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domingo, 2 de fevereiro de 2025

O Anselmo Borges é um individuo desprezível, inqualificável, sem nome possível


O Anselmo Borges faz aqui (ver ficheiro PDF) o elogio de uma sacerdotisa anglicana lésbica que criticou directa- e pessoalmente o Donald Trump por este acabar com a política LGBTQPBBQ+ de castração dos jovens.

Ou seja, o Anselmo Borges concorda com a castração (“woke” e “transgénera”) dos jovens.

Isto, vindo de alguém que se diz “católico”, é execrável. Nem o papa Chiquinho foi tão longe no endosso da Ideologia de Género.

O Anselmo Borges está espiritualmente morto; é um cadáver espiritual. Uma besta. Não vai fazer falta nem deixar boa memória. Que se f*da. A morte dele não irá deixar lembrança. Que a terra lhe pese como chumbo!



domingo, 19 de maio de 2024

Só em Portugal, um burro é doutor; e um estúpido pode ser professor


“O padre G. Amorth, falecido em 2016, exorcista na Diocese de Roma e fundador da Associação Internacional de Exorcistas, que fez milhares de exorcismos, chegou a dizer que ele andava à solta no Vaticano e denunciou seitas satânicas instaladas na Cúria e servidas por membros da Igreja, incluindo “monsenhores e até cardeais”. Ele lá saberia do que estava a falar!...”

O Anselmo Borges e o Diabo

O Anselmo Borges critica aqui a máfia alfazema que prolifera na cúria do Vaticano — a mesma máfia alfazema sodomita que ele, e o papa-açorda, apoiam como sendo “revolucionária”.

A ambiguidade do papa-açorda e dos seus acólitos é gritante — é característica do próprio Demo: por um lado, criticam os sodomitas da cúria romana; mas, por outro lado, apoiam o direito “revolucionário” à sodomia.

O Anselmo Borges é muito fraco, intelectualmente. Não sei como foi possível alcandorá-lo à cátedra. Só em Portugal, um burro é doutor, e um estúpido pode ser professor.

domingo, 12 de maio de 2024

O Anselmo Borges e a doença cultural do inclusivismo radical


A palavra “inclusivismo” não existe no dicionário; mas deveria existir, por oposição ao substantivo “exclusivismo”, que existe no mesmo dicionário.

“Inclusivismo” pode ser definido como “qualidade daquilo que é inclusivo”; “espírito de inclusão”; “prática que inclui ou pretende incluir outros”.


Assim como o exclusivismo radical conduz ao choque entre seres humanos e entre culturas, o inclusivismo radical — demonstrado aqui pelo Anselmo Borges — conduz a idênticas consequências. Por exemplo: o Bem e a Beleza, que normalmente se complementam e/ou se harmonizam, excluem-se mutuamente se o Bem serve de pretexto para a inveja, e a Beleza serve de pretexto para a luxúria.

Escreve, o Anselmo Borges :

“Assim, o crente, o agnóstico, o ateu, em vez de se excluírem, devem encontrar-se e enriquecer-se mutuamente num conflito dialógico de razões, e, por paradoxal que pareça, num diálogo sincero e aberto, concluirão que há entre eles muito mais sintonias do que poderiam supor à primeira vista.”

Ora, é objectivamente impossível que um ateu e um católico praticante se encontrem para se “enriquecerem mutuamente num conflito dialógico de razões”: isto só passa pela cabeça de alguém que padece de uma doença cultural contemporânea a que podemos chamar de “inclusivismo radical” que, em parte, advém do sincretismo religioso pós-modernista que acredita que é possível harmonizar (maçonicamente), por exemplo, as mundividências de um mufti maomedano, por um lado, e de um pároco católico, por outro lado.

Por exemplo: um “encontro” entre o matemático e professor universitário católico John Lennox, por um lado, e o zoólogo ateu Richard Dawkins, por outro lado — não teria nunca, jamais, como corolário, “o enriquecimento mútuo em um conflito dialógico de razões”: este encontro teria apenas como vantagem o possível esclarecimento dos espectadores que assistissem a esse “conflito dialógico de razões”.

