço que a Alemanha recebeu cerca de 1 milhão de “refugiados” desde o verão de 2015, por um lado, e por outro lado aconteceram as agressões a mulheres em várias cidades alemãs, durante a noite de Ano Novo, por parte de homens de origem muçulmana.

Mas o Francisco Sena Santos (FSS) não aceita o raciocínio por analogia e despreza as coincidências:

“Mas este caso da noite de passagem de ano em Colónia – há relatos de outros em outras cidades alemãs, o que já levou as autoridades alemãs a falarem de ataque organizado – remete unanimemente para agressores da bacia sul do Mediterrâneo. Apareceu logo quem apontasse o dedo aos refugiados a quem Merkel abriu as portas no último Verão. Custa crer que os agressores possam ser os novos refugiados. Não parece provável que gente que acaba de arriscar a vida para chegar à terra ambicionada arrisque pôr a esperança em causa encurralando-se numa noite de loucura. Aliás, os indícios já disponíveis apontam para imigrantes de segunda ou terceira geração, jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa e que sentem que conquistam poder ao impor o medo.

Não sabemos ao certo o que estava na cabeça dos agressores. Nem sabemos exactamente quem são. Sabemos que a maioria deles tem origens no mundo árabe-muçulmano. Supõe-se que a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”.

Ou seja, para o FSS, o facto de terem entrado em 2015, e na Alemanha, cerca de 1 milhão de “refugiados” não significa que os ataques a mulheres alemãs tenham vindo da parte destes.

Segundo o FSS, a culpa do comportamento dos jovens muçulmanos é da sociedade alemã: “jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa”. Coitados! Se os jovens muçulmanos violam mulheres alemãs, é óbvio que a culpa é dos alemães.

Isto é típico do arquétipo mental do politicamente correcto: a inversão da moral.

E depois, o FSS entra no âmbito do “supunhetamos”: ele “supunheta” que “a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”. E ¿por quê? Porque sim! Perante determinadas coincidências factuais, somos livres de “supunhetar”. Podemos supunhetar, por exemplo, que o facto de a chuva cair não tem nada a ver com o fenómeno da evaporação e da condensação da água; podemos dizer, em vez disso, que a chuva cai porque o S. Pedro está zangado connosco.

Supunhetar não paga imposto. O problema é que o FSS é jornalista e escreve nos me®dia, e por isso o povo tem que aturar a sua (dele) masturbação politicamente correcta.

Entrevista com jovens imigrantes muçulmanas na Alemanha

 

 

As diferenças culturais são de tal forma grandes que é praticamente impossível uma integração dos imigrantes muçulmanos na Alemanha ou em qualquer país europeu.