
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
domingo, 19 de outubro de 2025
A aliança entre o machismo de Esquerda e o Islão
“A mulher tem vindo crescentemente a ser sacrificada no altar da aliança entre os homens de Esquerda e os Imãs (muçulmanos) do país.”
→ Anna Loufti, a propósito de um evento público em Londres em que as mulheres foram proibidas de participar
E depois vem o Rui Tavares (Livre) dizer (no parlamento) que “o André Ventura é islamófobo” por este querer proibir a Burka no espaço público.
terça-feira, 13 de junho de 2023
Os jornaleiros obedecem acriticamente aos donos globalistas
Eu sinto nojo dos jornalistas, em geral; são parte de uma casta ontológica inferior, agentes do embrutecimento da população, que têm como única função enganar os povos do mundo. São agentes da decepção, do ludibrio, do mal.
Na cidade francesa de Annecy, um imigrante sírio esfaqueou crianças num parque infantil. Imediatamente saiu a “notícia” no Diário de Notícias que o imigrante era cristão. A seguir, esta “notícia” foi secundada por outros me®dia, incluído o Observador. O Polígrafo calou-se.
Porém, a verdade é que o imigrante sírio em causa é, de facto, muçulmano, e chama-se Selwan Majd:
“L’assaillant serait un réfugié syrien nommé Selwan Majd…
Il a prétendu qu’il s’appelait Abd El-Messih Hanoun, mais son vrai nom est « Selwan Majd », un réfugié d’Al-Hasakah au nord de la Syrie.
Il s’était rendu en Turquie avec de faux papiers où il a fait la connaissance d’une touriste suédoise et lui a fait croire qu’il était un musulman converti au christianisme.”
→ Le terroriste d’Annecy serait un Syrien musulman nommé Selwan Majd…
Entretanto, a mensagem falsa propalada pelos me®dia passou na opinião pública, silenciando a verdade. Mais uma vez, a mentira venceu; até um dia...
quinta-feira, 16 de março de 2023
Para o Islamismo, a flatulência é obra de Satanás
Segundo os Hadith (ver imagem abaixo), o Maomé disse:
“Quando Satanás soprar ar pelo teu cu acima, não deixes de rezar — a menos que ouças o som da saída do ar, ou sintas o respectivo cheiro.”
São estes os aliados da Esquerda, na guerra cultural contra a cultura antropológica ocidental de origem greco-latina.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
O silêncio ruidoso e hipócrita da Esquerda em relação à repressão política talibã brutal em relação às mulheres no Afeganistão
Mensagens clandestinas e nocturnas de mulheres afegãs, nas paredes de Cabul: “Não reconhecemos o governo talibã”. “Queremos liberdade”. “Somos seres humanos”.
domingo, 1 de novembro de 2020
Não é possível imaginarmos o Islão sem a violência da Jihad
Podem ver aqui um texto da Helena Matos (em PDF): “¿Quem vai ajoelhar diante das vítimas do terrorismo islâmico?”.
A Helena Matos trata (de certa forma) a maleita do Islamismo na Europa, mas ela não entra no âmago do problema: ¿é possível a religião islâmica sem o conceito de “Jihad”?
A Jihad faz parte da essência do Islamismo.
Isto significa que é praticamente impossível conviver pacificamente com o Islão. A essência do Islão é a submissão.
E enquanto não chegarmos todos a esta conclusão, continuará a haver gente degolada na Europa, e a Helena Matos continuará a escrever textos comedidos de crítica ao politicamente correcto.
- A ler: ¿o que é a Singularidade Islâmica?
domingo, 30 de dezembro de 2018
Zonas de protecção para as mulheres nas cidades alemãs
Para a festa de Ano Novo na cidade de Colónia, criaram-se “zonas protegidas” para as mulheres, e contra os ataques dos imigrantes muçulmanos.
A Angela Merkel deve estar orgulhosa da merda que fez.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Não é porque um cão nasceu em um estábulo que passa a ser um cavalo
O terrorista muçulmano que matou três pessoas inocentes no mercado de Natal de Estrasburgo... … e que feriu mais 13 pessoas.
Dizem os me®dia que se trata de “um cidadão francês” (cristão, louro e de olhos azuis). Mas não é porque um cão nasceu em um estábulo que passa a ser um cavalo.