Uma coisa é a coexistência, pacífica por natureza; outra coisa é o inclusivismo contra-natura.

Esta mania da inclusividade radical é uma forma de expressão cultural de um relativismo doentio, porque pretende tornar sincréticos, e complementares, doutrinas e mundividências que se excluem radicalmente (basta lermos o Alcorão e o Novo Testamento, para vermos a diferença inconciliável); seria como pretendêssemos elaborar um sincretismo doutrinal entre o marxismo, por um lado, e o a escola austríaca de economia, por outro lado: uma impossibilidade objectiva. Mas, para o Anselmo Borges, provavelmente é possível o sincretismo ideológico entre Karl Marx e Ludwig Von Mises.

O que o Anselmo Borges pretende (Vanitas vanitatum et omnia Vanitas), com este inclusivismo radical, é que o vejam como um “Padre modernaço”, progressista, arejado, avesso a velharias e ao ranço da cultura antropológica, um homem de vistas largas que ambiciona que o povo o repudie e que a imprensa o elogie, liberal na mundividência — Fernando Pessoa escreveu: “para se ser liberal é preciso ser-se inimigo do povo, não ter contacto nenhum com a alma popular, nem a noção das noções instintivas que lhe são naturais e queridas” (“Do Sufrágio Político e da Opinião Pública”).

sábado, 13 de abril de 2024

O Anselmo Borges e a Isabel Moreira estão de acordo


Quedei-me a ler este texto do Anselmo Borges, que é uma ode aos cuidados de saúde — depois de ter lido estoutro, em que o CEO (Luc Van Gorp) de uma empresa (de raiz cristã) de seguros de saúde belga (Mutualité Chrétienne) defende a ideia segundo a qual as pessoas que estão cansadas de viver deveriam ser eutanasiadas.

Porém, tanto no caso do Anselmo Borges e no da empresa cristã de seguros belga, o aborto livre é um elefante no meio da sala.


 

Na Bélgica como no resto da Europa, a população com mais de 80 anos de idade duplicará até ao ano de 2050. A pressão financeira em torno dos cuidados de saúde, medicação e lares de idosos aumentará brutalmente.

Mais dinheiro investido em cuidados de saúde não é a solução — diz Van Gorp:

“Independentemente do montante investido em cuidados de saúde, ainda assim esse investimento não será nunca suficiente”.

Portanto, a ideia progressista (advogada também pelos defensores da eutanásia, como por exemplo a progressista Isabel Moreira) é a de criar tantas dificuldades à vida das pessoas que têm problemas de saúde que elas desejem morrer eutanasiadas.

Ou seja, não se trata apenas da eutanásia para doentes terminais ou pessoas que sofrem dores insuportáveis: qualquer doente crónico terá problemas de tratamento tais e suficientes para pedir a eutanásia.

A eutanásia transforma-se, assim, num dever social. E através do estatuto de dever social, torna-se em um imperativo ético.

Esta é a agenda utilitarista da eutanásia liderada em Portugal por Isabel Moreira, IL [Iniciativa Liberal], partido LIVRE e Bloco de Esquerda.

O leitor perguntará: ¿o que é que o belga Van Gorp tem a ver com o ex-padre Anselmo Borges?
Resposta: ambos defendem a legitimidade do aborto, embora ambos se digam “cristãos”.



O aborto está no centro do problema demográfico português e europeu. Para que as mulheres portuguesas possam abortar à vontadinha, (por exemplo) a marxista Isabel Moreira defende a imigração à vontadinha — como se imigração livre fosse a solução demográfica para o aborto livre.

Em vez de o Estado apoiar inequivocamente as famílias numerosas portuguesas, prefere apoiar equivocamente as famílias de imigrantes que, em uma segunda geração, seguirão a cultura vigente do aborto livre; portanto, o problema perpetua-se, a inversão da pirâmide social não se resolve com a imigração.

