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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Os “homens feministas” e a “feminização da sociedade”

 

feminist-male-web4Há por aí uma certa confusão entre a ideia de que “Portugal, a Europa e o mundo só têm a ganhar com o aumento da participação do género feminino na vida pública, na vida política, na vida empresarial, na vida académica, na vida cultural e na vida social em geral”, por um lado, e a ideia de feminização da sociedade”, por outro lado.

Dou o exemplo de Esparta, onde as mulheres em geral participavam activamente na vida pública e política, e muitas delas eram proprietárias de terras (o que era inconcebível na Antiguidade, onde a propriedade das terras era exclusiva dos homens), e nem por isso a sociedade espartana era “feminizada”.

Ou seja, não há qualquer relação de nexo causal entre uma coisa e outra — excepto na cabeça de indigentes mentais que escrevem nos me®dia, como é o caso de um tal Feliciano Barreiras Duarte.

feminist-male-web3Não só a “feminização da sociedade” não é condição necessária a uma melhor participação da mulher na vida social e política, como até é prejudicial à sociedade — porque rompe o equilíbrio da influência dos dois sexos na sociedade, e que é naturalmente necessária à sociedade.

Portanto, vamos acabar com essa falsa dicotomia (esse maniqueísmo politicamente correcto) segundo o qual é necessário que a sociedade se “feminize” para que a mulher ganhe importância na vida pública e política.

 


Cada vez mais me convenço que um social-democrata é um socialista; e que um socialista é um marxista mais ou menos disfarçado ou declarado. E cada vez mais me convenço que Rui Rio é uma charada indecifrável, ou então o superlativo absoluto simples do cinismo.


feminist-male-web2O que indigentes mentais, como é o caso do supracitado, nos querem fazer crer é que o homem e a mulher são intermutáveis [tanto faz ser uma mulher a desempenhar uma determinada função, como um homem] — e por isso é que o homem se quer efeminado, ou, no mínimo, “feminizado”. É nesta premissa fundamental que assenta o conceito da bondade da “feminização da sociedade”.

É baseada neste conceito de “intermutabilidade dos dois sexos” que o próprio sexo biológico (que foi cientificamente verificado e confirmado) é negado pela facção mais radical do politicamente correcto; mas, é óbvio que a defesa da “intermutabilidade dos dois sexos” só poderia conduzir à negação dos dois sexos...!

Ora, o que não é, de modo nenhum, espantoso, é que mentecaptos daquela estirpe (o supracitado) não se tenham dado conta da relação entre as duas coisas: por um lado, o idiota defende claramente a intermutabilidade dos dois sexos, e por outro lado, o burro critica quem nega a existência biológica dos dois sexos. Cretino qb.

Homens e mulheres não são intermutáveis (o neoliberalismo e o marxismo dizem que sim); e a diferença não é sinónimo de hierarquia (o marxismo cultural diz que sim).

feminist-male-web1“Feminização da sociedade” é um conceito que só pode vir da mente de um atrasado mental que “aprendeu umas coisas” que “colou com cuspe” nos dois neurónios que possui.

“Feminização da sociedade” significa “desequilíbrio da sociedade”, e esse desequilíbrio conduz inexoravelmente a um enfraquecimento da sociedade, tornando-a vulnerável a condicionamentos externos, como está a acontecer aos países da Europa ocidental.

E, ademais, é evidente que a defesa política da “feminização da sociedade” é um fenómeno ocidental de cariz marxista (que vem de Engels e do seu conceito de “família”), e não é um fenómeno “mundial”, como afirma o estúpido.


Adenda: temos verificado que os “homens feministas”, que defendem a “feminização da sociedade”, são (em geral) os maiores predadores sexuais das mulheres, como aliás temos visto recentemente com os acontecimentos na Esquerda americana e em Hollywood.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

As elites actuais negam que a Natureza Humana seja universal e imutável

 

O sistema político coloca jovenzinhos a defender o indefensável; são os novos jornaleiros dos me®dia, totalmente manipulados pela ilusão da falácia ad Novitatem segundo a qual “tudo o que é novo é melhor do que é velho”. O jornalismo actual vive da ignorância, como é o caso, por exemplo, desta Marta F. Reis; e quanto mais ignorante e estúpido, melhor é o jornaleiro de serviço.

E depois temos gente radicalmente venenosa, como é o caso do João Semedo (Bloco de Esquerda); e tecnocratas ignorantes que assaltam o Poder, como é o caso de Rui Rio (Partido Social Democrata). Gentalha desta espécie representa o Poder globalista que determina os rabiscos do jornalismo ignorante da laia da Marta F. Reis.


