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sábado, 19 de setembro de 2020

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)


gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

domingo, 10 de dezembro de 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our 'feminist' government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

O Islão vai eliminar o matriarcado sueco

 

Suécia, 2017.

The Swedish Viking, 2017...Isto é o produto de uma sociedade em que a mulher assumiu um Poder político que não poderia, de modo nenhum, ser-lhe concedido.

A feminização do homem é uma consequência de um matriarcado que torna quase impossível a uma sociedade defender-se das ameaças vindas do exterior: as mulheres nunca foram eficientes na função de vigia do perímetro do acampamento.

O homem sueco tradicional está condenado à extinção por culpa das próprias mulheres suecas que educaram os seus filhos de uma forma tal que será impossível evitar a islamização do país.

sábado, 10 de dezembro de 2016

A Suécia e os imigrantes

 

O politicamente correcto é comunismo. A construção do comunismo passa pela destruição total e completa da cultura antropológica europeia e cristã.

domingo, 6 de março de 2016

Na Suécia, os homens também já abortam

 

Até agora só as mulheres abortavam; mas na Suécia progressista, os homens também já passaram a abortar; o mesmo partido liberal que defende a legalização da necrofilia na Suécia, defende agora o “direito de os homens abortarem”.

“Men should have the same right as women to decide not be parents, according to a controversial new proposal from the Liberal Party’s youth wing in western Sweden”.

Swedish group wants 'legal abortions' for men

Já não bastava o “direito” das mulheres ao aborto: agora também os homens podem abortar.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O progresso é imparável: a Suécia prepara-se para legalizar a necrofilia

 

Para o leitor menos familiarizado com estas coisas, a necrofilia é a prática de acto sexual com pessoas mortas. ¿Haverá alguma coisa mais progressista do que fornicar uma mulher morta? Se o Bloco de Esquerda e o João Semedo sabem disto, vamos ter mais uma causa fracturante no paralamento.

necrofiliaO Direito romano introduziu o conceito de “excentricidade da relação jurídica”, que significa a impossibilidade de que, em uma mesma relação, coincidisse a posição do sujeito com a do objecto, ou seja, a “utilidade da coisa” (res utilitas) impunha-se como condição fundamental do direito. Neste sentido, o cadáver humano (mortuus homo) era considerado como impossível de identificar como objecto jurídico, porque era considerado absolutamente inutilizável e totalmente privado de utilidade (utilitas).

Mas o progresso e a evolução tornaram ridículo o fundamento romano do Direito. O argumento progressista, de Esquerda ou liberal, é o de que “a lei não deve moralizar”, e que “o indivíduo tem o direito de decidir sobre o seu corpo, mesmo depois da morte”.

Portanto, uma mulher, por exemplo, pode pedir a eutanásia reclamada pelos progressistas, embalsamar o corpo, e permitir assim que o amante continue a fornicá-la para além da morte. É o que se chama “ressurreição progressista do corpo” — em contraponto à velha e caduca ideia de ressurreição cristã.

Além disso, a necrofilia dá toda a garantia de que a mulher não engravida, o que contribui activamente para apagar a pegada ecológica e para restringir o Aquecimento Global. A eutanásia, a necrofilia, o aborto e a homossexualidade garantem o futuro da humanidade.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A sociedade que a geringonça do António Costa nos quer impôr

 

Um grupo de pessoas fez uma experiência na Suécia (ver vídeo): uma mulher simulava que estava a ser violada dentro de um automóvel; 85% das pessoas que passavam não acudiram à vítima de violação e nem chamaram a polícia, e as 15% que quiseram intervir deixaram que o violador escapasse com a vítima dentro do carro.

A Suécia é o país com maior índice de violação de mulheres per capita e em todo o mundo, mas continua a ser o paradigma ideal da Esquerda portuguesa. E por quê? Porque a atomização da sociedade conduz ao fortalecimento do Estado, e a absolutização do Estado é o objectivo da Esquerda. O cidadão passa a ser um átomo desligado da sociedade e que existe apenas em função do Estado. A coesão e solidariedade sociais passariam a ser asseguradas apenas e só pelo Estado; fora do Estado, o indivíduo não existiria.

Ora, é este tipo de sociedade que a geringonça liderada por António Costa nos quer impôr.

