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sábado, 24 de dezembro de 2022

O Partido Socialista — de António Costa e de Isabel Moreira — parece invencível; como os dinossauros desaparecidos

eutanasia-jack-elam-web


Em tempo de Natal, o Partido Socialista impõe um discurso de eutanásia e de morte.

A lei da eutanásia — tal como, antes desta, a lei do aborto — serve para que se contribua decisivamente para eliminar o espírito genuíno de Natal da nossa cultura antropológica.

O ódio ao Cristianismo tomou conta do Partido Socialista, com a assimilação política de radicais utilitaristas, como por exemplo, a Isabel Moreira.

A legalização da eutanásia tem menos a ver com o invocado “sofrimento terminal”, do que com uma ruptura cultural radical que se traduz no triunfo do Utilitarismo ateísta na nossa cultura, que retira ao ser humano a sua alma, e trata as pessoas idosas como animais velhos e inúteis.

Essa gente vai ter que pagar isto com língua de palmo.

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Quando a Alemanha volta à energia nuclear, o monhé fala em “combate às alterações climáticas” à custa do erário público


german nukes


fdp do monhe


Entretanto, a GALP fechou a refinaria de Matosinhos, fazendo encarecer o preço do gasóleo no mercado português e europeu.

Em vez de investir em refinarias, os plutocratas mundialistas (que comandam os monhés desta vida a toque de caixa do "World Economic Forum") estão a fechá-las, encarecendo o combustível e, assim, roubando os povos do mundo.

O monhé é um criminoso a mando da ladroagem mundialista coordenada pelo "World Economic Forum".

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal


“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

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  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.

  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.

  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.

  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.


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  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.

    assunção cristas web


  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.

  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.

  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.

  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

António Costa é um político muito perigoso


“A liberdade não é uma coisa abstracta, depende das condições de cada um.” → António Costa

Respigado aqui.


Esta noção de “liberdade” é extremamente nociva à própria liberdade, por várias razões.

monhe-das-cobras-webEm primeiro lugar — e como o autor escreveu —, o António Costa reduz a liberdade ao condicionalismo financeiro do indivíduo, o que é uma visão utilitarista de liberdade e do ser humano; e esta visão utilitarista do ser humano não é de origem marxista (vem do inglês Bentham): Karl Marx foi um acérrimo e feroz crítico do Utilitarismo, a que chamou de “moral de merceeiro inglês”.

Em segundo lugar (e mais grave do que a concepção utilitarista do ser humano e da liberdade), a noção de “liberdade”, segundo António Costa, encerra em si mesma uma ideia determinista (ver “determinismo”) da acção humana, em que o livre-arbítrio desaparece para dar lugar a um puro e duro nexo causal no comportamento humano: aqui, sim, há uma influência directa do materialismo dialéctico marxista no pensamento de António Costa — o ser humano é considerado como uma espécie de robô que apenas responde a estímulos cerebrais e materiais.

A Esquerda actual, junta de uma forma sincrética e em uma mesma doutrina existencial, o Utilitarismo (da escola escocesa, por um lado, e do Pragmatismo americano, por outro lado) e o Determinismo (pseudo-científico ou cientismo do século XIX, por um lado, e o materialismo dialéctico marxista, por outro lado), no que diz respeito à concepção ética e moral do ser humano — como podemos verificar, por exemplo, em um dos paladinos da actual Esquerda, que é o australiano Peter Singer (nem a Hannah Arendt escapou ao ardil do materialismo comportamental!).

Ou seja, para António Costa, “o ser humano é livre porque age” — tal qual acontece com um animal irracional.

Em contraponto, e até ao Idealismo de Hegel (Kant defendeu a possibilidade de livre-arbítrio do ser humano, ao separar a “razão pura” e a “razão prática”, e diferencia-se assim radicalmente de Hegel), e desde os pré-socráticos, os filósofos diziam que “o ser humano age porque é livre” — a liberdade, até Hegel, era a condição da acção: os gregos antigos não falavam de “liberdade” porque ela estava implícita no conceito de cidadania — assim como os cristãos da Idade Média não falavam em “religião” (cristã) porque o Cristianismo fazia parte integrante da própria Realidade colectiva e dos indivíduos.

A partir da dialéctica de Hegel e do materialismo dialéctico de Karl Marx, a acção passou a ser a condição da liberdade: com estes dois “filósofos”, aconteceu uma total inversão de parâmetros e de valores.

Karl Popper fez uma crítica demolidora ao determinismo comportamental no ser humano (a chamada Teoria da Identidade, ou Fisicalismo), chamando à atenção para o facto de esta teoria (a Teoria da Identidade) não poder ter qualquer sentido se obedecer aos seus próprios pressupostos.

Se as minhas ideias são produtos ou efeitos da química que se processa na minha cabeça, então nem sequer é possível discutir a neurociência ou a liberdade do António Costa: a teoria da identidade não pode ter qualquer pretensão de verdade, visto que as alegadas “provas”  apresentadas pela neurociência são também também química pura: se alguém defende uma teoria contrária ou oposta ao Fisicalismo, esse alguém também tem razão, dado que a sua química apenas chegou a um resultado diferente. Karl Popper chamou a esta armadilha lógica de “pesadelo do determinismo físico”.