Tudo começa com a deturpação do significado da palavra “autonomia”; o significado de “autonomia” é decepado por uma cambada de filhos-de-puta que inclui os dois nomes acima referidos. Para sabermos o que é “autonomia”, teríamos que saber o que é a Natureza Humana; mas os cabrões que comandam politicamente os nossos destinos recusam essa definição.

Recusando definir a “Natureza Humana” — o que é o mesmo que recusar definir “pessoa — os políticos cabrões que temos (acolitados por um jornalismo de merda) passam a identificar a “protecção das liberdades”, por um lado, com a “protecção das pessoas”, por outro lado, como se fossem conceitos idênticos. E, ademais, o “respeito pelas pessoas” passa a ser a mesma coisa que “respeito pela autonomia”: é isto que estes filhos-de-puta (da laia acima referida) defendem.

Ou seja, para a elite política, para os me®dia, e para os radicais que parecem querer controlar a medicina, é mais importante o respeito por um princípio (autonomia) do que o respeito pela pessoa propriamente dito.

A Natureza Humana (o conceito de “pessoa”) é, assim, escondido; passa para segundo plano, para que a ideia de “autonomia” deixe de ser humanizada e humanizante. O estatuto moral da acção passa a ser democrático; grosso modo: por exemplo, se a maioria defender a ideia segundo a qual um recém-nascido pode ser assassinado pela mãe, então esse acto passa a ser validado moralmente.

À luz do pensamento desses filhos-de-puta da elite política, a dignidade humana deixou de ser inata; e para isso, os cabrões que nos governam criam mitos científicos para “proteger o nosso direito à autonomia”, sendo que a autonomia passou a ser maior e mais importante do que a própria verdade.

No fundo, do que se trata é de uma rebelião contra a Natureza Humana através do apelo à superioridade dos sentimentos sobre a Razão. É a vontade subjectiva das elites acima da Natureza. É a negação da ideia segundo a qual a Natureza Humana é universal e imutável.

sábado, 18 de março de 2017

O jornalismo de sacanas

 

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o jornal Público.

O jornal Púbico tem uma tiragem de cerca de 13.000 unidades diárias — o que significa que está tecnicamente falido; quem está a sustentar este jornal de Esquerda é o capitalista Belmiro de Azevedo & Filho. Vemos, com perplexidade, um capitalista a subsidiar a propaganda radical de Esquerda: chegará a hora em que irão “chiar”, mas será tarde. Ainda iremos ver o senhor Paulo Azevedo a fugir para o Brasil.

Uma das características do jornal Púbico é escolha criteriosa de fotografias mal-paridas de determinadas personalidades, em relação a quem a direcção do jornal tem alguma animosidade especial. O semanário SOL está a imitar o jornal Púbico: vemos aqui em baixo a escolha da fotografia que o SOL faz sistematicamente em qualquer notícia de Joana Marques Vidal.

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É certo que, em Joana Marques Vidal, a cara não ajuda. Mas a escolha sistemática de determinadas “poses fotográficas”, que não favorecem a personagem, é própria de um jornalismo de sacanas.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O José António Saraiva está a ficar senil

 

“A escrita é uma convenção.”José António Saraiva

A ideia (estruturalista/estruturalismo) segundo a qual a escrita é um conjunto de sinais (convenção) que podem ser mudados por decreto-lei e a bel-prazer pelas elites políticas, é uma barbaridade modernista.

A convenção opõe-se à Natureza.

Uma convenção é o resultado de um acordo explícito ou tácito; em epistemologia, uma convenção é uma regra imposta livremente (Poincaré). O problema destas definições é o de que não é racionalmente possível separar completamente uma língua escrita, por um lado, da sua etimologia, por outro lado: a convenção opõe-se à natureza, e a etimologia é a natureza da língua (escrita).

Além disso, toda a convenção pressupõe já a linguagem etimológica, e por isso mesmo pressupõe já a sociedade natural.

E convém não confundir “convenção”, por um lado, com “convencionalismo”, por outro lado.

