Mostrar mensagens com a etiqueta bergoglismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bergoglismo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de abril de 2025

Morreu o pior Papa desde o fim da Idade Média

Um Papa deve ser, em primeiro lugar, um teólogo; ou, pelo menos, deve ser  alguém que respeita a tradição teológica da Igreja Católica. O Bergoglio não foi nem uma coisa nem outra: foi, essencialmente, um político radical.



Foi um papa que abraçou, sem escrúpulos e sem hesitar, a agenda política da extrema-esquerda radical.

O Bergoglio poderia perfeitamente votar no Bloco de Esquerda ou no Partido Comunista.



segunda-feira, 18 de setembro de 2023

A contradição insanável do Jorge Bergoglio


Para o Bergoglio, fica fora da instituição (Igreja Católica) toda a gente que pretenda que alguém fique fora da instituição. Ou seja: quem não for “inclusivo”, é excluído da Igreja Católica.

O Bergoglio exclui, alegadamente em nome da inclusão. O único critério da exclusão, é a falta de inclusão. Não há outro critério objectivo.

Por definição, numa instituição, e em função de um código de simbolismos, há sempre os que estão dentro dela porque reúnem determinadas características e/ou condições, e os que estão fora dela pela mesma ordem de razões.

Uma instituição (neste caso, a Igreja Católica) sem os que estão fora e os que estão dentro dela, não é nada: é uma instituição sem símbolos, uma contradição em termos.

E a ideia de que é possível a existência de uma instituição sem símbolos traduz o simbolismo da actual “elite” da Igreja Católica, de negação da natureza humana.

jorge bergoglio web

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A caridade do Bergoglio funciona a duas velocidades

O “papa das pontes”, o “papa das periferias”, o papa da “Igreja que sai do Vaticano”, da Igreja dos “anátemas redundantes” e “contra os construtores de muros e de fronteiras” — é a mesma Igreja do Bergoglio que erige uma barreira contra os não-vacinados, os “leprosos” actuais que urge que fiquem extra-muros. papa ambiguo web

A caridade do Bergoglio (e apaniguados) funciona a duas velocidades... calculo que Anselmo Borges, o Frei Bento Domingues, o Gonçalo Portocarrero de Almada, e quejandos, possam estar exultantes e orgulhosos com a caridade bergogliana...

caridade do bergoglio web

sábado, 13 de maio de 2017

O papa que não acredita em milagres

 

Antonio Socci escreveu o seguinte acerca das palavras do Chico em Fátima, na noite de 12 de Maio passada:

« Ha sostenuto che si commette una “grande ingiustizia contro Dio e la sua grazia, quando si afferma in primo luogo che i peccati sono puniti dal suo giudizio” perché bisogna “anteporre che sono perdonati dalla sua misericordia”. Ripete: “dobbiamo anteporre la misericordia al giudizio” ».

HA DISTRUTTO ANCHE FATIMA E IL MESSAGGIO DELLA MADONNA (nella foto : Bergoglio in piedi davanti al SS. Sacramento – come al solito – con l’inginocchiatoio lasciato inutilizzato) : Lo Straniero

Ou seja: « [O Jorge] sustentou a ideia segundo a qual se comete uma grande injustiça contra Deus e contra a sua Graça quando se afirma que os pecados são punidos pelo juízo de Deus”, porque “é necessário antepôr a misericórdia ao juízo” (é preciso dar primazia à misericórdia em detrimento do juízo) ». 1

Conclui Socci que o alvo do Chiquitito Bergoglio é a mensagem de Fátima, segundo a irmã Lúcia recebeu da aparição.

E, das três hipóteses seguintes, uma é verdadeira: 1/ ou Deus é mau (segundo a opinião do Chico) ao condenar tantas almas à eterna tortura (inferno); 2/ ou o Chiquinho não acredita nas aparições (o que explica as teorias subjectivistas de “visões” em vez de “aparições”, de anticatólicos como por exemplo Anselmo Borges, do Frei Bento Domingues, o Bispo paneleiro Carlos Azevedo, o Bispo comunista e marxista Torgal Ferreira, e outros senis e asnos); 3/ ou o Jorginho está a acusar a mãe de Jesus (Maria) de cometer uma “grande injustiça em relação a Deus”.

