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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Viva o racismo !

PESSOAS NEGRAS web

É isto que me obriga a ser racista. Eu não queria, mas sou obrigado, pela lógica imposta pela realidade política.

A política correcta impele-nos ao racismo — porque a “discriminação” dita “positiva” é uma forma prática de racismo. Somos racistas porque não temos alternativa: somos impelidos para o racismo pela lógica do sistema.

Se as pessoas no cartaz fossem brancas, a DGS não “apagaria” o cartaz porque — alegadamente — não seria discriminatório. O cartaz só é discriminatório quando as pessoas são negras.

Viva o racismo!

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

genocidio branco web

Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

barcos de pretos web

Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.

domingo, 15 de junho de 2025

Inocência da Mata e a afirmação do Privilégio da Negritude


“A professora Inocência Mata, pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais, conversa com a Catarina Marques Rodrigues sobre o racismo na Faculdade de Letras e os casos em tribunal, o desprezo pela literatura africana, a visão eurocêntrica da cultura, a descolonização dos manuais escolares, o erro com os Descobrimentos e a reparação histórica.”

Inocência Mata, professora e pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais


Verificamos, na citação supra, a expressão típica do racismo negro, que não é apenas uma questão de afirmação da diferença de cor da pele: é sobretudo a procura persistente da legitimação do privilégio da negritude. Ou seja, ser negro deve ser considerado um privilégio (o excepcionalismo negro), pelos próprios negros e por toda a gente que não pertença à negritude.

Quando a cultura portuguesa (e/ou europeia) diferencia as obras de arte utilizando um critério de valorização do mérito, essa diferenciação é apodada de “racismo” pelos ideólogos da afirmação do privilégio da negritude (como é o caso de Inocência da Mata).

“O mundo moderno não distingue as questões de opinião, por um lado, das questões de princípio, por outro lado; e acaba por tratar ambas como questões de gosto.”

→ G. K. Chesterton ('New Witness', 22-08-1919)




Quando a Cultura se baseia em princípios, que são destinados a afirmar criticamente os valores da arte, os defensores do Privilégio da Negritude questionam a legitimidade desses princípios e reduzem a crítica cultural a uma questão de “gosto”.

E quando o “gosto” não coincide com o preconizado pelos legionários do Privilégio da Negritude, então segue-se que a ilação retirada é a de que se trata de “racismo”. Há dois tipos de “gostos”: o “gosto racista”, e/ou o “gosto” que se coaduna com a afirmação do Privilégio da Negritude. Não há terceiro excluído.

Todos os conceitos exarados no trecho — “desprezo pela literatura africana”, “visão eurocêntrica da cultura”, “descolonização dos manuais escolares”, “erro dos Descobrimentos”, “reparação histórica [de Portugal]” — decorrem de um preconceito ideológico subjacente ao Privilégio da Negritude, chegando-se ao ponto de se considerar como um “erro” a aventura dos Descobrimentos, mesmo sabendo-se que, sem os Descobrimentos, não existiria actualmente a “literatura africana” que é uma das condições da afirmação do Privilégio da Negritude.

Por exemplo, Luís de Camões escreveu os Lusíadas em dez Cantos, compostos por Estâncias (num total de 1102), que, por sua vez, são formadas por Oitavas com versos decassilábicos.

Porém, nunca ninguém, no seu juízo pleno, se lembrou de dizer que Camões escreveu sob “uma visão heleno-cêntrica da cultura”. Camões limitou-se a adoptar determinados princípios que regem a arte poética, princípios esses aplicados no Renascimento e provenientes da cultura da antiga Grécia.

Se Inocência da Mata vivesse no tempo de Camões, diria que os Lusíadas seriam um caso de “colonização grega da cultura portuguesa”.

A “descolonização dos manuais escolares” significa “doutrinação das crianças portuguesas” na ideologia do Privilégio da Negritude — ou seja, a recusa e negação do mérito na área da crítica literária, em nome da afirmação da veemência discursiva como única forma de expressão da Verdade. Como escreveu Theodore Dalrymple: “Num mundo em que impera o princípio da auto-expressão, a veemência no discurso é o único critério da Verdade”.