Em filosofia política, o convencionalismo é a ideia absurda segundo a qual todas as instituições e práticas humanas são o resultado de convenções, sem qualquer contribuição da Natureza (“O homem é a medida de todas as coisas → Protágoras). É a partir da ideia de “convencionalismo” que o José António Saraiva diz que a escrita é apenas um conjunto de sinais aleatoriamente seleccionados (Saussurre) — quando, em boa verdade, a escrita de uma língua culta é um conjunto de símbolos.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O saralho da Carrilho: o jornalismo bateu no fundo

 

“Há em Portugal, nos portugueses, uma tendência quase natural de jogar aos opostos. Se é isto, não pode ser aquilo também. Se se acredita em algo, não se pode aceitar que o contrário seja igualmente válido, apenas não objecto da nossa crença.

É assim, por exemplo, em relação aos artistas. Se é cantor, não pode ser actor também. Se trabalha com fado, não pode ter uma incursão noutro género, sob o risco de ser considerado traidor. E é assim também em assuntos bem mais fundamentais. Da vida e da morte”.

Sobre o direito a não ser julgado na morte ( Raquel Carrilho, jornalista)

Para a jornalista, aceitar ou não a eutanásia, é como ser cantor e não ser também actor. Ela coloca em um mesmo plano dos valores o desejo de dar um tiro na cabeça, por um lado, e o desejo de trabalhar com o fado e com outra música qualquer, por outro lado.

Quando nós acreditamos que a eutanásia é intrinsecamente negativa e não aceitamos que ela possa ser válida, trata-se de moral, em que o princípio é aquilo que comanda a acção sob a forma de regra ou de uma norma.

Ou seja, a moral tem princípios.

Por exemplo, se alguém disser à Raquel Carrilho que “a escravatura é coisa boa”, ela terá possivelmente o discernimento necessário para repudiar essa afirmação em nome dos seus (dela) princípios morais. Mas quando os princípios morais dela não coincidem com os de outros, ela compara os princípios morais dos outros a simples escolhas musicais.

Eu não conheço a Raquel Carrilho, e por isso não sei se ela é burra ou se é perversa.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Chego a duvidar da capacidade intelectual das mulheres

 

Parece-me certo que as mulheres, em geral, têm um qualquer problema com a lógica. Se não vejamos este trecho da Inês Pedrosa:

“A criação, na Alemanha, de carruagens de comboio só para mulheres é um sinal claro dessa cedência aos valores da desigualdade e da discriminação. Se um bando de neo-nazis decidir, uma destas noites, atacar negros ou judeus, os comboios alemães instituirão carruagens só para negros e só para judeus?

A Europa comporta-se cada vez mais como um clube privado que tem à porta o dístico: «reservado o direito de admissão». Em vez de exigir aos que pretendem viver nos seus países laicos, democráticos e liberais que subscrevam esses princípios básicos, põe-se a criar guetos; crescem os condomínios privados e securitários dos ricos, isolados dos bairros dos pobres e dos imigrantes, onde até existem cafés onde as mulheres não entram.”

¿E se fosse eu?

Por um lado, a Inês Pedrosa critica a criação (na Alemanha) de carruagens de comboio para mulheres e crianças (não só para mulheres!) 1, por causa da violência sexual vinda da parte dos imigrantes islâmicos.

Mas, logo a seguir, a Inês Pedrosa diz que “a Europa comporta-se cada vez mais como um clube privado que tem à porta o dístico: «reservado o direito de admissão»; logo no parágrafo seguinte!

No segundo parágrafo ela critica os guetos dos imigrantes (islâmicos, na sua maioria) na Europa; mas no primeiro parágrafo ela critica a protecção necessária das mulheres e crianças em relação à violência desses mesmos imigrantes.

A culpa não é da Inês Pedrosa: é do semanário SOL que lhe dá tempo de antena.


Nota
1. Note-se que existem carruagens para mulheres nos comboios do Japão e da Rússia, e não consta que haja nesses países violência imigrante.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O piropo dá prazer aos reles operários das classes baixas

 

A jornaleira Ana Paula Azevedo (seja ela quem for) escreve acerca da lei da piropofobia.

E concorda com a lei: “habituem-se”, diz ela.

“Ora, segundo qualquer bom dicionário de Português, o piropo é um elogio dos atributos físicos de alguém.

Tendo em conta a formulação equilibrada encontrada na nova lei, não se compreendem as dúvidas e as reacções inflamadas. Pelo contrário, têm aí a melhor protecção que podia ser dada ao piropo e a quem tem o direito de continuar a expressar o seu espanto por ver uma flor a andar - é uma questão de gosto.

Já os comentários de carácter exibicionista ou de teor sexual e em tom intimidatório dirigidos a um homem ou a uma mulher, rapaz ou rapariga, todos sabemos quais são - e são estes que passaram a estar, e muito bem, sob alçada da lei. Habituem-se.”