A Isabel Moreira apenas empurra o problema com a barriga. E o povo português é que paga os desmandos de uma elite política composta maioritariamente por filhos-de-puta.

segunda-feira, 18 de março de 2024

O conceito pós-modernista e bergogliano de “respeito” do Anselmo Borges


Posso estar de acordo com quase tudo o que o Anselmo Borges escreveu aqui (ver ficheiro PDF), com uma excepção: o respeito pelo outro não é “incondicional”, como ele alude. Antes de mais, vamos falar sobre o que significa “respeito pelo outro”, para que não haja mal-entendidos.

S. Tomás de Aquino escreveu que “não devemos respeitar quem não merece respeito”. E, que eu saiba, S. Tomás de Aquino não era menos santo do que o Anselmo Borges.

S. Tomás de Aquino referia-se ao “comportamento do outro” (juízo moral, racionalmente fundamentado), e não ao “desrespeito em relação ao outro enquanto ser humano” (respeito ontológico). Anselmo Borges mete estes dois conceitos no mesmo saco — como é característica do Pós-modernismo.

Uma coisa é o respeito pelo outro enquanto ser humano (respeito ontológico); outra coisa, bem diferente, é o “respeito” que sanciona, ou tolera, ou até aceita, qualquer tipo de comportamento em nome de um putativo “respeito pelo outro”. É neste segundo sentido que se insere o conceito de “respeito” adoptado pelo papa Chico e seus acólitos (como é o caso do Anselmo Borges), na linha ideológica do Pós-modernismo.

Porém, o este segundo conceito de “respeito pelo outro” é ambíguo — como em quase tudo o que prevalece na Igreja Católica do papa Chico: a ambiguidade é chave-mestra da mundividência bergogliana (pós-modernista) —, porque só se aplica em alguns casos politicamente motivados.



É claro que Anselmo Borges invoca Kant para fundamentar o conceito pós-modernista de “respeito”; mas esqueceu-se do conceito kantiano de “autonomia” (que é também da razão prática). A ambiguidade bergogliana pós-modernista (que caracteriza o Anselmo Borges) faz com que se escondam os conceitos que não interessam ou que incomodam a narrativa politicamente correcta, mesmo sendo da mesma fonte autoral.

O conceito de “autonomia”, de Kant, dá razão a S. Tomás de Aquino: a “autonomia”, segundo Kant, pode definir-se 1/ como liberdade no sentido negativo, isto é, como independência do cidadão em relação a qualquer coacção exterior (ou seja, o cidadão, enquanto indivíduo), 2/ mas também no sentido positivo, como legislação da própria Razão pura prática (o cidadão, enquanto legislador).

Ou seja, para Kant, a autonomia consiste em ser simultaneamente “cidadão e legislador”: a vontade do Bem é ela própria uma criação livre.

A radicalização do princípio da “autonomia” de Kant, que ocorre na contemporaneidade pós-modernista (e, por maioria de razão, na Igreja Católica bergogliana defendida pelo Anselmo Borges), consiste grosso modo em adoptar a liberdade em sentido negativo (o “cidadão”) e excluir o sentido positivo da função da Razão no papel do “legislador”, transformando a autonomia em subjectivismo puro e não passível de universalidade, levando à atomização da sociedade.

É isto que a actual Igreja Católica do Bergoglio defende.

domingo, 24 de dezembro de 2023

Padre Anselmo Borges : f*der é tão sagrado como ir à missa (a soteriologia da f*da)


Não se coíba, o leitor, de abraçar a modernidade na Igreja Católica: em vez de ir à missa, dê uma f*da, e será salvo — diz-nos o Padre Anselmo Borges, insigne teólogo da Igreja Católica do papa Chico. anselmo bolges foder sagrado web


¿Você está no remanso daqueles Domingos domingueiros, em que não lhe apetece sair do ripanço mandrião do sétimo dia para ir à missa? O Padre Anselmo Borges dá-lhe a solução: dê uma f*da!, de preferência, uma f*da guei. Não se preocupe, caro leitor, em tomar a hóstia da Eucaristia; tome no cu, em vez disso: vai dar no mesmo. Fica purificado e salvo.

