sábado, 17 de junho de 2023

A Isabel Moreira defende a censura de opinião do cidadão por parte do Estado


Se há pessoa odiosa e odienta, é a Isabel Moreira; representa praticamente tudo o que de mau existe na sociedade pós-moderna. É uma pessoa que diz combater o ódio, odiando patologicamente; é uma sociopata que contribui activamente para a construção de uma sociedade com uma cultura antropológica que retira o sentido-de-vida aos jovens, substituindo esse sentido-de-vida por um princípio abstracto e ideológico de “igualdade” exarado em uma norma jurídica.

Porém, ninguém em Portugal tem a coragem de a contradizer, para não se revelar nela a bruxa odienta que já vimos na televisão. Abrenúncio! Vade Retro Filia Satanas!

isabel moreira odio web

isabel-moreira-85210-webTodas as intervenções públicas e/ou publicadas da criatura, sem excepção, destilam o ódio do demo em nome da “igualdade” — o ódio exercido pelos “progressistas”, em nome de uma estratégia supostamente infalível para promover a justiça e a igualdade que matou milhões em dezenas de revoluções socialistas fracassadas.

O ódio da estuporada tem um principal objectivo: castrar a liberdade individual, criar uma sociedade de emasculados que obedeçam caninamente a um Estado leviatão  — em nome de uma putativa luta pela “igualdade”. A estratégia é demoníaca: para coarctar a liberdade, defende a censura da opinião através da lei; e sabemos todos que, quando a lei não é a forma jurídica dos costumes, torna-se num atropelo à liberdade.

A condição necessária e suficiente do despotismo é o desaparecimento de todo tipo de autoridade social não conferida pelo Estado. Reformar a sociedade por intermédio de leis é o sonho daquela estúpida avantesma, e é o preâmbulo de toda a tirania. O controlo da linguagem é o primeiro passo para qualquer forma de totalitarismo. É esta a estratégia política diabólica daquele estafermo. Puta-que-pariu!