Segundo Socci, o papa escolhido pelos cardeais não acredita em milagres e/ou em aparições (tal qual o Anselmo Borges, o Frei Bento Domingues, o Bispo panasca, o Torgal comuna, etc., e a Nova Teologia), porque ele (o Chico) disse no livro/entrevista “O Céu e a Terra”:

“Eu sinto uma imediata desconfiança em relação às curas milagrosas, mesmo quando se tratam de revelações ou visões; são coisas que me colocam na defensiva. Deus não é uma espécie de Correio que envia mensagens continuamente”.

Conclui Socci, e bem, que o Deus do Bergoglio não é o Deus dos católicos.

O Deus dos católicos é o Deus de Newton que dizia que sem a permanente intervenção de Deus no Universo, o equilíbrio do Universo e das suas leis não seria possível.

Ou é o Deus de Orígenes, que escreveu que “o Logos (o Filho) olha constantemente para o Pai, para que o mundo possa continuar a existir” [Nicola Abbagnano] — o que coincide com a opinião de Newton.

O papa Bergoglio, eleito pelos cardeais do Novus Ordo Seclorum, não é um papa católico: é um papa deísta (deísmo) e gnóstico (gnose); para o Chico, Deus criou o mundo e afastou-se.

Na entrevista a Scalfari (diz Socci), o Chico disse: “Eu acredito em Deus. Não em um Deus católico, porque não existe um Deus católico”. Ora, isto está escrito e nunca foi desmentido pelo anormal Jorginho. Temos um papa que pretende conduzir a Igreja Católica para fora do Catolicismo — para gáudio, por exemplo, de bestas do calibre do Anselmo Borges e do Bispo Roto Carlos Azevedo.


Nota

1. Não sei como é possível antepôr a misericórdia ao juízo, porque o juízo é a condição da misericórdia; sem juízo não há misericórdia possível, porque só podemos perdoar aquilo que foi previamente julgado. Quando um papa diz que “é possível perdoar um acto sem o julgar previamente”, revela um elevado grau de deficiência cognitiva (não seria de esperar outra coisa de um argentino, senão uma burrice alardeada), por um lado, e, por outro lado, revela o estado intelectual pútrido da cúria romana que o elegeu.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A ambiguidade do "papa Francisco"

 

Não devemos confundir ambiguidade, por um lado, com ambivalência, por outro lado. É certo que o "papa Francisco" não é ambivalente, mas sem dúvida alguma que é ambíguo. O "papa Francisco" sabe bem o que quer — a destruição da Igreja Católica através de uma nova heresia a que podemos chamar de Bergoglismo —, e por isso não é ambivalente.

Ao longo da sua história, mas principalmente nos primeiros 500 anos da sua existência, a Igreja Católica foi sujeita a vários tipos de heresia, por exemplo, a heresia sabeliana, o arianismo, pelagianismo, gnosticismo, simonismo ou simonia, donatismo, maniqueísmo, nestorianismo, monofisitismo, e o aftartodocetismo. O Bergoglismo é uma síntese moderna e ponderada de todas essas heresias.

Um católico não pode nem deve obedecer a este papa. A ambiguidade dele é semelhante à ambiguidade melíflua da serpente do Génesis. Não é uma ambivalência, porque ele sabe bem das valências das suas heresias: é uma ambiguidade diabólica que pretende sintetizar todas as heresias em uma só, e em nome de Jesus Cristo.

sexta-feira, 20 de março de 2015

"papa Francisco": « Non c'è punizione ma l'annullamento di quell'anima. »


Depois de ter feito  uma entrevista ao "papa Francisco", o ateu Scalfari vai largando na imprensa o “Bergoglio Leaks”. A última notícia saiu no Repubblica do último fim-de-semana.

Scalfari perguntou ao "papa Francisco":

“¿O que acontece, depois da morte, à alma que não se converte? ¿Será punida?”

ao que o cardeal Bergoglio respondeu:

“Non c'è punizione ma l'annullamento di quell'anima” (não é punição, mas anulação da alma).