O epítome da tese do Padre Anselmo Borges — na esteira das ideias revolucionárias e modernas do papa Chico — é a eventual orgia gay durante a própria missa: os participantes em tal suruba teriam a salvação garantida, em nome do pai, do filho e do espírito santo. Onde houver uma orgia guei, aí estará o nosso senhor — Anselmo dixit.

No que diz respeito à bênção dos gueis, concordo com o ilustríssimo Padre: ¿quem não se lembra, por essas aldeias de Portugal, da bênção dos animais no fim da missa?

O povo levava os animais (burros, cavalos, mulas, etc.) à missa, e no fim da Eucaristia, as alimárias eram benzidas pelo sacerdote. E se os animais podem ser benzidos pela Igreja Católica, por maioria de razão e similitude, os gueis também podem ser benzidos. Portanto, não há nada de novo aqui.

O que há de novo é a ideia bergogliana, segundo a qual, f*der é sagrado. Nunca tal me tinha ocorrido. É a soteriologia da f*da!

Por amor de deus! Esqueçam as Escrituras!: dêem uma queca!

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sábado, 7 de outubro de 2023

A revolução da confusão na Igreja Católica, segundo o Anselmo Borges


Neste texto, na primeira parte o Anselmo Borges defende uma coisa; e na segunda parte defende o oposto da primeira parte. Aliás, a contradição é propositada, faz parte da estratégia da Estimulação Contraditória com que ele desnorteia e confunde os leitores.


Anselmo Borges e os acólitos do Bergoglio defendem indubitavelmente a censura dos textos bíblicos. São os acólitos do Grande Acusador; do Grande Censor.

Defendem a ideia de que muitas partes da Bíblia devem ser proibidas, escondidas. Defendem a ideia de que os textos bíblicos valem nada, e que podem ser perfeitamente substituídos pela doxa do Zeitgeist — pela opinião do cidadão incauto e/ou iletrado que se diz arbitrariamente “católico”.

É, de facto, disto que trata o chamado “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio. O principal foco do Anselmo Borges e dos acólitos do grande Acusador Bergoglio é o "casamento" gay na Igreja Católica.

Eles querem celebrar o "casamento" gay no seio da Igreja Católica, em plena missa dominical, perante o povo atónito e confuso; e depois dizem que o “Sínodo sobre a sinodalidade deriva da vontade do povo católico”: atribuem ao povo a vontade é que é exclusivamente de uma pequeníssima minoria dentro da Igreja Católica.

A nova Igreja Católica, a do Anselmo Borges e do Acusador Bergoglio, absolve os pecados em vez de absolver os pecadores.

Nos episódios da mulher adúltera e da samaritana, narrados no Novo Testamento, fica claro que Jesus Cristo absolve os pecadores, mas não absolve os pecados — o que, aliás, vem na tradição do Antigo Testamento, por exemplo, em Êxodo 34, 6-7:

«O Senhor passou em frente dele [de Moisés] e exclamou: “Senhor! Senhor! Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e de fidelidade, que mantém a sua graça até à milésima geração — que perdoa a iniquidade, a rebeldia e o pecado mas não declara inocente o culpado e pune o crime dos pais nos filhos, e nos filhos dos seus filhos até à terceira e à quarta geração”.»

O Anselmo Borges e o Acusador Bergoglio pretendem declarar inocentes os culpados.

O que o Anselmo Borges — na sua qualidade de acólito do Acusador Bergoglio — defende é uma nova religião que não tem nada a ver como catolicismo original: uma nova religião que declare o culpado como sendo inocente, e os inocentes como sendo culpados. É a inversão revolucionária da moral.

É esta a revolução da Igreja Católica preconizada pelo Anselmo Borges, que ele julga ser irreversível após a emissão de um mero “documento final” do “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio.

Pobre criatura... merece-nos dó.

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quinta-feira, 13 de julho de 2023

O Anselmo Borges e a teologia radical


“Para aligeirar o barco cristão que naufraga nas águas modernistas, a teologia liberal desfez-se da divindade de Cristo, e a teologia radical desfaz-se hoje da existência de Deus.”

