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terça-feira, 23 de agosto de 2022

A Isabel Moreira, e a “presidenta” da república em “top-less”


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O liberal, em primeiro lugar, degrada o valor dos símbolos (neste caso concreto: degrada-se o valor do símbolo do Chefe de Estado); para depois poder nivelar por baixo.


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“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.”Nicolás Gómez Dávila

quinta-feira, 21 de abril de 2022

A psicopatia não é tão vulgar nas mulheres quanto é nos homens


Ponto prévio: não sou psicólogo.

johnny deppUm caso raro de psicopatia na mulher, é o da actriz Amber Heard que foi casada com o actor Johnny Depp.

Segundo os psicólogos, a diferença entre um sociopata, por um lado, e um psicopata, por outro lado, é a de que a psicopatia é inata (manifesta-se desde tenra idade), ao passo que a sociopatia é adquirida pelo meio-ambiente, pelas experiências pessoais e pela educação.

Se analisarmos o comportamento da referida actriz no julgamento que a opõe ao ex-marido, verificamos que ela apresenta comportamentos próprios de uma psicopata:

  • mantém um bom controle emocional e físico (o que não acontece com uma sociopata);
  • não demonstra sentimento de culpa ou qualquer remorso em relação aos seus actos, em relação a pessoas que conhece pessoalmente (o que não acontece com uma sociopata);
  • demonstra um narcisismo exacerbado;
  • tentativa claríssima de manipulação psicológica do ex-marido;
  • problemas com falta de empatia;
  • não aprende com a experiência (próprio dos psicopatas);
  • organização meticulosa da sua acção destruidora (idem);
  • habilidade em imitar sentimentos, apresentando-se no tribunal como uma mulher “normal”, que é a “vítima” (ibidem).

Uma mulher que caga na cama onde dorme com o marido, só pode ser psicopata.

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Um exemplo do marxismo cultural

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Em 1919, homens brancos concederam o poder de  voto às mulheres (em geral).

Em 2021, mulheres defendem a abolição do homem branco.

domingo, 16 de maio de 2021

O baixo QI da jornaleira feminista Daniela Santiago


A grande dificuldade de neutralizar (Reductio ad Absurdum) as ideias de Esquerda é a de que nos deparamos sistemicamente com uma logomaquia — é o que se passa com a amostra publicada aqui acerca do novo livro da jornaleira Daniela Santiago.

O que me separa, inapelável- e profundamente, da gente de Esquerda é o facto de eu defender a ideia de que o Estado deve intervir o menos possível na vida privada das pessoas. Ora, a Daniela Santiago (como todas as feministas) defende exactamente o contrário: quanto mais Estado na vida privada, melhor.

Só assim de compreende por que razão as feministas (em geral) apoiam a imigração islâmica em massa — porque partem do princípio de que o Estado (cada vez mais poderoso e intrusivo) poderá criar as regras que “meterão a cultura islâmica machista na ordem”; elas (as feministas) são (em geral) profundamente contraditórias e revelam um baixo Coeficiente de Inteligência.

A grande contradição dos “liberais” (ou “os idiotas úteis de Esquerda”) é esta: pretendem defender uma maior liberdade individual através do reforço do Poder do Estado. Maior estupidez, é difícil !

No referido artigo, a referida jornaleira refere-se às mortes de mulheres em Portugal desde 2004, e infere que a culpa dessas mortes é do CHEGA — ou seja, o CHEGA paga as culpas retroactivamente.

Com jeitinho, a jornaleira chegará à conclusão de que o CHEGA é culpado pela morte de Jesus Cristo.

Porém, se olharmos para o mapa abaixo, verificamos que os dados estatísticos nos revelam que países como a Espanha e Portugal são os países mais seguros para as mulheres, em todo o mundo (sublinho: em todo o mundo!).

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Por coincidência (¿será?), Portugal e Espanha são os países com a mais baixa taxa de fertilidade (natalidade) em todo o mundo. Parece que quanto mais direitos a mulher tem, mais necessária é a imigração islâmica que nega culturalmente esses mesmos direitos às mulheres — e as feministas, estúpidas, aplaudem.

É (actualmente) mais perigoso ser mulher em Londres ou em Oslo, por exemplo, do que em Lisboa.

