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quinta-feira, 9 de julho de 2026

O PSD é um partido que defende a censura política e a vigilância policial do discurso político, à moda da PIDE

Em 2022, uma comissária sueca da União Europeia, Ylva Johansson — que militou no Partido Comunista sueco durante várias décadas — propôs uma “lei” (directiva europeia) de vigilância estatal e de censura na Internet, alegando o “combate à pornografia infantil”.

Foi esta mesma comissária sueca da União Europeia que defendeu a ideia segundo a qual a Europa tinha obrigação de acolher até 100 milhões de imigrantes e refugiados — quando em 2024 avisou que os países europeus que limitassem a entrada de imigrantes seriam punidos à luz do Novo Pacto de Migração e Asilo.

Isto significa que, segundo esta “lei” europeia, todos os programas de “chat”, tipo WhatsApp, Telegram, Signal, etc., serão sujeitos a vigilância do Estado de tipo “polícia política”.

Todos os deputados do PSD no parlamento europeu votaram a favor da censura política, a ver:

Sebastião Bugalho, Paulo Cunha, Paulo Nascimento Cabral, Hélder Sousa Silva, Sérgio Humberto, Ana Miguel Pedro, Lídia Pereira.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

E depois, são estes deputados que apoiam a censura política que dizem que o CHEGA é “fassista”, sendo que o partido de André Ventura votou contra esta lei de vigilância estatal e censura política da liberdade de expressão.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

Ou seja, a desculpa do “combate à pornografia infantil” utilizando a vigilância das comunicações privadas, não passa disso mesmo: de uma desculpa para censurar e vigiar conteúdo político online. E o PSD aprova a censura.

O PSD é um partido para-totalitário de Esquerda que alinha passivamente com a construção de um leviatão socialista e globalista na Europa.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Discurso de André Ventura a propósito da Constituição de 1976

Eu era adolescente quando a Constituição de 1976 congeminou o PREC [Processo Revolucionário em Curso]. Ainda assim, sou testemunha viva de que o que André Ventura diz, no seu discurso, é verdadeiro.

Com esta Constituição, passámos de uma ditadura para uma ameaça séria de implantação de um regime totalitário que, por definição, conseguiria ser pior do que a ditadura do Estado Novo.

Após várias revisões / remendos politicamente correctos, a Constituição de 1976 manteve contudo os seus traços anti-liberdade, até aos nossos dias. Vai ser preciso rever esta Constituição, extirpando dela as influências e componentes “totalitarizantes”.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Donald Trump deveria preocupar-se com a liberdade no seu país


Donald Trump e J. D. Vance, e o resto da tropa MAGA (Make America Great Again), dizem que não existe liberdade de imprensa na União Europeia.

Na classificação mundial da liberdade de imprensa de 2025, os Estados Unidos ocupam o lugar 57 entre 180 países, atrás da África do Sul (27), da Jamaica (26), da Namíbia (28), Cabo Verde (30), Costa Rica (36), Timor-Leste (39), Gabão (41), Tonga (46) ou Gana (52).

Os Estados Unidos de Donald Trump não têm moral nem autoridade para criticar a liberdade de imprensa na União Europeia: 14 países do TOP 20 da lista com maior liberdade de imprensa são países da União Europeia.

Donald Trump deveria preocupar-se com a liberdade nos Estados Unidos, cada vez mais ameaçada pela sua prepotência e autoritarismo bacoco.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Temos que responsabilizar os donos dos meios de Comunicação Social


A Cristina Miranda escreve aqui um texto que merece atenção, nomeadamente logo o trecho de abertura:

“O que resta hoje [do jornalismo] são estruturas de activismo político disfarçadas de informação, a operar em conluio ideológico e com objectivos que pouco ou nada têm a ver com a busca da verdade.”

O problema é que não podemos atribuir a responsabilidade apenas aos jornalistas e às respectivas chefias das Redacções. Os jornais têm dono — como escreveu G. K. Chesterton na década de 1920 do século passado:

“A principal característica da governança moderna é a de não sabermos quem governa “de facto” — mais do que “de jure”.

Vemos os políticos, mas não os seus mentores; e ainda menos vemos os mentores dos mentores; ou (o que é ainda mais importante), não vemos o banqueiro do mentor.

Lemos a notícia sem ver o editor, menos vemos o proprietário do jornal, e ainda menos vemos o grupo financeiro (provavelmente estrangeiro) que realmente fornece e apoia o proprietário.

