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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Hugo Soares: o gangster Capo da Máfia do PSD

O Partido Social Democrata parece-se com um grupo mafioso, que inclui elementos de duvidosa reputação e de aparência abrutalhada, como são os casos (por exemplo) de Luís Neves e Hugo Soares.

psd mafioso webEste último é sem dúvida o Caporegime da Cosa Nostra de Luís Monta-o-negro: basta que olhemos para o Hugo Soares para constatarmos o energúmeno que se ostenta e se passeia pelas instituições do Estado.

Naturalmente que o Luís Monta-o-negro é o Don (o chefão), e o Luís Neves é o Consigliere (o conselheiro). O Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) compõem a cúpula mafiosa do Partido Social Democrata.

Se tivermos esta visão (mafiosa) do PSD, começamos então a compreender muita coisa que, de outro modo, nos escaparia do entendimento: é uma organização nepotista que rouba o povo e se abotoa com prebendas e privilégios indevidos.

Esta tríade — o Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) — gere politicamente o Partido Social Democrata.

Joaquim Sarmento (ministro das Finanças), por exemplo, é apenas um "Made Man" que jurou a Omertà dentro da organização mafiosa dirigida por essa tríade.

O Consigliere aconselha, o Don decide, e o Capo executa com a brutalidade que se lhe reconhece e que é o seu timbre.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A filha-da-putice de Aguiar-Branco

O presidente do paralamento,

«José Pedro Aguiar-Branco, assinala "insuficiências na delimitação do objecto e dos fundamentos" inerentes ao inquérito parlamentar requerido pelo Chega, que "não permitem, na sua actual formulação, determinar a constituição obrigatória da comissão".

Nesse sentido, o presidente da Assembleia da República solicita à bancada do partido de André Ventura que proceda "à reformulação do objecto e dos respectivos fundamentos, suprindo as insuficiências identificadas, sob pena de rejeição" da admissão do requerimento.»

→ Aguiar-Branco rejeitará comissão de inquérito sobre Luís Neves se Chega não alterar requerimento

Isto significa o seguinte:

Se, por exemplo, no decurso do processo da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do CHEGA, existirem indícios noticiados pela Comunicação Social segundo os quais o Luís “Al Capone” Neves terá alegada- e eventualmente assassinado alguém, esses novos indícios noticiados pela Comunicação Social não poderão ser considerados pela CPI em curso, porque o “objecto e o fundamento” da CPI não tinham sido previamente identificados aquando da admissão do requerimento por Aguiar-Branco, algum tempo antes.

A ser verdade esta limitação imposta a uma investigação de uma CPI, o Aguiar-Branco é um filho-de-p*ta requintado e de alto coturno — porque encontrou uma forma de limitar e restringir a liberdade de uma qualquer investigação parlamentar. Já vivemos em um Totalitarismo de Veludo.

Além de ser um filho-de-p*ta, a exigência que o Aguiar-Branco faz é ilegal, à luz da Constituição.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

O PSD é um partido que defende a censura política e a vigilância policial do discurso político, à moda da PIDE

Em 2022, uma comissária sueca da União Europeia, Ylva Johansson — que militou no Partido Comunista sueco durante várias décadas — propôs uma “lei” (directiva europeia) de vigilância estatal e de censura na Internet, alegando o “combate à pornografia infantil”.

Foi esta mesma comissária sueca da União Europeia que defendeu a ideia segundo a qual a Europa tinha obrigação de acolher até 100 milhões de imigrantes e refugiados — quando em 2024 avisou que os países europeus que limitassem a entrada de imigrantes seriam punidos à luz do Novo Pacto de Migração e Asilo.

Isto significa que, segundo esta “lei” europeia, todos os programas de “chat”, tipo WhatsApp, Telegram, Signal, etc., serão sujeitos a vigilância do Estado de tipo “polícia política”.