Temos aqui, em baixo, um gráfico das mortes por violência doméstica em vários países da Europa e por 100 mil habitantes (em 2017), e Portugal nem aparece na estatística, por irrelevância. Espanha tem 0,12 mortes por 100 mil habitantes. No entanto, quem ouvir a jornaleira Santiago, parece que Portugal é o inferno da mulher.

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A jornaleira Santiago defende as “quotas de género”, independentemente do mérito individual.

Ou seja, ela defende a ideia segundo a qual “a igualdade de oportunidades dos indivíduos deve ser garantida por um Estado todo-poderoso que exigirá, finalmente, a igualdade de rendimentos independentemente do mérito” o “liberalismo” descambou no seu contrário. E ainda, por cima, a estúpida escreve um livro sobre o assunto.

A chamada “lei da paridade”, que a referida jornaleira defende, é um regresso ao comunismo por outros meios e vias — é a negação do mérito através das “quotas de género” neo-leninistas, é a garantia administrativa (por um Estado leviatão) de rendimentos independentemente do mérito, é a contribuição fatal para o descalabro das economias da Europa.

Finalmente, a jornaleira com baixo Coeficiente de Inteligência entra pela vulgaridade do insulto indefinido: berra ela: “sexistas!, transfóbicos!, homofóbicos!, racistas!,” etc..

O “insulto indefinido” é aquele que pode ser utilizado subjectivamente em qualquer circunstância, independentemente do contexto, e a bel-prazer da Esquerda. É uma espécie de estigma irracional, como a que existiu na Idade Média na caça às bruxas.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Eu não vou tão longe... mas o professor Aguilar tem alguma razão


O Observador é um jornaleco sem credibilidade maior; e é no contexto dessa parca credibilidade que o Observador publica esta notícia acerca do professor de Direito Francisco Aguilar.

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Vemos aqui outra notícia (ver ficheiro PDF), mais elaborada, que também fala do referido professor. A verdade é que o professor Aguilar compara o “feminismo político”, por um lado, e o “nazismo”, por outro lado.

O “feminismo político” é coisa diferente da minha hipotética vizinha feminista que “assapa” no marido; mas é claro que este tema é demasiado complicado para os jornaleiros do Observador.

Mulheres feministas (“com testículos”), sempre existiram; mas o “feminismo político” é um fenómeno social recente que decorre da evolução (¿ou será “involução”?) do pensamento marxista (desde o conceito de “mulher” e do “casamento”, segundo Engels) até ao Pós-modernismo ideológico actual.

Paradoxalmente, a descrição do feminino, vindo da parte de um professor cristão, coincide essencialmente com a descrição das mulheres vindas do anti-cristão Nietzsche. O professor cristão acaba concordar com Nietzsche ateu no que respeita às mulheres.

Eu não vou tão longe...

… mas, a verdade é que o Feminismo Político tem contribuído para destruição do tecido e coesão sociais — isto é um facto! —, contribui para a atomização da sociedade e para a extrema dependência do cidadão em relação ao Estado; e por isso, o Feminismo Político deve ser considerado um alvo ideológico a abater por parte de qualquer cidadão bem-formado.

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feminismo-e-isto-webQuando o professor confunde o Feminismo Político, por um lado, e a “mulher” entendida individualmente, por outro lado, ele caiu na armadilha montada pelo marxismo cultural.

O marxismo cultural  — ou “politicamente correcto” — tende a negar as (diferentes) categorias da Realidade, mediante (através de) um nominalismo radical e absoluto que pulveriza ad infinitum a categorização do universal que caracteriza necessariamente o pensamento científico. O marxismo cultural (a Esquerda actual) é, por sua própria natureza, anti-cientifico.

A negação (ou o esbatimento) das categorias universais da realidade — que é característica do nominalismo radical do politicamente correcto — tende a impôr, na cultura antropológica, um relativismo ético insidioso que cria uma sociedade de emasculados e cobardes.

Todo o edifício actual do Direito é construído tendo como base fundamental as teorias de Engels (mutatis mutandis, de Marx) acerca da família — e isto é tão evidente que até escandaliza o mais incauto observador. Mas a culpa disto não é das mulheres: é culpa de uma ideologia que foi preferencialmente pensada, adoptada e propalada por homens.