O anonimato, que anda muito próximo da anarquia, marca a nossa época com uma espécie de enorme negação. Os homens têm especulado muito sobre o nome pelo qual o nosso tempo vai ficar na História, mas eu penso que será a Idade Sem Nome.”

Os jornalistas radicais de Esquerda — por exemplo, o Daniel Oliveira do semanário Espesso — escrevem e reflectem nos jornais as suas ideias mais extremistas porque têm o apoio dos donos (ditos “liberais”) dos me®dia, como foi o caso do Chico dos Porsches.

O mundo liberal trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda; Pinto Balsemão não fez outra coisa senão isto.

Como afirmou Che Guevara em um discurso da ONU,

“Fusilamientos, sí. Hemos fusilado. Fusilamos y seguiremos fusilando mientras sea necesario. Nuestra lucha es una lucha a muerte.”

Para a Esquerda radical (Partido Comunista, Bloco de Esquerda, LIVRE, e uma determinada facção do Partido Socialista, como por exemplo António Mendonça Mendes, Isabel Moreira, Pedro Delgado Alves, Mariana Vieira da Silva, Alexandra Leitão, etc. ), Che Guevara está bem presente: a luta política é uma luta de morte; e os liberais (e os seus banqueiros) já aderiram à causa.

Não podemos esquecer que Pinto Balsemão fundou o canal de televisão SIC com financiamento garantido por altos dignitários do grupo de Bilderberg.

Mas — perguntaria o leitor — ¿como é que podem existir banqueiros “liberais” que apoiam e financiam a Esquerda radical?

A resposta a esta pergunta reside mutatis mutandis no conceito de “Grupo dos Trezentos”, de Fernando Pessoa [não esquecer que Fernando Pessoa tinha ascendência judia, por isso era insuspeito para falar deste assunto]. Não devemos esquecer que o regime comunista de Estaline foi financiado por Henry Ford (e pelos seus banqueiros) muito antes do inicio da II Guerra Mundial.

Em bom rigor, devemos distinguir entre o “liberalismo progressista”, que foi fundado em Inglaterra pelo Utilitarismo no fim do século XIX, e o “liberalismo tradicional” que se extingue com o triunfo cultural do Utilitarismo de John Stuart Mill — o mesmo Utilitarismo que Karl Marx dizia que era “uma moral de merceeiro inglês”, e que hoje é plenamente adoptado pela Esquerda portuguesa (Partido Comunista, Partido Socialista, LIVRE, Bloco de Esquerda e PAN).

Hoje temos uma luta de morte; mas não é só contra a Esquerda radical: é também contra o liberalismo dito “progressista” que apoia o extremismo totalitário.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Mário Machado preso por três anos por causa de uma piada no Twitter


É necessário saber o nome da juíza que condenou Mário Machado a 3 anos de prisão por este ter exercido o seu direito à liberdade de expressão — neste caso de uma simples expressão irónica.

Essa juíza tem que ser “marcada”.

O que se está a passar em Portugal é uma tentativa de copiar o absurdo brasileiro que judicializou a política de tal maneira que a liberdade de expressão se encontra seriamente comprometida. Por isso é que essa juíza tem que ser afastada compulsivamente. Vá para casa lavar a loiça.

Queremos juízes imbuídos de senso-comum, que saibam distinguir uma opinião irónica — que foi por toda a gente, no Twitter, entendida ironicamente —, por um lado, de um apelo à violência, por outro lado. Se a juíza em causa não sabe (ou não quer saber) fazer essa distinção, terá que ser afastada do sistema judicial. Nem que a vaca tussa!


domingo, 6 de outubro de 2024

A ambiguidade ambivalente do Ludwig Krippahl


Não devemos confundir “ambiguidade” e “ambivalência”.

A ambiguidade aplica-se a conceitos; a ambivalência é psicológica: não é legítimo falar de “ambivalência dos conceitos”, os quais não traduzem directamente situações concretas e não podem, por isso, ser objecto de um juízo-de-valor. Podemos falar de “ambivalência de sentimentos” (por exemplo, amor-ódio, orgulho-timidez); podemos falar em “ambivalência dos sonhos”.

A ambivalência é subjectiva (psicologia); a ambiguidade é objectiva, ou pode ser objectivada através de conceitos.


