Mostrar mensagens com a etiqueta natureza humana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natureza humana. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

As elites actuais negam que a Natureza Humana seja universal e imutável

 

O sistema político coloca jovenzinhos a defender o indefensável; são os novos jornaleiros dos me®dia, totalmente manipulados pela ilusão da falácia ad Novitatem segundo a qual “tudo o que é novo é melhor do que é velho”. O jornalismo actual vive da ignorância, como é o caso, por exemplo, desta Marta F. Reis; e quanto mais ignorante e estúpido, melhor é o jornaleiro de serviço.

E depois temos gente radicalmente venenosa, como é o caso do João Semedo (Bloco de Esquerda); e tecnocratas ignorantes que assaltam o Poder, como é o caso de Rui Rio (Partido Social Democrata). Gentalha desta espécie representa o Poder globalista que determina os rabiscos do jornalismo ignorante da laia da Marta F. Reis.


Tudo começa com a deturpação do significado da palavra “autonomia”; o significado de “autonomia” é decepado por uma cambada de filhos-de-puta que inclui os dois nomes acima referidos. Para sabermos o que é “autonomia”, teríamos que saber o que é a Natureza Humana; mas os cabrões que comandam politicamente os nossos destinos recusam essa definição.

Recusando definir a “Natureza Humana” — o que é o mesmo que recusar definir “pessoa — os políticos cabrões que temos (acolitados por um jornalismo de merda) passam a identificar a “protecção das liberdades”, por um lado, com a “protecção das pessoas”, por outro lado, como se fossem conceitos idênticos. E, ademais, o “respeito pelas pessoas” passa a ser a mesma coisa que “respeito pela autonomia”: é isto que estes filhos-de-puta (da laia acima referida) defendem.

Ou seja, para a elite política, para os me®dia, e para os radicais que parecem querer controlar a medicina, é mais importante o respeito por um princípio (autonomia) do que o respeito pela pessoa propriamente dito.

A Natureza Humana (o conceito de “pessoa”) é, assim, escondido; passa para segundo plano, para que a ideia de “autonomia” deixe de ser humanizada e humanizante. O estatuto moral da acção passa a ser democrático; grosso modo: por exemplo, se a maioria defender a ideia segundo a qual um recém-nascido pode ser assassinado pela mãe, então esse acto passa a ser validado moralmente.

À luz do pensamento desses filhos-de-puta da elite política, a dignidade humana deixou de ser inata; e para isso, os cabrões que nos governam criam mitos científicos para “proteger o nosso direito à autonomia”, sendo que a autonomia passou a ser maior e mais importante do que a própria verdade.

No fundo, do que se trata é de uma rebelião contra a Natureza Humana através do apelo à superioridade dos sentimentos sobre a Razão. É a vontade subjectiva das elites acima da Natureza. É a negação da ideia segundo a qual a Natureza Humana é universal e imutável.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A simplicidade ideológica da socióloga Elisabete Rodrigues

 

Eu sei que a minha “guerra” contra a desinformação será porventura inglória; eu sei que a minha insistência na epistemologia não vai beliscar minimamente o cientismo, por exemplo, da socióloga Elisabete Rodrigues: ela continuará a publicar no pasquim esquerdista “Público” a expensas do capitalista Belmiro de Azevedo — escreva eu o que escrever. Mas se houver uma só pessoa que reconheça o absurdo do pensamento da Elisabete Rodrigues, já terá valido a pena o trabalho de escrever este texto.

Não é por que a cadela da Elisabete Rodrigues cheira a merda dos outros cães que se justifica o comportamento de um homem que cheira a merda de outro homem.

A socióloga Elisabete Rodrigues é uma pessoa muito simples e que nos fala ao coração. Aliás, a narrativa do politicamente correcto é simplista e emotiva. Com a entrada das mulheres na vida pública activa, a emoção passou a valer muito mais do que a razão — e não teria necessariamente que ser assim: não há nenhuma razão objectiva para desconsiderar a mulher do ponto de vista cognitivo.

A simplificação da realidade é uma das principais características da ideologia política; portanto, do que se trata aqui é de analisar a ideologia política da socióloga Elisabete Rodrigues.

Desde logo, eu não sei se devo tratar a socióloga Elisabete Rodrigues como um ser humano ou como uma cadela — uma vez que ela coloca a cadela dela e o ser humano em um mesmo plano ontológico de análise crítica, e em nome de um conceito sociobiológico de “Natureza”. Mas vou tentar ser bem educado e tratá-la como uma pessoa, apesar de ela me ter reduzido a mim (e toda a gente) à condição canina; pelo facto de ela se considerar semelhante a uma cadela, isso não significa que eu concorde com ela.

Quando a socióloga Elisabete Rodrigues compara uma cadela com o ser humano, demonstra compaixão não só em relação à cadela, mas também em relação ao ser humano. Ora, (como dizia Schopenhauer) a compaixão é um sentimento contrário à Natureza. Só é possível à socióloga Elisabete Rodrigues invocar a compaixão, para justificar o seu (dela) conceito de “natureza”, exactamente na medida em que a compaixão contraria a própria Natureza. É pois, também, nesta contradição da socióloga Elisabete Rodrigues que se distingue o ser humano da cadela dela.

A socióloga Elisabete Rodrigues renuncia a uma fundamentação racional da sua escolha de valores, em nome da compaixão. Ou seja, a ética da socióloga Elisabete Rodrigues é arbitrária, na medida em que uma ética de compaixão não pode ser universal, porque nem toda a gente sente da mesma maneira, e até existem pessoas incapazes de sentimentos empáticos.

E um dos problemas da prevalência actual (e até predominância crescente) da mulher (estou a referir-me à mulher em termos de juízo universal) na vida pública é que se instituiu uma ética de compaixão que é contraditória nos seus próprios termos, e que muitos homens desprovidos de cérebro já seguem, por mimetismo cultural.

A ciência — por exemplo, a biologia — pode criticar as normas (da ética, do Direito), mas não é capaz de fornecer uma fundamentação para elas, porque a situação da Natureza (por exemplo, a cadela da Elisabete Rodrigues) não pode ser transposta sem reservas para o mundo dos seres humanos.

Todas as escolas filosóficas aceitam a análise lógica de G E Moore, de acordo com a qual não é possível deduzir valores e normas a partir dos factos. Vale a pena à socióloga Elisabete Rodrigues ler alguma coisa de G E Moore, correndo porém o risco de deixar de escrever no pasquim Público.

Ou seja, não é por que a cadela da Elisabete Rodrigues cheira a merda dos outros cães que se justifica o comportamento de um homem que cheira a merda de outro homem.


Texto do Público em PDF

sábado, 4 de janeiro de 2014

Ser dona-de-casa não é só fazer o jantar

 

Laura Wood Vintage web“When a man is a homemaker he becomes a slave to a woman in a sense in which a woman who is a homemaker does not become a slave, unless the man mistreats her and does not appreciate her. The reason for this is that a woman’s power in the world comes largely by virtue of her interpersonal influence. This influence is a force in the home, in the larger family and in the community.

A man can rarely radiate this same kind of influence. He is naturally less attuned to relationships, to the niceties of social life and to the ornamental side of the physical environment. So the male homemaker has less power than the female homemaker. Being a homemaker entails far more than simply babysitting and making dinner.

Patriarchy offsets this dynamic and prevents the woman from subjugating the man.”

Laura Wood