O Feminismo Político é uma ideologia de origem maioritariamente masculina.

Apesar do discurso hiperbólico e exagerado, e de analogias indevidas, a tese do professor Aguilar é uma “pedrada no charco” no contexto da cultura vigente — ou seja, parece-me que o exagero e a hipérbole utilizadas pelo professor tiveram a função de tornar socialmente visível o problema da “marxização” crescente da cultura ocidental.

Se o professor tivesse sido “meigo” nos conceitos e nas palavras, não teria a atenção que teve nos me®dia; e, neste sentido, o professor foi inteligente.

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

domingo, 19 de julho de 2020

Engels foi o bisavô do marxismo cultural


Podemos ler aqui uma crítica pertinente a um livro de uma feminista, de seu nome Lúcia Vicente.

Eu não lerei o livro, certamente, por uma razão: quase tudo o que as feministas pós-modernas gritam está condensado em um livrinho de Engels: “A origem da família, da propriedade e do Estado” (a minha edição é de 1976). A primeira edição do livro é de 1884.

Ao ler o artigo crítico de Lúcia Vicente emA incongruente utopia feminista”, fui identificando, ponto por ponto, algumas teses defendidas por Engels na obra “A origem da família, da propriedade e do Estado”. A julgar pela referida crítica, as teses de Lúcia Vicente têm mais de um século.

engels-familia-webO livro de Engels está cheio de contradições, que não serão abordadas aqui e agora.

Este livro de Engels é a base ideológica do ataque à família natural por parte do marxismo cultural de que faz parte a Lúcia Vicente. Porém, as teses de Engels ou são a-históricas (não têm fundamento histórico, ou seja, são especulações “antropológicas” puras), ou são absurdas (não têm qualquer fundamento na realidade).

No livro, Engels defende (por exemplo) a legitimidade do incesto (na página 59), desde que enxertada na “Gens do direito materno” (conceito de “Gens” segundo Engels: círculo fechado de parentes consanguíneos por linha feminina, que não se podem casar uns com os outros); ou seja, segundo Engels, fora da Gens, o incesto é legítimo.

O ataque feminista (e marxista cultural) ao “homem branco, ocidental, rendimento acima da média, heterossexual”, tem a ver essencialmente com o ataque que Engels faz ao indivíduo (enquanto célula humana): “não são os indivíduos, mas os grupos inteiros que estão casados uns com os outros, classe com classe [página 58].

Segundo Engels, a união conjugal em massa (o “matrimónio grupal”) “não é tão monstruoso como o figura a fantasia dos filisteus, acostumados à sociedade da prostituição” [pág 60]. Verifica-se aqui, por exemplo, como Engels mistura alhos com bugalhos, e o “antropólogo”  faz juízos de valor.

A ideia de Engels segundo a qual, em uma comunidade, todas as mulheres e homens são de uns e doutros (comunismo sexual) em uma cultura de predominância matriarcal, não foi adoptada por Lenine; mas foi ideologicamente adoptada pela Escola de Frankfurt em geral, e em particular por marxistas como Marcuse e/ou Wilhem Reich (entre outros).

Segundo Engels, o homem só é livre quando abandona os seus laços familiares (tradicionais e naturais ) para que surja a horda [página 45]; segundo Engels, a horda é a forma social mais elevada [página 46]; segundo Engels, a horda opõe-se à família. O conceito de “horda” (que Engels foi buscar ao autor E. Espinas, “Sociedades Animais”, 1877), passa (em Engels) a ter uma conotação de “comunitarismo”, “colectivismo”, em oposição ao (horroroso) individualismo.

Para Engels, a “guerra” contra o “individualismo” começará com a destruição da família monogâmica (ou aquilo a ele chamou de “família sindiásmica”). Contudo, Engels incorre flagrantemente em uma falácia de apelo à natureza (quando coloca, em uma mesma categoria ontológica, macacos e seres humanos).