Neste texto do Ludwig Krippahl há muita ambiguidade (para atenuar a Dissonância Cognitiva que a liberdade provoca na Esquerda) e alguma ambivalência (para tentar eliminar a Dissonância Cognitiva do próprio autor).

Por exemplo, afirmar que “o colectivo [a sociedade] não deve coagir” o indivíduo na sua liberdade de expressão, é uma impossibilidade objectiva — a não ser que a sociedade seja de tal forma atomizada que deixe de existir opinião pública (no fundo, indo ao encontro das ideias de Rousseau acerca daquilo a que ele chamou de "Vontade Geral", e que é exactamente o contrário de “vontade geral”).

Qualquer crítica às ideias de uma pessoa é uma forma de coacção sobre essa pessoa. E qualquer opinião pública e/ou publicada de um indivíduo é uma forma de coacção sobre o (colectivo) sociedade.

O que devemos fazer é lutar — e o Ludwig Krippahl não se referiu a isto — pela afirmação da racionalidade no discurso público.

Por exemplo, quando Mariana Mortágua disse (nos me®dia, a 20 de Maio de 2024), que “é nosso dever acolher toda a gente que chega” [a Portugal], e “é assim que construímos um país mais seguro”, estamos em presença de uma incongruência: em primeiro lugar, porque é um non sequitur: não se segue que “acolher toda a gente que chegue” a Portugal seja sinónimo de “mais segurança”; mas acima de tudo é uma irracionalidade, porque Portugal não pode acolher “toda a gente que chegue”. Acolher toda a gente que chegue a Portugal é uma impossibilidade objectiva — e é tempo de se exigir (pelos me®dia) ao Bloco de Esquerda que utilize a racionalidade no seu discurso político. Porém, a Mariana Mortágua sai sempre incólume das bacoradas que lança dos me®dia.

Um exemplo de ambivalência do Ludwig Krippahl é a tentativa de comparação entre a afirmação individual da homossexualidade na tropa americana, por um lado, e a afirmação individual da homossexualidade na sociedade em geral, por outro lado.

Dou um exemplo: as lojas maçónicas masculinas não admitem mulheres; e eu respeito muito essa postura das lojas, porque são instituições. Uma loja maçónica é uma instituição. Uma instituição é uma forma de organização, ou forma de vida social, que a sociedade dá a si mesma para assegurar a sua perenidade. Como em todas as instituições [da sociedade], na instituição da maçonaria existem as pessoas que têm (em si mesmas) condições para estar dentro dela, e as que não reúnem as condições necessárias para esse efeito.

Seria injusto que se dissesse que “a maçonaria é misógina” — em primeiro lugar porque existem lojas maçónicas femininas; e depois, porque, enquanto instituição, a maçonaria deve ter toda a liberdade para estabelecer as suas próprias condições de adesão. Ninguém é obrigado a aderir à maçonaria.

De modo semelhante, nenhum cidadão americano é obrigado a aderir às Forças Armadas americanas, por um lado, e por outro lado é claro que as Forças Armadas americanas são uma instituição.


Outro exemplo de ambiguidade do Ludwig Krippahl é quando ele escreve que “o fundamental da democracia é que o poder do colectivo seja exercido em função do consenso dos indivíduos”, quando tinha escrito anteriormente que “o colectivo não deve coagir a pessoa em função do que esta pensa ou sente”.

Ou seja, segundo o Ludwig Krippahl, o colectivo só deve coagir o indivíduo quando a opinião (deste) não lhe agrada.

Ademais, a ideia segundo a qual “o poder do colectivo seja exercido em função do consenso dos indivíduos” vem do marxista cultural Habermas e do seu (dele) chamado “método discursivo” (ver aqui). Porém, para as pessoas que não participaram na discussão do “consenso”, ou porque não puderam fazê-lo por motivos práticos, ou porque são crianças, doentes, ou porque ainda não nasceram, o “consenso” do “método discursivo” dos “marxistas da cultura”, Habermas e Ludwig Krippahl, não significa nada.

Finalmente, o consenso do “método discursivo” não pode obrigar o oportunista, especialista na aplicação do princípio do interesse próprio, a agir no sentido do consenso — porque o cálculo só bate certo se todos os envolvidos abandonarem previamente o princípio do interesse próprio.

