“O diabo não existe, os exorcismos não fazem sentido.”
→ Anselmo Borges, “sacerdote” e “teólogo” da Igreja Católica
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“Os três inimigos do Homem são: o Diabo, o Estado e a Técnica.”→ Nicolás Gómez Dávila
Quando o Anselmo Borges fala oficiosamente em nome da Igreja Católica, torna-se perigoso; e esta perigosidade aumenta quando não há ninguém na Igreja Católica portuguesa que o enfrente ou contrarie. Aliás, a Igreja Católica portuguesa e a sua actual liderança são uma vergonha!
Quando vemos um dito “Padre católico” e “teólogo” a anunciar publicamente, com pompa e circunstância e perante o silêncio da hierarquia, que “o diabo não existe”, os católicos deveriam ficar preocupados. O Anselmo Borges é como que um canário em uma mina de carvão: um prenúncio de morte.
Em boa verdade, o Borges acaba por ter alguma razão, porque até o diabo se esquiva, aborrecido, dos lugares onde o Cristianismo se extingue: ou, em contraponto, o diabo triunfa totalmente onde não deixa vestígios, como acontece no mundo do Anselmo Borges.
O maior erro modernista não é o anunciar que Deus morreu; em vez disso, é crer no anúncio de que o diabo está morto. O primeiro anúncio é de Nietzsche; o segundo é de Karl Marx.
O poder prometaico do Anselmo Borges (e quejandos) não lhes permite competir com Deus, mas é suficiente para substituírem o diabo — porque, se se trata apenas de organizar um paraíso terrestre de tipo marxista, os padres são supérfluos: o diabo é o suficiente.
Por isso, faço um apelo ao bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente: acabe-se, de uma vez, com a Igreja Católica portuguesa! Acabe-se com esta palhaçada!