quinta-feira, 13 de abril de 2023
domingo, 5 de março de 2023
O Pacheco Pereira é muito perigoso
Quando todos vimos a Ana Catarina Mendes, em vídeo, a dizer (mutatis mutandis) que “Portugal tem que estar aberto aos imigrantes de todo o mundo”, não vimos um qualquer tipo de comentário do Pacheco. Quem cala consente. O Pacheco está integrado na agenda política do governo e do partido do Porco da Índia.
¿O Porco da Índia decreta a revogação da propriedade privada? O Pacheco cala-se, porque consente.
Não vimos, até agora, um só escrito do Pacheco a criticar qualquer aspecto da governação do Monhé das Cobras. Nenhum! Em relação a este governo radical (que expropria a propriedade privada dos cidadãos), o silêncio do Pacheco é total e cúmplice.
E agora, o Pacheco vem comparar as manifs que se preparam contra o bandido #LulaLadrão, por um lado, com a “insurreição”1 de seis de Janeiro de 2021 em Washington, por outro lado — vejam o trabalho a que se dá o referido maltrapilho moral para diabolizar a sua (dele) oposição: o malandro até defende ladrões!
A culpa não é só daquela cavalgadura: é sobretudo dos herdeiros de Belmiro de Azevedo, que são os proprietários do jornal Púbico. A seu tempo faremos contas. O povo não esquece.
Nota
1. Uma “insurreição” cujos “insurrectos” não estavam armados, em que a própria polícia presente no Capitólio convidou os manifestantes a entrar no edifício, e em que os “insurrectos” estiveram apenas um par de horas. É isto que aquela grande besta chama de “insurreição”.
quinta-feira, 19 de maio de 2022
As putas do jornal Público são vesgas
Uma das características do jornal Púbico são as suas putas que campeiam em busca de clientela acéfala e acrítica (à boa maneira socialista).
Mas o putedo do Púbico só vê com os antolhos que lhe são colocados pelos respectivos chulos: quando os factos contradizem a narrativa de alcova que as guindam ao estatuto de “jornalistas”, a putaria faz de conta que a realidade não existe.
sábado, 19 de março de 2022
Mais uma “posta” da Carmo Afonso no jornal Púbico
Já muita tinta se gastou acerca das escrevinhações no jornal Púbico de um outro estafermo causídico, que dá pelo nome de Carmo Afonso. Neste texto (ler em PDF) acerca da invasão russa da Ucrânia, o estafermo causídico incorre em diversas falácias, a começar pela
1/ falácia do NIN, ou a tipologia da “esquerda pré-diluviana”:
“Neste caso da invasão [da Ucrânia pela Rússia], não é que gostem do Putin, esse “capitalista”, como grazinou o Avô Jerónimo, mas o Putin é russo, era do KGB e da URSS, e o Sol do Mundo era lá para os lados de Estalinegrado, foi naquelas longitudes que eles foram formatados a esperar o “Homem Novo”, enfim, faz parte do seu sistema operativo.”
2/ depois, o referido estafermo “intelectual” invoca, como argumento, um maniqueísmo inexistente (uma falsa dicotomia) — porque o que está em causa com a reacção negativa à invasão russa não é, fundamentalmente, uma putativa luta moral do bem contra o mal, mas antes é o respeito (ou desrespeito) pelo Direito Internacional que está em causa.
3/ uma advogada que parece ter dificuldade em compreender a perigosidade da violação gritante do Direito Internacional, só pode ser indigente cognitiva.
4/ o argumento Tu Quoque: o estafermo diz, de uma forma implícita e subjacente, que a invasão da Ucrânia por parte da Rússia pode ter sido justificada (por exemplo) pela invasão do Iraque pelas potencias ocidentais. Ou seja, para aquela trampa com olhos, um mal pode justificar outro mal.
5/ finalmente, o argumento dos “nazis da Ucrânia” (que é, de facto, um dos “argumentos” de Putin para invadir a Ucrânia) — um país com um presidente da república judeu.
