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terça-feira, 18 de novembro de 2025

O Marcelo é a vergonha de Portugal

Chegamos a um ponto em que as elites portuguesas (a ruling class) criticam André Ventura por este defender a dignidade histórica de Portugal.

porco marcelo web

Temos um jornalismo (salvo as excepções) composto por genuínos filhos-de-puta que arrastam Portugal pela lama, com a ajuda prestimosa de suínos políticos do cariz do Marcelo.

Os arabescos filhos-de-puta do Marcelo


Marcelo Rebelo de Sousa é o político mais desonesto e truculento que alguma vez existiu em Portugal: a criatura é repugnantemente vergonhosa, e sem-vergonha. Sinto vergonha alheia pelo presidente da república que temos — mas não sinto culpa pela eleição dele, porque sendo eu monárquico, por regra não voto para presidente da república (há excepções à regra).

marcelo arabe web

Desde logo, a criatura confunde “Islamismo” com “raça” ou etnia — o que é característica da truculência fraudulenta da extrema-esquerda. O Islamismo não é uma raça ou uma etnia.

O Islamismo é um princípio de ordem política embutido numa suposta religião.

O Islamismo não é coisa “árabe”; por exemplo, os turcos, que foram “donos” do califado islâmico durante séculos até ao princípio do século XX, não são árabes. Os paquistaneses ou os bangladeches não são árabes, mas são maioritariamente muçulmanos. Os indonésios não são árabes, mas são muçulmanos, e a Indonésia é o maior país muçulmano (em número de fiéis) do planeta. E por aí fora.

O próprio Maomé não era filho de árabes; a sua (dele) mãe era judia.

Identificar o “Islamismo” com a ocupação “árabe” da península ibérica é própria de um vigarista ideológico; mas identificar os árabes ocupantes com a população portuguesa do pós-independência é próprio de um filho-de-p*ta — desde logo porque a maioria da ocupação islâmica da península ibérica não foi feita por árabes (os árabes eram apenas as elites políticas), mas antes por berberes que pertenciam a haplogrupos diferentes dos dos árabes (eram raças diferentes). E depois porque, com a derrota dos mouros, estes fugiram maioritariamente para o reino de Granada em Espanha e para Marrocos.

O português médio tem mais ADN do homem de Neanderthal (entre 1 e 2%) do que ADN árabe; e tem (em média) muitíssimo mais sangue judeu do que árabe.

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Isabel Moreira e a ditadura do Direito Positivo


Imagine, o leitor, que insignes constitucionalistas — por exemplo, Isabel Moreira, Vital Moreira, Jorge Miranda, Tiago Duarte, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, etc. — se reúnem para reformulação da Constituição portuguesa, e introduzem um novo artigo da Constituição que rezaria assim (mutatis mutandis):

“Devido à inconsistência cognitiva do povo português, deve o Estado monitorizar a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social.”

Através da Constituição, ficaria assim definida e catalogada a burrice do povo português. O povo seria considerado “burro” por decreto de artigo constitucional. E todos os constitucionalistas estariam de acordo, e, sequitur, a classe política aplaudiria a nova norma.

¿O leitor acharia estranho? Eu não acho estranho. No Direito Positivo, tudo é possível. Eu ainda sou do tempo da disciplina — do 7º ano dos Liceos — de Organização Política e Administrativa da Nação.


O Direito Positivo é como uma folha Excel em branco em que uma elite de constitucionalistas de merda pode escrever as fórmulas legais e ilógicas que quiser.

De modo semelhante, os constitucionalistas da III república — por exemplo, Jorge Miranda — decretaram que o Estado deve ignorar a confissão religiosa da maioria do povo português, ou seja, o catolicismo que é a religião do povo desde a fundação da nacionalidade no século XII.

Meia dúzia de constitucionalistas (como a Isabel Moreira) não só ignoram os sentimentos religiosos da maioria do povo, como desprezam a História de Portugal.

É isto que temos: uma pequeníssima elite de Esquerda a cagar no povo.

Ao contrário do que a Isabel Moreira diz, o Estado português é “secular” (no sentido de “secularismo”), mas não é “laico” (no sentido de “laicismo”) como ela diz — até porque não existe o termo “Estado laico” na Constituição portuguesa.

