O Partido Social Democrata parece-se com um grupo mafioso, que inclui elementos de duvidosa reputação e de aparência abrutalhada, como são os casos (por exemplo) de Luís Neves e Hugo Soares.
Este último é sem dúvida o Caporegime da Cosa Nostra de Luís Monta-o-negro: basta que olhemos para o Hugo Soares para constatarmos o energúmeno que se ostenta e se passeia pelas instituições do Estado.
Naturalmente que o Luís Monta-o-negro é o Don (o chefão), e o Luís Neves é o Consigliere (o conselheiro). O Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) compõem a cúpula mafiosa do Partido Social Democrata.
Se tivermos esta visão (mafiosa) do PSD, começamos então a compreender muita coisa que, de outro modo, nos escaparia do entendimento: é uma organização nepotista que rouba o povo e se abotoa com prebendas e privilégios indevidos.
Esta tríade — o Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) — gere politicamente o Partido Social Democrata.
Joaquim Sarmento (ministro das Finanças), por exemplo, é apenas um "Made Man" que jurou a Omertà dentro da organização mafiosa dirigida por essa tríade.
O Consigliere aconselha, o Don decide, e o Capo executa com a brutalidade que se lhe reconhece e que é o seu timbre.