Em suma, é necessária uma decisão moral prévia a qualquer discurso; mas isto é matéria para outro verbete.

domingo, 19 de maio de 2024

Eu tenho direito a ser racista




Eu tenho direito a ser racista. Ser racista é um direito privado que me assiste, em função da minha liberdade íntima e pessoal. O que eu não posso, segundo o Código Penal (Art.º 240), é alardear o meu racismo pela comunidade e/ou instigar à violência.


Tenho todo o direito de desligar o telefone, se do outro lado da linha me falam em pretoguês. A minha língua é o português, e não o pretoguês. Tenho todo o direito a ser racista no aprimoramento da minha língua.

A minha língua não é a língua brasileira.

Tenho todo o direito de não alugar um apartamento a quem não me agrada. Alugar um apartamento é um acto de liberdade: o Estado não tem nada a ver com o facto de eu alugar, ou não, um apartamento.
A minha escolha do inquilino é subjectiva: por exemplo, eu posso não gostar do cheiro a catinga. Não gostar do cheiro a catinga é um direito que me assiste em função da minha liberdade. Não sou obrigado a aguentar a catinga dos outros.

No meu estabelecimento comercial, existe o direito de admissão. Tenho todo o direito a limitar a “baderna brazuca” dos “sambinhas” dançados e cantados, que incomodam os outros clientes.

“Sambinha” e “Kuduro” é a puta que os pariu! ¿Viu?!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Pedro Nuno Santos, Isabel Moreira, e o novo puritanismo socialista

Em Portugal, o Fidel Castro português pretende acabar com o direito à objecção de consciência, por parte dos profissionais sanitários, em relação ao aborto.




Trata-se de uma flagrante violação dos direitos fundamentais dos médicos e enfermeiros, consagrados na Constituição. Ora, esta violação dos direitos constitucionais é conduzida e pela socialista Isabel Moreira, que tem aconselhado juridicamente o Fidel Castro português: ao abrigo de um constitucionalismo bacoco, Isabel Moreira retorce a Constituição quando lhe convém e a seu bel-prazer, transformando-a em um instrumento de arremesso político e num meio de transformação totalitária da sociedade.

No Canadá, o filho do Fidel Castro transformou o seu país no terceiro, em uma lista a Ocidente, a perseguir politicamente cristãos. A consciência cristã passou a ser objecto de Inquisição por parte dos novos puritanos, nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá (os três primeiros da lista do novo puritanismo).



G. K. Chesterton definiu, e bem, o puritanismo (de todos os tempos) como a negação fundamental e radical da bondade da Criação (gnosticismo, na esteira de Rousseau), tentando encontrar, a raiz do Mal, na sociedade como um todo, e não no indivíduo descompensado que abusa e mal-usa as coisas boas e positivas que a Natureza nos provê.

Existe, actualmente e nos países ocidentais, um novo tipo de tentação totalitária que, a coberto de um novo tipo de puritanismo, pretende retirar a liberdade de opinião e de manifestação pública dos povos, controlando os me®dia que impõem a censura mitigada (auto-censura) com a sub-informação, e a mentira dissimulada através da pseudo-informação.

Fazem parte desta nova tentação totalitária a instrumentalização da ideologia LGBTQPBBQ+ , por um lado, e a manipulação eco-fascista que pretende acabar com a agricultura na Europa, por outro lado. São ambos instrumentos de fascização da sociedade, invocando sempre as pseudo-virtudes dos novos puritanos que nos impõem a mordaça e os grilhões em nome de uma qualquer utopia.

terça-feira, 19 de setembro de 2023

A União Europeia pidesca censura as redes sociais


Até 2022, era o Twitter que censurava opiniões por Motu Proprio. A partir do momento em que Elon Musk tomou conta do TwitterX, a censura deixou de existir por lá — excepto nos casos previstos na lei criminal americana.

Perante a liberdade de expressão no TwitterX, os burocratas da União Europeia entraram em pânico; e trataram de impôr a censura legal à moda da P.I.D.E., em assuntos tão banais como informação acerca da imigração.

A União Europeia aproxima-se, a passos largos, do regime totalitário chinês (sinificação).

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sábado, 17 de junho de 2023

A Isabel Moreira defende a censura de opinião do cidadão por parte do Estado


Se há pessoa odiosa e odienta, é a Isabel Moreira; representa praticamente tudo o que de mau existe na sociedade pós-moderna. É uma pessoa que diz combater o ódio, odiando patologicamente; é uma sociopata que contribui activamente para a construção de uma sociedade com uma cultura antropológica que retira o sentido-de-vida aos jovens, substituindo esse sentido-de-vida por um princípio abstracto e ideológico de “igualdade” exarado em uma norma jurídica.