A defesa de uma sociedade matriarcal (em alegada oposição à sociedade patriarcal) está directamente ligada à seguinte tese de Engels (página 55):

“Em todas as formas de famílias por grupos, não se pode saber com certeza quem é o pai de uma criança, mas sabe-se quem é a mãe. Ainda que ela (a mulher) chame filhos seus a todos os da família comum, e tenha deveres maternais para com eles, nem por isso deixa de distinguir os seus próprios filhos entre os demais.

É claro, portanto, que em toda a parte onde existir o matrimónio por grupos, a descendência só pode ser estabelecida pelo lado materno, e por conseguinte apenas se reconhece a linhagem materna.”

A este conceito (matrimónio por grupos), Engels chama de “direito materno”.

Ora, na medida em que o “direito materno” — ou seja, a sociedade matriarcal das “famílias por grupos” — anula o indivíduo macho em favor da horda, Engels considera que o matrimónio por grupos — que é a união conjugal em massa de toda uma classe de homens com toda uma classe de mulheres — é mais positivo do que o casamento monogâmico (página 60).

A grande preocupação de Engels é a destruição cultural do conceito de “indivíduo macho em favor do colectivo.

O conceito de “lar comunista” (pág. 64), segundo Engels, significa “predomínio da mulher no lar” [pág 64]: o homem sai de casa por ordem da mulher [pág 65]. Ora, este lar comunista e matriarcal depende da abolição da exclusividade das relações sexuais (com relação a um determinado homem) na cultura antropológica e por parte da mulher (“o fim do matriarcado imprime um rápido desenvolvimento da monogamia” [pág 80].).

“O desmoronamento do direito materno (ou seja, o desmoronamento do matrimónio grupal) foi a grande derrota histórica do sexo feminino em todo o mundo” (Engels, ibidem, página 76).

No livro, Engels faz comparações sistemáticas entre entre a cultura ocidental, por um lado, e alegadas culturas pré-históricas, por outro lado, invocando uma série de antropólogos do século XIX (como se a antropologia fosse uma ciência exacta). Trata-se de uma obra de um “antropólogo” amador.


As ideias fundamentais propaladas pelas feministas radicais (da laia da Lúcia Vicente) desenvolveram-se a partir de Engels. Engels foi o bisavô do marxismo cultural.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Ó Diogo Faro: levanta esse focinho!, e fareja!


Um palerma, de seu nome Diogo Faro, escreve o seguinte:

“A Cristina [Miranda] é anti-feminista, logo, essencialmente é contra a igualdade de género.”


pass-auf-ao-burro-webOu seja, o asno parte do princípio de que as feministas [em geral] são “a favor da igualdade de género”.

Desde logo, não sabemos o que ele quer dizer com “igualdade”: ¿será que “igualdade”, na opinião do burro, é o “direito” da mulher a ter um pénis? — porque se a uniformidade sexual dos dois sexos for um critério de igualdade, nem vale a pena continuar a “cumbersa”!

Se as feministas (em geral) fossem a favor da igualdade de direitos naturais dos dois sexos” (é nisto que consiste verdadeiramente a “igualdade de género”), então seriam elas (as feministas) as primeiras a criticar a condição feminina nos países de maioria islâmicao que não acontece!, devido à aliança entre Karl Marx e Maomé.

O chamado “feminismo” é um instrumento ideológico e de acção política do neomarxismo.

Ao lermos o texto todo do burro Diogo, verificamos o enorme problema de indigência cognitiva em Portugal: é gente desse calibre que controla a política e os me®dia!

É caso para dizer: Ó Diogo Faro: abre esses olhos, mula! Levanta esse focinho, e fareja!


Nota: embora o textículo do asno em epígrafe seja de 8 de Fevereiro de 2020, o texto original da Cristina Miranda é de 4 de Março de 2019.

domingo, 22 de setembro de 2019

A Maria João Marques é um dos píncaros da intelectualidade portuguesa de “direita”


Publico aqui em baixo um tuite do humorista Rui Cruz, em que podemos ver uma imagem da interacção da Maria João Marquês — uma escriturária do blogue da “direita liberal” Insurgente e do jornal de “direitinha” O Observador — com um indivíduo do sexo masculino, acerca do feminismo:

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Note-se que a Maria João Marques bloqueou-me no Twitter — não porque eu tivesse comentado qualquer coisa acerca dela no Twitter, mas sim pelo que eu escrevi neste blogue acerca das ideias dela (ver a categoria “Maria João Marques”).