Aqui, “anulação” é sinónimo de “extinção”. O que o papa Bergoglio quer dizer é que a alma não-convertida é extinta, deixa de ser, e deixa o Ser.

scalfariEm primeiro lugar, este conceito de “anulação” é herético. Vai contra a doutrina da Igreja Católica. O papa Bergoglio proferiu uma heresia que provavelmente será aplaudida pelo Frei Bento Domingues e outros que tais. Se o papa Bergoglio pretendia escamotear o conceito de “inferno”, haveria outras formas mais inteligentes de o fazer, por exemplo, através do conceito de “limbo”.

Em segundo lugar, a ideia de “anulação da alma” é panteísmo naturalista  1 ou anda lá muito perto. Pressupõe que a alma (que deveria ser aqui entendida como “espírito”, como é óbvio) morre da mesma forma que o corpo físico morre. O papa Bergoglio supõe que a consciência (humana, neste caso) se extingue. É assim também que pensam os esbirros do "papa Francisco”, como por exemplo o Frei Bento Domingues.

No caso do conceito de inferno, o que o papa Bergoglio poderia dizer sem ser herético, é que o inferno é um símbolo da má consciência que auto-inflige sofrimento ao espírito que não se reconciliou com Deus. O inferno é o estado de espírito daquela consciência que não pode deixar de se ver tal qual é, depois da morte. Temos aqui uma exegese do conceito de inferno que não fere essencialmente a ideia tradicional e histórica de “inferno”.

Mas o pior é a ideia segundo a qual “a alma que não se converte: extingue-se ou é extinta por Deus”. Para quem se diz defensor das periferias terrenas, parece que, para o "papa Francisco", o conceito de “periferia” não se aplica no Além.

Nota
1. em contraponto aos monismos panteístas orientais, que não são naturalistas

sábado, 24 de janeiro de 2015

O papa Bergoglio pretende instituir o divórcio católico

 


Este papa tem em mim um efeito de profunda repulsa, porque eu prezo a racionalidade e a objectividade, e ele prefere o irracionalismo e o subjectivismo. Santo Agostinho escreveu que “a fé procura, o intelecto encontra”; portanto, a fé apenas e em si mesma, não chega; é preciso racionalizar a fé.

Mas este papa não racionaliza a fé de propósito: é intencional, da parte dele, a sua atitude em relação à  razão. E essa atitude tem a ver menos com a fé do que um narcisismo mórbido que se reflecte em um projecto político pessoal e populista, por um lado, e por lado por uma mundividência gnóstica e revolucionária que coloca em causa os fundamentos primordiais da Igreja Católica.

O papa Bergoglio pretende instituir o divórcio católico baseando-se em uma avaliação subjectiva da fé de um dos cônjuges casados pela Igreja Católica. Se um dos cônjuges alegar que o outro não tem fé, então — segundo o papa Bergoglio — esse testemunho é motivo suficiente para uma anulação do casamento católico. Naturalmente que “anulação de casamento” é um eufemismo: quer dizer “divórcio católico”.

Já estou a ver o caso de um homem casado pela Igreja Católica ter um caso amoroso com a catequista, e invocar a falta de fé da esposa para pedir a anulação do casamento.

Este papa repugna-me, também porque ele aproveita-se da posição que tem para impôr à Igreja Católica uma série de actos gratuitos próprios de um déspota, e tudo isso por detrás de um paternalismo hipócrita que trata os católicos como deficientes mentais.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A burrice da Inês Pedrosa

 

Não conheço a Inês Pedrosa e nem quero conhecer!. Sei que elas escreve umas coisas nos me®dia; e sei que é mulher. E sei que a Inês Pedrosa, a julgar por este texto, é burra (e loura).

“A frontalidade tem, no Vaticano como no resto do mundo, um escasso clube de fãs, pelo que o som dos aplausos a este discurso papal foi quase inaudível: os cardeais aos quais Francisco puxava as orelhas acusaram o toque prendendo o burrinho, não às estacas da caverna de Belém onde nasceu Jesus, mas uns aos outros.”

bdc-pbVamos fazer uma analogia que todos os portugueses podem perceber; e a analogia passa por uma pergunta: o presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho, quando foi para o FaceBook criticar violentamente o treinador e os jogadores do clube, ¿será que ele usou de frontalidade?