Porém, ninguém em Portugal tem a coragem de a contradizer, para não se revelar nela a bruxa odienta que já vimos na televisão. Abrenúncio! Vade Retro Filia Satanas!

isabel moreira odio web

isabel-moreira-85210-webTodas as intervenções públicas e/ou publicadas da criatura, sem excepção, destilam o ódio do demo em nome da “igualdade” — o ódio exercido pelos “progressistas”, em nome de uma estratégia supostamente infalível para promover a justiça e a igualdade que matou milhões em dezenas de revoluções socialistas fracassadas.

O ódio da estuporada tem um principal objectivo: castrar a liberdade individual, criar uma sociedade de emasculados que obedeçam caninamente a um Estado leviatão  — em nome de uma putativa luta pela “igualdade”. A estratégia é demoníaca: para coarctar a liberdade, defende a censura da opinião através da lei; e sabemos todos que, quando a lei não é a forma jurídica dos costumes, torna-se num atropelo à liberdade.

A condição necessária e suficiente do despotismo é o desaparecimento de todo tipo de autoridade social não conferida pelo Estado. Reformar a sociedade por intermédio de leis é o sonho daquela estúpida avantesma, e é o preâmbulo de toda a tirania. O controlo da linguagem é o primeiro passo para qualquer forma de totalitarismo. É esta a estratégia política diabólica daquele estafermo. Puta-que-pariu!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Duvidar do progressista é o único progresso


Segundo os progressistas, o conceito de “liberdade” é próprio da “extrema-direita”; ou seja, quem clama por liberdade, é fassista.


liberdade fassista web

O progressista actual, que se preze, luta contra a liberdade — contra a “liberdade política”, segundo o conceito de Hannah Arendt.

“Só um fassista inclui a liberdade política no seu ideário” — dizem os progressistas. “A liberdade é um valor fassista”.

Não tarda muito e veremos também o partido IL (Iniciativa Liberal) a afirmar peremptoriamente (já o faz de forma velada, imitando o Bloco de Esquerda) a negação da liberdade política, em nome do progresso. O “libertarismo” do IL (Iniciativa Liberal) é autoritarista, não admite correntes internas.

O progresso imbeciliza o progressista do IL (Iniciativa Liberal), de um modo tal, que o torna incapaz de ver a imbecilidade do progresso.

Segundo os progressistas, o progresso é a antítese da liberdade. A humanidade constata, com horror, que o progresso se vai tornando incurável.

Dizem eles que “não é possível ser progressista e, simultaneamente, defender a liberdade”: progresso e liberdade são (alegadamente) noções contraditórias.

Mais repulsivo do que o futuro que os progressistas involuntariamente preparam, é o futuro com que sonham: um totalitarismo a nível global.

É neste contexto, por exemplo, que os progressistas portugueses criam um novo Bilhete de Identidade (Cartão de Cidadão) com informações biométricas incrustadas — o precursor do sistema de Crédito Social chinês. O futuro preconizado pelos progressistas é uma emulação do totalitarismo chinês.

Duvidar do progressista é o único progresso.  

terça-feira, 5 de outubro de 2021

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

A liberdade de expressão no GETTR


Se cumprirmos a lei dos Estados Unidos, ou/e se assumirmos os valores do bom-senso e de senso-comum, então podemos verificar que o GETTR será talvez a rede-social mais livre que existe actualmente.

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O GETTR é uma rede-social congénere do Twitter, mas com liberdade de expressão (que não existe no Twitter).

No Twitter, por exemplo, se colocas em causa a versão oficial das grandes multinacionais farmacêuticas acerca das vacinas contra o COVID-19, és imediatamente censurado e rapidamente expulso desta rede-social. No GETTR, não te acontece nada; ou o mais que te pode acontecer é aparecer alguém que não concorda contigo; e a isto chama-se “liberdade de expressão”.

Eu optei pela liberdade.


Nota: Jair Messias Bolsonaro no GETTR

sábado, 19 de setembro de 2020

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)


gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

sábado, 4 de julho de 2020

¿O que é o “discurso de ódio”?