 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O valor do corpo nu na cultura antropológica

 

A fotografia em baixo foi tirada recentemente na Suécia e mostra duas jovens mulheres, sensivelmente da mesma idade mas com idiossincrasias culturais diferentes.

choque de culturas web

Em ambas as mulheres, o aspecto sexual é valorizado, embora de maneiras diferentes.

A sueca ruiva mostra o pernão até às cuecas, e ela sabe — pelo menos inconsciente- e/ou intuitivamente — que se trata de uma demonstração de apelo sexual: não passa pela cabeça de ninguém que, com o frio sueco, uma mulher ande com o pernão à mostra senão por razões ligadas à sua própria sexualidade.

Naturalmente que as feministas dirão que “a sueca ruiva apenas afirma a individualidade feminina na cultura antropológica”; mas a verdade é que a morena islâmica também afirma (de forma diferente) a sua individualidade feminina na cultura antropológica — e portanto o argumento das feministas não é válido se for restrito à sueca ruiva.

O que difere, na cultura das duas mulheres, é o tipo de apelo sexual, ou a forma como entendem que a sua sexualidade é mais apelativa: a ruiva sueca entende que a exposição pública dos seus pêlos púbicos é uma forma eficaz de apelo sexual; e a morena islâmica pensa que a cobertura do corpo é uma forma mais eficaz de apelo sexual.

« A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas. » — Fernando Pessoa, “Livro do Desassossego”

Quando uma “raça” — no sentido de “cultura” — deixa de valorizar a vestimenta que cobre o corpo, desvaloriza também a beleza do corpo nu. Mas essa desvalorização do corpo nu não é apenas estética: é também ética — porque uma conduta ética é uma conduta estética satisfatória — e, depois, política.

Quando o corpo nu é desvalorizado (perde valor) na cultura antropológica, a estética é também desvalorizada, e a ética sofre as consequências dessa desvalorização. E toda esta perda de valor tem consequências políticas, na medida em que a forma de afirmação sexual da sueca ruiva tem como consequência exactamente o oposto do que ela pretendia: a perda de valor do corpo nu, e, portanto, a perda de valor do seu apelo sexual. E com a perda de valor do apelo sexual diminui automaticamente a probabilidade de se assegurar a continuidade e o futuro da sociedade através da procriação.

Aquela fotografia mostra-nos duas culturas diferentes num mesmo país: uma cultura moribunda, a da sueca ruiva, que não assegura a sua continuidade geracional porque desvaloriza o corpo nu; e uma cultura viçosa, a da morena islâmica, que encarna uma “raça vestida que aprecia a beleza do corpo nu” (dá valor ao corpo nu), e que será provavelmente a cultura predominante na Suécia em algumas décadas.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ellinor Grimmark, a enfermeira sueca que foi despedida por recusar fazer abortos

 

Para o politicamente correcto, “defender a vida é característica dos loucos; só um louco, a precisar de ser interditado, se recusa a fazer abortos”.

Ellinor GrimmarkEllinor Grimmark é uma enfermeira sueca que foi despedida em Janeiro de 2014 por recusar fazer abortos. Depois de uma campanha de sensibilização mundial para o problema da objecção de consciência, os dirigentes do hospital da cidade de Eksjö, na Suécia, acabaram por a reintegrar nos quadros do hospital, mas com uma condição: Ellinor Grimmark tem que se sujeitar a tratamento psiquiátrico, porque “só uma doente mental se recusa a fazer abortos”.

A Suécia é um país em que existe objecção de consciência em relação ao uso de armas de fogo, mas a objecção de consciência em relação ao acto de abortar é proibida por lei. É a inversão total da lógica das coisas e da Lei Natural — porque uma arma de fogo pode ser utilizada para defesa pessoal.

O caso de Ellinor Grimmark não é único; o que há de especial em Ellinor Grimmark é que ela reagiu e pediu protecção legal — ao passo que a maioria dos objectores de consciência em relação ao aborto da Suécia já baixaram os braços. A Suécia está hoje acusada por violação dos direitos dos cidadãos pelo Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho da Europa.

Se você tem uma conta no FaceBook, vá até aqui e apoie a posição ética de Ellinor Grimmark.