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terça-feira, 31 de março de 2026

Para aturar o comissário Tiago Freitas, é preciso paciência de chinês


S. Tomás de Aquino escreveu que “não devemos respeitar quem não merece respeito”; mas um tal Tiago Freitas — que, aparentemente, mete o Santo numa algibeira — diz-nos que devemos não só respeitar, mas também demonstrar reverência em relação a gente desprovida de bom-senso.

Na questão da Ideologia de Género (e na lei dos “transgéneros”), as posições da Esquerda (e da Isabel Moreira, por exemplo) são, a todos os níveis, indefensáveis.

Vai daí, o Freitas faz um “spin-off” (“dá a volta ao texto”): diz ele que a maluquice da Ideologia de Género não está apenas na Esquerda, mas está também em quem critica as posições da Esquerda em matéria de “identidade de género” — trata-se da aplicação da falácia lógica "Tu Quoque": a melhor forma de anular o valor de uma crítica é dizer que quem critica também não tem razão.

“Nesse domínio , a sugestão de Isabel Moreira de que aqueles que aprovaram a alteração da lei de 2018, e por essa razão, são cúmplices retroactivos da morte de Gisberta, é de um capciosismo intelectual raramente visto, e que merecia outra censura pública.

Do outro [da Direita], um discurso trocista, que reduz vidas humanas a cromossomas, piadas sobre “XX e XY” ou comentários de mau gosto sobre corpos e parte da fisionomia humana.

Ambos os lados falham o essencial: o respeito.”

Convém dizer que a palavra “capciocismo” não existe no dicionário de Língua Portuguesa. Existe, outrossim, a palavra “capciosidade” que deveria ter sito utilizada em seu lugar.

Este tipo de "spin-off”, que atenua a crítica ao Delírio Interpretativo próprio da Esquerda mediante a extensão, à Direita, da “culpa” (“são todos culpados”), é próprio dos comissários do Totalitarismo de Veludo que actuam nos me®dia — por exemplo, o Freitas, o Daniel Oliveira, Clara Ferreira Alves, Pedro Marques Lopes, etc. —, que se encarregam de universalizar a merda produzida pela Esquerda, por um lado (por exemplo, quando o Daniel Oliveira dizia que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista eram “partidos da social-democracia”), e por outro lado atacar a Direita mesmo quando esta tem razão mediante uma qualquer Falsa Dicotomia e do sofisma "Tu Quoque".

Se o Imperador Calígula vivesse hoje, o Freitas diria que ele mereceria respeito em nome da “complexidade”.

A “complexidade” é a palavra mágica que resgata a psicose de Esquerda. A “complexidade” significa, aqui, a intelectualização da maluqueira: “não devemos criticar o maluco porque ele é complexo”.

Escreve, o Freitas:

“No desporto, por exemplo, a questão da equidade não pode ser ignorada: diferenças biológicas são reais e relevantes.

Já em contextos como concursos de beleza, onde não existe essa vantagem estrutural, a participação de mulheres trans não levanta o mesmo tipo de problema, podendo até ser motivo de reconhecimento. No fundo, o problema não está na diversidade. Está na incapacidade de a discutir com nuance.”

Reparem como o comissário Freitas começa por aplicar o termo auto-contraditório “mulheres trans”, que desafia o Princípio de Identidade — princípio fundamental segundo o qual uma mesma proposição não pode ser, ao mesmo tempo, verdadeira e falsa e sob a mesma relação, e enuncia-se: A = A.

Uma mesma pessoa não pode ter cromossomas XX e cromossomas XY. A proposição “mulheres trans” é uma contradição em termos.

Por outro lado, o comissário Freitas extirpa, da beleza, a genuinidade que é própria e é intrínseca da beleza. Seria como se o Freitas comparasse uma flor de plástico com uma flor natural, e dissesse que têm o mesmo valor.

Aquilo que é genuíno tem sempre mais valor do que o que é artificial. Como bom esquerdóide, o comissário Freitas menospreza a Natureza, em geral, e a Natureza Humana em particular.