Dizer, como diz a Isabel Moreira, que "Portugal é formalmente um Estado laico”, é falso: em vez disso, Portugal é um Estado secular; mas explicar à Isabel Moreira a diferença entre secularismo e laicismo é pura perda de tempo.

A Constituição (e o Direito Positivo) não pode ser objecto de pura opinião pessoal, e deve ter fundamentos metajurídicos de Direito Natural. 

Estamos entregues à bicharada. Estamos f*d*dos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O histrião espertalhão

luis montenegro bobo 460 web

Primeiro, e em conluio com Marcelo Rebelo de Sousa (o palhaço-mor da república), combinam (pela calada da noite política, como bons ladrões que são) o chumbo da Lei dos Estrangeiros no Tribunal Constitucional.

Depois, face ao chumbo do Tribunal Constitucional, o histrião concorda publicamente com o CHEGA acerca da importância de manter os princípios e os valores da lei chumbada, e procurar reformular o texto da dita lei no sentido de a tornar politicamente palatável — tudo isto para o Zé Povinho ver e ser enganado.

Finalmente, o espertalhão histrião adoptou a atitude do Groucho Marx: se a Esquerda não gosta dos nossos princípios, temos outros para apresentar — renunciando ao espírito da lei formulada em conjunto com o CHEGA e cedendo em toda a linha à Esquerda, ao palhaço-mor da república (e à maçonaria).

E o mais grave foi a atitude professoral do bobo hipócrita que pretendeu dar lições de moral política a quem não concorda com o histrionismo da criatura, recomendando “respeitar o presidente da república” com quem combinou previamente o chumbo da lei previamente acordada com o CHEGA.

É (também) por isto que lhes está reservada a inexorável tumba política quando ainda pensam que o povo português é o mesmo de há 50 anos. O povo já atopou os palhaços do sistema.

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

A estratégia da Isabel Moreira: atacar a forma, e ocultar a substância


Neste artigo, Isabel Moreira ataca a posição de quem não concorda com a declaração de inconstitucionalidade da Lei dos Estrangeiros por parte do Tribunal Constitucional; mas ela ataca a forma como essa não concordância se manifesta, sem se ater minimamente à substância que subjaz a essa não concordância.

A Isabel Moreira segue uma estratégia própria de advogado de vão-de-escada.

Isabel Moreira sabe que, do ponto de vista substancial do Direito, ela não pode vencer por argumentos. E por isso opta por atacar a forma como a “Não-esquerda” (o PSD não é Direita) lidou com a situação do chumbo de uma maioria do Tribunal Constitucional.

É um absurdo que se diga, explicita- ou implicitamente, que a Constituição de uma determinada nação se aplica igualmente a todos os cidadãos de todos os países do mundo — e foi isto que a maioria do Tribunal Constitucional fez passar como sendo legal.

Quando uma determinação judicial / jurídica é absurda — no sentido em que o espírito da lei é colocado em causa por imperativos ideológicos —, só deitando a mão à ideologia política será possível argumentar em sua defesa.

O que uma maioria de membros do Tribunal Constitucional disse foi o seguinte:

um imigrante ilegal qualquer tem tantos direitos de cidadania (face à lei portuguesa) como um cidadão autóctone português

— o que vem, aliás, na linha da posição do corrupto Marcelo Rebelo de Sousa sobre esta matéria.

Esta foi a mensagem “jurídica” que a decisão maioritária do Tribunal Constitucional quis fazer passar na opinião pública, e que de “jurídica” tem quase nada e não pode fazer jurisprudência. A mensagem é eminentemente política e ideológica.

O corolário da incongruência jurídica da Isabel Moreira e compagnons de route é a seguinte: “não há qualquer vantagem em ser cidadão português: é a própria Constituição que o diz”.

A política de imigração da Esquerda resume-se a esta merda, com o beneplácito do globalista corrupto Marcelo Rebelo de Sousa.

domingo, 10 de agosto de 2025

A judicialização da política: os tribunais assumem-se claramente contra o voto do povo




Quando o jornaleiro José Gabriel Quaresma pretende criminalizar e ilegalizar um jornal por razões ideológicas, sabe perfeitamente que isso é possível: as actuais clivagens políticas e ideológicas são de tal monta, que o Poder instalado tende a minar as estruturas do Estado de Direito e em nome de uma alegada defesa do próprio Estado de Direito.