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Contudo, é deste tipo de gente que se alimenta a "Direitinha" portuguesa — a "Direitinha" do PSD do Rui Rio e da “Aliança” do Pedro Santana Lopes; a "Direitinha" do Bilderberger Pinto Balsemão que tem sustentado o José Pacheco Pereira que afirma que “o PSD é de esquerda”; a "Direitinha" do CDS da Assunção Cristas, do gayzista Adolfo Mesquita Nunes e do espertalhão Michael Seufert que são a “quinta coluna” da Esquerda no CDS e que fecham a Esquerda à direita; ou a "Direitinha" do “Telmo Três Nomes” do Blasfémias, que se distingue de um qualquer militante do Bloco de Esquerda apenas porque aquele defende a propriedade privada dos meios de produção.

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É desta merda que é feita a Direita em Portugal.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

A Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita


“Arte feminista” imposta a crianças (vejam a expressão corporal dos rapazes): é a Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita.


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terça-feira, 12 de março de 2019

No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.

 

Leio esta notícia : ″Sexo sem consentimento é violação.″ PAN e BE pedem alteração à lei.


Para mim, é perfeitamente claro que “sexo sem consentimento é violação”.

O problema que se perfila é o de que a Esquerda pretende que o conceito de “sexo sem consentimento” dependa exclusivamente da subjectividade da mulher e da sua declaração unilateral de “não-consentimento”.


No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.


Ou seja: parece-me que, segundo a lei do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) e do Bloco de Esquerda (a que se junta o Partido Socialista de António Costa, e provavelmente o partido de Esquerda que é o PSD de Rui Rio), basta que a mulher afirme que não houve consentimento para um determinado acto (hétero) sexual — e mesmo que não exista qualquer tipo de violência ou coacção! — para que o homem possa apanhar 5 anos de prisão.

Se eu estiver errado no meu raciocínio, por favor corrijam-me!.

Se o meu raciocínio estiver correcto, o que a Esquerda pretende é — pura e simplesmente — instituir a estigmatização social do homem heterossexual, criminalizando o simples desejo sexual masculino e natural em relação às suas esposas e namoradas, fazendo com que as experiências sexuais negativas de algumas mulheres feministas se transformem em “abuso sexual” generalizado por parte dos homens, concedendo às feministas na política o Poder escorado em leis sancionadoras que determinem a natureza de toda e qualquer interacção (sexual e não-sexual) entre homens e mulheres.

Como diz Janice Fiamengo : “o poder de definir a realidade é o maior Poder que é possível ter, e o que o feminismo pretende é retirar ao homem a capacidade de ter voz, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

As empresas privadas vão começar a evitar contratar mulheres

 

Devido à nova lei feminazista que faz da denúncia feminina (contra os patrões) uma força política persecutória em relação às empresas privadas, é de esperar que as empresas privadas pensem duas vezes antes de contratar uma mulher.

A Esquerda é de tal forma “feminazista” que acaba por prejudicar as mulheres.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular”
(Nicolás Gómez Dávila).


A mulher do Frankenstein escreve aqui:

“Os homens ganham cerca de mais 26,4% do que as mulheres, uma média de 670 euros a mais.”

Mas ela não diz aonde foi buscar aquela percentagem; e até fico surpreendido como ela não diz que a percentagem é (por exemplo) de 24,4967889877765444% !

“Quando uma mulher encaixa nas estatísticas, ela já não serve para novelas” (ibidem). Ora, do que a mulher do Frankenstein fala é de uma “novela” (de uma narrativa ficcionada), onde a estatística é concebida para manipular.

O que é assustador é o facto de uma mulher qualquer poder subjectivamente chegar à conclusão de que (alegadamente) ganha menos do que o seu colega homem — independentemente das diferenças de funções desempenhadas por ambos —, fazendo uma denúncia ao Estado e trazendo problemas inúteis para qualquer empresa privada.

A mulher do Frankenstein

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

“É inevitável que haja escândalos”

 

Um excelente artigo acerca dos me®dia e a violência doméstica, no Porta-da-Loja.