Trata-se de uma falácia da generalização (e simultaneamente uma falácia da composição): basta que exista um só neonazi na tropa ucraniana, para que (segundo aquela avantesma) todos os membros das Forças Armadas se tornarem suspeitos de serem nazis.
A família do falecido Belmiro de Azevedo deveria ter vergonha do papel que desempenha na comunicação social em Portugal.
domingo, 4 de abril de 2021
A desonestidade do jornal Observador
A desonestidade do jornal Observador consegue ser mais grave do que a do jornal Púbico — porque ao jornal Púbico já toda a gente lhe viu o cu, ao passo que o jornal Observador exibe uma aura de isenção jornalística que, de facto, não tem.
No caso concreto, refiro-me a uma “notícia” do Observador assinada por um tal Rui Pedro Antunes. A forma como a “notícia” é apresentada é perfidamente insidiosa:
“Obama e Trump em lados diferentes de guerra política que se joga através do basebol”
O referido jornaleiro criou aqui uma falsa dicotomia, uma vez que Donald Trump defende o status quo (no basebol) que a maioria do povo americano defende também — ou seja, é defensor da situação (no basebol) que existia antes de a Esquerda americana (Obama e seus muchachos) desatar a proibir jogos de basebol por motivos políticos.
Para além desta falsa dicotomia, o referido jornaleiro incorre em uma mentira, sem vergonha:
“Liga de Basebol decidiu retirar o jogo das estrelas de Atlanta depois de estado aprovar lei que cria obstáculos à participação eleitoral.”
Presumo que o jornaleiro Rui Pedro Antunes é contra a apresentação de um documento de identificação para se poder votar nas eleições portuguesas — a não ser que (segundo o referido jornaleiro) as regras eleitorais vigentes em Portugal não se devam aplicar aos Estados Unidos.
Aquilo a que o jornaleiro chama de “obstáculos à participação eleitoral” é uma nova lei no Estado da Geórgia que exige que os eleitores se identifiquem com o Cartão de Cidadão para poderem votar — o que não acontecia até agora.
Esta mentira jornaleira, insidiosa e pérfida — “lei que cria obstáculos à participação eleitoral” — , é de uma filha-da-putice de difícil qualificação, como se a exigência de identificação dos votantes fosse sinónimo de “criação de obstáculos à participação eleitoral”.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
A estupidificação da Esquerda e do jornalismo português (e o Pacheco não tem perdão)
Faz falta ler este artigo no Porta da Loja:
«O jornal Público de hoje, a propósito dos acontecimentos de ontem centrados na vandalização da estátua do Pe António Vieira tem um editorial ( de uma tal Ana Sá Lopes [em baixo, na foto] que tem um filho humorista com cara de alface, de Lisboa certamente) e mais três páginas e ainda uma outra assinada por uma tal Suzana Peralta ( doutorada na Bélgica em Economia e portante sabe-tudo como é apanágio dos economistas).
A temática e o modo como é "tratada" é um pequeno compêndio actual do que se passa na sociedade antifa...»
O problema é o seguinte:
- Se um branco diz (dele próprio) que é racista, então o problema está resolvido, porque ele está simplesmente a reconhecer a sua culpa;
- mas se um branco diz que não é racista, então segue-se que ele é racista porque ele não admite que é racista.
Mas vamos mais longe!:
- se um branco vê a cor da pele, então é racista;
- mas se ele não vê a cor da pele, então está a ignorar o racismo — e por isso esse branco é racista.
Ademais,
- se um branco se concentra na sua própria cultura antropológica, então é “não-inclusivo”; e por isso é racista.
- Porém, se um branco adopta ou participa em culturas alienígenas, então pratica a “apropriação cultural”, e por isso ele é racista.
Em suma: o branco é sempre racista, mesmo que ele não queira ser racista. Aliás, o facto de o branco não querer ser racista revela a expressão máxima possível de racismo.
