A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.
Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.
Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.
Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.
É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.
Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.