Em França, 1 mulher é morta pelo seu parceiro a cada 3 dias, o que dá uma média de 120 mulheres mortas por ano. Eu não sou (nem de perto, nem de longe) especialista na matéria, mas seria preciso saber qual é o “salto psicológico” que permite que se passe da mera lambada (da vulgar violência doméstica) para o assassinato do cônjuge; ¿quais são as causas desse “salto psicológico”? — mesmo sabendo que cada ser humano é único e irrepetível, devem existir categorias de nexos causais objectivos que permitam explicar o fenómeno do referido “salto psicológico”.

O que me parece é que a repressão (biológica, psicológica, social, cultural, legal) sobre o homem não ajuda a resolver o problema — como se pôde constatar em Espanha, onde a repressão sobre o homem teve um efeito contrário e fez aumentar os assassinatos de mulheres.

“É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa!” (S. Lucas, 17, 1).

Cipolla, através d' As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio) que faz com que seja impossível eliminar totalmente o assassinato de mulheres pelos seus companheiros (“é inevitável que haja escândalos”).

O que podemos fazer é estudar as causas (sociais, culturais, biológicas), do fenómeno e atacar o problema sem humilhar o homem em geral. O que a classe política portuguesa está a fazer é seguir o exemplo das políticas de Espanha, que se revelaram improfícuas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O Bloco de Esquerda é um partido político inimigo do Estado de Direito

 

Uma das características do Estado de Direito é a presunção de inocência — a pessoa é inocente até eventual prova em contrário transitada em julgado; mas é exactamente a presunção de inocência que o Bloco de Esquerda pretende ver eliminada do ordenamento jurídico português.

“(…) a deputada do Bloco, Sandra Cunha, cuja bancada fez descer sem votação a sua proposta para alterar a tipificação do crime de violação de modo a incluir nele qualquer acto sexual sem consentimento da vítima (...)”

Deputadas esgrimem argumentos sobre quem é mais contra a violência de género (ver aqui ficheiro PDF)


Para o Bloco de Esquerda, basta que uma mulher aponte o dedo a um homem (que pode até ser o homem com quem vive, ou tem vivido em união -de-facto, ou mesmo casada) e afirmar que foi violada por ele, para que a presunção de inocência não se aplique a esse homem. Deixemo-nos de tretas: é isto que o Bloco de Esquerda pretende.

O que se pretende é criminalizar ontologicamente o macho: o homem padece de um pecado original que é o de ter nascido com pénis.

O Bloco de Esquerda diz que “é necessário alterar a lei para garantir que a violação é um acto de violência em si”.

O que o Bloco de Esquerda pretende dizer com isto é que a presunção de inocência deve ser retirada ao homem (pelo facto de ser homem) — porque, de outro modo, a não faz qualquer sentido o conceito de “garantir que a violação é um acto de violência em si”, porque o crime de violação já existe no Código Penal com pena de prisão de 3 a 10 anos.

Mas o Bloco de Esquerda pretende ir mais longe : criminalizar o pretenso e alegado acto sexual conjugal a pedido da mulher — dar total liberdade à mulher para cilindrar a presunção de inocência do homem, e assim tramar um homem sempre que ela quiser; trata-se de conceder à mulher a possibilidade da perpetrar um acto gratuito (total isenção da presunção de inocência) judicialmente protegido contra qualquer homem, e sempre que ela quiser.

Vemos neste vídeo, em baixo, o ideal do macho segundo o Bloco de Esquerda : o futuro do homem português: os “camarados” do Bloco, depois de serem libertados da “masculinidade tóxica” e do “privilégio branco”.

 

Quando o Bloco de Esquerda defende o fim da presunção de inocência por uma questão política de engenharia cultural e social, o Bloco de Esquerda justifica automaticamente qualquer acto de violência contra os seus deputados e militantes.

O Bloco de Esquerda e os seus militantes passam a ser alvos legítimos de violência, em uma lógica de auto-defesa contra uma lei injusta que criminaliza o homem mediante um acto gratuito ou capricho político feminista.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Os “homens feministas” e a “feminização da sociedade”

 

feminist-male-web4Há por aí uma certa confusão entre a ideia de que “Portugal, a Europa e o mundo só têm a ganhar com o aumento da participação do género feminino na vida pública, na vida política, na vida empresarial, na vida académica, na vida cultural e na vida social em geral”, por um lado, e a ideia de feminização da sociedade”, por outro lado.