(Nicolás Gómez Dávila)


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segunda-feira, 26 de junho de 2023

domingo, 11 de junho de 2023

O Anselmo Borges no seu melhor

Uma das razões por que a Teoria da Relatividade é criticada por alguns membros da comunidade “científica” é porque a dita teoria afirma (à partida, como condição) o valor absoluto das leis da natureza; ou seja, o absoluto é a condição da relatividade da teoria.

Mas o Anselmo Borges diz que não: que o relativo existe, mas que o absoluto não existe. Estamos em presença de um génio com pés de barro idolatrado pela elite medíocre portuguesa.

“Afinal, não há padrões absolutos de beleza: ser bonito é relativo.”Anselmo Borges


novo calvin klein web

Nem ironicamente se pode afirmar uma coisa destas — porque não é verdade. Ademais, o texto da avantesma é auto-contraditório: por um lado, começa por dizer que o absoluto é parte do relativo; e por outro lado, critica o relativismo da cultura antropológica contemporânea.

O relativismo é a crença que sustém a ideia de que o “absoluto” não existe ― assim como nada existe que seja permanente, seja a nível da realidade (objectividade) como a nível da mente (subjectividade). O relativismo implica a ausência da “verdade” quando defende que “a verdade é relativa” (penso que a involução do Anselmo Borges ainda não chegou aqui).

“Pluralismo” é relativismo [no sentido de “tudo é relativo”, “a verdade não existe”, etc.]; e pluralismo não é necessariamente “individualismo” [valoração do indivíduo enquanto tal].

“O relativismo é um dos muitos crimes dos intelectuais. É uma traição à razão e à humanidade”. 
Karl Popper


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sábado, 3 de junho de 2023

Os três inimigos do ser humano são: o Diabo, o Estado e a Técnica (por esta ordem)


“O diabo não existe, os exorcismos não fazem sentido.”

Anselmo Borges, “sacerdote” e “teólogo” da Igreja Católica




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“Os três inimigos do Homem são: o Diabo, o Estado e a Técnica.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges fala oficiosamente em nome da Igreja Católica, torna-se perigoso; e esta perigosidade aumenta quando não há ninguém na Igreja Católica portuguesa que o enfrente ou contrarie. Aliás, a Igreja Católica portuguesa e a sua actual liderança são uma vergonha!

Quando vemos um dito “Padre católico” e “teólogo” a anunciar publicamente, com pompa e circunstância e perante o silêncio da hierarquia, que “o diabo não existe”, os católicos deveriam ficar preocupados. O Anselmo Borges é como que um canário em uma mina de carvão: um prenúncio de morte.

Em boa verdade, o Borges acaba por ter alguma razão, porque até o diabo se esquiva, aborrecido, dos lugares onde o Cristianismo se extingue: ou, em contraponto, o diabo triunfa totalmente onde não deixa vestígios, como acontece no mundo do Anselmo Borges.

O maior erro modernista não é o anunciar que Deus morreu; em vez disso, é crer no anúncio de que o diabo está morto. O primeiro anúncio é de Nietzsche; o segundo é de Karl Marx.

O poder prometaico do Anselmo Borges (e quejandos) não lhes permite competir com Deus, mas é suficiente para substituírem o diabo — porque, se se trata apenas de organizar um paraíso terrestre de tipo marxista, os padres são supérfluos: o diabo é o suficiente.

Por isso, faço um apelo ao bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente: acabe-se, de uma vez, com a Igreja Católica portuguesa! Acabe-se com esta palhaçada!

sábado, 28 de janeiro de 2023

O campanário da Igreja Católica do Anselmo Borges


Antes do Concílio do Vaticano II, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, a Igreja Católica do papa Bergoglio absolve os pecados.


papa bergoglio absolve os pecados web


Contra a Igreja triunfante e a Igreja militante de antes do Concílio do Vaticano II, o novo clero da Igreja Católica do papa Bergoglio incorpora-se na Igreja claudicante, plenamente justificada pelo Anselmo Borges: sobre o campanário da igreja actual, em vez de uma cruz, o Anselmo Borges coloca um cata-vento.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

A estupidez do Frei Bento Domingues


Quando eu era rapazote, ouvi uma “anedota” de um ateu que rezava assim:

“Um indivíduo andava na rua de dedo em riste, perfurando o ar. Quando lhe perguntaram por que razão andava ele de dedo em riste, respondeu: — '¿Então não dizem que Deus está em todo o lado? Estou a tentar meter-lhe o dedo no cu.'”