Inocência da Mata pretende afirmar a superioridade ontológica do Negro através do Privilégio da Negritude, independentemente de qualquer critério racional que justifique essa superioridade. Trata-se de uma espécie de “nazismo invertido”.

Trata-se da pior forma de racismo, porque é dissimulada, altamente destrutiva e decorre de uma auto-vitimização que condena a Europa a uma pena perpétua ajuizada apenas por uma parte mais controversa da História.

E, através desta “pena perpétua” lançada nomeadamente sobre o povo português, o Privilégio da Negritude vai-se afirmando paulatinamente na cultura vitimista e pusilânime das actuais “elites” políticas portuguesas.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

O argumento de “racismo” só funciona num sentido



O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária.



domingo, 19 de maio de 2024

Eu tenho direito a ser racista




Eu tenho direito a ser racista. Ser racista é um direito privado que me assiste, em função da minha liberdade íntima e pessoal. O que eu não posso, segundo o Código Penal (Art.º 240), é alardear o meu racismo pela comunidade e/ou instigar à violência.


Tenho todo o direito de desligar o telefone, se do outro lado da linha me falam em pretoguês. A minha língua é o português, e não o pretoguês. Tenho todo o direito a ser racista no aprimoramento da minha língua.

A minha língua não é a língua brasileira.

Tenho todo o direito de não alugar um apartamento a quem não me agrada. Alugar um apartamento é um acto de liberdade: o Estado não tem nada a ver com o facto de eu alugar, ou não, um apartamento.
A minha escolha do inquilino é subjectiva: por exemplo, eu posso não gostar do cheiro a catinga. Não gostar do cheiro a catinga é um direito que me assiste em função da minha liberdade. Não sou obrigado a aguentar a catinga dos outros.

No meu estabelecimento comercial, existe o direito de admissão. Tenho todo o direito a limitar a “baderna brazuca” dos sambinhas” dançados e cantados, que incomodam os outros clientes.

“Sambinha” e “Kuduro” é a puta que os pariu! ¿Viu?!

quarta-feira, 14 de junho de 2023

O racismo no tempo de Salazar


Temos, aqui em baixo, uma fotografia da minha escola primária em Malema, Moçambique. A minha mãe era uma das professoras. Eu estou ali no meio, de chapéu (clique na fotografia, para ampliar).

Como podem ver, eram todos meninos brancos, “rassistas”, “fassistas” e colonialistas.

Alunos da escola de Malema web

sábado, 28 de janeiro de 2023

O racismo brasileiro, de sentido único


Eu tenho imensa dificuldade em ler em brasileiro corrente e diglóssico: a língua (supostamente “portuguesa”) escrita adulterada e raiando o ridículo.

Porém, talvez o principal problema do brasileiro (em geral e salvo honrosas excepções), é o de que vê o mundo ao contrário, ou então exclusivamente a partir de uma determinada perspectiva enviesada — como é o caso deste artigo.

Diz-se, no artigo, que Donald Trump é “racista” porque critica o presidente do senado americano e a sua mulher, que é chinesa.

O brasileiro (em juízo universal) segue a linha ideológica WOKE americana: se criticas um negro, ou uma chinesa, és 'tomaticamente “racista”. Ou seja: a única raça cujos indivíduos podem ser criticados, é a raça dita “branca”; todas as outras raças estão isentas de crítica.


melania trump web


Porém, quando os me®dia e a Esquerda criticavam sistematicamente a mulher de Donald Trump, já não era racismo: era coisa justa.

Criticar uma mulher chinesa é “racismo”; criticar uma mulher europeia é “legal prá caralho”.


Nota: só agora me dei conta de que este artigo é uma tradução “googlesca” e abrasileirada (as traduções do Google saem em brasileiro) deste artigo do jornal esquerdopata POLITICO .

sábado, 17 de setembro de 2022

O bom racismo e o mau racismo


bom racismo web

Segundo a “elite” política de Esquerda, este é o bom racismo; o mau racismo é o que vem dos portugueses — este racismo é bom porque se baseia na Oikofobia e na lógica da tolerância repressiva, do marxista Herbert Marcuse.

Com este racismo contra os portugueses, o Monhé das Cobras não se preocupa — porque é o racismo bom. O monhé preocupa-se apenas e muito com o racismo mau dos filhos-de-puta dos portugueses indígenas.

monhe-das-cobras-web

domingo, 10 de outubro de 2021

O conceito de “equidade”, segundo a Esquerda


Para a Esquerda, equidade é uma corruptela do conceito de “equidade” segundo Aristóteles.


Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

A equidade não é igualdade: antes, é o equilíbrio, conformidade e justa medida da Justiça.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do “direito” comum porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural, nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito, do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.


Para a Esquerda, “equidade” é o resultado de uma relação de soma-zero entre pessoas (ou entre determinados grupos de pessoas) — em que o ganho de uma pessoa (ou grupo de pessoas) representa, necessariamente e sempre, uma perda para outra pessoa ou grupo de pessoas.

Para a Esquerda, para que o negro ganhe seja o que for, o branco tem necessariamente que ser prejudicado.
Meus amigos: isto vai ter que acabar — a bem ou a mal!


equidade web



Em 2020, o branco Kyle Rittenhouse baleou três criminosos (negros) em legitima defesa; teve que pagar 2 milhões de US Dollars de fiança depois de vários meses na pildra, e nenhum advogado quis representá-lo.

Há poucos dias, o negro Timothy Simpkins levou uma arma de fogo para a escola, baleou 4 pessoas brancas incluindo um professor, foi libertado com uma fiança de 25 mil US Dollars em menos de 24 horas depois do crime.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Não me venham dizer que isto é “simples coincidência”


miss england 2021miss ireland 2021miss france

A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.

Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.

Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.

Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.

É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.

Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.

quinta-feira, 25 de março de 2021

A comissária europeia MijaTeVi, a defesa da degradação da cidadania, e a aliança entre o Francisco Louçã e o Pinto Balsemão


No seu livro “¿Por que falhou o liberalismo?” , o professor da universidade de Notre Dame, Patrick J. Deneen, tem um capítulo com o título “Degradação da cidadania”, em que ele descreve o processo — percorrido por aquilo a que se convencionou chamar de “liberalismo” — de retirada paulatina do poder político do cidadão e a concentração desse poder no Estado.

Naturalmente que Patrick J. Deneen faz a distinção entre “liberais clássicos”, por um lado, e “liberais progressistas”, por outro lado, mas também reconhece que essa distinção já não existe actualmente.

Um dos aspectos da “degradação da cidadania” é a sistemática transferência da autoridade moral do Estado nacional (por exemplo, o Estado português, ou Estado do Texas) para o super-estado do leviatão (por exemplo, a União Europeia, ou Washington).

A União Europeia começou com a política do “princípio da subsidiariedade”, para depois passar a impôr aos Estados as suas políticas internas.

A grande missão da União Europeia é a degradação das cidadanias nacionais da Europa.


MijaTeVi-web

A comissária MijaTeVi vomitou (literalmente) a cartilha ideológica do Bloco de Esquerda; trata-se de um discurso encomendado pela extrema-esquerda (trotskista internacionalista) que, em aliança com os “liberais” globalistas (para que se entenda melhor: é, metaforicamente, a aliança entre o Francisco Louçã e o Pinto Balsemão), controlam a União Europeia — numa altura em que a própria comunidade cigana vem reconhecer que o CHEGA tem razão: não se trata de racismo, mas antes de crítica a determinados comportamentos de grupo.

Este Leviatão, que é a União Europeia vendida aos ilogismos do “liberalismo” anti-nacional, tem que ser combatido com todos os meios possíveis.

quinta-feira, 18 de março de 2021

A diferença entre racismo e racialismo


A actual situação humilhante da minoria branca na África do Sul permitiu que a comunidade negra, entendida aqui a nível internacional, alimente a ideia segundo a qual é possível humilhar (em geral) o homem branco — em uma espécie de “redenção histórica” de soma zero, de uma vingança contra o homem branco.

Por exemplo, na África do Sul actual, é praticamente impossível a um homem branco arranjar um posto de trabalho qualificado que possa ser ocupado por um negro: em primeiro lugar estão os negros; e só depois, os brancos. O governo negro da África do Sul já nem disfarça o seu racialismo ideológico.

hitler-mamadou-webÉ neste contexto de corporização do ideal da supremacia da negritude sobre o homem branco — o racialismo, que é uma das características da África do Sul do apartheid suave contra os brancos — que surge também a diabolização da maioria branca nos Estados Unidos.