Dou o exemplo de Esparta, onde as mulheres em geral participavam activamente na vida pública e política, e muitas delas eram proprietárias de terras (o que era inconcebível na Antiguidade, onde a propriedade das terras era exclusiva dos homens), e nem por isso a sociedade espartana era “feminizada”.

Ou seja, não há qualquer relação de nexo causal entre uma coisa e outra — excepto na cabeça de indigentes mentais que escrevem nos me®dia, como é o caso de um tal Feliciano Barreiras Duarte.

feminist-male-web3Não só a “feminização da sociedade” não é condição necessária a uma melhor participação da mulher na vida social e política, como até é prejudicial à sociedade — porque rompe o equilíbrio da influência dos dois sexos na sociedade, e que é naturalmente necessária à sociedade.

Portanto, vamos acabar com essa falsa dicotomia (esse maniqueísmo politicamente correcto) segundo o qual é necessário que a sociedade se “feminize” para que a mulher ganhe importância na vida pública e política.

 


Cada vez mais me convenço que um social-democrata é um socialista; e que um socialista é um marxista mais ou menos disfarçado ou declarado. E cada vez mais me convenço que Rui Rio é uma charada indecifrável, ou então o superlativo absoluto simples do cinismo.


feminist-male-web2O que indigentes mentais, como é o caso do supracitado, nos querem fazer crer é que o homem e a mulher são intermutáveis [tanto faz ser uma mulher a desempenhar uma determinada função, como um homem] — e por isso é que o homem se quer efeminado, ou, no mínimo, “feminizado”. É nesta premissa fundamental que assenta o conceito da bondade da “feminização da sociedade”.

É baseada neste conceito de “intermutabilidade dos dois sexos” que o próprio sexo biológico (que foi cientificamente verificado e confirmado) é negado pela facção mais radical do politicamente correcto; mas, é óbvio que a defesa da “intermutabilidade dos dois sexos” só poderia conduzir à negação dos dois sexos...!

Ora, o que não é, de modo nenhum, espantoso, é que mentecaptos daquela estirpe (o supracitado) não se tenham dado conta da relação entre as duas coisas: por um lado, o idiota defende claramente a intermutabilidade dos dois sexos, e por outro lado, o burro critica quem nega a existência biológica dos dois sexos. Cretino qb.

Homens e mulheres não são intermutáveis (o neoliberalismo e o marxismo dizem que sim); e a diferença não é sinónimo de hierarquia (o marxismo cultural diz que sim).

feminist-male-web1“Feminização da sociedade” é um conceito que só pode vir da mente de um atrasado mental que “aprendeu umas coisas” que “colou com cuspe” nos dois neurónios que possui.

“Feminização da sociedade” significa “desequilíbrio da sociedade”, e esse desequilíbrio conduz inexoravelmente a um enfraquecimento da sociedade, tornando-a vulnerável a condicionamentos externos, como está a acontecer aos países da Europa ocidental.

E, ademais, é evidente que a defesa política da “feminização da sociedade” é um fenómeno ocidental de cariz marxista (que vem de Engels e do seu conceito de “família”), e não é um fenómeno “mundial”, como afirma o estúpido.


Adenda: temos verificado que os “homens feministas”, que defendem a “feminização da sociedade”, são (em geral) os maiores predadores sexuais das mulheres, como aliás temos visto recentemente com os acontecimentos na Esquerda americana e em Hollywood.

domingo, 15 de julho de 2018

Quando vejo mulheres destas, questiono-me sobre a diferença de inteligência entre membros dos dois sexos

 

MAFALDA COUTINHO
Este texto é inacreditável (ver ficheiro PDF, para memória futura). Depois de o ler, por uma fracção de segundo pensei que as mulheres têm uma grave deficiência cognitiva.

FIFA CUMPIR ORDENS-web


O meu problema não é o de deixar de ver as “hot girls” nos jogos transmitidos pela televisão: o meu problema é o de saber o que vem a seguir a isto: ¿irão proibir os homens de olhar para as mulheres na rua?