Achei esta “anedota” de muito mau gosto. De modo semelhante, o Frei Bento Domingues produz uma série de chistes de muito mau gosto, por exemplo:

Os seres humanos são biologicamente iguais. É um dado da natureza. Mas tornar-se irmão é outra coisa, mesmo para os que são filhos dos mesmos pais”.

fbd-2-webÉ absolutamente falso que os seres humanos sejam “biologicamente iguais”. Podem ser equivalentes: mas “ser equivalente” não é o mesmo que “ser igual”. Só um ignorante ou um psicótico pode afirmar uma coisa dessas. E mais: o Frei Bento Domingues, na sua provecta idade, deveria saber que um indivíduo (ou uma pessoa) está (ontologicamente) mais próximo de Deus do que de outro indivíduo.

Outra frase do frade:

“Quando escuto a expressão “povo de Deus”, pergunto: se apenas esses são povo de Deus, de quem são os outros povos?”

Em primeiro lugar, a expressão “povo de Deus” não é necessariamente (nem geograficamente) exclusiva. Em segundo lugar, o frade parte do princípio de que as culturas antropológicas (que determinam as respectivas religiões, ou vice-versa) são todas iguais: por exemplo, para o frade, a cultura alemã que criou Bach e Mozart é igual à cultura dos (então) canibais da Papua. Esta obsessão pela igualdade (e pelo nivelamento por baixo) cria autênticos estúpidos do calibre do Frei Bento Domingues. “A igualdade é a condição psicológica prévia de decapitações científicas e frias” (Nicolás Gómez Dávila).

Face à Igreja triunfante e militante de antes do Concílio do Vaticano II, o novo clero católico conciliar incorpora-se na nova Igreja claudicante. O clero claudicante do após Concílio do Vaticano II substituiu a cruz dos campanários, dos templos católicos, por cata-ventos; e a angústia deste novo clero face à pobreza de multidões, obscureceu a sua consciência de Deus.

O Frei Bento Domingues faz parte da plêiade de estúpidos (que inclui o Anselmo Borges) que, desde a década de 1960, atacam ferozmente a Igreja Católica; e são os mesmos estúpidos que agora pretendem reformá-la.

sábado, 18 de junho de 2022

É tempo de os católicos compreenderem que o Anselmo Borges não representa o catolicismo


Em uma semana em que se celebrou o dia de Corpo de Deus, e em que o Cardeal Patriarca de Lisboa se manifestou publica- e veementemente contra a eutanásia — a coluna semanal do Anselmo Borges no Diário de Notícias aborda uma hipotética demissão do papa Chico.

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sábado, 28 de maio de 2022

O Anselmo Borges é isto


Quando escreve sobre o perdão (o acto de perdoar), o Anselmo Borges (que foi, ou ainda é, sacerdote da Igreja Católica) em vez de se referir à tradição católica, utiliza conceitos de Derrida, Kierkegaard, e “filósofos” da Nova Teologia.

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O padreco poderia referir-se, por exemplo, a Romanos 12:19: “'É a Mim que compete punir, Eu é que hei-de retribuir' — diz o Senhor”. Ou Romanos 12:14: “Bendizei os que vos perseguem; bendizei, não amaldiçoeis”. Ou nos Actos dos Apóstolos 7:60, em que Sto. Estêvão, sendo apedrejado até à morte, “bradou com voz forte: 'Senhor, não lhes atribuas este pecado'”. Ou poderia referir-se a Santa Maria Goretti, assassinada em 1902 e que, antes de morrer, perdoou ao assassino.

Ou poderia referir-se a Mateus 18:23,35. Ou poderia referir-se a Sto. Filipe Néri; ou a Santo Agostinho nas suas “Confissões”. Ou a S. João da Cruz; ou ao Bispo de Genebra, S. Francisco de Sales, que intercedeu (na Justiça) por quem o quis matar, comutando-lhe a pena. Ou S. Francisco de Paula; Ou Santa Teresa de Ávila; ou centenas de outros exemplos da Igreja Católica.

