segunda-feira, 21 de julho de 2025
terça-feira, 15 de outubro de 2024
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
O PSD continua ajumentado, e o Monhé em roda-livre
O Montenegro é pouco inteligente: não se combate o CHEGA criando (propositadamente) divisões internas no seu próprio partido (por exemplo, a polémica artificial de Montenegro com Passos Coelho, acerca da lei da eutanásia).
O PSD, depois de Rui Rio, continua a ser um partido do NIN: nem é carne nem é peixe — “antes pelo contrário”.
O Monhé é espertalhão. O Montenegro está convencido de que é esperto.
sábado, 14 de maio de 2022
Miguel Poiares Maduro: um socialista no PSD
No regime do actual (Estado português), as classes com interesses opostos não são tanto a burguesia (os ricos) e o proletariado (os pobres), mas antes a classe que paga impostos e a classe que vive de impostos.
Miguel Poiares Maduro faz parte da classe que vive dos impostos que outros pagam.
Ora, é este mesmo Miguel Poiares Maduro (que vive dos impostos dos outros) que vem criticar a regressividade do alegado “imposto” chamado “propina universitária” — quando, de facto, não se trata de um imposto, mas de um mecanismo de selecção que impõe um Numerus Clausus.
No Estado Novo, este Numerus Clausus era garantido por duas vias: 1/ selecção dos alunos ao longo do ensino secundário (ou Escola Técnica, ou Liceu); 2/ selecção dos melhores alunos do Liceu (meritocracia). E as propinas universitárias tinham um valor simbólico!
No Estado socialista do Miguel Poiares Maduro, em que os alunos passam de ano sem saber, o Numerus Clausus é uma propina proibitiva. E depois dizem eles (os socialistas) que os “fassistas” eram os outros!
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sábado, 4 de setembro de 2021
¿O que existe em comum entre o Pacheco e o PAN? São perigosos!
O absurdo tomou conta da nossa realidade política, social e cultural — e a tal ponto que se torna penoso, até, escrever sobre ela, na medida em que devemos ter a preocupação de sintetizar a mensagem escrita, não a tornando complexa em um mundo controlado pelo minimalismo do Twitter e/ou do FaceBook. Ora, não há nada mais absurdo do que sintetizar o absurdo.
O Miguel Sousa Tavares escreve acerca do PAN – Pessoas-Animais-Natureza (ler em PDF); raramente estou de acordo com ele mas, desta vez, assino por baixo.
“Um partido, dito animalista, cujo fanatismo e ignorância podem conduzir à extinção de espécies animais e ao empobrecimento do mundo rural, podem afastar as pessoas da natureza como ela é, tornar as suas vidas mais pobres e mais tristes, é um partido perigoso.”
Ora, é disto que o José Pacheco Pereira não fala; mas desata aos berros por causa de um cartaz de campanha eleitoral da social-democrata Susana Dias (ler em PDF). E a razão é simples: o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental totalitário — o puritanismo pós-modernista, o gnosticismo actualizado.
Para o Pacheco, não é incomum ou anormal que a Esquerda pretenda proibir tudo e mais alguma coisa; pelo contrário, o espírito puritano do Pacheco acha até normal que se proíba tudo com o que ele não concorde (sem qualquer consulta popular directa; o Pacheco é contra os referendos; o Pacheco é o “Rei-filósofo”, segundo Platão.
O Pacheco, para além de ser um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, assume o papel de “consciência ideológica” do Partido Social-democrata.
“… quando alguém de uma candidatura autárquica da Amadora coloca noutro município um grande cartaz a dizer "No dia 26 de Setembro o sistema vai tremer", este cartaz cujo conteúdo é tipicamente do Chega, mas não é do Chega, faz parte da natural liberdade de expressão que a democracia assegura. O problema é onde ele está: em frente da Assembleia da República. O "sistema" é aquilo que a Assembleia da República personifica, a democracia.”
Para o Pacheco, Democracia = Esquerda. São sinónimos.