Porém, o mais grave na noção de “liberdade” de António Costa é que ele implicitamente nega a ideia de “liberdade política” que, em juízo universal, é independente das características particulares de cada indivíduo e da necessidade 

(liberdade política ≠ necessidade)

— a não ser que o ser humano seja considerado uma espécie de escravo, o que me parece ser a ideia que António Costa tem do cidadão comum.

A noção de “liberdade” de António Costa coincide simultaneamente com a ideia de “liberdade” que é proveniente da plutocracia globalista (o Utilitarismo e o Pragmatismo), e com a ideia de “liberdade” característica dos materialistas e/ou cientificistas, e/ou do materialismo dialéctico dos marxistas.


António Costa é um político muito perigoso. Esta concepção de “liberdade” nunca seria perfilhada por Mário Soares ou por Manuel Alegre, por exemplo. Com António Costa, o Partido Socialista sofreu uma evidente e clara involução para um radicalismo trauliteiro de Esquerda.

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

António Costa, o monhé manhoso


António Costa faz lembrar um certo ministro do Trabalho socialista do início da década de 1980 (talvez do IX Governo, de Mário Soares; ¿ou seria ainda do governo de Maria de Lurdes Pintasilgo?): quando se viu perante uma grande Manif sindical à porta do ministério, o referido ministro saiu do ministério pelo seu próprio pé, e incorporou a Manif (!)... que se realizava contra o próprio ministro do Trabalho!

Foi a cena mais surreal que alguma vez vi em política. Não me lembro do nome do referido ministro socialista; se alguém se lembrar do nome dele, por favor coloque aqui nos comentários.

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domingo, 11 de julho de 2021

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

O regime “Xuxalista” de António Costa e comandita

A corrupção “xuxalista” grassa em Portugal, sob o olhar cúmplice do PSD de Rui Rio. E ainda não chegou o “supositório” europeu bilionário relativo ao COVID-19.

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

O filho-de-puta do monhé pretende cancelar o Natal dos portugueses


¿Não há ninguém que lhe dê um tirinho na moleirinha?!

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Recebo a notícia de que o emblemático Café Majestic, no Porto, fechou as portas — depois de 98 anos consecutivos de funcionamento. Só o filho-de-puta do monhé poderia conseguir um feito destes....

Em contraponto ao Toque de Midas: em tudo o que o monhé toca, transforma-se em merda. Temos o Toque de Midas, por um lado, e o Toque do Merdas, por outro lado.

Esta coisa de um filho-de-puta de um monhé qualquer pretender proibir a celebração do Natal a uma nação de tradição católica, faz com que seja legítimo arrancarmos o mal pela raiz.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

O Estado de Direito da Isabel Moreira


Nos Estados Unidos, onde a Constituição tem mais de duzentos anos, existe hoje uma Esquerda que pretende alterá-la radicalmente: desde logo, pretende eliminar a 2ª Emenda da dita Constituição, que é a que garante o uso e porte de armas aos cidadãos; depois, a Esquerda pretende limitar a abrangência política da 1ª Emenda, que diz respeito à liberdade de expressão e ao ónus da prova judicial; e, finalmente, a Esquerda americana pretende também alterar a 25ª Emenda da Constituição, que diz respeito aos critérios de avaliação da capacidade (física, intelectual) do presidente da república.

De repente, o cidadão americano comum percebeu que, para a Esquerda, a Constituição não passa de um conjunto de palavras que pode ser alterado a seu (da Esquerda) bel-prazer; para a Esquerda, nada há de sagrado na Constituição; aliás, para a Esquerda, o sagrado não existe fora dela própria: a própria Esquerda constitui-se como o “sagrado universal” [“O homem é a medida de todas as coisas”].


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Portanto, o conceito de “Estado de Direito” segundo a Esquerda é ideologicamente muito frágil; e a própria Isabel Moreira constata isto mesmo, quando ela “rosna” em direcção ao Monhé das Cobras e ao Homem de Borracha:

“Numa publicação na rede social Facebook com o título "Não nos ameacem", a deputada do PS e constitucionalista, apela a António Costa e a Marcelo Rebelo de Sousa para que não tentem convencer os portugueses pelo medo. “Não nos tentem convencer a aceitar medidas inconstitucionais acenando com cenários de confinamento ou de estado de emergência”, escreve Isabel Moreira.”

marcelo-plastic-man-webA Isabel Moreira sabe perfeitamente que a Constituição é (como se fosse, a título de analogia) uma espécie de folha de cálculo do Excel, onde podemos lá escrever o que pudermos (no sentido de Poder político); por isso, o conteúdo da Constituição torna-se irrelevante, em termos práticos; e o que se torna mais importante (como é evidente) — no processo de semântica dita “democrática” do Direito Positivo — é a forma ou “processo de promulgação das leis”: ou seja, o estrito e rigoroso cumprimento da forma pode (em muitos casos) justificar a alteração (em termos práticos) do conteúdo da base legal dos fundamentos positivos da lei.