E claro que depois vem a terreiro o José Pacheco Pereira para nos ensinar a todos que “não existe tal coisa como 'marxismo cultural'”. Eu posso até desculpar a Ana Sá Lopes (perdoem-lhes, porque eles não sabem o que fazem), mas o José Pacheco Pereira não tem perdão.
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Um exemplo concreto da mentira sistémica dos me®dia: “o aumento da temperatura na Antárctida”
Sai a seguinte “notícia” no jornal Púbico : “Antárctida bate recorde de temperatura e ultrapassa pela primeira vez os 18 graus Celsius”:
«A temperatura registada num dos termómetros da estação de investigação argentina Esperanza bateu o recorde anterior de 17,5 graus Celsius, registado em Março de 2015.»
¿O que é que o jornal Púbico não diz? — porque mente sempre e de forma descarada.
1/ A estação de investigação argentina Esperanza (a que se refere o jornal Púbico) fica localizada no chamado “Glaciar Thwaites”.
2/ O Glaciar Thwaites está localizado sobre um vulcão actualmente activo. Como se sabe, os vulcões activos têm influência no aumento da temperatura do ar local.
3/ O “recorde de temperatura” é também causado pelo efeito Föhn; ou seja, é uma situação conjuntural do tempo, e não uma situação do clima. O jornal Público confunde “tempo”, por um lado, e “clima”, por outro lado; e essa confusão é propositada, para enganar o Zé Povinho.
Não acreditem nos me®dia. Não comprem jornais!: levem-nos à falência!.
sábado, 18 de janeiro de 2020
O jornal Púbico e o Grupo SONAE
Este artigo no "Porta Da Loja" denuncia o Totalitarismo de Veludo vigente no consulado de António Costa e de José Pacheco Pereira / Rui Rio.
Eu estou convencido de que mesmo que o jornal Púbico não vendesse 1 único exemplar, a SONAE continuaria a “pagar o pato” / prejuízo da propaganda ideológica esquerdista. Essa é uma das razões por que não frequento os supermercados Continente, e, sempre que possível, evito entrar nos centros comerciais da SONAE.
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
O jornal Púbico é uma anedota (¿aquela pocilga ainda não fechou?!)
“O PÚBLICO continuará a ser o lugar onde todas as opiniões cabem, excepto as que promovam valores atentatórios ao nosso estatuto editorial, sejam o racismo, a xenofobia, a homofobia ou a apologia da violência.”
O anti-racismo fica muito bem ao jornal Púbico, mas nunca vi nesse pasquim uma só notícia sobre o racismo negro na África do Sul e acerca do ostracismo em relação aos brancos neste país (por exemplo, quando existe agora um partido político reservado exclusivamente a negros).
Ou seja, quando se trata de discriminar os brancos, o jornal Púbico é racista.
Em relação à “apologia da violência”: é crime. O incitamento público à violência é punível pelo Código Penal. Portanto, era o que faltava que o jornal Púbico não cumprisse a lei...
Em relação à xenofobia, parece que existe uma xenofobia boa e outra má; a má é a xenofobia portuguesa, porque, por exemplo, as xenofobias moçambicana e/ou sul-africana são silenciadas pelos me®dia, a xenofobia chinesa é tabu me®diático, e ninguém fala da xenofobia japonesa. O que convém ao jornal Púbico é seguir à risca as ordens dos plutocratas globalistas contra qualquer resquício da pátria portuguesa. E, portanto, tudo o que mexe é xenófobo.
Quanto à “homofobia”, até hoje não encontrei uma definição real do conceito. Se ser contra a homofobia é ser homófilo, convém então que todo o corpo redactorial do jornal público venha a terreiro revelar que “saiu do armário”.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico
O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.
Um tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.
O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.
O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:
« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »
Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Os mentirosos do Diário de Notícias
O jornal Púbico e o Diário de Notícias passam a vida a mentir ao povo. São uns mentirosos. Não comprem esses jornais; se possível, vamos levá-los à falência.