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O papa Bergoglio defende o aquecimentismo

 

Depois da caça às bruxas, própria de um tirano, que o papa Bergoglio está a fazer na estrutura da Igreja Católica, prepara-se agora para defender a religião do Aquecimento Global Antropogénico. O papa Bergoglio transformou-se no cavalo de Tróia dos inimigos da Igreja Católica.


“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba  a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opor-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é lícito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Livro II, Capítulo 29.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O papa Bergoglio quer acabar com a Guarda Suíça

 

Depois de, na véspera de Natal, o "papa Francisco" ter desancado na Cúria do Vaticano, nomeando todos os defeitos e mais algum dos membros da Cúria — esquecendo-se de mencionar, contudo, quais seriam as suas próprias virtudes; talvez, um dia destes, o papa Bergoglio se dirija à  Cúria desfiando o rosário das suas (dele) virtudes —, o "papa Francisco" pensa agora em acabar com a Guarda Suíça do Vaticano.

Os membros da Cúria que aguentem os insultos dele: afinal, também foram eles que elegeram a besta! Mas que o papa Bergoglio queira acabar com a Guarda Suíça, que existe no Vaticano desde 1506, o assunto já não é apenas nem do papa Bergoglio nem da Cúria.

SwissGuard

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O "papa Francisco" vai comemorar a Reforma luterana

 

Em 2017 fazem 500 anos que Lutero declarou a separação em relação à Igreja Católica; e o papa Bergoglio pretende celebrar o cisma. Fica-lhe muito bem: tamanha benevolência não deixa qualquer margem à hipocrisia!

Mas há dois eventos que o papa Bergoglio não pretende certamente celebrar: em 2018 fazem 30 anos que o Arcebispo Marcel Lefebvre fundou a SSPX, e não consta que o papa Bergoglio esteja para celebrações.

E em 2017 fazem 100 anos das Aparições de Fátima, mas o papa Bergoglio não simpatiza com o culto mariano, e não consta que ele tenha preparada qualquer visita a Portugal, fazendo jus à sua coerência e aversão à hipocrisia.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O papa Bergoglio diz que “os animais vão para o Céu”

 

Depois que eu ouvi dizer que o "papa Francisco" acredita que “os animais vão para o Céu”, já começo a crer que ele seja canonizado rapidamente, e que a família dele seja toda beatificada; e a burra que o amamentou também estará certamente sentada à sua direita no Paraíso.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Mais uma bacorada do papa Bergoglio em uma nova entrevista

 

“Um político corrupto pode ser padrinho de baptismo de uma criança só porque ele se casou pela Igreja Católica; mas um qualquer divorciado recasado já não pode! É preciso mudar as coisas, as escalas de valor”

papa Bergoglio

francis-insane2_medEm primeiro lugar, era preciso saber se o político é mesmo corrupto, porque a classificação de “corrupto” não depende da opinião pessoal do papa Bergoglio.

Depois, o facto de o dito político ser mesmo corrupto, não tem nada ver com o casamento católico dele.

Um político pode ser corrupto e ser bom marido, fiel à esposa, e até bom pai. Não tem nada a ver o cós com as calças. Ou seja, o papa Bergoglio incorre na falácia lógica conhecida por Ignoratio Elenchi.

O papa Bergoglio pretende utilizar a casuística para destruir qualquer nexo que possa existir na tradição da Igreja Católica e no Direito Canónico, que, por sua vez, se baseia nos Evangelhos.

Dizendo que “cada caso é um caso”, na prática todos os casos passarão a ser equivalentes.

E passando a não existir uma bitola de referência porque todos os casos são equivalentes, o tal político corrupto poderá divorciar-se à vontade porque continuará candidato a padrinho de baptismo de uma qualquer criança.

Quando o papa Bergoglio fala, faz-me lembrar um militante do Bloco de Esquerda: “¡Alles muss Anders sein!” — chega mesmo ao ponto de querer mudar os Evangelhos, nomeadamente Mateus 5, 31-32 e Lucas 16,18.