O "spin-off” do comissário Freitas pretende justificar o absurdo da Ideologia de Género, mas alternativamente de uma forma mais “complexa”. Pretende salvar as aparências, está em missão de resgate das Isabéis Moreiras deste país.

sábado, 28 de junho de 2025

Os “impostos verdes” da União Europeia



Os impostos não justificados pelos políticos — os impostos ideologicamente “cegos”, como por exemplo, os “impostos verdes” — são a consequência de uma forma de trabalho que não é livre, um trabalho forçado que é imposto à população.

Há quem diga que caminhamos para uma forma de neo-feudalismo, mas isso está a acontecer apenas nos Estados Unidos de Donald Trump — com a privatização de todas as áreas da economia e dos serviços: até as Forças Armadas dos Estados Unidos estão a ser totalmente privatizadas.

Na Europa, caminhamos para a construção de um leviatão, um totalitarismo de “falinhas mansas” que nos suga a alma.

A diferença entre a Rússia de Putin e a Europa do leviatão de Ursula von der Leyen, é a de que a Rússia “já é”, e a Europa “pretende ser”.

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Uma síntese da máfia do sistema



Tomaram conta da máquina do Poder, e torna-se difícil passar qualquer mensagem que a máfia não controle.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

O comissário do Totalitarismo de Veludo diz que “Elon Musk é o homem mais perigoso do mundo”

Daniel Oliveira é um dos mais proeminentes comissários do Totalitarismo de Veludo, ou seja, é um dos personagens mais perigosos que existem em Portugal — e com o beneplácito e protecção do Chico dos Porsches (este filho-de-puta nunca mais morre!).
Os globalistas “Bilderbergers” tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (por exemplo, André Ventura) e absorvem os da esquerda (como é o caso do Daniel Oliveira).

Existem outros comissários do Totalitarismo de Veludo, como por exemplo Ana Drago, Rui Tavares, Isabel Moreira, Alexandra Leitão (ainda não foi promovida), as manas Mortágua, Raquel Varela, Ana Sá Lopes (a Madame Frankenstein), a comunista confessa Carmo Afonso — entre outras criaturas pantanosas.

De todos os comissários do Totalitarismo de Veludo, o mais perigoso é o Daniel Oliveira, porque é o mais dissimulado; é uma espécie de “camaleão ideológico” — o tal que escreveu no Twitter que o Bloco de Esquerda e o PCP são partidos social-democratas clássicos”.



Quando qualquer destas criaturas diz que “defende a liberdade”, esta posição política é instrumental, inserida em uma estratégica de erradicação paulatina e progressiva da própria  liberdade que dizem defender. A defesa da liberdade é, para eles, um mal necessário, um obstáculo a transpôr rumo aos “amanhãs totalitários que cantam”.

Daniel Oliveira disse ontem, em um programinha da televisão do Chico dos Porsches, que “Elon Musk é a pessoa mais perigosa do mundo”   porque defende a liberdade de expressão no Brasil. Podíamos atar todos os comissários do Totalitarismo de Veludo e enviá-los para o Brasil, para junto do Lula da Silva. Seria um alívio para os portugueses.



terça-feira, 18 de julho de 2023

Os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo apoiam o Rui Rio


Hoje ouvi o Daniel Oliveira na TSF, a defender o Rui Rio no caso da busca domiciliária da Polícia Judiciária — o mesmo Daniel Oliveira que diz que o Bloco de Esquerda é um partido social-democrata; o mesmo Daniel Oliveira que é um dos (muitos) comissários políticos do Totalitarismo de Veludo vigente em Portugal desde que apareceu o Bloco de Esquerda do Francisco Louçã.

Os dignitários do sistema fazem sistematicamente asneira da grossa, e depois dizem que a culpa é do CHEGA.

Eles (os dignitários do sistema) estão a proteger-se uns aos outros; estão a colocar as caravanas em círculo.

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São os Senhores da Lei: fazem as leis que não se aplicam a eles próprios.

E depois têm comissários políticos que fazem a inspecção pública e publicada que garanta e assegure, em causa própria, a inocuidade da iniquidade.

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E quando a Justiça (enquanto braço independente do Poder) segue a lei que lhes cause dano, é repreendida publicamente pelos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo (por exemplo, Daniel Oliveira, José Pacheco Pereira).