Ou seja, a jornaleira Ana Paula Azevedo faz a distinção entre piropo (que ela considera com sendo “um elogio dos atributos físicos de alguém”), por um lado, e “comentários de teor sexual”, por outro lado — o que significa que, para ela, “um elogio dos atributos físicos de alguém” não é “um comentário de teor sexual”.

Por aqui se vê o nível de quem escreve nos me®dia e da elite política lisboeta que comanda os nossos destinos.

Se eu disser: “Tens um corpinho de sereia”, estou a fazer “um elogio dos atributos físicos de alguém”. Mas, segundo a jornaleira, não se trata de “um comentário de teor sexual”. Ela consegue a proeza de separar os elogios aos atributos físicos de alguém, por um lado, dos comentários de teor sexual, por outro lado. É obra desenganada!

Thomas B. Macaulay escreveu o seguinte no século XIX (em relação a puritanismo dos Quakers) : “os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores”.

O politicamente correcto é uma nova forma de puritanismo. O piropo é proibido não porque uma mulher madura sofra com ele, mas porque dá prazer aos reles trabalhadores das classes baixas. Este puritanismo hipócrita e politicamente correcto estende-se ao feminismo: é proibido o piropo, mas pode-se abortar à fartazana a expensas do Estado.

domingo, 22 de novembro de 2015

"Et tu, Brute?": o enviesamento ideológico do semanário SOL

 

“Opção idêntica querem ter os republicanos dos EUA, prontos a abortar um programa de Barack Obama para receber refugiados sírios.

O PR, numa cimeira nas Filipinas, criticou a retórica dos adversários políticos, que querem sujeitar os refugiados a testes religiosos para lhes confirmar a cristandade: “Isso é ofensivo”, disparou Obama, que também ridicularizou quem quer tomar decisões baseando-se “na histeria e no exagerar dos riscos” - algo que só favorece a estratégia dos extremistas”.

semanário SOL


“This is just priceless. President Obama attempted to shame those who question whether it's intelligent or safe to allow thousands of Syrian refugees into the country, especially when there's 2,098 Muslims and just 53 Christians.

But can we just recall that a few months ago that the Obama administration ordered Iraqi Christians who arrived here in America to be sent back to Iraq where they will inevitably be persecuted again.”

Obama Said No to Christian Refugees

O que é muçulmano é melhor. Que se fodam os cristãos. A Esquerda e o Sol têm sempre razão.

domingo, 11 de outubro de 2015

O enviesamento da Comunicação Social portuguesa acerca da homossexualidade

 

Os me®dia, em geral, não são fiáveis. Mas em Portugal a sua fiabilidade é mínima. Vejamos um artigo do SOL:

“Um grupo de investigadores norte-americanos afirma que conseguiu desenvolver um teste que prevê a orientação sexual dos homens, lê-se no site da FOX News.

O teste é feito com base nos marcadores moleculares que controla o ADN. No entanto, os investigadores alertam para o facto de este exame ter várias limitações e não revelar respostas “definitivas”, revela o mesmo site.

O exame é feito com base em 37 pares de homens gémeos, em que um é gay e o outro heterossexual, e 10 pares em que os dois homens são homossexuais. O estudo descobriu que a presença de uma marca epigenética específica em nove áreas do genoma humano pode ajudar a prever a preferência homossexual com 70% de certeza”.

¿O que é o SOL pretende fazer? Confundir genética, por um lado, com epigenética, por outro lado, de modo a que se possa afirmar, na opinião pública, que “a homossexualidade é geneticamente determinada”.


Vejamos o que diz, sobre o mesmo tema, um jornal inglês:

Homosexuality may be triggered by environmental factors during childhood after scientists found that genetic changes which happen after birth can determine whether a man is straight or gay.

The finding is highly controversial because it suggests that some men are not born gay, but are turned homosexual by their surroundings. It also raises privacy concerns that medical records could reveal sexuality.

Scientists studied 37 sets of identical male twins, who were born with the same genetic blueprint, to tease out which genes were associated with homosexuality. In each pair, one of the twins was gay.

Only 20 percent of identical twins are both gay leading researchers to believe that there must be causes which are not inherited”.

O que o jornal inglês “diz” é o seguinte:

1/ é possível que a homossexualidade seja espoletada por factores ambientais/culturais (os homossexuais sabem muito bem disto, embora não o digam publicamente);

gemeas-web2/ as máquinas moleculares “sentem” as modificações do meio-ambiente; e depois produzem as respostas adequadas a essas modificações; e passam essas respostas às gerações seguintes através da epigenética que não tem nada a ver com a sequência do ADN.

