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quarta-feira, 23 de abril de 2025

¿A comunidade católica ganha alguma coisa com a idolatrização do Chico?


A idolatrização totalitária do Chico, por parte dos me®dia (jornais, televisão, jornaleiros, comentadeiros, intelectualóides de urinol, políticos, cantores de vão-de-escada, cagões LGBTQPBBQ+, etc.), é a recompensa que a revolução esquerdopata reserva para os seus servos fiéis.

E, a contra-revolução permanente consiste em raspar recorrentemente o verniz de inteligibilidade do Mistério, com que sistematicamente tentam escondê-Lo.

A idolatrização totalitária do Chico faz parte do ideário de lavagem cerebral das massas, para transformá-las em escravos obedientes.



O “luto” público e estatal pela morte do Chico é a medida do seu (dele) mérito subversivo, de como a ruling class mundana serviu a mentira prevalecente e o mal desenfreado em que vivemos.

Com o Bergoglio, em todos os jornais e em todas as estações de televisão, todas as formas historicamente anteriores de idolatria foram ultrapassadas de uma forma absolutamente hipertrófica — o que significa que o serviço do Chico aos senhores da sociedade e donos do mundo tem sido excelente.

O Bergoglio está a receber o seu último triunfo terreno de uma forma absolutamente totalitária e acrítica — como merece um verdadeiro servo do mundo.

Porém, só Deus sabe qual será a sua recompensa eterna pelas suas acções, ideias, decisões, comportamento e papel na vida da Igreja.



O papa Chico foi um tipo macanudo



terça-feira, 22 de abril de 2025

Morreu o pior Papa desde o fim da Idade Média

Um Papa deve ser, em primeiro lugar, um teólogo; ou, pelo menos, deve ser  alguém que respeita a tradição teológica da Igreja Católica. O Bergoglio não foi nem uma coisa nem outra: foi, essencialmente, um político radical.



Foi um papa que abraçou, sem escrúpulos e sem hesitar, a agenda política da extrema-esquerda radical.

O Bergoglio poderia perfeitamente votar no Bloco de Esquerda ou no Partido Comunista.



sábado, 7 de outubro de 2023

A revolução da confusão na Igreja Católica, segundo o Anselmo Borges


Neste texto, na primeira parte o Anselmo Borges defende uma coisa; e na segunda parte defende o oposto da primeira parte. Aliás, a contradição é propositada, faz parte da estratégia da Estimulação Contraditória com que ele desnorteia e confunde os leitores.


Anselmo Borges e os acólitos do Bergoglio defendem indubitavelmente a censura dos textos bíblicos. São os acólitos do Grande Acusador; do Grande Censor.

Defendem a ideia de que muitas partes da Bíblia devem ser proibidas, escondidas. Defendem a ideia de que os textos bíblicos valem nada, e que podem ser perfeitamente substituídos pela doxa do Zeitgeist — pela opinião do cidadão incauto e/ou iletrado que se diz arbitrariamente “católico”.

É, de facto, disto que trata o chamado “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio. O principal foco do Anselmo Borges e dos acólitos do grande Acusador Bergoglio é o "casamento" gay na Igreja Católica.

Eles querem celebrar o "casamento" gay no seio da Igreja Católica, em plena missa dominical, perante o povo atónito e confuso; e depois dizem que o “Sínodo sobre a sinodalidade deriva da vontade do povo católico”: atribuem ao povo a vontade é que é exclusivamente de uma pequeníssima minoria dentro da Igreja Católica.

A nova Igreja Católica, a do Anselmo Borges e do Acusador Bergoglio, absolve os pecados em vez de absolver os pecadores.

Nos episódios da mulher adúltera e da samaritana, narrados no Novo Testamento, fica claro que Jesus Cristo absolve os pecadores, mas não absolve os pecados — o que, aliás, vem na tradição do Antigo Testamento, por exemplo, em Êxodo 34, 6-7:

«O Senhor passou em frente dele [de Moisés] e exclamou: “Senhor! Senhor! Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e de fidelidade, que mantém a sua graça até à milésima geração — que perdoa a iniquidade, a rebeldia e o pecado mas não declara inocente o culpado e pune o crime dos pais nos filhos, e nos filhos dos seus filhos até à terceira e à quarta geração”.»