O racialismo (sustentado ideologicamente pela evolução do marxismo cultural e do pós-modernismo, até aos nossos dias, e que se materializa na Teoria Crítica de Raças) distingue-se do mero racismo por aquele ser racionalizado — ao passo que o racismo é, em larga medida, irracional; é uma espécie de fobia. Em contraponto, o racialismo é um racismo “racionalmente” fundamentado, expresso em uma qualquer teoria crítica da raça.

Em geral, os seres humanos são (instintivamente) racistas. Trata-se de uma característica natural inerente à própria condição humana.

Por exemplo, durante séculos existiu em Portugal um determinado racismo em relação aos espanhóis (“De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”, diz o povo português); e ainda hoje esse racismo anti-espanhol permanece adormecido no subconsciente dos portugueses (em geral).

Na década de 1980, eu fui objecto de discriminação em um restaurante de uma aldeia recôndita da França provençal, porque me tomaram por alemão: os proprietários do restaurante recusaram-se terminantemente a servir-me uma refeição; e quando eu lhes disse que era português, pediram-me desculpa pelo equívoco e serviram-me a comida.

Por toda a Europa, existe racismo entre os próprios brancos.

O racismo é um fenómeno social natural. Mas o racialismo já não é natural: é fabricado pelos ideólogos marxistas e pós-modernistas (o marxismo cultural, próprio da actual Esquerda), tirando partido da fragilidade natural da condição humana.

Em Portugal, temos também ideólogos do racialismo; por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o Mamadou Ba. É gente que fundamenta “racionalmente” a necessidade de discriminação em relação à cultura europeia (contra a “cultura dos brancos”, um certo racismo anti-branco “racionalizado”), na esteira do ideário político do comunista Gramsci.

O racismo é um fenómeno social e individual natural, porque é instintivo (faz parte do instinto humano).

O racialismo é uma postura de acção política “racionalmente” fundamentada que vê em um determinado tipo de discriminação rácica as virtudes de um futuro utópico e redentor. O racialismo é próprio da mente revolucionária.

domingo, 22 de novembro de 2020

A linguagem ideológica é inimiga da mente científica

1/ Quando invocamos sistematicamente figuras de autoridade de direito, assinalamos a fraqueza do nosso discurso e dos nossos argumentos — porque não nos conseguimos afirmar, por moto próprio e através da nossa argumentação, mas antes recorremos a figuras de autoridade ideológica, alegadamente (e falsamente) reputadas de “científicas”.

O problema da invocação da autoridade de direito coloca-se apenas quando não acrescentamos mais nada ao nosso discurso senão a própria invocação da autoridade de direito, considerada apenas em si mesma.

Mamado Ba e a morte do homem branco

"Um declínio na coragem pode ser a característica mais marcante que um observador externo nota hoje no Ocidente ...
Tal declínio da coragem é particularmente notada entre as elites dominantes e intelectuais, causando a impressão de uma perda de coragem por parte da sociedade inteira."

→ Aleksandr Solzhenitsyn

Verificamos, por exemplo, neste vídeo, como o Mamadou Ba não diz nada de coerente e concreto, senão escorando-se em uma putativa autoridade de direito de algumas personagens que ele invoca — trata-se de um certo “intelectualismo” próprio da negritude marxista, próprio de uma certa mentalidade de colonizado que marca o complexo de inferioridade do negro marxista radical.

2/ Imaginem que um branco emigre para um país africano e tenha publicamente uma linguagem racista (contra o negro) do calibre demonstrado por Mamadou Ba em relação ao homem branco.

Quando o Mamadou Ba, vivendo em Portugal, vem defender publicamente “a morte do homem branco”, confia, por um lado, na cobardia da ruling class portuguesa (aquilo a que Aleksandr Solzhenitsyn chamou de “declínio da coragem do Ocidente”), e por outro lado confia também que essa cobardia das elites se estende à sociedade inteira.

Porém, a ideia (preconcebida pelos radicais) segundo a qual “a cobardia das elites já infectou a populaça”, é enganadora: o fenómeno do partido CHEGA está aí, bem vivo, para dizer aos radicais que o “declínio da coragem” das elites não contaminou o povo português.