Ataque terrorista islâmico em Estrasburgo
França, hoje, cidade de Estrasburgo: cidadãos franceses prestam homenagem às vítimas do ataque terrorista islâmico, em um mercado de Natal da cidade.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
A diferença entre o Natal na Polónia e na Alemanha da Angela Merkel
A diferença é que, na Polónia, não há amigos da Angela Merkel a berrar que “Ali há um Bar!”
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
O taxista muçulmano
Um muçulmano taxista está proibido pelo Islão de transportar mulheres no carro; e mesmo sendo o cliente do sexo masculino, um taxista muçulmano está proibido de o transportar a um bar, ou a um clube, ou a uma discoteca, etc..
É disto que o Daniel Oliveira gosta... !
sábado, 1 de dezembro de 2018
O pasquineiro Daniel Oliveira, e a islamofobia contra o Daesh
Eu não tenho a certeza de que o Daniel Oliveira terá dito (ou escrito) o que está escarrapachado na imagem aqui ao lado; mas acredito que, vindo daquela avantesma, tudo é possível.
Sendo verdade que ele escreveu ou afirmou o que está escrito, o Daniel Oliveira incorre na falácia da falsa dicotomia — o que revela, ou uma radical desonestidade intelectual, ou um notável retardamento cognitivo (ou as duas coisas).
Desde logo, o referido estafermo parte do princípio (implícito) de que o Daesh não faz parte do Islão — o que é absolutamente falso; ou seja, os dados da realidade objectiva são negados pelo “dito cujo”.
Poderíamos supôr que a referida cavalgadura de pasquim não conhece suficientemente o Islamismo; sendo assim, ¿por que razão não se cala?!
Qualquer europeu consciente não pretende “uma guerra contra o Islão”; o que pretende (e bem!) é proteger-se do Islão (o Islão é um princípio de ordem política!, ou seja, é uma ideologia política).
“Islamofobia” é o diabo que o carregue!, ¿ouviu?!, seu paspalho da pasquinagem!
Ao criar uma falsa dicotomia entre uma ideologia política (o Islamismo), por um lado, e os que suposta- e alegadamente se opõem a essa ideologia política, por outro lado, o Daniel Oliveira e os seus sequazes pretendem assumir o papel de “moderadores e superiores morais” de uma contenda que, realmente, não existe.
Vou dar um exemplo: imagine o leitor que alguém pega num taco de beisebol contra mim, e eu tento defender-me da agressão. O Daniel Oliveira viria dizer que eu sou parte do problema na medida em que eu me defendo da agressão; o agressor seria, na opinião do paspalhão, um “fundamentalista da paulada”; e eu seria um “agressófobo”.
O grande cabrão coloca na mesmo nível moral, o agressor e a possível vítima.
Como alguém escreveu no FaceBook:
« Os MARXISTAS têm de ser postos fora da vida política. ASSASSINARAM mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças, e querem obrigar a humanidade à sua utopia de mentira, ódio e morte. Até namoram o Islão para crucificar o CRISTIANISMO. »
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Richard Dawkins tem razão
“Listening to the lovely bells of Winchester, one of our great mediaeval cathedrals. So much nicer than the aggressive-sounding “Allahu Akhbar.” Or is that just my cultural upbringing?”
Os ateus estão a acordar para o problema do Islamismo, e esperemos que não seja tarde demais.
A reacção da Esquerda ao tuite de Richard Dawkins não se fez esperar. A repórter Ash Sarkar (entre outras avantesmas), uma comunista de alto coturno, chamou Richard Dawkins de “velho racista” — a Esquerda insulta imediatamente as pessoas cujas opiniões não lhe agradam.
O Islão não é só o “Allahu Akbar” dos ataques da Jihad: é sobretudo toda uma mundividência que é absolutamente incompatível com a tradições e culturas europeias.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Os rituais colectivistas islâmicos de auto-sacrifício
O que me impressiona no Islão não são as manifestações religiosas de auto-sacrifício: outras religiões também têm manifestações rituais de auto-sacrifício, por exemplo, o Catolicismo, o Budismo, as várias manifestações religiosas hinduístas, e mesmo o xintoísmo japonês.
O que é único no Islão são os rituais auto-sacrificiais colectivos — o que não existe em mais nenhuma religião universal.
