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sexta-feira, 7 de maio de 2021

Isabel Moreira, uma comissária política do Totalitarismo de Veludo


A Isabel Moreira faz parte do comissariado político do Totalitarismo de Veludo — a par de gente como José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Fernanda Câncio, entre outra.

A missão dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo é o de formatar (perante a opinião pública) a imagem inócua da camada exterior da “cebola totalitária”, segundo o conceito elaborado por Hannah Arendt:

«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.»

→ (Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)

maria-joao-marques-web

A Isabel Moreira escreveu um texto em que glorifica o Estado de Direito, em detrimento do activismo esquerdista de gente do tipo da Maria João Marques: aparentemente (e só aparentemente), a ideia da Isabel Moreira é a de separar o movimento #MeeToo, por um lado, do radicalismo político maniqueísta marxista cultural, por outro lado — em suma: a Isabel Moreira pretende separar o que é inseparável, o que revela a tentativa da Isabel Moreira de “palatalizar” o radicalismo político do movimento #MeToo através da possibilidade da “ficção de um mundo normal” em que reinaria (putativamente) o Estado de Direito.

Defender o movimento #MeToo (enquanto maniqueísmo e segundo o conceito de “tolerância repressiva”) e, simultaneamente, defender o Estado de Direito (como faz a Isabel Moreira), é uma contradição em termos.

Essa contradição (inconfessa e inconfessável) tem como objectivo tornar o movimento #MeToo aceitável na opinião pública (crítica- e logicamente), através de um processo político em que se “desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces” (da cebola totalitária), “e o de um radicalismo extremo noutra”.

Não se deixem “comer de cebolada” pela bruxa.

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domingo, 4 de agosto de 2019

Boicote à Gillette


« Gillette está de capa caída. La campaña publicitaria The Best Men Can Be ha hecho mella en las cuentas de la multinacional. Caricaturizar a los hombres en el spot y dejarlos a la altura del betún para congraciarse con el movimiento "feminista" #MeToo les ha salido muy caro. Mucho.

El fabricante de las cuchillas de afeitar de Gillette, Proctor & Gamble, presentó unas pérdidas de 5.241 millones de dólares (4.699 millones de euros) entre abril y junio, último trimestre de su año fiscal, después de contabilizar un cargo negativo extraordinario de 8.345 millones de dólares (7.482 millones de euros) por la devaluación del valor de las maquinillas de Gillette. »

Gillette sufre pérdidas millonarias tras atacar a los hombres en su spot sobre 'la masculinidad tóxica'


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segunda-feira, 11 de março de 2019

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

sábado, 5 de maio de 2018

A hipocrisia do movimento 'feminista' #metoo

 

Não sou que o digo: são mulheres intelectuais (coisa rara, aliás).

Desde logo uma conferência no Hillsdale College (Michigan, EUA) conduzida por Heather Mac Donald. Podem ver aqui a conferência toda, e em baixo um extracto da dita.

 

Vemos aqui uma intervenção pública da inglesa Melanie Philips acerca do mesmo assunto. E a professora universitária canadiana Janice Fiamengo faz a crítica do movimento #metoo e até do feminismo. E isto para não falar na crítica da feminista (de segunda geração) Germaine Greer ao movimento #metoo.

Mas, em Portugal, vemos mulheres estúpidas — por exemplo, uma tal Ana Sousa Dias — que escrevem nos me®dia e fazem a apologia do #metoo.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A feminista Germaine Greer acerca do movimento #MeToo

 

“Subir as saias e abrir as pernas equivale a consentimento sexual” — diz a feminista Germaine Greer.

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