Na lei penal portuguesa existe a figura de “incitamento à violência”, que é punível — por exemplo, incitamento à violência contra o Estado de Direito, incitamento à desobediência colectiva, incitamento à guerra civil, incitamento ao suicídio, entre outros.

A injúria também é punível por lei, assim como a calúnia.

Os crimes contra as pessoas também são puníveis — por exemplo, os crimes contra a honra, ou contra a liberdade pessoal (entre estes, o assédio), ou os crimes contra a integridade física, ou contra a liberdade e auto-determinação sexual, ou contra a reserva da vida privada, e contra a vida (intra-uterina ou não), etc.

Neste contexto, não consigo perceber o conceito de “discurso de ódio” de que nos fala aqui o cantarino canhestro Miguel Guedes:

“Desde que a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, avançou com a garantia de que o discurso de ódio nas plataformas online iria ser monitorizado, protofachos e mini-trumps soltaram angústias existencialistas sobre a sua visão da vida em liberdade, para eles um parente próximo da lei da selva”.

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Repare-se que a argumentação do referido “grandoleiro” é, desde logo, ad Hominem; e depois, defende como bom aquilo que ele próprio condena e critica.

A ideia daquela avantesma é a de que “o discurso” (ou seja, a expressão de opinião) “deve ser regulado pelo Estado”; e, segundo o dito cujo, quem não defende a regulação do discurso por parte do Estado é “proto-fassista” e “mini-trump”.

Estamos em presença de um indivíduo com um arquétipo mental totalitário, mas que se considera a si próprio um virtuoso “anti-fascista” (ou seja, trata-se de um puritano do século XXI).

Naturalmente que o referido social-fascista defende a censura na comunicação social — e até menciona abonatoriamente a “censura do Reddit” que permite o bullying e o assédio em relação às maiorias.

Caros leitores: é gente deste calibre que manda em Portugal. É gente que pretende limitar a liberdade de expressão utilizando a força bruta do Estado: hoje é, alegadamente, por “discurso de ódio” (que ninguém sabe bem o que é); amanhã será a censura, pura e dura, por delito de opinião política.

Puta-que-os-pariu!


Ficheiro PDF do texto do cantarino canhestro.

sábado, 30 de maio de 2020

Luís Neves tem que sair da direcção da Polícia Judiciária


Uma coisa é criminalizar (acções) actos violentos (como consta do Código Penal) ; outra coisa, bem diferente, é tentar criminalizar a opinião — que é o que fez hoje, na estação de rádio TSF, Luís Neves, o director da Polícia Judiciária.

censura-geringonça

O director da Polícia Judiciária, Luís Neves, confunde acções, por um lado, com opiniões, por outro lado.

Para Luís Neves — por exemplo e segundo ouvi hoje na TSF — qualquer opinião contra o comportamento sexual guei, é opinião criminosa; e quem emite esse tipo de opinião (nas redes sociais) deve ser investigado e preso.

E quem for de opinião que se deve acabar com a imigração, segundo o Luís Neves, deve ser investigado e preso. Foi isto que eu ouvi hoje na TSF da boca de Luís Neves.

A tentativa de criminalização da opinião (restrição da liberdade de expressão), defendida hoje em directo na TSF por Luís Neves, acontece na sequência da forte influência totalitária do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista no actual regime político da Geringonça.

Pessoas como Luís Neves devem ser banidas de qualquer tipo de liderança política e/ou institucional. Eu diria mais: Luís Neves deve ser banido sumariamente do funcionalismo público.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia


Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018), eu-burocratas-400ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!

Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.

O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.

O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).

Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.

quarta-feira, 25 de março de 2020

Eu não estou disposto a perder a minha liberdade individual

O que me separa da chamada “extrema-direita” (seja o que for que isso signifique, por exemplo, Juan Manuel de Prada, em Espanha) é a ideia (de Prada, nomeadamente) segundo a qual é necessário alienar a nossa liberdade individual em prol de alguma coisa que chamam de “bem-comum”.

liberdade-individual

Eu não estou disposto a perder um milímetro da minha liberdade individual senão por um tempo limitado (Notrecht)— por exemplo, devido a uma possível guerra; mas, do que esta gente (da dita “extrema-direita”) fala, é de perda permanente de liberdade individual em prol de um alegado e chamado “bem-comum”, o que vai de encontro a uma certa mundividência de Esquerda que também sacrifica a liberdade do indivíduo em função de um putativo “superior interesse” colectivista.

