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sábado, 1 de agosto de 2026

O Observador é um jornal de Esquerda

Ao que se passou nos últimos dias em Ceuta, o jornal Observador chama de “crise migratória”. Por isso (entre outras razões) é que o Observador é de esquerda — uma Esquerda fofinha.

Aquilo a assistimos nos me®dia foi uma invasão não-armada em Ceuta de mais de 50 mil jovens do sexo masculino em menos de 24 horas, promovida pelo governo de Marrocos que assim tira partido do ressentimento da sua população islâmica em relação a uma cultura estrangeira não-islâmica — ressentimento enquanto postura existencial: quando o ressentimento islâmico se torna abstracto e vira-se contra as sociedades europeias de raiz cultural cristã.

O jornal Observador faz parte do processo de transformação da linguagem da política que, através da etiquetagem fictícia dos factos, acredita que é possível mudar a realidade através da mudança das palavras. Assim, torna-se possível descartar as realidades com que convivemos como sendo “ilusões” (ou "fake news"): é a afirmação do poder sobre a realidade através da linguagem.

O Observador, na linha da Nova Esquerda, conjura o triunfo das palavras sobre as coisas e/ou factos.

O conceito de “crise migratória” tem o condão de tentar reduzir a importância política da entrada simultânea de mais de 50 mil homens em idade militar na cidade espanhola de Ceuta, a mando de um regime autoritário islâmico. A novilíngua da Esquerda — que o Observador adoptou — desenvolve a sua própria sintaxe especial no sentido de evitar encontros com a realidade dos factos.

Assim, aquilo que foi claramente uma invasão não-armada, é apodada pelo Observador de “crise migratória” — é o triunfo da ideologia esquerdista vigente sobre a realidade.

Nota: é tempo de Portugal ponderar a organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030 com Marrocos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Quando o aborto legalizado mata, não é notícia nos pasquins


Quando uma mulher morre na sequência de um aborto (legalizado), os neomarxistas e os neoliberais dizem que é um “caso acidental” e/ou um “dano colateral”, por um lado, e, por outro lado, nem sequer é notícia de primeira página.

Quando uma mulher morre, na Polónia, devido à lei que impede o aborto, os neomarxistas e os neoliberais dizem que a morte dela poderia ter sido evitada se o aborto fosse legal, por um lado, e por outro lado, a notícia faz as parangonas dos jornais.

O pasquim Observador é um pasto abundante de neomarxistas e neoliberais. E nenhum jornaleiro do pasquim fala das vinte mil crianças assassinadas anualmente em Portugal devido ao aborto legal.

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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!


Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí...

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

sábado, 14 de agosto de 2021

O jornaleco “Observador” e o jornalismo de merda


Eis aqui um exemplo de desonestidade jornalística e dos “fact-checkers” de merda:

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A verdade dos factos:

  • Uma pessoa (com menos de 50 anos) em cada 50 mil pessoas (rácio de 1 / 50.000), desenvolve coágulos sanguíneos (I.T.P. e/ou VITT) directamente relacionados com a vacina da AZ.
  • Deste rácio de 1/50.000, 23% das pessoas (com menos de 50 anos) morreu.
  • 1 em cinquenta mil não é um “evento raro”! Um “evento raro” seria, por exemplo, 1 em um milhão.
  • Segundo a hematologista britânica Sue Pavord, este fenómeno mortífero (I.T.P. e/ou VITT) afecta normalmente pessoas jovens e saudáveis, e tem uma alta percentagem de mortalidade.


No que diz respeito às outras vacinas (Moderna ou Pfizer), também há inconvenientes graves — mas só acontecem aos outros!

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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

O burro José Manuel Oliveira Antunes e o COVID-19


Eu não sei se o José Manuel Oliveira Antunes entende alguma coisa de língua inglesa, mas seria aconselhável que alguém lhe traduzisse este vídeo — um médico americano especialista que demonstra que o Antunes é burrinho todos os dias.

Um dos argumentos mais utilizados pelos burros com alvará de inteligente — como é o caso do Antunes —, para justificar o carneirismo covideiro, é o de que “morriam 300 antes da vacina e agora só morrem 30”. Ou seja, depois de morrerem os velhos quase todos que tinham maleitas graves associadas, vem o burro dizer que “agora só morrem 30 por causa da vacina”.

A vacina passou a ser uma espécie de placebo, uma forma de instrumentalização política da ciência.

Naturalmente que o burro jurista Antunes irá dizer que o referido médico imunologista não sabe nada do que diz. Faz parte do argumentário dos burros que escrevem no Observador. Grande burro!

domingo, 4 de abril de 2021

A desonestidade do jornal Observador


A desonestidade do jornal Observador consegue ser mais grave do que a do jornal Púbico — porque ao jornal Púbico já toda a gente lhe viu o cu, ao passo que o jornal Observador exibe uma aura de isenção jornalística que, de facto, não tem.