Tudo o que não seja da Esquerda é anti-democrático. Trata-se do maniqueísmo característico dos puritanos e gnósticos de todos os tempos — o maniqueísmo de que ele acusa a toda a gente que não é de Esquerda.
É surpreendente como aquela besta enganou tanta gente, durante tanto tempo. E não nos esqueçamos que foi o Cavaco Silva (acolitado pelo Pedro Santana Lopes) que o guindou na política.
Para o Pacheco, o “sistema” (que a Susana Dias critica) é a “democracia” que, por sua vez, é a “Esquerda”.
“Sistema” = Democracia = Esquerda.
Por isso, na visão míope do Pacheco, quem se atreve a criticar a Esquerda, está “tomaticamente” a condenar a própria “democracia”.
Há muito tempo que o Pacheco deveria ter sido sumariamente expulso do PPD/PSD — mas a cobardia política dos sucessivos dirigentes deste partido tem tido custos avultados, como podemos ver hoje com os números das intenções de voto.
O Pacheco, enquanto comissário ideológico do Politburo do P.S.D., pretende transformar este partido em uma espécie de “partido suplente do Partido Socialista” — e está a conseguir isso, através de uma estratégia de “agit-prop” repugnante.
Para o Pacheco, a democracia só existe se as diferenças ideológicas entre os vários partidos se resumem às diferenças de prioridades na acção política. Ou seja: “estamos todos de acordo, uns com os outros e em praticamente tudo — excepto no que diz respeito às prioridades na execução das várias políticas (com que todos concordamos)”. Para o Pacheco, é nisto que consiste a “democracia”.
quinta-feira, 27 de maio de 2021
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
O Francisco Sá Carneiro deve estar a dar voltas na tumba
- O Daniel Bessa foi ministro socialista e esteve ligado aos comunistas do MDP/CDE;
- o José Pacheco Pereira é um “submarino” marxista, radical da Esquerda maoísta, próximo do Bloco de Esquerda, que tem vindo a minar o PSD por dentro;
- o único que “se safa” é o Moedas.
O Rui Rio está a liquidar o Partido Social Democrata.
sexta-feira, 13 de março de 2015
A “Direita” de Passos Coelho: apelar à Pátria é “distrair as massas”
“Não é a primeira vez que a extrema-esquerda apela aos sentimentos nacionalistas para distrair as massas e afastá-las do que é importante. No caso do Syriza não se trata apenas de desespero, mas também de ideologia.”
→ Nacionalismo: desespero e ideologia
Vindo da chamada “Direita”, ¿como se há-de classificar “isto”? ¿O que é que se passa com a Direita? ¿Tornou-se internacionalista? ¿será que esta “Direita” tem cérebro?
Esta “Direita” — a de Passos Coelho — critica o nacionalismo e o patriotismo, mas apenas quando se refere a Portugal.
Quando (por exemplo) a Alemanha é nacionalista e patriótica através de Angela Merkel e do senhor Schäuble, então o patriotismo da Alemanha é bom; mas quando um qualquer português é patriota e nacionalista, ou é da extrema-esquerda ou é da extrema-direita.
Hoje é a própria “Direita” que diz que os patriotas são “faxistas”. ¿Esta merda é Direita?!!!
Esta “Direita” de Passos Coelho e o Partido Socialista de António Costa partilham a mesma visão internacionalista de apanascamento de Portugal a qualquer bicho careta que venha da estranja. A forma como esta gente vê o nosso país é confrangedora; chega a ser absurda, porque o sentido que se dá à nossa (mas não as dos outros países) comunidade enquanto nação é um sentido negativo: critica-se o nacionalismo mas não se diz o que oferecem em troca — talvez porque a contrapartida seja inconfessável.
Quando a Islândia anuncia hoje que não só não quer entrar para a União Europeia como até despreza Bruxelas, vem esta gente denunciar a “ideologia do nacionalismo” — como se a nação fosse produto de uma qualquer ideologia.