Esta é uma das razões por que eu não me considero de “extrema-direita”, mas antes considero-me um “reaccionário” (não são sinónimos).

O reaccionário não procura a glória imanente: em vez disso, procura a ética dos valores e a ordem metapolítica — aquela ordem que está para além da política de cada época ou de cada “espírito do tempo”.

sloterdijk

“O reaccionário é aquele que não só tem um sentido apurado para detectar o absurdo, mas também tem um palato adequado para o saborear.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O filósofo alemão Peter Sloterdijk, em uma entrevista recente ao jornal francês “Le Point”, declarou que — devido (nomeadamente) às medidas securitárias tomadas por quase todos os governos dos países da União Europeia face à epidemia do Coronavirus — “o sistema ocidental irá revelar-se tão autoritário quanto o da China”; e eu concordo que a tendência do leviatão da União Europeia para um autoritarismo de tipo chinês (a que eu chamei de sinificação) é clara e evidente, e é própria da agenda política do globalismo que une a Esquerda internacionalista/ trotskista, por um lado, e a plutocracia anglo-saxónica, por outro lado.

Dois exemplos desta síntese ideológica e política (a sinificação, ou a aliança entre globalistas e trotskistas) são o António Guterres e o papa Chicozinho.

A manutenção da liberdade individual — defendida, por exemplo, por Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, e Kant — não é incompatível com a hierarquização da sociedade: pelo contrário, e dentro da tradição cristã, só pode haver verdadeira hierarquia se for garantida a liberdade do indivíduo (o livre-arbítrio) — a liberdade individual serve de contra-poder em relação à hierarquia (de dominação), porque a hierarquia, per se, não é sinónimo automático de “superioridade moral” e/ou legitimidade política (vide S. Tomás de Aquino).

Estas medidas securitárias — na sequência do Coronavirus — têm-se mostrado muito “convenientes” para uma certa elite política globalista nos países da União Europeia.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

A “pessoa”, como princípio de diferenciação cultural que caracteriza a singularidade da Europa (1)

 

A Cristina Miranda diz aqui aquilo que eu já resumi (neste espaço) da seguinte forma: a diferença entre o Bloco de Esquerda, por um lado, e os liberais portugueses, por outro lado, reduz-se à (concepção da) economia. Em tudo o resto são semelhantes, são compagnons de route do movimento revolucionário que conduzirá inevitavelmente a um novo tipo de totalitarismo.

« [os liberais portugueses] são uma espécie de “bloco de esquerda” nas liberdades individuais e no progressismo, mas liberais “não-socialistas” na economia.»

→ Lamento mas a Direita nunca governou em Portugal

A redução da realidade inteira à economia é uma característica própria de indigentes intelectuais, ou então de marxistas (o que vai dar no mesmo).

O dilema dos liberais portugueses é o de que não é possível (em termos práticos) defender o liberalismo na economia ao mesmo tempo que se defende uma cada vez maior (e multifacetada) intervenção do Estado na sociedade (ou seja, defender o liberalismo económico e, simultaneamente, defender a negação crescente e progressiva do liberalismo político).

Os liberais portugueses vivem em uma situação política de contradição insanável. Os liberais portugueses caíram numa armadilha ideológica que os conduzirá inexoravelmente à sua (deles) morte política.

E a armadilha ideológica colocada pela Nova Esquerda (que se seguiu à queda do muro) consiste na ideia segundo a qual “é preciso cada vez mais intervenção do Estado na sociedade para assim defender uma cada vez maior afirmação da liberdade do indivíduo”. Mas os liberais portugueses não vêem a contradição do propósito da Esquerda.

Uma crescente e cada vez maior intervenção do Estado na sociedade não pode obviamente conduzir a uma maior liberdade individual, mas antes conduz à anomia e ao isolamento do indivíduo face a um Estado plenipotenciário  — ou seja, conduz ao prelúdio de um novo tipo de totalitarismo que tem como desígnio o fascismo chinês.

Não é por acaso que o fascismo chinês é o modelo político defendido pelas elites mundialistas para as diferentes regiões do planeta, e a União Europeia é uma clara tentativa impôr na Europa um fascismo político à imagem da China (sinificação).

A discussão deste assunto é prolixa: os liberais portugueses, salvo excepções, têm um baixo Coeficiente de Inteligência. Discutir com eles é “chover no molhado”.