Em todas as outras religiões universais do mundo, e principalmente no Cristianismo, os rituais de auto-sacrifício são predominantemente individuais — cada pessoa assume o seu auto-sacrifício independentemente dos outros.
Ora, esta colectivização dos rituais auto-sacrificiais revelam o Islamismo como uma ideologia política (pura e dura), em contraposição às demais religiões universais.
terça-feira, 3 de abril de 2018
Mutilação genital feminina : não se deixem enganar pelos Maomerdas
Encontrei no Twitter um Maomerdas que publicou a imagem abaixo (clique para ampliar), que faz a apologia pseudo-científica da excisão feminina.
Dado que — em todos os países da União Europeia — a excisão feminina (vulgo “mutilação genital feminina”, ou corte do clitóris) é proibida por lei, fiz uma denúncia à administração do Twitter, no sentido de se proceder à remoção da imagem. A resposta do Twitter foi a de que “a imagem faz parte da liberdade de expressão religiosa islâmica”, e portanto não iria retirá-la da publicação.
Porém, quando (há já alguns meses) eu publiquei no Twitter imagens de fetos humanos e denunciei o aborto, a administração do Twitter apagou a minha publicação, invocando que “a liberdade religiosa não me permitia a publicação de tais imagens”. Ou seja, o Twitter, o FaceBook e o YouTube têm dois pesos e duas medidas: umas aplicam-se aos cristãos, e outras, diferentes, aplicam-se aos Maomerdas.
A extracção do clitóris reduz drasticamente o prazer sexual feminino, e por isso é que os Maomerdas a praticam — porque, segundo a cultura islâmica, a redução do prazer sexual feminino reduz o risco de infidelidade conjugal ou adultério da mulher.
Quando eu fiz a denúncia pública daquela imagem no Twitter, um Maomerdas respondeu-me:
“There is no decree for circumcision in the Quran and it is cultural and any benefits claimed are dubious at best.” (não existe qualquer decreto relacionado com a excisão feminina no Alcorão).
E o mesmo Maomerdas publicou esta outra imagem (clique para ampliar).
Uma das características permanentes dos Maomerdas é a prática recorrente da Taqiyya (a dissimulação e a mentira).
De facto é verdade que o Alcorão não decreta a excisão feminina, mas o Islamismo não se baseia apenas no Alcorão: baseia-se também nos Hadith e na Sira.
E nos Hadith está bem patente o decreto da excisão feminina, nomeadamente no Hadith de al-Bukhaari (5889) e no Hadith 257 de Abu Hurayrah, entre muitos outros Hadiths (ver lista de alguns Hadiths que impõem a mutilação genital feminina na cultura antropológica islâmica).
Portanto, não é verdade que “o Islão não impõe a mutilação genital feminina” ! Absolutamente falso, porque os Hadith fazem parte da doutrina islâmica, juntamente com o Corão e a Sira. Não se deixem enganar pelos Maomerdas.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Os cães actuam em matilha
Vi este artigo no pasquim Diário de Notícias de hoje: A primeira comunidade islâmica a "repovoar" a Península Ibérica; e, no referido pasquim e também hoje, a opinião da retardada Joana Petiz: Aceitar as diferenças.
Achei estranho... ¿Por quê hoje, a publicação dos dois artigos?!
A resposta à minha interrogação veio com este outro artigo de hoje no site da RTP: “Marcelo garante que Portugal está preparado para receber mais refugiados”.
Os cães malditos atacam em matilha.
É claro que os “refugiados” que o Marcello quer trazer para Portugal são muçulmanos oriundos de todo o lado, excepto da Síria.
Vamos ter mais excisão feminina, mais inferiorização cultural da mulher, mais burkas, mais mesquitas pagas pelo Estado, tudo isto em nome do “progresso” da Esquerda.
Marcelo Rebelo de Sousa é o presidente da Esquerda. Não se esqueçam disso quando votarem a próxima vez.
segunda-feira, 5 de março de 2018
É preciso meter os imigrantes na ordem
Passa-se na Dinamarca: imigrantes muçulmanos manifestam-se publicamente a favor do terrorismo do “estado islâmico” e do califado.
A tolerância europeia tem limites que já foram largamente ultrapassados por uma grande parte dos imigrantes. Ou os imigrantes aceitam as nossas leis e os nossos costumes, ou vamos ter os devolver à sentina de onde não deveriam ter saído.