O Anselmo Borges e o Acusador Bergoglio pretendem declarar inocentes os culpados.

O que o Anselmo Borges — na sua qualidade de acólito do Acusador Bergoglio — defende é uma nova religião que não tem nada a ver como catolicismo original: uma nova religião que declare o culpado como sendo inocente, e os inocentes como sendo culpados. É a inversão revolucionária da moral.

É esta a revolução da Igreja Católica preconizada pelo Anselmo Borges, que ele julga ser irreversível após a emissão de um mero “documento final” do “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio.

Pobre criatura... merece-nos dó.

anselmo-borges-cagando-web

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

A contradição insanável do Jorge Bergoglio


Para o Bergoglio, fica fora da instituição (Igreja Católica) toda a gente que pretenda que alguém fique fora da instituição. Ou seja: quem não for “inclusivo”, é excluído da Igreja Católica.

O Bergoglio exclui, alegadamente em nome da inclusão. O único critério da exclusão, é a falta de inclusão. Não há outro critério objectivo.

Por definição, numa instituição, e em função de um código de simbolismos, há sempre os que estão dentro dela porque reúnem determinadas características e/ou condições, e os que estão fora dela pela mesma ordem de razões.

Uma instituição (neste caso, a Igreja Católica) sem os que estão fora e os que estão dentro dela, não é nada: é uma instituição sem símbolos, uma contradição em termos.

E a ideia de que é possível a existência de uma instituição sem símbolos traduz o simbolismo da actual “elite” da Igreja Católica, de negação da natureza humana.

jorge bergoglio web

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A caridade do Bergoglio funciona a duas velocidades

O “papa das pontes”, o “papa das periferias”, o papa da “Igreja que sai do Vaticano”, da Igreja dos “anátemas redundantes” e “contra os construtores de muros e de fronteiras” — é a mesma Igreja do Bergoglio que erige uma barreira contra os não-vacinados, os “leprosos” actuais que urge que fiquem extra-muros. papa ambiguo web

A caridade do Bergoglio (e apaniguados) funciona a duas velocidades... calculo que Anselmo Borges, o Frei Bento Domingues, o Gonçalo Portocarrero de Almada, e quejandos, possam estar exultantes e orgulhosos com a caridade bergogliana...

caridade do bergoglio web

domingo, 21 de fevereiro de 2016

The Casuistry of the Man in Black

 

For a good reason there is a Jesuit pope for the first time since Saint Peter. Following the Reformation, Casuistry is a characteristic of the Jesuits. And this pope is a Jesuit. For the first time we have a pope in black, fulfilling in this way the prediction of Our Lady of La Sallete.

jesuit-web

Casuistry is a branch of moral theology developed at the end of XV century by the Jesuits that gave a chance to Jansenists to attack the Church, as it approached cases of conscience as mere “juridical issues”, and introduced notions as “mental restriction” (that makes lying to be legitimate), and “intentional direction” (which justifies a crime according to the subjective motivation allegedly intended).

The real difference between Benedict XVI and Francis I is that the former had a scientific mind and an objective and consequentialist ethics, and the second has a dogmatic mind and a subjective and “intentionality ethics”. For Francis, is the subjective that is important — notwithstanding the fact that we cannot objectively measure a person's moral intentions.

Francis wants to change the Church doctrine by means of a cultural “war of attrition” (cultural war against orthodoxy). This is quite obvious and evident. And his ambiguity is a consequence, not a cause. The cause is his notion that the Church needs a cultural change according to the zeitgeist.

Everything that is physically possible seems morally plausible to modern man — and Francis wants somehow to partially adapt the Church to modernity using the old Jesuit casuistry. If this good or bad, it's up to everyone of us to judge — in-spite of the “judgment denial” manifested by Francis faithfully according to the old casuistry principles.