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sábado, 22 de outubro de 2022

Formação de Massa


Segundo a noção do professor universitário belga Mathias Desmet, expresso no seu livro "The Psychology of Totalitarianism" (página 2, Junho de 2022), a Formação de Massa é uma hipnose grupal (hipnose de grupo) que aliena o indivíduo enquanto tal, destrói a autoconsciência ética do cidadão, e inibe-o da capacidade de pensar criticamente.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

A “Psicologia do Totalitarismo” (de Mathias Desmet) : um livro que eu recomendo


Para que as pessoas possam compreender o actual radicalismo de Esquerda e o Wokeísmo politicamente correcto (marxismo cultural) por um lado, e a colaboração estreita da plutocracia globalista com os caciques da política local de extrema-esquerda, por outro lado --- aconselho veementemente a leitura do livro do professor universitário de psicologia (belga) Mathias Desmet, com o título “The Psychology of Totalitarianism”.

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O livro pode ser comprado na WOOK.PT por 25 Euros, em língua inglesa, e demora cerca de 10 dias a ser entregue em casa (vem de Inglaterra); não há tradução para a língua portuguesa, nem nunca haverá porque o sistema editorial português está tomado pelos globalistas. mass-formation-web

Não nos esqueçamos das palavras de G. K. Chesterton:

“You do not know a tyranny until it is on top of you; until it has you in a trap. The tyrant is not present until he is omnipresent.”

domingo, 31 de julho de 2022

“Não vais possuir nada, vais comer vermes e insectos, e vais ser feliz porque estamos a salvar o planeta” #WEF

 

Os mais ricos do mundo alinham com os partidos locais de extrema-esquerda na obliteração da propriedade privada ... dos povos do mundo!

A holandesa Eva Vlaardingerbroek faz uma síntese prática do que consiste o Totalitarismo de Veludo que é uma aliança política entre os caciques locais (de esquerda), por um lado, e os caciques globalistas (plutocratas), por outro lado.

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sexta-feira, 22 de julho de 2022

A Madrassa do ISCTE e o Totalitarismo da Linguagem


1/ A ideia segundo a qual “as palavras mudam o mundo”, e que por isso “são necessárias novas palavras para o mundo mudar” — para além de ser uma clara recusa do Realismo (que orienta, por exemplo, a ciência), é um absurdo (quando é defendido hoje, pelo marxismo cultural, que “o conhecimento directo dos símbolos da linguagem difere de indivíduo para indivíduo”, e que, por isso, é necessário fracturar ou desmultiplicar as categorias dos símbolos da linguagem de forma a adequá-los às múltiplas diferenças individuais).

Em 1910, Bertrand Russell (na sua obra “Principia Mathematica”) colocou a nu o absurdo do que é defendido hoje pelo marxismo cultural no domínio da linguagem e em nome da chamada “inclusão”, nomeadamente uma tal Cristina Roldão formada pela Madrassa do ISCTE.

Na medida em que diferentes pessoas têm conhecimento directo de diferentes objectos — se cada palavra não tivesse apenas um significado (que é aquele que corresponde ao objecto que existe na experiência directa da pessoa que fala), esta pessoa nunca poderia comunicar com os outros. Ora, a chamada  “Interseccionalidade”, na medida em que pulveriza os símbolos da linguagem, é a recusa deste princípio.

Paradoxalmente, segundo Bertrand Russell, a linguagem só pode exercer a sua função de comunicação sendo imperfeita e ambígua, e as categorias simbólicas da linguagem não devem ser pulverizadas em nome de uma putativa “perfeita adequação a cada individuo”.