Vamos dar um exemplo da mentira institucionalizada do Diário de Notícias: esta foto aqui em baixo foi publicada no Diário de Notícias, com a seguinte descrição:
“Membros da comunidade muçulmana de Londres - entre eles o imã Mohammad Yazdani Raza, presidente da London Fatwa Council (de óculos) - reuniram-se junto ao mercado de Borough com cartazes de apoio às vítimas e a condenar o terrorismo | EPA/ANDY RAIN”.
Agora, o leitor veja este vídeo em baixo, onde se demonstra que aquele grupelho da foto foi reunido à pressa pela jornaleira e agente ideológica da CNN em Inglaterra, Becky Anderson — ou seja, a Manif islâmica não foi espontânea ou organizada por aqueles muçulmanos em Londres, mas antes foi uma encenação organizada por uns jornaleiros iguais aos do Diário de Notícias.
Não comprem o Diário de Notícias. Vamos levá-los à falência.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Os jornaleiros do Público passam a vida a mentir
Há uma jornaleira de merda do jornal Púbico que dá pelo nome de Andrea Cunha Freitas que, como a esmagadora maioria dos jornaleiros portugueses, é mentirosa quando escreve:
“Enquanto se discute sobre quem fica fora e dentro do Acordo de Paris, o mundo aquece, o Árctico derrete e a Antárctida fica um bocadinho mais verde. Não são projecções ou especulações, são constatações que estão em relatórios de cientistas que continuam a medir os efeitos das alterações climáticas no planeta Terra”.
Ou seja, parece que a NASA anda a mentir, e quem tem razão é o Carlos Fiolhais e os coimbrinhas todos juntos.
Segundo dados oficiais da NASA — é de notar que a NASA, quando comparada com o coimbrinha Carlos Fiolhais, é uma merda — “the vast majority area of Greenland has seen surface snow and ice gain over the past 9 months. Moreover, Arctic temperatures for now are below normal.”
A teoria malthusiana do Aquecimento Global Antropogénico é uma estratégia política que pretende justificar a necessidade do globalismo plutocrata (sinificação do planeta) e da abolição de fronteiras e dos Estados soberanos.
Um estudo da NASA de 2015 — NASA que é uma merda quando comparado com o Carlos Fiolhais e portugas quejandos, que são mais intelijumentos que a NASA toda — revelou que a massa de gelo na Antárctida está a aumentar:
“A new NASA study says that an increase in Antarctic snow accumulation that began 10,000 years ago is currently adding enough ice to the continent to outweigh the increased losses from its thinning glaciers.
The research challenges the conclusions of other studies, including the Intergovernmental Panel on Climate Change’s (IPCC) 2013 report, which says that Antarctica is overall losing land ice”.
→ NASA Study: Mass Gains of Antarctic Ice Sheet Greater than Losses
Portanto, ó Andrea Cunha Freitas, em vez de fazeres perder tempo às pessoas, vai apanhar onde apanham as galinhas!
É claro que o clima muda; sempre mudou. Desde que existe uma proto-atmosfera no planeta Terra, o clima mudou sempre. Mas a ideia — por exemplo — do politicamente correcto segundo a qual “os incêndios em Portugal se devem ao Aquecimento Global Antropogénico” só pode vir de gente que, ou é atrasada mental, ou é de uma perversidade infinita. A Andrea é atrasada mental.
Ou seja, a alteração do micro-clima em uma determinada região do globo terrestre não significa necessariamente que exista um Aquecimento Global Antropogénico.
Em 1570, na Holanda, aconteceu uma inundação marítima monstruosa no dia de Todos os Santos (1 de Novembro) com ventos fortes que mataram mais de 20 mil pessoas. Imagine agora, caro leitor, as vidas que se teriam poupado em 1570 se existissem naquele tempo o Acordo de Paris e “taxas de carbono”. ¿Já imaginou? Puta-que-os-pariu!
sábado, 18 de março de 2017
O jornalismo de sacanas
O semanário SOL está cada vez mais parecido com o jornal Público.