No caso concreto, refiro-me a uma “notícia” do Observador assinada por um tal Rui Pedro Antunes. A forma como a “notícia” é apresentada é perfidamente insidiosa:

“Obama e Trump em lados diferentes de guerra política que se joga através do basebol”

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O referido jornaleiro criou aqui uma falsa dicotomia, uma vez que Donald Trump defende o status quo (no basebol) que a maioria do povo americano defende também — ou seja, é defensor da situação (no basebol) que existia antes de a Esquerda americana (Obama e seus muchachos) desatar a proibir jogos de basebol por motivos políticos.

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Para além desta falsa dicotomia, o referido jornaleiro incorre em uma mentira, sem vergonha:

“Liga de Basebol decidiu retirar o jogo das estrelas de Atlanta depois de estado aprovar lei que cria obstáculos à participação eleitoral.”

Presumo que o jornaleiro Rui Pedro Antunes é contra a apresentação de um documento de identificação para se poder votar nas eleições portuguesas — a não ser que (segundo o referido jornaleiro) as regras eleitorais vigentes em Portugal não se devam aplicar aos Estados Unidos.

Aquilo a que o jornaleiro chama de “obstáculos à participação eleitoral” é uma nova lei no Estado da Geórgia que exige que os eleitores se identifiquem com o Cartão de Cidadão para poderem votar — o que não acontecia até agora.

Esta mentira jornaleira, insidiosa e pérfida — “lei que cria obstáculos à participação eleitoral” — , é de uma filha-da-putice de difícil qualificação, como se a exigência de identificação dos votantes fosse sinónimo de “criação de obstáculos à participação eleitoral”.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

O neo-português dos me®dia


Vem aqui um merdoso das ilhas falar na “morte da língua portuguesa” (lá irei, num outro artigo). Mas, a ser verdade que a língua portuguesa está moribunda, os me®dia são os seus principais coveiros.

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Senão, vejamos um exemplo do Observador:

“PSP apanhou 129 passageiros a tentarem viajar de avião sem poderem”.


Para o referido merdoso escritor liberal, o Observador escreve português correcto. E por isso é que a língua anda pela hora da morte.

Por exemplo, se eu escrever:

“Eu impedi 3 pessoas de entrarem em minha casa sem avisarem”.

“Ó loas!”, diz o merdoso liberal escrevinhador! Nunca o português foi tão “correto” quanto escrito pelos me®dia!

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

O Bugalho esbugalhado


O Observador deveria ter mais cuidado com os jornaleiros que adopta.


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A estupidez “liberal” consiste nisto: eles bem querem ser “progressistas” e alinhar com o politicamente correcto (fica bem!); mas depois levam com uma data de “seus fassistas!” na tromba, e já não sabem para onde se virar.

sábado, 9 de maio de 2020

sexta-feira, 24 de abril de 2020

O jornaleco “Observador” e o Argumentum ad Trumpum


Como toda a gente sabe — excepto o jornaleco Observador  (o artigo do pasquim não está assinado) —, as ondas ultravioletas são (há bastante tempo) utilizadas para descontaminar biologicamente superfícies fechadas (por exemplo, o interior de aviões, ou de espaços restritos em hospitais).
Mas quando o Donald Trump se referiu aos raios ultra-violetas para desinfectar os vírus, caiu o Carmo e a Trindade nos me®dia, e “Aqui d'El Rei que o homem é ignorante!”.

Temos aqui mais um exemplo do Argumentum ad Trumpum.


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Depois, para os jornaleiros dos me®dia cognitivamente deficientes (incluindo os do Observador, em juízo universal), uma pergunta feita por Donald Trump é sempre uma afirmação peremptória.

Se, por hipótese, Donald Trump perguntar: “¿Será que é possível ir ao Sol de noite?” — os jornaleiros dos me®dia que temos irão publicar: “Donald Trump disse que é possível ir ao Sol de noite!”.

Ora, uma pergunta, por mais estúpida que nos possa parecer, não é uma afirmação. Confundir uma afirmação e uma pergunta só pode vir de um liberal retardado (passo a redundância).

Eu tenho mais respeito pelo pasquim Público do que pelo jornaleco Observador — desde logo porque o Público não segue o Acordo Ortográfico, ao passo que o Observador seguiu as ordens dos neoliberais “progressistas” e globalistas, no que diz respeito à cultura e língua portuguesas; e depois porque o pasquim Público não engana ninguém, ao contrário do jornaleco Observador que passa a vida a fingir que é de Direita.