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terça-feira, 1 de junho de 2021

segunda-feira, 8 de junho de 2020

O “racismo intocável”. E quando o Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI


Este pseudo-problema, o do racismo inventado pela Esquerda, não tem solução.

Vemos aqui em baixo a locutora negra da TVI, Conceição Queiroz, ao lado do radical de extrema-esquerda e racista negro Mamadou Ba, protestando contra a polícia portuguesa por causa de um acontecimento lamentável nos Estados Unidos; e na outra imagem a notícia da dita criatura que se queixou à polícia por ser assaltada.

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Vemos, na primeira imagem, o racista e supremacista negro Mamadou Ba com uma camisa invocando a Cláudia Simões, a mulher negra que resistiu à acção da polícia (e foi detida) por se recusar a pagar o bilhete de autocarro (com a agravante de a acção ilícita dela ter sido praticado na presença da sua própria filha, dando-lhe o exemplo).

Esta gente não tem a noção do ridículo. A burrice é entendida como uma forma de inteligência. Verificamos que, para ser locutora da TVI, basta ter um QI inferior à média nacional.

Vemos, na imagem abaixo, o Paulo Fonseca, de 24 anos, assassinado por três negros (que declararam procurar deliberadamente vítimas de raça branca) no dia 28 de Dezembro de 2019. Não veremos, jamais, a referida criatura da TVI a lamentar sequer a morte de Paulo Fonseca — porque o “racismo intocável” dela (o racismo dos pretos) não pode ser (de modo algum!) colocado em causa.

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Esta gente alimenta-se espiritualmente da sanha racista negra — o “racismo intocável” — e do ressentimento que arruína e definha a alma humana.

E quando o António Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI. Era só o que nos faltava!

segunda-feira, 25 de maio de 2020

A TVI é o canal de televisão menos pluralista e mais próximo do Bloco de Esquerda


Hoje, a TVI anunciou as “catástrofes” do COVID-19 nos Estados Unidos de Donald Trump e no Brasil de Jair Bolsonaro — mas “esqueceu-se” de falar na Bélgica, por exemplo, que atingiu as 800 mortes por milhão de habitantes; ou a Espanha que já ultrapassou as 600 mortes por milhão.

Os editores da TVI não têm vergonha na cara; aliás!: não têm cara.

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

O Estado Lampiânico na TVI tem os dias contados

 

Parece que a Altice vai comprar a TVI.

Ora, a Altice é a empresa patrocinadora do FC Porto e das transmissões dos seus jogos, o que significa que o Estado Lampiânico da TVI (do Rui Pedro Brás e quejandos) tem os seus dias contados, e vão ter que levar o inferno lampiânico para outro lado (talvez para a CMTV, ou BTV).

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

O circo da TVI

 

A TVI do José Alberto Carvalho faz lembrar, cada vez mais, um circo de província que eu visitei na década de 1980: o homem da bilheteira era o dono do circo, que era também o palhaço e o domador do único leão velho que lá existia. Penso que esse circo já faleceu.

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

A alma do republicano José Alberto Carvalho

 

“Informam-me que José Alberto Carvalho terminou o Telejornal da TVI em directo do novo Museu dos Coches ao lado do Landau do Rei Dom Carlos a citar o testamento do Buiça, louvando o facto de ele saber que ia dar a vida pelo futuro dos seus filhos ao assassinar um Chefe de Estado constitucional e o Príncipe Real (por sinal marido e filho da fundadora do Museu) como exemplo dos "valores republicanos". Ainda há quem acredite na evolução da humanidade. Tenho o estômago revirado.”

Tenho o estômago revirado de nojo

Eu vi e ouvi o encómio ao crime. Lembrei-me então de Fernando Pessoa:

“O regime [republicano] está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados morais, nos serve de bandeira nacional — trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicano português — o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se.”