O jornal Púbico tem uma tiragem de cerca de 13.000 unidades diárias — o que significa que está tecnicamente falido; quem está a sustentar este jornal de Esquerda é o capitalista Belmiro de Azevedo & Filho. Vemos, com perplexidade, um capitalista a subsidiar a propaganda radical de Esquerda: chegará a hora em que irão “chiar”, mas será tarde. Ainda iremos ver o senhor Paulo Azevedo a fugir para o Brasil.
Uma das características do jornal Púbico é escolha criteriosa de fotografias mal-paridas de determinadas personalidades, em relação a quem a direcção do jornal tem alguma animosidade especial. O semanário SOL está a imitar o jornal Púbico: vemos aqui em baixo a escolha da fotografia que o SOL faz sistematicamente em qualquer notícia de Joana Marques Vidal.
É certo que, em Joana Marques Vidal, a cara não ajuda. Mas a escolha sistemática de determinadas “poses fotográficas”, que não favorecem a personagem, é própria de um jornalismo de sacanas.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Jesus não foi um profeta; Jesus Cristo é o Messias; e não é muçulmano
Uma criatura de Deus, que dá pelo nome de FARANAZ KESHAVJEE, escreveu o seguinte:
“Jesus surge no Alcorão e nos Evangelhos (ditos) Muçulmanos como o Profeta do Amor; o Guia das virtudes cardinais: a Paciência, a Humildade, a Renúncia ao materialismo, o Silêncio. Jesus também aparece como o "obreiro dos milagres"; o "viajante"; o "arrependido"; o "Redentor". Jesus é para os muçulmanos o Selo dos Santos. Jesus, é o grande Sufi. Jesus também é muçulmano!”
Ora, segundo o Alcorão, Jesus é igual a Adão — Jesus é uma criatura adâmica.
“Jesus é, diante de Alá, igual a Adão, que criou do pó.” — Alcorão, III, 59
¿E o que nos dizem os Evangelhos do Cristianismo sobre Jesus Cristo?
“Jesus partiu com seus discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe. No caminho, fez aos discípulos esta pergunta: “Quem dizem os homens que Eu sou?” Eles responderam: “João Baptista; outros, Elias; e outros, que és um dos profetas”. “E vós, quem dizeis que eu sou?” — perguntou-lhes.
Pedro tomou a palavra e disse: “Tu és o Messias”. Ordenou-lhes, então, que não dissessem isto a ninguém.”→ (Marcos, 8, 27 – 30) [Mateus 16, 13 -20; Lucas 9, 18 – 21; João 6, 67-71; Bíblia dos Franciscanos Capuchinhos].
A senhora FARANAZ KESHAVJEE está enganada, ou é mentirosa ( Taqiya ) : Jesus não é um profeta, como dizem eles que foi Maomé: Jesus Cristo é o Messias, e portanto não é igual a Adão (que Deus criou do pó). E não consta que Jesus Cristo fosse pedófilo, ou que defendesse a guerra santa e sanguinária contra os infiéis. Portanto, Jesus não é definitivamente muçulmano.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
A Elisabete Rodrigues e a estória da Ana que já era lésbica quando nasceu
Todos sabemos que uma grande percentagem de adultos homossexuais tiveram algum tipo de trauma em contexto sexual, na infância ou na adolescência. Até o Júlio Machado Vaz pode corroborar isso.
Mulheres que se dizem “lésbicas” decidiram, a nível inconsciente e por razões diversas em cada caso, que ser fêmea é indesejável (porque viram no modelo feminino o “sexo fraco”) ou inseguro (porque sofreram qualquer agressão sexual ou física, e não souberam resolver psicologicamente esse problema).
No lesbianismo, 1/ ou a rapariga não suplantou a fase marcadamente narcísica da adolescência; ou então 2/ a rapariga “aprendeu” a odiar os rapazes devido a qualquer trauma sexual marcante na infância ou na adolescência, ou foi alvo de rejeição sistemática por parte dos rapazes — que tem como consequência a rejeição da identidade feminina.