O que a Esquerda marxista cultural defende hoje é a dificultação da comunicação entre os indivíduos, paradoxalmente em nome de putativos “direitos do indivíduo”; o solipsismo passou a ser uma característica do indivíduo culturalmente controlado pela Esquerda marxista cultural; é o absurdo daquilo que a Theodore Dalrymple chama de individualismo sem individualidade”, porque a individualidade esbate-se radicalmente perante uma espécie de “individualismo colectivo”. A validação cultural de uma híper-subjectividade simbólica, defendida por esta Esquerda, destrói a comunicação inteligível entre as pessoas — que é, aliás, a sua principal intenção.

individualismo sem individualidade web


2/ Outra preta matumba escreve aqui:


“Os limites da minha linguagem significam os limites do meu mundo”  (Wittgenstein)

Para Wittgenstein, não é pensável nem exprimível (pela linguagem) aquilo que não for um facto do mundo (falta aqui saber o que é um “facto do mundo”, do ponto de vista objectivo e lógico), o que não significa que todos os “factos do mundo” sejam igual- e necessariamente exprimíveis pela linguagem — porque não é possível definir a Realidade. Quem pretende assumir a tarefa de (paulatinamente) ir definindo a realidade, ou é louco, ou é marxista cultural (os dois termos podem não ser sinónimos).

Escreve Wittgenstein (“Philosophical Investigations”):

“O significado de uma palavra é o uso que ele tem na linguagem” (sic).

Ou seja, para Wittgenstein, se passarmos a chamar “pedra” a um “elefante”, o significado da palavra “pedra” passa a ser “elefante” [a semântica, segundo Wittgenstein, é irrelevante; e, segundo ele, “a linguagem é um jogo” (sic)].

Acerca de Wittgenstein, estamos conversados.

Para Wittgenstein, na linguagem não existem símbolos, mas apenas sinais que são arbitrariamente reconfiguráveis de acordo com os nossos caprichos e urgências narcísicas (o caso dele, o narcisismo gay).

Por isso é que a Esquerda marxista cultural cita amiúde o homossexual Wittgenstein — porque alguém (Wittgenstein) que tem pretensões de conciliar um empirismo [alegadamente “anti-metafisico” (a burrice do “filósofo” não tem limites)] nominalista radical, por um lado, e a hiper-subjectividade de uma espécie de “poeta gay”, por outro lado, é sempre um ponto de referência dos pós-modernistas. Wittgenstein é uma contradição com pernas, embora paralítico.

Se [como é, para Wittgenstein] o “pluralismo linguístico” [implícito na linguagem dita “inclusiva”] significa um “relativismo linguístico”, então não é possível uma inteligibilidade na linguagem, por um lado, e por outro lado a possibilidade de inter-relação entre as “linguagens” fica comprometida.

A Esquerda está a trabalhar afincadamente para a redução da comunicação interpessoal, o que se traduz em uma agenda política totalitária (a promoção, através da cultura, de um novo tipo de anomia).

3/ Não é possível eliminar, da linguagem, os conceitos depreciativos (os insultos) — porque, ao contrário do que defendeu Wittgenstein quando concebeu a linguagem como um “jogo”: em boa verdade,  a linguagem é um meio e não um fim em si mesma —, a não ser instituindo um totalitarismo.

É isto o que os discípulos da madrassa ISCTE defendem: um novo tipo de totalitarismo, o Totalitarismo de Veludo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

COVID-19: ¿O que vai fazer o monhé se ganhar as eleições?


Se o monhé e o anão mandão tiverem maioria absoluta no parlamento (bloco central) depois das próximas eleições, vamos ter um exacerbar do autoritarismo em Portugal, que se irá traduzir em repressão política e restrição da liberdade sobre a parte do povo que não se “vacinou”.

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Depois das eleições, vamos ter decretos-lei arbitrários e inconstitucionais apoiados por ditos “constitucionalistas” como, por exemplo, Isabel Moreira. E vamos ter um Tribunal Constitucional vendido ao regime (Totalitarismo de Veludo).

Uma das primeiras medidas do monhé será a de impedir que os cidadãos Geneticamente Inalterados (não-vacinados) possam comprar alimentos, proibindo-lhes a entrada nos supermercados — para além da actual proibição em vigor de entrada nos restaurantes. Ademais, os cidadãos Geneticamente Inalterados (não-vacinados) serão impedidos (pelo monhé) de entrar nos transportes públicos, em repartições e serviços públicos (por exemplo, nas Lojas do Cidadão).