A epigenética consiste no conjunto de mudanças cromossómicas estáveis e transmissíveis ao longo das gerações que não implicam alterações na sequência do ADN.

3/ Os comportamentos de um indivíduo podem ser transmitidos, através da epigenética, à sua prole — não só à geração seguinte, mas também às gerações que se seguem; mas esses comportamentos não são determinados geneticamente, ou seja, o “herdeiro epigenético” mantém a liberdade de não adoptar esses comportamentos.

Por exemplo, o neto de um alcoólico — por influência da epigenética — pode ter a tendência para ser alcoólico, o que não significa que esteja destinado, por uma espécie de determinismo genético, a ser alcoólico: ele mantém a liberdade de não optar pelo alcoolismo.

Ao contrário do que acontece com a sequência de ADN de uma pessoa, que mantém um determinismo natural, a epigenética não determina comportamentos de forma infalível ou necessária.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O josé cabrita saraiva e o nome de deus

 

O josé cabrita saraiva escreve o seguinte no semanário SOL (que cada vez mais se aproxima de um pasquim):

“No fundo pouco importa se escrevemos ‘Deus’, ‘deus’ ou ‘dEUS’, com ou sem maiúscula. Isso é uma questão que só pode ter algum significado para os homens - dependendo do maior ou menor grau de respeito que queiram demonstrar.

Achar-se que se se está a ser provocador ou impertinente ao escrever ‘deus’ é também uma crença bastante ingénua. Algumas pessoas poderão sentir-se atingidas (como eu, quando vi o cartaz da banda belga), mas quanto ao próprio - o omnipotente, omnipresente, ‘criador do Céu e da Terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis’ - não deve estar propriamente preocupado com as nossas palavras. E muito menos se escrevemos ou não o seu nome com maiúsculas.”

Deus não precisa de maiúsculas

O deus cristão não tem outro nome senão “Deus”. Deus é nome próprio Dele. Ora, se o nome próprio de Deus passa a ser “deus”, então o josé cabrita saraiva terá que ser coerente e escrever o seu (dele) em minúsculas. Com o Acordo Ortográfico, não seria grande problema.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A burrice da Inês Pedrosa

 

Não conheço a Inês Pedrosa e nem quero conhecer!. Sei que elas escreve umas coisas nos me®dia; e sei que é mulher. E sei que a Inês Pedrosa, a julgar por este texto, é burra (e loura).

“A frontalidade tem, no Vaticano como no resto do mundo, um escasso clube de fãs, pelo que o som dos aplausos a este discurso papal foi quase inaudível: os cardeais aos quais Francisco puxava as orelhas acusaram o toque prendendo o burrinho, não às estacas da caverna de Belém onde nasceu Jesus, mas uns aos outros.”

bdc-pbVamos fazer uma analogia que todos os portugueses podem perceber; e a analogia passa por uma pergunta: o presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho, quando foi para o FaceBook criticar violentamente o treinador e os jogadores do clube, ¿será que ele usou de frontalidade?

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Segundo o semanário SOL, “um cão conheceu Nova Iorque”

 

Talvez a maioria das pessoas que leu a “notícia” no semanário SOL, acreditou realmente que aquele cão “conheceu” Nova Iorque. Um dia destes poderemos ler uma “notícia” no SOL: “Professor universitário leva o seu gato à biblioteca para conhecer a obra de Jean-Paul Sartre”.

cao conhece nova iorque sol

terça-feira, 24 de junho de 2014

Começo a pensar que faz todo o sentido impôr a censura à comunicação social

 

O semanário SOL publicou uma “notícia” acerca um “estudo científico” segundo o qual o sexo sem compromisso faz bem à saúde mental:

Um estudo da Universidade de Nova Iorque, publicado no início deste mês, mostra que ter relações sexuais com alguém com quem não mantemos uma ligação duradoura não só não dá cabo da nossa auto-estima, como faz bem à saúde mental.

Os investigadores pediram a alunos daquele estabelecimento de ensino para, durante 12 semanas, manterem um ‘diário’ da sua vida sexual e escreverem o que sentiam após terem feito ‘casual sex’ (em português seria ‘sexo casual’ ou 'sexo sem compromisso'), lê-se no site Metro.

Segundos os autores do estudo, aqueles que mantinham relações sexuais deste género tinham níveis mais altos de auto-estima e de satisfação pessoal, bem como uma probabilidade mais baixa de desenvolverem problemas relacionados com depressões e ansiedade.