Quando o Ministério Público pretende criminalizar os actos políticos de André Ventura e de Rita Matias — no caso da menção de nomes próprios de crianças imigrantes, no parlamento —, e ao mesmo tempo faz vista grossa da menção dos nomes completos de crianças imigrantes em uma emissão da RTP, estamos em presença de uma inqualificável intrusão do sistema judiciário na política corriqueira.

Portanto, o jornaleiro Quaresma sabe que o Ministério Público pode, efectivamente, fechar um jornal por motivos ideológicos — e nem precisa de um juiz imparcial porque a judicatura está comprometida, e Portugal aproxima-se a passos largos do Brasil do Lula, com o beneplácito sabujo e corrupto de Marcelo Rebelo de Sousa.

A pressão política sobre o partido CHEGA irá passar quase totalmente pelo Poder judicial controlado pela Esquerda, que se transformará em um instrumento de combate ideológico contra a Direita (contra o CHEGA), por um lado, e que será protagonista, por outro lado, de um sistema judicial de dois níveis, em que a justiça se aplica de modo diferente em relação à Esquerda e em relação à Direita — na esteira do conceito de “tolerância repressiva” do marxista Herbert Marcuse.

domingo, 27 de julho de 2025

O Marcelo é aquele que sabe o que o povo quer, mesmo que o povo não queira


O povo acredita no desinteresse dos políticos ditos “benfeitores” até que estes lhe passem a factura — o moderno “mandatário do povo” é o representaste do Absolutismo absoluto.



A factura do Marcelo será avultada; talvez o pior presidente que Portugal teve desde o golpe-de-estado republicano de 1910; mas seguramente o pior presidente da III república.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Marcelo, filho de mulher de alcouce, a chular o povo português


“Em menos de quatro anos, Marcelo Rebelo de Sousa autorizou a despesa de 1,75 milhões de euros em viaturas para o parque automóvel da Presidência da República — mas nenhum desses veículos pertence ou pertencerá ao Estado.

De acordo com uma análise do PÁGINA UM, desde Setembro de 2021, todos os contratos para viaturas da Presidência têm sido feitos em regime de aluguer operacional de (suposta) longa duração, porque duram geralmente apenas três anos, o que significa que os veículos são devolvidos às empresas no final do prazo, sem qualquer entrada no património público. São carros que custam como se fossem do Estado, mas que acabam por ser apenas emprestados — a preço de ouro.”

Em quatro anos, Marcelo derrete 1,75 milhões a alugar carros



quarta-feira, 16 de julho de 2025

sábado, 21 de junho de 2025

O Emplastro de Lisboa tem opinião


«Sobre a fase aguda do conflito entre o Irão e Israel que ocorre por estes dias, Pedro Gomes Sanches faz uma pequena e lúcida crónica no Expresso, que acaba assim: "Sobre isto, o Presidente da República Portuguesa disse que, na ausência de posição oficial do Governo, ia dar uma "opinião pessoal": o ataque ao Irão foi para "desviar a atenção da Palestina". Corei de vergonha. Espero que o próximo presidente não diga estas barbaridades".»

Corar de vergonha



sexta-feira, 13 de junho de 2025

O idiota Marcelo, a psicótica Lídia Jorge, e o niilismo romântico

Os discursos do idiota Marcelo e da psicótica Lídia Jorge nas cerimónias oficiais do dia 10 de Junho recente, revelam a grande clivagem entre as pseudo-elites — que não pertencem a um escol —, por um lado, e o povo português, por outro lado. Esta clivagem é irreconciliável, é irredimível, e pode ter, num futuro que pode não ser longínquo, consequências terríveis para o país.



As elites políticas portuguesas convidam o povo português a abraçar o suicídio — seja o suicídio individual (através da evolução permanente e revolucionária do conceito de “eutanásia”, que conduzirá inexoravelmente à valorização moral do suicídio assistido a pedido do utente sem doença terminal), seja o suicídio colectivo (através da aceitação resignada da auto-extinção étnica).

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos.
É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política.

Os discursos dos dois idiotas supracitados é prenhe de contradições. Por exemplo, por um lado dizem que o povo português não constitui, em si mesmo, uma etnia; mas, por outro lado, dizem que que “a auto-preservação étnica [portuguesa] não é moralmente aceitável”. Estamos a lidar com dois chapados idiotas que, em conjunto com um Imbecil Colectivo, controlam politicamente este país.