Um dia destes vamos ter um “Evangelho segundo o papa Bergoglio” (com a ajuda do Frei Bento Domingues).

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Está na moda exigir o casamento dos sacerdotes católicos e o acesso das mulheres ao sacerdócio

 

A obsessão que os ateus e os protestantes têm em relação ao celibato dos sacerdotes da Igreja Católica é incompreensível, porque já existe na Igreja Católica o grau e estatuto de “diácono”.

domingo, 13 de julho de 2014

A Igreja Católica sofrerá provavelmente uma cisão

 

Uma cisão não é apenas um cisma político semelhante ao que aconteceu no passado; é mais do que isso: é uma divisão inultrapassável. Um cisma político pode ser resolvido a contento; uma cisão contém em si divergências doutrinárias de tal grandeza que tornam praticamente impossível qualquer reconciliação. Uma cisão foi o que aconteceu, por exemplo, com a separação definitiva da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa Grega.

As posições doutrinárias do "papa Francisco" e as da Sociedade S. Pio X, por exemplo, são de tal forma divergentes que já não podemos afirmar que pertencem à mesma comunidade religiosa. E não nos devemos esquecer que o "papa Francisco" foi escolhido pela elite da Igreja Católica Apostólica Romana.

O "papa Francisco" e os acólitos que o elegeram pretendem alterar a doutrina da Igreja Católica, e para conseguirem esse desiderato, necessitam de censurar algumas das escrituras cristãs, como por exemplo as epístolas de S. Paulo — porque só é possível modificar o Direito Canónico rasurando e censurando a mensagem cristã original. O "papa Francisco" e os seus acólitos elitistas pretendem desconstruir a mensagem cristã original que passa também pelas epístolas dos apóstolos de Jesus Cristo.

É de crer que a Sociedade S. Pio X será apenas uma pequena parte de um novo movimento católico mais abrangente que recusa a desconstrução do catolicismo, movimento esse que será mais vasto entre a comunidade católica que repudia o processo de paganização e regionalização do catolicismo encetado pelo "papa Francisco" e pelos seus acólitos cardeais.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Vaticano paga a traidores


O cardeal alemão Rainer Maria Woelki afirmou que um “casal gay é o mesmo que um casal natural”; e o "papa Francisco" nomeou-o Arcebispo de Colónia.

O arcebispado de Colónia (Alemanha) é um dos mais importantes e mais ricos da Igreja Católica. O "papa Francisco" designou o cardeal Rainer Maria Woelki para Arcebispo de colónia depois de este ter afirmado publicamente:

"If two homosexuals take responsibility for each other, if they are loyal to each other over the long term, then one should see this in the same way as heterosexual relations."

(tradução: “se dois homossexuais se responsabilizam um pelo outro, se são leais um com outro a longo prazo, então devemos vê-los da mesma forma que vemos um casal natural”).

O Vaticano paga a traidores.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Duas notícias acerca do "papa Francisco"

 

Pope Francis has condemned the "moral decay" of the city of Rome, citing the child prostitutes that ply their trade and the busy soup kitchens of the Italian capital.

Pope Francis condemns Rome's 'moral decay'


British musician Elton John has described Pope Francis as 'wonderful' in an interview in which he said Jesus would support gay marriage.

Elton John praises Pope Francis

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O papa ambíguo continua a insistir na proibição de juízos de valor éticos

 

Eu tenho uma Bíblia que foi editada com a coordenação do Frei Joaquim Carreira das Neves, responsável pelo Departamento de Teologia Bíblica da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

Em relação à passagem de Mateus 7, 1-5 (“Não Julgueis”), a minha Bíblia apresenta a seguinte anotação:

Jesus não proíbe a apreciação objectiva dos factos, mas o juízo que leva a condenar os outros, usurpando o direito de Deus, único senhor e Juiz (Romanos, 2,1; 14,4; 4,10; Coríntios 5,12;12,13)”.

che-bergoglio-png-webAntes de mais, temos que saber o significado do verbo “condenar”. Sem esta definição, cairemos na ambiguidade que convém ao cardeal Bergoglio e ao actual clero politicamente correcto. Segundo o dicionário, condenar vem do latim condemnare, que significa “pronunciar sentença contra”, “declarar culpado, fixar pena ou castigo de”. Ou seja, o verbo “condenar” tem, em primeiro lugar, uma conotação jurídica e penal.