3/ O Mamadou Ba pensa que pode, de forma incólume, emigrar para Portugal e invocar publicamente “a morte do homem branco” (nem que seja, simbolicamente, a morte da cultura portuguesa), e através dessa posição radical, eticamente repreensível e politicamente insustentável, tirar dividendos políticos e pecuniários. E, para esse efeito, conta com o “declínio da coragem” das elites, putativamente extensível a todo o povo.

Penso que chegou a hora de recambiar o Mamadou Ba para o Senegal.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Isto não é totalmente anedota: a universidade de Cornell decidiu que a língua inglesa é racista


A universidade americana de Cornell decidiu que a disciplina de Língua Inglesa vai deixar de se chamar “Língua Inglesa”, e vai passar a chamar-se “Hdljhdskja7epoksdpskjkd.”

cornell-web

O argumento das luminárias de Cornell, justificativo para o cancelamento do nome “Língua Inglesa” (provavelmente a conselho do Rui Tavares e da Joacine "Vai-te Katar" Moreira), é o de que o conceito de “Língua Inglesa” é extremamente racista. E vem daqui o novo nome: “Hdljhdskja7epoksdpskjkd.”

terça-feira, 28 de julho de 2020

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!


A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.



Edmund Burke escreveu o seguinte1 :

“O espírito de inovação 2 é geralmente o resultado de um temperamento egoísta […] Quando não estão sob controle, os progressistas 3 tratam a parte mais humilde da sociedade com um grande desprezo, enquanto, ao mesmo tempo, fingem fazer dessas pessoas os depositários do seu Poder.”

Edmund Burke tinha razão. A Esquerda actual não olha a meios para atingir fins políticos de Poder. A ética do esquerdalho — se é que podemos chamar àquilo de “ética” — é teleológica. Vale tudo!; até arrancar olhos!

Quando a Joana Amaral Dias (e a escumalha da laia dela) dizem que “o povo português é racista”, nada mais fazem do que tratar a parte mais humilde da sociedade portuguesa com um grande desprezo; e, simultaneamente fazem passar — para parte mais humilde da sociedade portuguesa — a ideia de que eles são a elite apoderada que representa os mais humildes (que eles desprezam) — ou seja, aquilo que Olavo de Carvalho descreveu como promoção de um “estado de atonia mental da população que predispõe à subserviência passiva” (Estimulação Contraditória).



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Notas
1. “Reflections on the Revolution in France” (1790)
2. Com o termo “inovação”, Edmund Burke pretende também dizer “revolução”
3. Os democratas

sábado, 27 de junho de 2020

O racismo existe, e vai aumentar de intensidade

Vivemos numa sociedade em que não basta afirmar que 1 mais 1 é igual a 2; temos que demonstrar essa afirmação; e, ainda assim, estamos sujeitos a que nos chamem de “fassistas”.

Vivemos numa sociedade em que a classe política, em geral, se escandaliza (por exemplo) porque “a Escócia está cheia de brancos!”, e que, por isso, “é uma sociedade racista”. O mesmo critério se aplica a qualquer outro país da Europa: parece que “há brancos a mais”.


Um tal Gabriel Mithá Ribeiro escreveu, entre outras coisas, o seguinte:

“(…) a alienação anti-racista constitua uma das manifestações mais perturbantes da patologia social da relação com o tempo histórico.”

Não, senhor!, não é “patologia social”! Como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma certa ideologia.

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Ora, é a negação desta ideologia que está agora na moda: convém (aos ditos “intelectuais”) dizer que “essa ideologia não existe”, porque esta coloca em causa a racionalidade da guerra ontológica em curso contra a cultura europeia, ou seja, contra o europeu autóctone.

É neste contexto que o José Pacheco Pereira afirma (e jura!) que “o marxismo cultural não existe” — como se Gramsci, Lukacs, a Escola de Frankfurt, os pós-modernistas marxistas franceses, etc, nunca tivessem existido: convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

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O texto do Gabriel Mithá Ribeiro enquadra-se na mesma lógica do José Pacheco Pereira de negação da ideologia — quando tenta fazer de conta que não se trata de uma ideologia, mas antes de uma “alienação” ou de uma “patologia social”.

Convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

Para autorizarmos o niilismo (a utopia negativa), temos que fazer de conta que este não existe — porque, de outra forma, caímos no ridículo.