“Normalmente, os indivíduos que mantêm relações sociosexuais sem restrições sentem menos angústia e mais felicidade após as relações sexuais, o que sugere que este tipo de relacionamento pode trazer vários benefícios”, referem os investigadores.

O estudo mostra ainda que não existem diferenças quanto ao género: Tantos as mulheres como os homens são adeptos desta prática.

O artigo é assinado pela jornaleira do SOL Joana Marques Alves.

Ou seja, o sexo sem compromisso é dissociado da emoção, por um lado, e por outro lado, decorrendo dessa dissociação, o praticante do sexo sem compromisso fica em boa condição emocional.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê aqui uma contradição em termos; o problema é que há muita gente que não tem dois dedos de testa, porque o “estudo” é apresentado como sendo “científico” — tal como os “estudos científicos” behaviouristas que dizem que a educação de crianças por parte de pares de homossexuais é melhor do que a educação de crianças por parte de casais.

Por outro lado, a tentativa de colocar na mesma situação as mulheres e os homens é um absurdo, desde logo por razões biológicas (já nem falo em razões emocionais).

Muito sinceramente, começo a dar razão a Salazar. A comunicação terá que começar a ser censurada. Temos que voltar a impôr a censura nos me®dia. Se os jornalistas não têm discernimento e preparação para serem jornalistas, a sociedade será forçada a impôr uma censura à imprensa.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Nos Estados Unidos, a opinião privada justifica a expropriação de bens privados

 

O semanário Sol publica a seguinte notícia:


“Donald Sterling, o dono dos LA Clippers, foi esta terça-feira banido da NBA e castigado com uma multa de 2,5 milhões de dólares devido a comentários racistas que deixaram os EUA em choque.

(…)

Sterling não poderá voltar a estar presente em qualquer jogo ou treino da sua equipa da NBA, nem nas instalações, ou participar em negócios de venda ou compra de jogadores.”

Semanário-SOL-Os-comentários-racistas

O que o semanário SOL não diz (trata-se de sub-informação; e reparem no comentário feito no FaceBook, sublinhado a vermelho por mim, do jornaleiro do SOL) é que o senhor em causa falava por telefone com a namorada quando foi escutado por uma terceira pessoa. Trata-se sem dúvida de um comentário privado que foi tornado público pelos me®dia, o que, pelo menos em Portugal, é crime: é crime divulgar conversas telefónicas privadas.

Independentemente da opinião do dito senhor que eu considero inqualificável, quebrou-se um princípio essencial do Estado de Direito: o facto de um comentário feito em privado ter sido divulgado publicamente e ter tido como corolário a espoliação dos direitos de um cidadão à propriedade privada. Hoje, trata-se de uma opinião racista; amanhã pode ser outra opinião qualquer, dependendo dos ditames do politicamente correcto.

Por exemplo, um dia estes alguém poderá ser privado dos seus direitos à propriedade por retaliação contra um comentário privado considerado “homofóbico”.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Um exemplo do jornalismo do semanário SOL

 

jornalismo do Sol web
Vejam bem o comentário do jornalista do semanário SOL:


“Três mortos e cinco feridos, um deles em estado grave, após a derrocada de um muro na sequência de uma praxe”.

Depreende-se que “o muro caiu por causa da praxe” (na sequência de): estavam, por ali perto do muro, uns estudantes a praxar, e vai daí, o muro incomodou-se com tamanha indignidade estudantil e resolveu agir, caindo sobre eles e matando três. “Até os muros são contra a praxe”, infere o jornalista do SOL.

Ou, visto de outra maneira: se os estudantes não estivessem a praxar, não estariam perto do muro que caiu. Ou seja, a culpa da tragédia é dos estudantes porque estavam perto do muro. Não é suposto que um muro situado em um sítio público esteja em condições de segurança: o que é suposto é que os estudantes não tenham ido praxar, para não provocar as derrocadas dos muros deste país.

Corolário: as praxes causam quedas de muros, desabamentos de terras, e ondas gigantes.

quarta-feira, 12 de março de 2014

O semanário SOL é mentiroso

 

Reparem no título do SOL:

Alemanha aprova co adopção por casais homossexuais   Economia   Sol

Agora, vamos aos factos (cliquem nas imagens para ler as notícias):

German court rejects case to allow gay adoption on technicality   Reuters

German court rules against allowing same sex couples to adopt   News   DW.DE   21.02.2014

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o pasquim Público.