Não existe um “gene gay”; ninguém “nasce homossexual”. O que podem existir são anomalias cromossómicas, mas a esmagadora maioria dos homossexuais não tem essas anomalias.
Podem existir, na definição da homossexualidade em uma pessoa, influências da epigenética. Mas a epigenética não determina comportamentos necessitantes, nem transforma eventuais tendências comportamentais em uma força insuperável pela vontade do ser humano.
Esta estória da Elisabete Rodrigues conta que “a Ana sempre se sentiu atraída por mulheres” — o que não é possível.
Sabemos por experiência própria (não é preciso consultar o Júlio Machado Vaz) que até as meninas “Marias-Rapaz”, por exemplo, fazem do predomínio relacional sobre os meninos, uma forma de aproximação ao sexo oposto: a mulher “dominadora” em relação ao sexo oposto não é necessariamente nem maioritariamente lésbica.
A conhecida psicoterapeuta Diane Eller-Boyko, que foi lésbica e hoje é casada (com um homem, naturalmente), escreveu o seguinte:
“Our culture especially honors the masculine - strength, dominance, achievement, striving. That creates in many women a neurotic split from their authentic natures. The woman represses the inner hurt and pain, and starts to identify with the masculine. It is out of the unhealed places of the wounded feminine psyche that she becomes aggressive and loud. Many women today are depressed, shut down, and over-functioning.
Lesbianism quite naturally allies itself with feminism. In the lesbian community you hear, ‘You don’t need a man, you can do it on your own.’ Or, ‘What good are men? They only want one thing. Who needs them?’ This, combined with a rebellious attitude toward the idea of receptivity, is part of Lesbianism.
Yet receptivity is the very core of the feminine. Rather than championing a war against men, we must bring back the life-giving spirit of the feminine.”
O que pedimos à Elisabete Rodrigues é que tenha um pouco de juízo; um poucochinho só.
sábado, 2 de julho de 2016
A Europa maçónica está em crise
O jornal Púbico publicou um editorial em que a repetição das eleições na Áustria (devido a fraude eleitoral) é diabolizada. Para o politicamente correcto, a democracia é boa quando ganha a Esquerda; e “populismo” é a palavra usada pela Esquerda (e pela Não-Esquerda) quando a democracia assusta. Tudo se justifica se a Esquerda (ou a Não-Esquerda, que é a “direita” direitinha obediente à Esquerda) ganha as eleições: a fraude eleitoral é boa desde que o politicamente correcto saia vencedor.
Acontece na Europa um fenómeno interessante: no sul, é a Esquerda radical que é crítica da União Europeia; e no norte, é a chamada “extrema-direita” que critica a União Europeia. Por outro lado, existe uma discrepância entre os partidos da “extrema-direita europeus”: em França e na Holanda, a “extrema-direita” apoia Putin; na Polónia e na Hungria, a “extrema-direita” apoia a NATO e os Estados Unidos (não apoiam Obama: apoiam os Estados Unidos).
Temos que denunciar o epíteto de “extrema-direita”.
Se o politicamente correcto radicaliza à esquerda, até o Partido Social Democrata corre o risco de ser incluído na extrema-direita. Qualquer dia, até o Partido Socialista é de extrema-direita. Se a democracia não é possível sem o Estado-Nação, então segue-se que a abolição de fronteiras, que os burocratas maçónicos da União Europeia defendem, é antidemocrática. À medida que a Esquerda radicaliza, o centro político passa a ser “extremista”. Por este andar, qualquer dia o António Costa é da extrema-direita. Ou seja, se existe extremismo político, é o do politicamente correcto a que o jornal Púbico obedece caninamente.
