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sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Quando o aborto legalizado mata, não é notícia nos pasquins


Quando uma mulher morre na sequência de um aborto (legalizado), os neomarxistas e os neoliberais dizem que é um “caso acidental” e/ou um “dano colateral”, por um lado, e, por outro lado, nem sequer é notícia de primeira página.

Quando uma mulher morre, na Polónia, devido à lei que impede o aborto, os neomarxistas e os neoliberais dizem que a morte dela poderia ter sido evitada se o aborto fosse legal, por um lado, e por outro lado, a notícia faz as parangonas dos jornais.

O pasquim Observador é um pasto abundante de neomarxistas e neoliberais. E nenhum jornaleiro do pasquim fala das vinte mil crianças assassinadas anualmente em Portugal devido ao aborto legal.

aborto-dentista.portugal-web

terça-feira, 5 de setembro de 2017

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A União Europeia tornou-se em um instrumento de repressão política

 

A União Europeia pretende estabelecer uma multa de 250.000 Euros por cada imigrante que um qualquer país recuse acolher. Isto significa que a Comissão Europeia pretende penalizar a Hungria em 500 milhões de Euros, e a Polónia em 1,6 mil milhões de Euros, só porque estes dois países recusam receber imigrantes islâmicos.

Estabelece-se assim um princípio perigoso. Nada impede que, no futuro, a União Europeia imponha uma multa, por exemplo, de 1 milhão de Euros por cada soldado que um determinado país recuse enviar para uma guerra qualquer que seja do interesse exclusivo dos países do directório (Alemanha e França).

Quando entramos na União Europeia, sabíamos que não havia almoços grátis; mas o que acontece hoje, é que não só os almoços não são grátis, como também já nos dizem qual é o tipo de dieta que temos que seguir. E qualquer dia proíbem-nos de comer.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Paulo Rangel pensa que a soberania é incompatível com a democracia

 

paulo-rangel-400O jornal Púbico é o porta-voz do regime; por isso, está falido (anfibologia). E é nesse jornal que o Paulo Rangel e o Rui Tavares (les bons esprits se rencontrent) defendem a ideia segundo a qual a soberania de um país é incompatível com a democracia.

Rangel acha que “isto não pode passar sem uma posição clara da UE”, mas advoga prudência, já que “uma reacção muito forte, que os faça perder a face, pode ter efeitos contraproducentes e contribuir para extremar uma retórica soberanista que depois se torne incontrolável”. E lembra que a estratégia mais “suave” usada com a Hungria “foi bastante eficaz e levou a que muitas leis fossem revertidas”.

O alvo de Paulo Rangel é o novo governo soberanista da Polónia. Parece que, para o Paulo Rangel, soberanismo é sinónimo de “faxismo”; só o centralismo burocrático de Bruxelas não é faxista; quem for contra a governação não eleita da União Europeia, é faxista; quando um governo qualquer se mostra submisso à construção do leviatão europeu, então pode cometer irregularidades contra o Estado de Direito que daí não vem mal ao mundo...

Durante oito anos, o governo polaco anterior violou sistematicamente a liberdade de imprensa (ler artigo); mas nunca se ouviu o Paulo Rangel brandir qualquer narrativa contra a violação do Estado de Direito na Polónia. O que causa azia ao Paulo Rangel é o soberanismo: tudo o que ameace retirar-lhe as prebendas e a vida de sibarita europeísta, é faxista.