Eu estou convencido que o monhé irá seguir o exemplo da Austrália e criar campos de concentração para as pessoas Geneticamente Inalteradas (não-vacinadas): se há coisa que o monhé gosta, é de dar porrada no branco. campo covideiro australia web

Por isso é que a saída da Lucinda Ribeiro do partido CHEGA, por um lado, e uma determinada permissividade do André Ventura em relação ao autoritarismo covideiro do monhé e do anão mandão, por outro lado, me preocupam. Fico com a ideia de que o CHEGA irá ajudar à festa autoritarista do monhé. Alguma coisa me diz que o pedófilo-mor do paralamento ainda irá tecer loas ao André Ventura.

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

A referendofobia do comissário político Daniel Oliveira

ODaniel Oliveira (um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo que se vai instalando entre nós) tem uma notória aversão aos referendos políticos. Mas não só ele: outros comissários políticos (do regime autoritarista que floresce por entre a bonomia sorridente manifesta do monhé), como por exemplo o José Pacheco Pereira, têm horror aos referendos — porque a prática dos referendos políticos coloca em causa o conceito politicamente correcto e esquerdóide de “ditadura da democracia representativa”, que substitui actualmente o conceito estalinista de “democracia popular”.

“Existe, nos sectores mais conservadores da sociedade, a convicção de que são guardiões da moral e que nem os eleitos têm legitimidade para pôr em causa as suas convicções. Sempre que um tema os incomoda, seja a interrupção voluntária da gravidez ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigem referendos.”Daniel Oliveira

Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a democracia representativa legitima a imposição da vontade arbitrária das elites (mediante a coerção política e através da força bruta do Estado) sobre o povo, sem que este tenha qualquer meio circunstancial de defesa. O conceito (propositadamente) enviesado de “democracia representativa” é utilizado (pelo Totalitarismo de Veludo) para promover a “evolução da opinião pública” no sentido de uma cada vez maior concentração de Poder no Estado, retirando progressivamente ao povo qualquer tipo de alvedrio.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

A “formação de massa” covideira é diabolicamente para-totalitária


Hannah Arendt explicou bem a diferença entre “ditadura” (por exemplo, a de Salazar), por um lado, e “totalitarismo” (por exemplo, o comunismo e/ou o nazismo), por outro lado.

Em 2010, escrevi o seguinte:

“Na radical atomização da sociedade que é apanágio dos totalitarismos, não existe o “deserto político” das ditaduras vulgares (como a de Salazar ou de Franco em Espanha), nas quais ficava claro que os interesses e mundividência do tirano se opõem, e se impõem pela força, aos interesses e mundividências de uma maioria;

no totalitarismo, existe, em vez disso, uma ilusão de liberdade, dando a ideia generalizada de que a vida cultural e política não tem origem em uma força coerciva imposta pelas elites, mas antes que surge da espontaneidade social radicalmente atomizada.

O totalitarismo convence as pessoas de que não vivem em um sistema totalitário.”


O cidadão comum da Alemanha nazi (ou da ex-URSS, no início da revolução) tinha a sensação de viver em liberdade; o regime totalitário convenceu-o de que ele era “livre”, por um lado, e por outro lado ele tinha a sensação de que as decisões políticas do regime nazi tinham claramente como objectivo o “bem colectivo”.

Esta ilusão de liberdade, própria dos regimes totalitários (e não das “ditaduras”, propriamente ditas), é paradoxal.

O processo começa, em primeiro lugar, com uma ideologia; e depois, com a imposição, na cultura antropológica — através dos me®dia — de uma narrativa política que se caracteriza por uma determinada interpretação delirante da realidade.

Chamamos a este processo de estruturação primordial do totalitarismo de “formação de massa1 .

TOTALITARISMO-VOEGELIN


Qualquer tipo de “formação de massa” tem como origem a inculturação de um determinado medo do futuro, ou mesmo de aterrorização das massas através da propaganda dos me®dia. Na Alemanha nazi, o papel do ministro da propaganda (Joseph Goebbels), por intermédio dos me®dia, foi de crucial importância na afirmação totalitária do movimento político nazi.

