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sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Quando o aborto legalizado mata, não é notícia nos pasquins


Quando uma mulher morre na sequência de um aborto (legalizado), os neomarxistas e os neoliberais dizem que é um “caso acidental” e/ou um “dano colateral”, por um lado, e, por outro lado, nem sequer é notícia de primeira página.

Quando uma mulher morre, na Polónia, devido à lei que impede o aborto, os neomarxistas e os neoliberais dizem que a morte dela poderia ter sido evitada se o aborto fosse legal, por um lado, e por outro lado, a notícia faz as parangonas dos jornais.

O pasquim Observador é um pasto abundante de neomarxistas e neoliberais. E nenhum jornaleiro do pasquim fala das vinte mil crianças assassinadas anualmente em Portugal devido ao aborto legal.

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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!


Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí...

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

sábado, 14 de agosto de 2021

O jornaleco “Observador” e o jornalismo de merda


Eis aqui um exemplo de desonestidade jornalística e dos “fact-checkers” de merda:

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A verdade dos factos:

  • Uma pessoa (com menos de 50 anos) em cada 50 mil pessoas (rácio de 1 / 50.000), desenvolve coágulos sanguíneos (I.T.P. e/ou VITT) directamente relacionados com a vacina da AZ.
  • Deste rácio de 1/50.000, 23% das pessoas (com menos de 50 anos) morreu.
  • 1 em cinquenta mil não é um “evento raro”! Um “evento raro” seria, por exemplo, 1 em um milhão.
  • Segundo a hematologista britânica Sue Pavord, este fenómeno mortífero (I.T.P. e/ou VITT) afecta normalmente pessoas jovens e saudáveis, e tem uma alta percentagem de mortalidade.


No que diz respeito às outras vacinas (Moderna ou Pfizer), também há inconvenientes graves — mas só acontecem aos outros!

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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

O burro José Manuel Oliveira Antunes e o COVID-19


Eu não sei se o José Manuel Oliveira Antunes entende alguma coisa de língua inglesa, mas seria aconselhável que alguém lhe traduzisse este vídeo — um médico americano especialista que demonstra que o Antunes é burrinho todos os dias.

Um dos argumentos mais utilizados pelos burros com alvará de inteligente — como é o caso do Antunes —, para justificar o carneirismo covideiro, é o de quemorriam 300 antes da vacina e agora só morrem 30”. Ou seja, depois de morrerem os velhos quase todos que tinham maleitas graves associadas, vem o burro dizer que “agora morrem 30 por causa da vacina”.

A vacina passou a ser uma espécie de placebo, uma forma de instrumentalização política da ciência.

Naturalmente que o burro jurista Antunes irá dizer que o referido médico imunologista não sabe nada do que diz. Faz parte do argumentário dos burros que escrevem no Observador. Grande burro!

domingo, 4 de abril de 2021

A desonestidade do jornal Observador


A desonestidade do jornal Observador consegue ser mais grave do que a do jornal Púbico — porque ao jornal Púbico já toda a gente lhe viu o cu, ao passo que o jornal Observador exibe uma aura de isenção jornalística que, de facto, não tem.

No caso concreto, refiro-me a uma “notícia” do Observador assinada por um tal Rui Pedro Antunes. A forma como a “notícia” é apresentada é perfidamente insidiosa:

“Obama e Trump em lados diferentes de guerra política que se joga através do basebol”

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O referido jornaleiro criou aqui uma falsa dicotomia, uma vez que Donald Trump defende o status quo (no basebol) que a maioria do povo americano defende também — ou seja, é defensor da situação (no basebol) que existia antes de a Esquerda americana (Obama e seus muchachos) desatar a proibir jogos de basebol por motivos políticos.

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Para além desta falsa dicotomia, o referido jornaleiro incorre em uma mentira, sem vergonha:

“Liga de Basebol decidiu retirar o jogo das estrelas de Atlanta depois de estado aprovar lei que cria obstáculos à participação eleitoral.”

Presumo que o jornaleiro Rui Pedro Antunes é contra a apresentação de um documento de identificação para se poder votar nas eleições portuguesas — a não ser que (segundo o referido jornaleiro) as regras eleitorais vigentes em Portugal não se devam aplicar aos Estados Unidos.

Aquilo a que o jornaleiro chama de “obstáculos à participação eleitoral” é uma nova lei no Estado da Geórgia que exige que os eleitores se identifiquem com o Cartão de Cidadão para poderem votar — o que não acontecia até agora.

Esta mentira jornaleira, insidiosa e pérfida — “lei que cria obstáculos à participação eleitoral” — , é de uma filha-da-putice de difícil qualificação, como se a exigência de identificação dos votantes fosse sinónimo de “criação de obstáculos à participação eleitoral”.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

O neo-português dos me®dia


Vem aqui um merdoso das ilhas falar na “morte da língua portuguesa” (lá irei, num outro artigo). Mas, a ser verdade que a língua portuguesa está moribunda, os me®dia são os seus principais coveiros.

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Senão, vejamos um exemplo do Observador:

“PSP apanhou 129 passageiros a tentarem viajar de avião sem poderem”.


Para o referido merdoso escritor liberal, o Observador escreve português correcto. E por isso é que a língua anda pela hora da morte.

Por exemplo, se eu escrever:

“Eu impedi 3 pessoas de entrarem em minha casa sem avisarem”.

“Ó loas!”, diz o merdoso liberal escrevinhador! Nunca o português foi tão “correto” quanto escrito pelos me®dia!

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

O Bugalho esbugalhado


O Observador deveria ter mais cuidado com os jornaleiros que adopta.


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A estupidez “liberal” consiste nisto: eles bem querem ser “progressistas” e alinhar com o politicamente correcto (fica bem!); mas depois levam com uma data de “seus fassistas!” na tromba, e já não sabem para onde se virar.

sábado, 9 de maio de 2020

sexta-feira, 24 de abril de 2020

O jornaleco “Observador” e o Argumentum ad Trumpum


Como toda a gente sabe — excepto o jornaleco Observador  (o artigo do pasquim não está assinado) —, as ondas ultravioletas são (há bastante tempo) utilizadas para descontaminar biologicamente superfícies fechadas (por exemplo, o interior de aviões, ou de espaços restritos em hospitais).
Mas quando o Donald Trump se referiu aos raios ultra-violetas para desinfectar os vírus, caiu o Carmo e a Trindade nos me®dia, e “Aqui d'El Rei que o homem é ignorante!”.

Temos aqui mais um exemplo do Argumentum ad Trumpum.


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Depois, para os jornaleiros dos me®dia cognitivamente deficientes (incluindo os do Observador, em juízo universal), uma pergunta feita por Donald Trump é sempre uma afirmação peremptória.

Se, por hipótese, Donald Trump perguntar: “¿Será que é possível ir ao Sol de noite?” — os jornaleiros dos me®dia que temos irão publicar: “Donald Trump disse que é possível ir ao Sol de noite!”.

Ora, uma pergunta, por mais estúpida que nos possa parecer, não é uma afirmação. Confundir uma afirmação e uma pergunta só pode vir de um liberal retardado (passo a redundância).

Eu tenho mais respeito pelo pasquim Público do que pelo jornaleco Observador — desde logo porque o Público não segue o Acordo Ortográfico, ao passo que o Observador seguiu as ordens dos neoliberais “progressistas” e globalistas, no que diz respeito à cultura e língua portuguesas; e depois porque o pasquim Público não engana ninguém, ao contrário do jornaleco Observador que passa a vida a fingir que é de Direita.