Todos os deputados do PSD no parlamento europeu votaram a favor da censura política, a ver:

Sebastião Bugalho, Paulo Cunha, Paulo Nascimento Cabral, Hélder Sousa Silva, Sérgio Humberto, Ana Miguel Pedro, Lídia Pereira.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

E depois, são estes deputados que apoiam a censura política que dizem que o CHEGA é “fassista”, sendo que o partido de André Ventura votou contra esta lei de vigilância estatal e censura política da liberdade de expressão.

Especialistas de topo mundial em informática — incluindo um Estudo do próprio parlamento europeu — concluíram que não existe (neste momento) nenhum método tecnológico capaz de detectar a pornografia infantil sem a ocorrência de erros enormes que conduzem a grande quantidade de falsos positivos que afectam a privacidade política das pessoas normais, e afectam também as comunicações legais.

Ou seja, a desculpa do “combate à pornografia infantil” utilizando a vigilância das comunicações privadas, não passa disso mesmo: de uma desculpa para censurar e vigiar conteúdo político online. E o PSD aprova a censura.

O PSD é um partido para-totalitário de Esquerda que alinha passivamente com a construção de um leviatão socialista e globalista na Europa.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

A Lei 67/2025 ou Lei dos Okupas, e a Direita esquerdista do PSD/CDS


Desde que Paulo Portas se apoderou do CDS (1997), eu sempre disse que “o CDS fecha a Esquerda à direita” — ou seja, a Esquerda tinha e tem um espectro político que vai da extrema-esquerda (Bloco de Esquerda) até ao chamado “centro político” (CDS).

O CDS só foi de Direita com Adriano Moreira e Manuel Monteiro, e talvez com Lucas Pires. A partir da tomada de poder, no partido, de Paulo Portas, o CDS tem vindo “a fechar a Esquerda à direita”.

Hoje, o PSD absorve o CDS de Nuno Melo, e ambos os partidos “fecham a Esquerda à direita”.

A lei dos Okupas, ou seja, a Lei 67/2025 de 24 de Novembro, é um exemplo de uma lei de uma pseudo-direita maçónica:

  • com a alteração do Código Penal, estabelece as penas para os Okupas;

  • mas, através da alteração do Código de Processo Penal, a alteração referida do Código Penal é “minada” através da definição clara da possibilidade de discricionariedade de juízo por parte do juiz (Artº 200, nº 8), por um lado, e por outro lado através da revogação automática da culpa e da pena aplicável no Código Penal se “tiver lugar a desocupação voluntária do imóvel” (idem, nº 9).

Ou seja: eu ocupo uma casa, o juiz pode ou não (discricionariamente) obrigar a desocupação imediata; mas se eu sair da casa voluntariamente, segue-se que então não há crime e nada me acontece.

Esta lei é de Esquerda.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Em Portugal, “terrorismo” é aquilo que polícia quiser: não é preciso um juiz para ajuizar


Se o CHEGA concorda com isto, não terá o meu voto.





Não posso votar num partido que apoia indirectamente a censura indiscriminada alegadamente “em nome da lei”, e que acaba por combater a liberdade de expressão dando cobertura à censura policial.

Temos aqui uma nova PIDE em construção, com o apoio da União Europeia. Qualquer dia, fecham os tribunais, e a polícia trata dos julgamentos.

sexta-feira, 28 de junho de 2024

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Imaginemos que a Catarina Martins chama o André Ventura de filho-de-puta …


imunidade parlamentar catarina martins web

… durante uma campanha eleitoral; e o paralamento não levanta a imunidade parlamentar da palhaça do Bloco de Esquerda, alegadamente porque a referida invectiva “foi proferida no contexto de confronto político-partidário, pelo que o levantamento da imunidade parlamentar teria a virtualidade de limitar o livre exercício do mandato parlamentar da senhora deputada Catarina Martins”.


catarina-martins-circo-webO que se passou (na passada Quarta-feira) no paralamento provou que o único partido de Direita, em Portugal, é o CHEGA; e ainda assim, está muito ao centro.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

O PSD continua ajumentado, e o Monhé em roda-livre


O Montenegro é pouco inteligente: não se combate o CHEGA criando (propositadamente) divisões internas no seu próprio partido (por exemplo, a polémica artificial de Montenegro com Passos Coelho, acerca da lei da eutanásia).