O “racismo intocável” — que é o racismo contra os brancos, o racismo bom, politicamente correcto — é palpável, concreto, e faz parte de uma determinada ideologia a que se convencionou chamar de “marxismo cultural”.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, etc., fazem o policiamento constante e auto-crítico da ideologia; são os “fiscais da ideologia”, que zelam pela sua pureza, por um lado, e pela sua eficácia, por outro lado.

Pessoas como o Gabriel Mithá Ribeiro perceberam a importância da fiscalização da ideologia; e neste sentido, ele defende a ideia segundo a qual o “racismo intocável” não existe, porque, alegadamente, “o racismo, em geral, já não existe”.

Esta (a do Gabriel Mithá Ribeiro) é outra forma de se chegar à “negação da ideologia” que caracteriza o José Pacheco Pereira — é, porém, uma forma mais inteligente, porque se baseia na necessidade da exigência de uma teoria de autenticidade que fundamente a ideologia: por outras palavras, para que valha a pena falsificar notas (falsificar a racionalidade da constatação dos factos), é necessária a existência de uma emissão legal.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

O “racismo intocável”. E quando o Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI


Este pseudo-problema, o do racismo inventado pela Esquerda, não tem solução.

Vemos aqui em baixo a locutora negra da TVI, Conceição Queiroz, ao lado do radical de extrema-esquerda e racista negro Mamadou Ba, protestando contra a polícia portuguesa por causa de um acontecimento lamentável nos Estados Unidos; e na outra imagem a notícia da dita criatura que se queixou à polícia por ser assaltada.

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Vemos, na primeira imagem, o racista e supremacista negro Mamadou Ba com uma camisa invocando a Cláudia Simões, a mulher negra que resistiu à acção da polícia (e foi detida) por se recusar a pagar o bilhete de autocarro (com a agravante de a acção ilícita dela ter sido praticado na presença da sua própria filha, dando-lhe o exemplo).

Esta gente não tem a noção do ridículo. A burrice é entendida como uma forma de inteligência. Verificamos que, para ser locutora da TVI, basta ter um QI inferior à média nacional.

Vemos, na imagem abaixo, o Paulo Fonseca, de 24 anos, assassinado por três negros (que declararam procurar deliberadamente vítimas de raça branca) no dia 28 de Dezembro de 2019. Não veremos, jamais, a referida criatura da TVI a lamentar sequer a morte de Paulo Fonseca — porque o “racismo intocável” dela (o racismo dos pretos) não pode ser (de modo algum!) colocado em causa.

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Esta gente alimenta-se espiritualmente da sanha racista negra — o “racismo intocável” — e do ressentimento que arruína e definha a alma humana.

E quando o António Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI. Era só o que nos faltava!

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Ricardo Quaresma está errado; e é racista


Eu não tenho nada contra a comunidade Cigana, assim como nada tenho contra (por exemplo) a comunidade Evangélica.

Porém se a comunidade Evangélica violasse a lei de isolamento social do covi19, não constataríamos certamente a benevolência complacente de gentinha estúpida como (por exemplo) Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras avantesmas (que já estão a mais na nossa política) que demonstram agora em relação à comunidade cigana.


chesterton-tolerancia-webSlavoj Žižek, em uma palestra nos Estados Unidos, fez uma crítica feroz à Esquerda de Raça Branca ('white liberals'); e contou o episódio de um nigeriano (negro) se sentir insultado pela “Esquerda de Raça Branca” porque nem sequer concede aos negros a prerrogativa humana de “ser mau”.

Segundo a “Esquerda de Raça Branca”, o negro (ou o cigano) nunca tem culpa; e a culpa da maldade do negro é do colonialismo europeu.

A historieta do “bom selvagem” (de Rousseau) ganhou raízes na cultura do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”.

Neste caso concreto, juntou-se a ignorância e o facciosismo étnico (que é uma forma de racismo) do cigano Ricardo Quaresma, por um lado, com o Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”, por outro lado; e esta mistura é explosiva.

Quando o cigano Ricardo Quaresma nega quaisquer defeitos comportamentais generalizados da comunidade cigana, demonstra ele próprio ser racista em relação às pessoas que não são ciganas. O Ricardo Quaresma é racista.

