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sábado, 28 de junho de 2025

Os “impostos verdes” da União Europeia



Os impostos não justificados pelos políticos — os impostos ideologicamente “cegos”, como por exemplo, os “impostos verdes” — são a consequência de uma forma de trabalho que não é livre, um trabalho forçado que é imposto à população.

Há quem diga que caminhamos para uma forma de neo-feudalismo, mas isso está a acontecer apenas nos Estados Unidos de Donald Trump — com a privatização de todas as áreas da economia e dos serviços: até as Forças Armadas dos Estados Unidos estão a ser totalmente privatizadas.

Na Europa, caminhamos para a construção de um leviatão, um totalitarismo de “falinhas mansas” que nos suga a alma.

A diferença entre a Rússia de Putin e a Europa do leviatão de Ursula von der Leyen, é a de que a Rússia “já é”, e a Europa “pretende ser”.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

As estórias da Teresa de Sousa

 

A Teresa de Sousa escreve sobre política como se tratasse de uma estória de embalar meninos renitentes ao sono; e, no fim da estória, longa, acabamos todos por adormecer.

teresa-de-sousa-webQuando sabemos que não temos razão acerca da realidade, construímos uma estória rebuscada e o mais confusa possível, misturando alhos e bugalhos, de modo a que os nossos leitores se embrenhem em uma fantasia que os transporte para o domínio da utopia onde o concreto se esbate e dá lugar ao subjectivo “à la carte”.

Em nome da “razão”, a Teresa de Sousa defende a construção de um leviatão na Europa.

A não ser que um leviatão seja racional, a Teresa de Sousa entra em contradição; ou seja, ela não tem razão. Ou então terão que me demonstrar a existe alguma racionalidade na construção de um leviatão europeu.

O que significa “leviatão”?

O Leviatão é um monstro bíblico, do qual fala o Livro de Jó, afirmando que “sobre a Terra, nenhum é seu mestre”. No texto da Bíblia, o poder terrestre do Leviatão é evocado para simbolizar a que ponto ele ultrapassa o poder celeste de Deus.

O “filósofo” Hobbes retoma o conceito de “leviatão” no século XVII na sua obra “Leviatão” que designa o Estado e sublinha o seu poder absoluto. A teoria absolutista do Poder, que Hobbes desenvolve, fez do conceito de “Estado” o símbolo do carácter monstruoso do Estado moderno (que a Teresa de Sousa apoia) — “o mais frio dos monstros frios”, segundo Nietzsche —, devorando as forças vivas do indivíduo.

A contradição e a irracionalidade da Teresa de Sousa consiste em chamar de “democrática” a construção de um leviatão (um absolutismo) na Europa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um exemplo do totalitarismo da União Europeia: o Bloco de Esquerda e George Soros estão de acordo

 

Muitos “liberais” — no Insurgente, no Blasfémias, etc. — são apoiantes da União Europeia e do Euro, ou seja, vêem na União Europeia um espaço de liberdade, não só na economia como também na política. Se assim fosse, eu também seria apoiante da União Europeia e do Euro, mas a realidade conta-nos uma história diferente.

No vídeo em baixo verificamos a recente criação do Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), sob os auspícios da União Europeia. O vídeo está em francês. O que o C.E.T.R. pretende é impôr, de forma coerciva, a tolerância aos cidadãos da União Europeia servindo-se de Directivas transformadas em leis aplicadas em todos os países.

 

Segundo a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), o crime de “intolerância verbal” será comparável, em termos penais, à agressão física agravada. Por exemplo, se eu escrever, aqui no blogue, qualquer coisa contra o feminismo, poderei apanhar pena de prisão até cinco anos de cadeia.

Trata-se de uma vigilância oficial dos cidadãos e de organizações privadas — à moda da URSS e do KGB — que são consideradas “intolerantes”. O engraçado é que são esses mesmos “liberais” que dizem que a o KGB ainda existe na Rússia e que a União Europeia é um espaço de liberdade...!

Também é curioso o facto de este tipo de vigilância estatal totalitária do cidadão em nome da “tolerância”, ser defendida simultaneamente pela plutocracia internacional (Bilderberg, etc.) e pela esquerda neomarxista.

Ou seja, George Soros, Rockefeller, por um lado, e Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, por outro lado, estão de acordo em relação àquilo a que eu chamei “sinificação da Europa”.

Está mesmo previsto um programa de reeducação dos cidadãos prevaricadores e recalcitrantes em relação à “tolerância” — semelhante aos programas de reeducação maoístas! ¿Percebem agora por que razão o maoísta Durão Barroso é uma acérrimo apoiante da União Europeia?

O que a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.) pretendem é limitar drasticamente a liberdade de expressão e de opinião, tendo em vista a sinificação da Europa.

Segundo o intelectual liberal suíço Thomas Hürlimann:

“O que a União Europeia pretende é criar o Homem Novo, em que tudo o que é especial no ser humano deve desaparecer, ou seja, o sexo, as crenças religiosas, a cor da pele, etc..

No futuro, apenas será autorizado um estereótipo cinzento da tolerância, ou seja, uma tolerância que se declara universal mas que se inverte e que se transforma em intolerância. E quem assinala hoje esta contradição em termos, arrisca a sua reputação e, dentro de pouco tempo, arriscará mesmo a sua vida. O estereótipo da tolerância vai erradicar, sem apelo, os últimos indivíduos”.