É o radicalismo da elite política actual que justifica os grupos políticos como, por exemplo, o grupo chamado de “1143”, e outros quejandos românticos. É a própria elite política portuguesa que está, deliberadamente, a provocar e incentivar a violência política. Isto não vai dar bom resultado.

Há um conjunto de razões que explicam este niilismo romântico das elites políticas.

Uma delas, e não é a menos importante, é a ideologia subjacente à maçonaria actual que controla o acesso dos indivíduos ao grupo da alta elite política. O niilismo romântico é parte integrante da essência ideológica maçónica. O idiota Marcelo não chegaria a presidente, nem a psicótica Lídia Jorge discursaria num 10 de Junho, sem a anuência explícita da maçonaria (pelo menos, a maçonaria “não-regular” e jacobina). Por exemplo, Luís Montenegro nunca chegaria a primeiro-ministro sem o crivo da maçonaria.

Outra razão é o alastramento dos ventos radioactivos do marxismo, que se espalham mesmo depois de comprovada a incongruência da ideologia que lhes deu origem. Estes ventos dos resquícios ideológicos do marxismo assumem diversas formas: no caso do idiota Marcelo, que se diz católico, é a Nova Teologia, por um lado, e a Teologia da Libertação, por outro lado, que, através das deliberações do Concílio do Vaticano II, introduziam o niilismo romântico no seio mais profundo da Igreja Católica.

O problema intrínseco do idiota Marcelo agrava-se com a senilidade, que é evidente. O homem está senil.

No caso da psicótica Lídia Jorge, estamos em presença de um caso típico de delírio interpretativo que se manifesta abundantemente mediante uma “poesia” de desconstrução pós-modernista (influência de Derrida) e de muito mau gosto. O pior da ambiguidade “poética” que vemos em Lídia Jorge é a subversão e a inversão (por via da absoluta subjectividade interpretativa) não só da racionalidade, mas principalmente dos valores. Por exemplo, podemos ver num poema da dita cuja, que alegadamente exalta a tolerância, um convite à permissividade. Ou podemos ver num poema de exaltação da vida, uma ode à morte.

Lídia Jorge é doente mental. E com o avançar da idade, a situação dela irá piorar.

Quando os românticos se confrontam com a impossibilidade da utopia, então adoptam o niilismo, ou seja, adoptam a destruição da Realidade. O mote do romântico é: “se não é possível a utopia, então teremos que destruir tudo o que existe!” Ou, como gritou Adolfo Hitler: “Alles Muss Anders Sein!” — como bom esquerdista, Hitler foi sem dúvida um utopista.

Através da destruição da realidade existente (porque a utopia é impossível), o romântico utopista identifica-se com o puro Mal — como por exemplo, Byron (o rebelde aristocrático que, como escreveu Bertrand Russell, “o amor do Poder é a origem profunda do seu descontentamento, mas no seu pensamento consciente há a crítica ao governo do mundo” e que “conserva algum satanismo”.

O romantismo é eminentemente satânico. É puro Mal.

Nietzsche foi outro caso de um romântico doente mental e satânico. Sobre Nietzsche, escreve Bertrand Russell: “Embora [Nietzsche] criticasse os românticos, a sua mundividência deve-lhes muito: é o anarquismo aristocrático, como o de Byron, a quem não nos surpreende que ele admire”.

Este anarquismo dito “aristocrático”, ou esta rebeldia “aristocrática”, essencialmente proveniente de um romantismo niilista desiludido com a utopia irrealizável, prevalece nas elite política romântica portuguesa que se divorciou (por iniciativa própria) radicalmente do povo.

Temos hoje, pela primeira vez na História de Portugal, uma classe política dirigente portuguesa que se coloca clara- e explicitamente contra a existência do povo português.

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Marcelo Rebelo de Sousa é um caso freudiano


Marcelo Rebelo de Sousa não é de Direita; nem coisa que se pareça. Nenhum político de Direita faria uma visita privada a Fidel Castro, poucos meses antes da morte deste.

Marcelo Rebelo de Sousa é um esquerdalho que não saiu do armário; é um caso freudiano.