Em vez das centenas de exemplos católicos, o Anselmo vai buscar o gnóstico, desconstrucionista e marxista Derrida; e Kierkegaard, considerado herético pela ortodoxia católica. Posso perdoar, ao Anselmo Borges, aquilo que ele faz; mas nunca lhe perdoarei aquilo que ele é.

sábado, 12 de fevereiro de 2022

A treta existencialista do padreco abortista Anselmo Borges


“A autoridade do sofrimento dos humilhados, dos destroçados, de todos aqueles e aquelas a quem foi negada qualquer possibilidade é ineliminável. Trata-se de uma autoridade que nada nem ninguém pode apagar, a não ser que o sofrimento não passe de uma função ou preço a pagar para o triunfo de uma totalidade impessoal.”

→ “Deus e os vencidos” (ou “O Bacorejar do Padreco Anselmo Borges”)

Foi este mesmo padreco satânico que defendeu a legitimidade do aborto (ler aqui, ou aqui em PDF). Um Padre que defendeu a legalização do aborto, vem agora falar no “sofrimento dos humilhados, dos destroçados, e todos aqueles e aquelas a quem foi negada qualquer possibilidade é ineliminável” — mas ele não se refere aos nascituros: grande desfaçatez, o bacorejar de um grande porco!

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terça-feira, 30 de novembro de 2021

O livro do Anselmo Borges

Reparem bem no argumentário do Anselmo Borges no panegírico do papa Bergoglio, e na crítica à Igreja Católica tradicional:

“Mas é necessário reconhecer que Francisco tem alguns poderosos adversários, que se lhe opõem por causa de nomear mulheres para lugares das decisões no topo da Igreja, de abrir a possibilidade da comunhão para os recasados, da aceitação dos homossexuais... Há quem continue a insistir na Missa em latim e de costas para o povo...

Aqui chegados, permita que lhe diga que, perante a gravíssima crise da igreja - os números de abandono da Igreja e da fé, concretamente na Europa, são dramáticos -, é urgente uma reforma funda, diria mesmo uma revolução, para voltar ao início, à Igreja dos começos”.

A crise da Igreja Católica não foi provocada pela ciência, ou pela História, mas sim pelos me®dia.

É claro que este tipo de argumentos é apoiado pelos me®dia que são, na sua essência, laicistas, materialistas e mesmo anti-religiosos. A crise da Igreja Católica não foi provocada pela ciência, ou pela História, mas sim pelos me®dia. O progressismo católico (do Anselmo Borges, por exemplo, ou do papa Bergoglio) é produto do empenho de adaptar as doutrinas cristãs às opiniões patrocinadas pelas agências de notícias internacionalistas, e às agências de publicidade controladas pela plutocracia globalista.

domingo, 5 de setembro de 2021

O Anselmo Borges, o Queiruga, e a galinha que nasceu primeiro que o ovo

1/ A propósito deste texto (ler em PDF) do “padre” Anselmo Borges: discordo totalmente do seu ponto 2., por exemplo.

“Assim, como escreve A. Torres Queiruga, na estrutura íntima do processo religioso "não se interpreta o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu, mas é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo comum"”

Ou seja, o Anselmo (e o Queiruga) têm a certeza de que “quem nasceu primeiro foi a galinha, e não o ovo”.


Depois, o Anselmo implica (ou defende) a absolutização da subjectividade no processo de interpretação do mundo: se vês o mundo de uma forma ou de outra, deve-se exclusivamente à interpretação que fazes dele, e que pode ser diferente da interpretação do teu vizinho.

(pergunto-me muitas vezes como é que este indivíduo é professor universitário de filosofia)

Há limites para o Construtivismo (a construção do mundo por nós, enquanto indivíduos); e o principais limites são o da intersubjectividade, por um lado, e o pensamento lógico, por outro lado.