Através da disseminação social do medo (mais ou menos difuso), a ideologia encontra invariavelmente o seu objecto de repúdio, o seu bode expiatório ou inimigo social (o objecto do medo). Mediante a descoberta desse bode expiatório (por exemplo, os judeus na Alemanha nazi), então o medo desaparece, e o cidadão sujeito à “formação de massa” tem agora uma resposta para o seu medo que lhe transmite um novo sentido de solidariedade social: a culpa (dos males da sociedade) é dos judeus, ou dos não-vacinados.

Em um regime totalitário (com a “formação de massa”), à medida em que as vozes dissidentes são eliminadas ou se calam voluntariamente, as massas começam a cometer atrocidades em nome da “solidariedade” e do “bem colectivo”. Em nome do “bom interesse colectivo”, surge o epíteto ideológico de “negacionista” propalado pelos me®dia criminosos.

Com a “formação de massa”, vai paulatinamente desaparecendo a racionalidade e o espírito crítico (a irracionalidade volta a estar na moda) em circulação na sociedade.

Este fenómeno de rarefacção da racionalidade explica o facto, por exemplo, de o “intelectual” José Pacheco Pereira defender publicamente a segregação social dos não-vacinados — mesmo sabendo que a vacinação não impede a infecção e transmissão do vírus! O rei francês Luís IX (por exemplo), visitava os leprosos nos seus leitos de morte, não temendo a infecção e dando um sinal claro de fomento de uma civilização; em oposição a Luís IX, o José Pacheco Pereira defende a barbárie.

A irracionalização da sociedade, conseguida por intermédio de uma difusão agressiva, sistemática e me®diática do medo, torna as pessoas intolerantes em relação aos “relapsos da ideologia” vigente: a dissidência ideológica deixa de ser permitida pela “formação de massa”.

E as elites, buscando um Poder absoluto, não se podem permitir que os indivíduos que compõem a “formação de massa” acordem da hipnose colectiva em que se encontram — porque se o povo acordar, poderá constatar as perdas imensas que a ideologia das elites causou na sociedade. Através do estudo da História, verificamos que os organizadores de uma qualquer “formação de massa” são invariavelmente eliminados fisicamente pelo povo que acorda do torpor hipnótico causado pela respectiva ideologia.


Notas
1. Conforme definido pelo psicólogo francês Matthias Desmet. Aqui, o conceito de “massa” deriva do conceito de “homem-massa”, de Ortega y Gasset.

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Os “jovens” de Lisboa em acção: a nova classe revolucionária

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A população de “jovens”, na área de Lisboa, está a aumentar — e uma das razões principais desse aumento é a de que a Esquerda (que inclui o Partido Socialista do Monhé das Cobras) pretende a criação de um Lumpemproletariado importado de África, para substituir a classe operária portuguesa que praticamente já não existe porque foi transferida para a China comunista.

A Esquerda adora estes “jovens”, porque o aumento intencional da criminalidade é política da Esquerda; e quantos mais "jovens" chegarem, importados, mais vigoroso é o Lumpemproletariado que passa a ser a nova classe revolucionária.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Os “Spins” do comissário político Daniel Oliveira


Chama-se a isto um “spin”. O Daniel Oliveira, enquanto um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, é especialista em “spins”:

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Vamo-nos habituando aos “spins” do Daniel Oliveira — por exemplo quando ele escreveu que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são partidos social-democratas, na medida em que (alegadamente) “têm programas social-democratas clássicos” (!).

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Não me admiraria nada que, na opinião do Daniel Oliveira, a culpa da saída vergonhosa dos Estados Unidos do Afeganistão fosse atribuída a Donald Trump.


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“Se a elite política mente sistematicamente, a consequência não é a de que passas a acreditar nas mentiras, mas, em vez disso, ninguém já acredita seja no que for.

E isto porque as mentiras sistemáticas, por sua própria natureza, sofrem constantes mutações; e uma elite mentirosa tem que reescrever a História constantemente.

E se o cidadão já não acredita no discurso político das elites, não pode ter opinião — fica destituído não só da sua capacidade de acção, mas também da sua capacidade de pensar e ajuizar. E, com um povo nestas condições, a elite pode fazer o que quiser.”

→ Hannah Arendt, em entrevista ao escritor francês Roger Errera (1974)

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Quem se mete com o Partido Socialista, leva!

É assim que se manifesta a tolerância repressiva do Totalitarismo de Veludo.