A União Europeia só tem uma saída: adoptar a visão de Charles de Gaulle acerca da Europa, em que este recusava o supra-nacionalismo e tentou sempre reduzir os poderes da burocracia em Bruxelas. De Gaulle defendia uma confederação, e não uma federação como defendem os actuais europeístas. E quando, no Tratado de Nice, a maçonaria fez questão de retirar a matriz cultural cristã do ideário de construção europeia, deu uma machadada decisiva na utopia europeísta.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Bem-hajam os jornaleiros do Público !
Parabéns ao Público!, porque temos que combater os faxistas, nazis, trogloditas, palafitas, capitalistas, nacionalistas, extremistas da direita (porque não há “extremismo de esquerda”: a esquerda é sempre boa, e a direita é sempre má), canibais e outros que tais — em favor do progresso como lei da Natureza, dos santos progressistas e defensores do paraíso na Terra, da beatitude do Estado plenipotenciário, e das vozes dos herdeiros de Estaline que clamam por justiça e de quem o jornal Púbico é um mensageiro privilegiado.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Ser “islamófobo” é uma virtude
O jornal Púbico diz que o novo presidente da Áustria é de “extrema-direita” porque é “islamófobo”. Ou seja, parece que ser progressista e de Esquerda é ser islamófilo. Esta coisa das “fobias” (homofobia, islamofobia, etc.) tem a vantagem de criar as “filias” por contraposição.
- Se ser islamófobo é defender os direitos naturais das mulheres enquanto seres humanos;
- se ser islamófobo é defender os direitos naturais dos homossexuais enquanto seres humanos;
- se ser islamófobo é defender a liberdade de expressão;
- se ser islamófobo é defender o direito à existência das culturas antropológicas dos diferentes povos, e o legado histórico nacional,
então, ser islamófobo é uma virtude. Todos deveríamos ser islamófobos sem que o politicamente correcto e o jornal Púbico nos apodasse de “extrema-direita”.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Os cães tendem a desaparecer em Portugal
Lembro-me da anedota: a inspecção do Estado vai a uma granja no Alentejo e pergunta ao proprietário: “¿Qual é a alimentação que você dá aos seus porcos?” — ao que o alentejano responde: “Eu não dou alimentação nenhuma! Dou cinco Euros a cada um deles, e eles que comam o quiserem!”.
Um dias destes vai acontecer o mesmo com os cães. Ninguém vai querer ter um cão. A polícia pergunta ao cidadão: “¿Como é que você trata o seu cão?”; e o cidadão responde: “Eu não tenho cão! Encontrei esse aí na rua, por acaso!”.
O jornal Público e Liliana Melo
Desde a primeira hora fiz aqui uma crítica feroz ao Estado português na sua acção no caso de Liliana Melo. O jornal Púbico foi um dos me®dia que apoiou o comportamento do Estado neste caso, e agora vem com estas parangonas:
Liliana Melo não foi atacada nos seus direitos por ser negra: há muitas mães brancas em Portugal a quem o Estado tem tratado de uma forma semelhante ao de Liliana Melo.
O princípio da acção do Estado nestes caso é de Esquerda: presume-se que o Estado tem o direito de intervir directamente no seio da família natural, por um lado, e por outro lado obedece-se ao princípio malthusiano e darwinista segundo o qual é preciso acabar com a reprodução laparota.
A mensagem de Esquerda é ambivalente: por um lado, diz que apoia as famílias numerosas com benefícios fiscais; e por outro lado ataca as famílias mais pobres — sejam brancas ou negras — através de um intervencionismo inadmissível na intimidade da família.
Não há nenhum “direito” do Estado que imponha a uma mulher a laqueação de trompas — a não ser na Alemanha nazi, na ex-URSS e em Portugal.
O politicamente correcto é isso mesmo: por um lado, “o corpo é meu e o aborto é um direito”; e por outro lado, “o corpo não é meu e o Estado pode laquear as trompas”. O que é preciso é seguir as directrizes do Pinto Balsemão e dos Bilderbergers , por um lado, e do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, por outro lado, e impor a limitação da reprodução humana.