Ou seja, a “realidade para nós” (a realidade construída por nós, indivíduos) tem os limites impostos pela intersubjectividade (ou, mutatis mutandis, “objectividade”) e pelos axiomas da lógica (que não são físicos). A “realidade para nós” (a subjectividade) não é (metaforicamente) uma auto-estrada sem limite de velocidade — a não ser no mundo louco dos esquerdistas (e gnósticos) como o do Anselmo Borges.

Cada indivíduo vive a sua vida a partir de uma determinada cosmovisão que nunca é resultado de uma reflexão racional.

Através da citação supra, o Anselmo Borges (e o Queiruga) eliminam o conceito de “interpretação pré-racional” — que é aquela que existe antes de o indivíduo pensar/reflectir que “a interpretação racional que tem do mundo, é a melhor”.

A “interpretação pré-racional” é uma hipótese de fundo não-reflectida (não racionalizada) sobre o sentido da vida e sobre o valor das coisas: cada indivíduo vive a partir de uma determinada cosmovisão que nunca é resultado de uma reflexão racional.

Se alguém vive a sua vida segundo a ideia de que a vida não obedece a nenhum valor superior, ou quando alguém goza a vida sem quaisquer limitações físicas e/ou éticas, ou assume que a vida não tem qualquer sentido, ou de que tudo depende do ponto de vista que se assume — então esse alguém também já fez uma interpretação pré-racional da existência.

Neste sentido, é mais verdadeiro que se diga que “interpretamos o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu”, do que dizer que “é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo”.

Ou seja, é mais verdadeiro (baseados na experiência) defender o oposto do que é defendido pelo Anselmo Borges.


2/ Estou parcialmente de acordo com o ponto 1. do texto do dito “padre”: a Igreja Católica deveria abster-se, dentro do possível, de citar as cartas deuteropaulinas — como é o caso da Carta de S. Paulo aos Efésios.

As chamadas epístolas “deuteropaulinasnão foram escritas por S. Paulo, a ver:

Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito.

As que não fazem parte desta lista foram mesmo escritas por S. Paulo. Porém, mesmo nas que se demonstrou terem sido escritas por S. Paulo, existem as chamadas “interpolações”, como por exemplo em 1 COR 14, 34-35 — ou seja, esta passagem de Coríntios 1 não é de S. Paulo.

As “interpolações” têm origem em notas marginais que os monges escribas, mais tarde e já na Alta Idade Média, incorporaram no próprio texto, inserindo-as em alguns casos em um determinado lugar, e noutros casos, noutro lugar.

sábado, 2 de maio de 2020

A filha-da-putice infinita do Anselmo Borges

O Anselmo Borges é patético; por vezes, sinto pena dele.

mozambique-risco-de-fome

fome-mozambique-webPor exemplo, quando ele se refere ao Bispo de Nampula que alegadamente defendeu “a dignidade dos africanos”, mas cuja defesa contribuiu para a maior mortandade em Moçambique de que houve qualquer memória histórica — morreu mais gente (muitas dezenas milhar de crianças morreram de fome em Moçambique) de morte violenta e de fome, nos dez anos que se seguiram à independência de Moçambique, do que em 500 anos de colonização portuguesa.

Morreu mais gente de morte violenta e de fome, nos dez anos que se seguiram à independência de Moçambique, do que em 500 anos de colonização portuguesa.

É este um dos problema da utopia: as acções humanas (e políticas) são passíveis de retroactividade — as acções humanas podem conduzir a situações que resultam em uma retroacção da realidade social e política: muitas vezes pretendemos uma coisa, e sai-nos outra coisa, totalmente diferente, e quiçá até, trágica.

Que o Bispo de Nampula não pudesse adivinhar o futuro, e que fosse bem-intencionado nas alianças políticas que fez naquela época —, é compreensível. Ninguém é perfeito.

Mas que uma besta negra venha agora (hoje, depois de se conhecer muito bem as consequências do desenvolvimento histórico das acções “progressistas” do marxismo em Moçambique) tecer loas às alianças políticas e ideológicas do Bispo de Nampulacomo se aquela tragédia humana gigantesca não tivesse acontecido — , é de uma filha-da-putice infinita.

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