Fico com pele de galinha e os pêlos eriçados quando se defende, na praça pública (embora no pasquim Púbico), que se deve proibir alguma coisa porque alguém exerce a sua liberdade de uma forma inócua: as “hot girls” são livres de se manifestarem nos estádios, mas as televisões devem censurar as “hot girls”. Ou seja, as feministas tratam as mulheres como sendo irracionais ou com cérebro de galinha, e por isso as feministas defendem a censura da expressão pública das próprias mulheres.

A ideia segundo a qual as “hot girls” são a causa de “assédio” nos estádios, só pode vir de uma mente com uma grave deficiência cognitiva. E, a julgar pelo que foi escrito por aquele supracitado galináceo, em um Mundial que teve muitas centenas de milhares de espectadores nos estádios, houve 30 casos de assédio. TRINTA CASOS.

As abéculas que defendem que as “hot girls” desapareçam das imagens de futebol, são as mesmas que defendem a violência da Ideologia de Género sobre as crianças através da manipulação política do Ensino e da educação.

A ideia segundo a qual se pode conduzir uma sociedade à perfeição e à “igualdade” por intermédio do Direito Positivo, só pode vir de atrasados mentais. As “elites” não aprenderam nada com o sanguinário século XX.

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

A irracionalidade da ideologia dominante

 

O João Miguel Tavares escreveu o seguinte acerca do feminazismo português representado, por exemplo, pelo assalto da Isabel Moreira ao Partido Socialista :

“(...) esta pequena elite que pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma influência significativa junto do poder político. O clube de Isabel Moreira, da CIG, das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição escrutinava os sussurros dos cristãos-novos”.

Exactamente porque penso que o João Miguel Tavares tem razão, é que eu tenho perdido algum tempo com escritos acerca da Isabel Moreira — porque, de resto, não lhe reconheço (a ela) qualquer autoridade intelectual (de direito e/ou de facto) para discutir qualquer coisa que não seja a discricionariedade política do actual Direito Positivo português que cria normas a partir de factos.

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«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica (dominante) deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


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Esta citação de Eric Voegelin mantém-se actual.

JPP-ZAROLHOA “ideologia dominante” é hoje protagonizada principalmente pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Socialista, com alguma extensão no PSD através do Bando dos Seis1 e pela maçonaria irregular (Grande Oriente Lusitano), orientados politicamente pelo Rui Rio e ideologicamente pelo José Pacheco Pereira.

A verdade é que não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes da actual ideologia dominante — como escreveu Vladimir Volkoff:

o chamado “marxismo cultural” (ou “utopia negativa”) representa a entropia do pensamento político, e como tal, é de impossível definição dado que carece de um verdadeiro e consensual conteúdo.

Daí a dificuldade do José Pacheco Pereira (o mais lúcido deles todos) em definir uma linguagem ideológica comum. Como vimos com a sua posição acerca da eutanásia, o Partido Comunista está fora da actual ideologia dominante.

A actual entropia do pensamento político — eloquentemente representado pela Isabel Moreira e por apedeutas como, por exemplo, Catarina Marcelino, entre outras — manifesta-se por intermédio de um maniqueísmo irracional e arbitrário que depende dos humores circunstanciais dos protagonistas da ideologia dominante.

Em contraponto, o combate contra a irracionalidade (a irracionalidade voltou a estar na moda, depois do nazismo e do estalinismo) da ideologia dominante deve enformar-se em uma comunidade de linguagem racionalizada — e não apenas fundar-se no conceito subjectivo de “liberdade individual”.

A tentativa de controlo da linguagem, por parte da ideologia dominante, é atabalhoada e irracional; mas é, ainda assim, perigosa — porque não se trata apenas de “controlo da linguagem” (como escreve aqui o Miguel Pinheiro), mas antes de uma tentativa de imposição arbitrária e discricionária de uma linguagem que não é exactamente definida a priori. Entramos já no domínio de uma esquizofrenia cognitiva das “elites” que pretendem definir a ideologia dominante.


Nota
1. Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Adão Silva, Cristóvão Norte, Margarida B. Lopes e Duarte Marquês