E o paternalismo obsolescente do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca” em relação a determinadas minorias (mas já não em relação a outras minorias), e, no caso concreto, em relação à comunidade cigana, é uma forma de racismo encapotado.

Quando o André Ventura pretende que os ciganos cumpram a lei (não vou discutir agora se a lei está certa, ou não), como quaisquer outros portugueses, é tudo menos “racista”; e o ónus de “racismo” cai sobre gentalha da laia da Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras bestas ambulantes que, tal como um vírus letal, contaminam mortalmente a cultura portuguesa.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

¿Por que razão os me®dia e as 'elites' empolam o “caso Marega”?

 

A reboque de um incidente em um estádio de futebol — que ainda está sob investigação policial e, por isso, ainda sem conclusões objectivas dos factos —, os me®dia portugueses causam já um alarme social e a tal ponto que os portugueses são considerados racistas (ler este artigo no Porta da Loja): por exemplo, quando a vergonha do grupo SONAE — o jornal Público, na voz do seu director — afirma que “há comportamentos racistas arreigados na sociedade portuguesa”.


¿O que é que está em causa, com esta campanha me®diática patrocinada pela extrema-esquerda e apoiada caninamente pela Não-esquerda?

1/ um país — democrático — com uma cultura homogénea é de mais difícil controlo discricionário por parte do Estado.

Num país democrático (repito: democrático), o nível de abuso do Poder do Estado sobre os cidadãos é directamente proporcional à “diversidade cultural”. A chamada “diversidade cultural” — que é, basicamente, o multiculturalismo — é fonte de conflitos culturais e étnicos que tornam imprescindível a existência de um Estado omnipresente e omnisciente.

O multiculturalismo — ou a chamada “diversidade cultural” — conduz inexoravelmente a um reforço desmesurado da discricionariedade do Poder do Estado.

2/ a alternativa ao multiculturalismo e ao consequente aumento brutal da discricionariedade do Poder do Estado, é a negação da democracia por parte das elites — o que, por enquanto, ainda não é abertamente admitido pela ruling class.

3/ A imposição coerciva do multiculturalismo, em uma sociedade culturalmente homogénea, tem a grande vantagem de aumentar desmesuradamente o Poder discricionário do Estado sem colocar (aparentemente) em causa o formalismo da democracia parlamentar.

Podemos verificar que, em países como a Suécia, a discricionariedade do Poder do Estado atingiu actualmente níveis próprios de um Estado autoritarista — embora o sistema político sueco e as suas elites sublinhem veementemente o formalismo democrático do regime político. Na Suécia, por exemplo, estamos em presença de uma democracia apenas formal, e que já não o é na sua substância.

Dez porcento da população da Suécia é já proveniente de países exóticos. E a corrente imigratória continua.


Imigração na Suécia

Para que o povo português aceite passivamente uma imigração massiva que é pretendida pelas “elites”, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.

 

4/ como eu já tenho escrito aqui — e o Jaime Nogueira Pinto também já escreveu sobre isso — a ruling class (dos países europeus, em geral) é controlada pela aliança entre a plutocracia globalista, por um lado, e os seus caciques locais e nacionais, por outro lado (a aliança entre George Soros e a Esquerda, que conduz paulatinamente à sinificação, mais ou menos literal, dos países da Europa).

O aumento desmesurado do Poder discricionário do Estado é uma imposição da plutocracia globalista que é francamente aceite pela ruling class  portuguesa.

5/ para que o projecto de destruição da homogeneidade cultural portuguesa — e consequentemente, o projecto de fortalecimento desmesurado e discricionário do Poder do Estado sobre os cidadãos e a destruição da nação portuguesa — siga em frente, a ruling class  portuguesa (patrocinada pela plutocracia globalista) tem que promover a importação massiva de imigrantes provenientes de culturas de fora da Europa.

Os imigrantes que Portugal já tem são ainda muito poucos. É preciso invadir Portugal de imigrantes, tendo como limite mínimo os dez porcento da população. Para a classe política portuguesa, o número a atingir (a curto/médio prazo) seria o de 2 a 3 milhões de imigrantes provenientes de países culturalmente exóticos.

E para que o povo português aceite passivamente essa imigração massiva que é pretendida pelas “elite” política, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.