O PSD, depois de Rui Rio, continua a ser um partido do NIN: nem é carne nem é peixe — “antes pelo contrário”.

O Monhé é espertalhão. O Montenegro está convencido de que é esperto.

garagem do monhe web

sábado, 14 de maio de 2022

Miguel Poiares Maduro: um socialista no PSD


No regime do actual (Estado português), as classes com interesses opostos não são tanto a burguesia (os ricos) e o proletariado (os pobres), mas antes a classe que paga impostos e a classe que vive de impostos.

Miguel Poiares Maduro faz parte da classe que vive dos impostos que outros pagam.

numerus clausus web

Ora, é este mesmo Miguel Poiares Maduro (que vive dos impostos dos outros) que vem criticar a regressividade do alegado “imposto” chamado “propina universitária” — quando, de facto, não se trata de um imposto, mas de um mecanismo de selecção que impõe um Numerus Clausus.

No Estado Novo, este Numerus Clausus era garantido por duas vias: 1/ selecção dos alunos ao longo do ensino secundário (ou Escola Técnica, ou Liceu); 2/ selecção dos melhores alunos do Liceu (meritocracia). E as propinas universitárias tinham um valor simbólico!

No Estado socialista do Miguel Poiares Maduro, em que os alunos passam de ano sem saber, o Numerus Clausus é uma propina proibitiva. E depois dizem eles (os socialistas) que os “fassistas” eram os outros!


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segunda-feira, 11 de abril de 2022

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal


“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

poder absoluto web

  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.

  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.

  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.

  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.


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  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.

    assunção cristas web


  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.

  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.

  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.

  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

sábado, 25 de setembro de 2021

Com todo o respeito pelos cabo-verdianos...


… em Portugal, a língua oficial é o português.

E quem não está contente com a língua portuguesa, ou mesmo alguém que considere que a língua portuguesa é “fassista” e “culunialista”, é respeitosamente convidado a deixar o nosso país. O raio que os parta!

Quanto ao CDS e ao Partido Social-democrata: são partidos de Esquerda. A prova está neste cartaz eleitoral em Cascais.

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sábado, 4 de setembro de 2021

¿O que existe em comum entre o Pacheco e o PAN? São perigosos!

O absurdo tomou conta da nossa realidade política, social e cultural — e a tal ponto que se torna penoso, até, escrever sobre ela, na medida em que devemos ter a preocupação de sintetizar a mensagem escrita, não a tornando complexa em um mundo controlado pelo minimalismo do Twitter e/ou do FaceBook. Ora, não há nada mais absurdo do que sintetizar o absurdo.


O Miguel Sousa Tavares escreve acerca do PAN – Pessoas-Animais-Natureza (ler em PDF); raramente estou de acordo com ele mas, desta vez, assino por baixo.

“Um partido, dito animalista, cujo fanatismo e ignorância podem conduzir à extinção de espécies animais e ao empobrecimento do mundo rural, podem afastar as pessoas da natureza como ela é, tornar as suas vidas mais pobres e mais tristes, é um partido perigoso.”


Ora, é disto que o José Pacheco Pereira não fala; mas desata aos berros por causa de um cartaz de campanha eleitoral da social-democrata Susana Dias (ler em PDF). E a razão é simples: o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental totalitário — o puritanismo pós-modernista, o gnosticismo actualizado.

susana dias sistema web

Para o Pacheco, não é incomum ou anormal que a Esquerda pretenda proibir tudo e mais alguma coisa; pelo contrário, o espírito puritano do Pacheco acha até normal que se proíba tudo com o que ele não concorde (sem qualquer consulta popular directa; o Pacheco é contra os referendos; o Pacheco é o “Rei-filósofo”, segundo Platão.