O povo português está a ser enganado há 50 anos, com uma pseudo-direita que nada mais é do que uma facção da Esquerda, uma quinta-coluna da desgraça.



terça-feira, 25 de junho de 2024

quinta-feira, 9 de maio de 2024

A Esquerda, a Isabel Moreira, a traição do Celinho, e a inversão do sujeito / objecto


Uma das características da mente revolucionária (puritanismo neognóstico) é a inversão do sujeito/objecto (inversão do ónus da prova e inversão da culpa) : tanto no nazismo como no comunismo, a culpa dos actos de horror causados pelos revolucionários é sempre das vítimas, porque (alegadamente) estas não compreenderam as noções revolucionárias que levariam ao inexorável futuro perfeito e destituído de qualquer “mal”.


Segundo a propaganda revolucionária, as vítimas dos revolucionários não foram assassinadas: antes “suicidaram-se”, e a acção da mente revolucionária é a que obedece, sem remissão, a uma verdade dialéctica imbuída de uma certeza científica que clama pela necessidade desse futuro sem “mal” ― portanto, a acção da mente revolucionária é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Segundo a mente revolucionária, as pessoas assassinadas por Che Guevara ou por Hitler, foram elas próprias as culpadas da sua morte (“suicidaram-se”), por se terem recusado a compreender a inexorabilidade do futuro sem “mal” de que os revolucionários seriam simples executores providenciais.



Quando o pseudo presidente da república veio dizer que o povo português deveria pagar reparações históricas (dinheiro) às ex-colónias (falácia de Parménides), e o CHEGA iniciou posteriormente um processo político e judicial de traição à Pátria — a Esquerda (que inclui o Partido Socialista de Isabel Moreira) diz que o CHEGA incorre em crime de difamação: é a inversão revolucionária do sujeito/objecto: a culpa é das vítimas das invectivas do presidente da república senil, e de quem defende os interesses do povo, nesta contenda.

sábado, 4 de maio de 2024

A filha-da-putice do grande filho-de-puta




“O Governo são-tomense vai pedir a Portugal a reparação dos danos morais da colonização, disse à Lusa a ministra da Educação, Cultura e Ciência do arquipélago, adiantando que o assunto será discutido hoje no Conselho de Ministros.”

Governo são-tomense vai pedir a Portugal reparação de danos da colonização




quinta-feira, 25 de abril de 2024

O Celinho sefardita está a ficar xexé




“O presidente da República diz que o primeiro-ministro Luís Montenegro tem "comportamentos rurais". Num jantar com jornalistas estrangeiros, Marcelo Rebelo de Sousa comparou o actual primeiro-ministro com António Costa. Diz que, por ser oriental, António Costa é mais lento. O presidente confessa que não encontra qualquer ofensa nestas declarações.”

O Celinho safardana está a ficar xexé

Há coisas que que um presidente da república pode pensar mas não deve dizer publicamente — mesmo que sejam verdades. Chegou o momento de o Celinho sefardita escrever as suas memórias, com todas as verdades que lhe aprouver publicar.

sábado, 15 de abril de 2023

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Mais uma Marcelada tamanha

Estudei a História de Portugal do (insuspeito / maçon) Oliveira Martins, de “trás pr'á frente” e da “frente pr'a trás”; tenho em minha casa toda a obra do (excêntrico) José Hermano Saraiva acerca da História de Portugal, que já li e reli várias vezes — e nunca eu soube que os ciganos tivessem tido qualquer papel relevante na guerra da independência que se seguiu ao 1 de Dezembro de 1640.

Temos, pois, um Marcelo Qualquer que parece saber mais da História de Portugal do que os maiores historiadores portugueses da modernidade. A tudo se chega, enquanto a vida dura...

marcelada cigana web

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Este presidente da república tem que ser deposto (para bom entendedor...)


O presidente da república deve ser, supostamente, um contrapeso do Poder de uma maioria absoluta; mas não é: pelo contrário, o actual presidente da república é um catalisador da acção política da maioria socialista.

marcelo-morto-web

Ora, um presidente da república que se comporta politicamente como um braço do Poder Executivo, tem que ser eliminado: não está lá a fazer nada de útil.

Neste momento, não há ninguém que nos proteja do despotismo iluminado do Monhé das Cobras.

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terça-feira, 23 de agosto de 2022

A Isabel Moreira, e a “presidenta” da república em “top-less”


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O liberal, em primeiro lugar, degrada o valor dos símbolos (neste caso concreto: degrada-se o valor do símbolo do Chefe de Estado); para depois poder nivelar por baixo.


isabel-moreira-feminismo


“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.”Nicolás Gómez Dávila