Por isso é que muitos textos constitucionais fazem referência a Deus — por exemplo, Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Nicarágua, Noruega, Paraguai, Peru, Polónia, Rússia, África do Sul, Suécia (!), Suíça, Ucrânia, Venezuela, a maioria das constituições estaduais nos Estados Unidos, mas já não no Portugal maçónico do 28 de Abril e troca o passo e na Espanha jacobina pós-franquista.

A referência de algumas Constituições em relação a Deus (o que não existe no Portugal da maçonaria irregular) invoca os fundamentos metajurídicos da lei positiva, que se baseiam na Lei Natural, do Direito Natural, e na Tradição, por um lado; e por outro lado, tem a função de fazer ressaltar e sublinhar (na cultura antropológica) a ideia segundo a qual o Estado não detém um Poder absoluto (assim como os reis medievais não detinham — teoreticamente — um Poder absoluto) face ao Poder Absoluto de Deus.

A posição pueril assumida pela Isabel Moreira de “guardiã” da Constituição maçónica portuguesa, não passa de “fogo de vista” para “inglês ver”, ou de procura de protagonismo político.

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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

O Monhé das Cobras, o amigo do peito do “Pacheco MRPP”


O José, do Porta da Loja, chama-lhe “manhoso” (“O lar de Reguengos e o inquérito que nunca existiu”).

Eu penso que ele é mesmo “monhé”. Aliás, não há monhé que não seja manhoso, faz parte do ADN da besta.

Dizer que “o monhé é manhoso”, é uma redundância.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Temos que convidar o Sérgio Sousa Pinto para o #Chega


Este é o Partido Socialista de António Costa & Comandita Radical, controlado pelo Bloco de Esquerda.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Com a ascensão do monhé Costa, os políticos portugueses ficaram capados


A excepção é André Ventura.

“O deputado único do Chega entregou esta sexta-feira um projecto de resolução no Parlamento para revogar a decisão do Conselho de Ministros de declarar a situação de contingência em todo o país a partir de 15 de Setembro”.

→ André Ventura contra estado de contingência a partir de 15 de Setembro


O único deputado com colhões é André Ventura; o resto é tudo uma cambada de capados que não se atreve a desafiar o monhé — incluindo o Marcelo Rebelo de Sousa, que se converteu num castrato e agora pia fininho.

Rui Rio é o capado-mor: quando o monhé berra, o Rio assobia.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Ó Pacheco: « Tout va très bien, Madame la Marquise »


“Os velhos morrem. Os pagamentos da segurança social não chegam. As regras da democracia são subvertidas. A oposição passou a colaborar com a situação. O país apodrece à espera dos dinheiros da Europa.”

→ O estado a que isto chegou. Basta abrir os olhos


JPP-ZAROLHO

segunda-feira, 13 de julho de 2020

O discurso político kafkiano do governo de António Costa


antonio-costa-wc-webDesde 2015 que eu venho aqui chamando à atenção para a periculosidade política de António Costa — não é por acaso que o José Pacheco Pereira o apoia quase incondicionalmente.

António Costa tem um discurso melífluo, mascarado de tolerante mas que esconde um ressentimento endógeno em relação ao português comum. Comparado com António Costa, José Sócrates é (ideologicamente) um menino de coro.

Quando a Ministra-Filha-do-Vieira-da-Silva se propõe “monitorizar o discurso de ódio na Internet”, o que o governo do António Costa pretende é instituir — na cultura portuguesa e com implicações no ordenamento jurídico — e legitimar politicamente a “armadilha kafkiana”.


Na sua obra “O Processo”, Franz Kafka relata a estória de um homem que é acusado de crimes que nunca são especificados e definidos pela acusação.

E mais: quando o referido arguido nega que tenha praticado os tais “crimes não-especificados”, a acusação conclui “logicamente” que a negação da prática desses crimes (não-especificados) é sinal “evidente” de culpa que decorre naturalmente de ele ter — de facto — praticado esses “crimes” (não-especificados).

Ou seja: a negação da prática de um crime (não-especificado) é a prova necessária da sua prática.

Chama-se a isto, em Retórica, a “armadilha kafkiana”. Ou, neste caso, a “armadilha do Costa”. Estamos fodidos!

terça-feira, 5 de maio de 2020

O governo orwelliano de António Costa

DGS-1

Esta notícia, aqui em cima, é falsa. A verdadeira notícia está na imagem em baixo. Mas, a julgar pela verdadeira notícia, qualquer dia o Estado irá supervisionar e sancionar as relações sexuais dos casais portugueses, a mando do Ministério da Felicidade do governo de António Costa.

DGS-2

O António Costa a caçar o vírus parece os Monty Phyton a caçar mosquitos