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Pode ser que o Ferro “se ferre”. Nunca se sabe... “a tudo se chega enquanto a vida dura”, e tudo dura enquanto a morte não chega...

sábado, 28 de agosto de 2021

O cientismo estúpido do José Pacheco Pereira

O cientismo é a atitude intelectual que se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX e que concede um valor absoluto ao progresso científico 1 .

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O cientismo concede à ciência o monopólio do conhecimento verdadeiro e atribui-lhe a capacidade de resolver progressivamente o conjunto de todos os problemas que se apresentam à Humanidade. A noção de cientismo foi fundada por Augusto Comte, com o Positivismo.

Como extremo oposto do irracionalismo, o cientismo é o racionalismo positivista levado ao seu máximo possível — não no sentido de positivismo absoluto que corrige a noção exclusiva de “sensível”, e que é característica do Positivismo de Augusto Comte; mas antes no sentido do exacerbar da influência do “sensível” no racionalismo.

O José Pacheco Pereira é um demagogo — a julgar por este artigo que publicou num pasquim qualquer (ler em PDF). É um demagogo, porque assume uma posição cientificista (cientismo) perante a ciência — exactamente porque (tal como os positivistas têm feito) ele politiza a ciência, ou seja, ele incorre no erro de que ele próprio acusa os ditos “negacionistas” de cometerem.

O Pacheco escreve:

“Mas o negacionismo é igualmente uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os "poderosos", incluindo os cientistas e o saber, do mesmo modo que implica a não aceitação da autoridade democrática. Quando a mecânica do populismo do "nós" e "eles" se desloca dos alvos mais estritamente políticos, para a educação, a ciência, a segurança, a justiça, o grau de disfunção é consideravelmente maior. E mais, este populismo comunica entre si, o negacionismo tem fortes relações com o Chega, uma parte mais activa dos manifestantes contra as vacinas está nas manifestações do Chega, e partilha a mesma zanga e ressabiamento contra o mundo.”

Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

O conceito de “negacionismo”, segundo o José Pacheco Pereira (e dos outros Comissários Políticos do Totalitarismo de Veludo), é ideológico no sentido da necessidade política de catalogação (ou de categorização) dos recalcitrantes, em relação ao carneirismo político próprio das atitudes colectivas e colectivistas. Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

Finalmente: o Pacheco é “mais papista que o papa”; ou melhor, é mais defensor das “vacinas”de tipo mRNA do que a própria comunidade científica. Acima de tudo, o Pacheco revela um profundo desconhecimento da problemática das “vacinas”de tipo mRNA, que não são propriamente vacinas normais como as que nós todos já tomamos.

Quando o Pacheco mistura as vacinas normais (por exemplo, varíola, BCG, tétano, etc.), por um lado, com as “vacinas”de tipo mRNA, por outro lado, demonstra a sua ignorância (e estupidez) em todo o seu esplendor. E, ainda por cima, chama os outros de “negacionistas”.

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Nota
1. Segundo Karl Popper, o cientismo é a crença dogmática  na autoridade do método científico e nos seus resultados, que é totalmente errada porque é dirigida contra o método crítico da Ciência da Natureza ou contra os grandes cientistas.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

O prometeanismo de Emmanuel Macron, o totalitarismo suave em França, e o abaixamento do QI da população

A França do Macron transformou-se em uma sociedade em que a elite política (a que está ligada a Macron) é presentista; tem o maior desprezo pelo passado (histórico), e revela (ironia do destino!) um sincretismo ideológico entre o globalismo neoliberal, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado (sinificação).

numeros-romanos-webTrata-se de um presentismo que vê no passado (na História) uma ameaça ao prometeanismo pós-religioso da sociedade que se pretende construir, controlada pelo globalismo neoliberal, em aliança tácita com uma certa minoria elitista, caceteira, autóctone e marxista.

Tanto os marxistas culturais como os globalistas (não confundir “globalismo” e “globalização”), acreditam que o mundo é feito pelo ser humano, e que nada lhe é dado, à partida. Esta ideia tem raízes em Francis Bacon.