O Pacheco, para além de ser um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, assume o papel de “consciência ideológica” do Partido Social-democrata.

“… quando alguém de uma candidatura autárquica da Amadora coloca noutro município um grande cartaz a dizer "No dia 26 de Setembro o sistema vai tremer", este cartaz cujo conteúdo é tipicamente do Chega, mas não é do Chega, faz parte da natural liberdade de expressão que a democracia assegura. O problema é onde ele está: em frente da Assembleia da República. O "sistema" é aquilo que a Assembleia da República personifica, a democracia.”

Para o Pacheco, Democracia = Esquerda. São sinónimos.

jpp-marxTudo o que não seja da Esquerda é anti-democrático. Trata-se do maniqueísmo característico dos puritanos e gnósticos de todos os tempos — o maniqueísmo de que ele acusa a toda a gente que não é de Esquerda.

É surpreendente como aquela besta enganou tanta gente, durante tanto tempo. E não nos esqueçamos que foi o Cavaco Silva (acolitado pelo Pedro Santana Lopes) que o guindou na política.

Para o Pacheco, o “sistema” (que a Susana Dias critica) é a “democracia” que, por sua vez, é a “Esquerda”.

“Sistema” = Democracia = Esquerda.

Por isso, na visão míope do Pacheco, quem se atreve a criticar a Esquerda, está “tomaticamente” a condenar a própria “democracia”.

Há muito tempo que o Pacheco deveria ter sido sumariamente expulso do PPD/PSD — mas a cobardia política dos sucessivos dirigentes deste partido tem tido custos avultados, como podemos ver hoje com os números das intenções de voto.

O Pacheco, enquanto comissário ideológico do Politburo do P.S.D., pretende transformar este partido em uma espécie de “partido suplente do Partido Socialista” — e está a conseguir isso, através de uma estratégia de “agit-prop” repugnante.

Para o Pacheco, a democracia só existe se as diferenças ideológicas entre os vários partidos se resumem às diferenças de prioridades na acção política. Ou seja: “estamos todos de acordo, uns com os outros e em praticamente tudo — excepto no que diz respeito às prioridades na execução das várias políticas (com que todos concordamos)”. Para o Pacheco, é nisto que consiste a “democracia”.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

A oposição controlada, em Portugal

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“A melhor forma de controlar a oposição política é assumirmos a sua liderança” — Vladimir Lenine

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco!


¿Como foi possível que o Partido Social-democrata recrutasse um radical esquerdista como o José Pacheco Pereira?! Cavaco Silva e Pedro Santana Lopes têm culpas no cartório.

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Se lerem este texto, verificarão que pouca diferença existe entre o Luís Fazenda, ou o Mário Tomé, por um lado, e o José Pacheco Pereira, por outro lado. De facto, estão alinhados pelo mesmo diapasão ideológico; a diferença é que o último é mais dissimulado, e, por isso, muito mais perigoso.

O José Pacheco Pereira acusa, de facto, a Direita (qualquer Direita) de pretender restaurar uma ditadura corporativista em Portugal — exactamente no momento em que assistimos, em Portugal, à paulatina instauração de um Totalitarismo de Veludo por parte da Esquerda. E mais: para o José Pacheco Pereira, qualquer tipo de Direita é sempre “Direita radical” (não existe Direita que não seja “radical”).

Para o Pacheco, quem não condena radicalmente — em bloco e irracionalmente — o Estado Novo, é “fassista”; quem consegue vislumbrar alguma coisa de positivo — por coisa pouca que seja — nos 48 anos de ditadura de Salazar, é de “extrema-direita”.

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco! E da maneira que apoia politicamente o Costa Manhoso, ele tem muito a temer.

quinta-feira, 27 de maio de 2021