Depois, em sentido figurativo, o dicionário diz que o verbo “condenar” também pode ser aplicado como “reprovar”, “censurar”. Portanto, o "papa Francisco" só pode estar a utilizar a passagem de Mateus 7, 1-5 mediante o sentido figurativo (ou figurado) do verbo “condenar”: segundo o "papa Francisco", não devemos reprovar e/ou censurar o comportamento de outrem, se for caso disso — porque não faz absolutamente nenhum sentido que ele utilize o verbo “condenar” no sentido jurídico e penal.

Ora, ¿como é possível conciliar logicamente a proposição “Jesus não proíbe a apreciação objectiva dos factos”, por um lado, e, por outro lado, a outra proposição “Jesus proíbe o juízo que leva a condenar os outros, usurpando o direito de Deus, único senhor e Juiz”? Se o verbo “condenar” se aplica, neste contexto, no seu sentido figurativo, então a anotação do Frei Joaquim Carreira das Neves é absurda porque ambígua — tal como este "papa Francisco" é ambíguo e absurdo.

¿Como é que podemos “apreciar objectivamente os factos” sem fazer juízos de valor?! Por que é que este "papa Francisco" nos insulta a inteligência todos os dias?!! Se não devemos fazer juízos de valor, então a apreciação dos factos é subjectiva.

A oposição entre juízos de facto e juízos de valor pode ser mais aparente do que real; e acentuar essa oposição é uma forma de relativismo. Os juízos de valor são meros juízos de facto que enunciam, embora de forma “sinuosa”, o pensamento (que é efectivamente um facto) "valorizador" daquele que fala.

Quando S. Mateus diz que “não julgueis”, refere-se ao julgamento penal popular e precipitado (justiça popular).

Na Antiguidade Tardia eram vulgares os linchamentos populares e públicos (apedrejamentos públicos e populares de mulheres adúlteras, por exemplo). Não pode ser de outra forma, porque não sendo assim, então concluiríamos que o Evangelho de S. Mateus defende o relativismo moral. Temos que colocar a passagem de Mateus 7, 1-5 no contexto cultural da época em que foi escrito.

O que me revolta e me causa asco neste "papa Francisco" é a sua (dele) ambiguidade: quando lhe convém faz uma exegese dos textos bíblicos, mas quando não lhe convém (ideologicamente) faz uma interpretação literal dos textos. Mas ele está a conseguir, com a sua (dele) hipocrisia, enganar meio mundo.

Quando o "papa Francisco" diz (baseando-e em Mateus 7, 1-5) que “não julgueis” (no sentido figurativo do verbo “condenar”), ele está a emitir um juízo de valor. Mas, simultaneamente, está a proibir toda a gente de fazer juízos de valor. Ou seja, na opinião do "papa Francisco", só ele tem o direito de fazer juízos de valor — mais ninguém tem esse direito!

Ou seja, o "papa Francisco" considera-se a si próprio como o próprio Deus. Por aqui podemos aquilatar o perigo real que o cardeal Bergoglio, feito "papa Francisco", representa para a Igreja Católica.

Este “papa” é uma desgraça! O rebanho está entregue ao lobo!

entregues ao lobo

terça-feira, 24 de junho de 2014

São Giuseppe Sarto considerado “não-santo” pelos hereges satânicos acólitos do cardeal Bergoglio

 

“The Vatican website, founded in 1995, has since its beginning decided to place the names and acts only of the Popes from the 20th century onwards (Leo XIII being the last of the 19th, first of the 20th century), supposedly for practical reasons.

In the website, Pius X was always identified simply as Pius X. Despite the fact that he was the only canonized in the list until this year, no mention of his declared sainthood was made in his main page. For almost 20 years, it was considered unnecessary to do so. That is the case until today: not even the title of the page includes his name, much less his canonized condition (we are using the Italian version for reference purposes, since it always is the most up-to-date language in the Holy See website).”

Poor Saint Pius X - Second-Class Papal Saint