Para o ser humano prometaico, o passado (histórico) não passa de uma colecção de crimes e de loucuras, e o mundo é a matéria-prima da conquista humana (futura) da perfeição — não existem limites para o destino/futuro do Homem, nem limites para a maleabilidade da Natureza Humana; e não existe uma dimensão trágica da vida humana.

Segundo a mente prometaica (que, basicamente, é, por assim dizer, uma versão alargada da mente revolucionária), o ser humano pode fazer, de si próprio, o que quiser e é, por isso, passível de se tornar perfeito; ou seja: partindo do pressuposto de que “o Homem é aperfeiçoável”, o prometaico conclui (ou infere) que “o Homem tem que se tornar perfeito” (trata-se de uma obrigação ontológica e moral que decorre de uma condição prévia).

Esta perfeição prometaica não é espiritual: é uma perfeição Hic et Nunc (aqui e agora), inerente ao mundo material (presentismo).

A libertação — para o prometaico Macron, por exemplo — é a conquista da felicidade imutável, permanente e total; em que os escolhos (culturais) provenientes do passado, e os inconvenientes existenciais (como, por exemplo, a morte, ou os conflitos inerentes à Natureza Humana) são banidos.

É o LIMITE, entendido no Absoluto Simples, que o prometaico rejeita — e não um qualquer pequeno “limite”, subordinado, e em particular.


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O prometeanismo é uma forma de totalitarismo. Ou melhor: é a actual forma de totalitarismo.

Basta ver o que se passa actualmente em França, com o Macron a querer impôr (utilizando a força bruta do Estado) à sociedade francesa um apartheid sanitário (o carneirismo covideiro).

É um forma de totalitarismo suave e orwelliano, travestido de “libertação” (através da opressão, dizem querer “libertar o povo”).

A ideia de “libertação”, vinda das elites políticas prometaicas, é a de um Homem pós-religioso totalmente liberto de todas as circunstâncias especificas e particulares — especialmente liberto em relação ao passado, de modo a poder ser livre para ser, ele próprio, um Ente Glorioso à face da Terra.

O objectivo da libertação prometaica do Homem é a de alimentar, no ser humano, a construção de um Ego sem quaisquer limites (ou limitações).

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

Tanto o marxismo cultural, como a plutocracia globalista (de que o Macron é um representante eloquente), apostam fortemente na redução de QI médio das populações do Ocidente.

É neste contexto que a numeração romana foi banida dos museus do Louvre e de Carnavalet (os dois principais museus de França); por exemplo, “Luís XIV” passa a ser escrito (no museu) “Luís 14”; ou “século XVIII” passa ser escrito “século 18”.

Esta decisão, tipicamente macroniana, prometaica, pretende adaptar a Alta Cultura ao baixo QI do actual habitante de França que não percebe, por exemplo, por que razão o símbolo “III” significa “3”.

Nos últimos 30 anos, e com a imigração massiva, o QI médio em França tem baixado de uma forma assustadora. É estimado que os estudantes finalistas do ensino secundário francês actual tenham (em média) um nível de QI e conhecimentos semelhantes ao dos finalistas da escola primária em 1950.

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

O tribalismo do José Pacheco Pereira


Ele há três tipos de tribalismo: o tribalismo de um dos lados, o tribalismo do outro lado, e o tribalismo pseudo-neutral e hipócrita do José Pacheco Pereira e de outros comissários políticos do Totalitarismo de Veludo.

JPP-ZAROLHO

terça-feira, 20 de julho de 2021

O povo de Direita não deve votar em Rui Moreira para a Câmara Municipal do Porto — porque as alterações climáticas são marxistas


A Rua Conde de Avranches, na cidade do Porto, era uma rua larga, fortemente arborizada, e ladeada de vivendas — fazia lembrar (mutatis mutandis) uma rua do bairro londrino de Belsize Park.

rua conde de avranches web

Porém, o Presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira (que se diz “de Direita”!) destruiu completamente a rua, a mando do politicamente correcto esquerdista: mandou construir um corredor largo para bicicletas no meio da artéria — eu passo naquela rua todos os dias, e nunca vi por lá uma única bicicleta em trânsito: trata-se de um corredor para bicicletas que não tem qualquer uso.