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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Ou o PNR (Partido Nacional Renovador) muda alguma coisa, ou não vai lá

 

Vemos esta imagem em baixo de uma publicação do PNR (Partido Nacional Renovador) no FaceBook.

komrades-pnr-web

Convém dizer que os militantes do partido alemão AfD (Alternative für Deutschland) não se tratam entre si como “Komraden”.

O P.N.R. tem uma visão romântica da política, que é exactamente aquilo que eu critico na Esquerda.

O A.f.D. é um partido que defende um sistema económico capitalista para a Alemanha — não defende a socialização da economia!

O AfD (Alternative für Deutschland) é muito diferente da Front Nationale da Marine Le Pen; está ideologicamente mais perto do UKIP (United Kingdom Independent Party) de Nigel Farage do que da Front Nationale.

afd-israel

A líder do AfD (Alternative für Deutschland) era, até às eleições, Frauke Petry ; mas ela saiu do partido e irá provavelmente ser substituída por uma lésbica assumida de seu nome Alice Weidel. Não pretendo que o P.N.R. mude tanto!, mas que deixe a “camaradagem” do nacional-socialismo em paz.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR

 

Vemos aqui a posição de um filho-de-puta que dá pelo nome de Pedro Schacht Pereira, segundo a qual toda a gente do mundo inteiro deveria ser autorizada a emigrar para os Estados Unidos.

Segundo o filho-de-puta, se (por absurdo que seja) 6 mil milhões de pessoas quisessem emigrar para os Estados Unidos, o governo americano deveria autorizar essa imigração — porque se não existem barreiras fronteiriças (o filho-de-puta defende que não devem existir barreiras fronteiriças), a imigração não tem um controlo objectivo. E esse filho-de-puta é professor universitário de “Estudos Lusófonos” na Universidade do Ohio.

Portanto, verificamos que as elites actuais, em geral, e principalmente na Academia, são constituídas por doentes mentais.

19e arrondissement de Paris-webAquele filho-de-puta deveria ser internado compulsivamente. Mas o filho-de-puta vai mais longe: confunde “raça”, por um lado, com “cultura”, por outro lado. Esta “confusão” ou é propositada (o que faria dele um filho-de-puta elevado à décima potência) ou deve-se a pura ignorância (e perguntamo-nos como pode o filho-de-puta ser professor universitário).

“Testemunha de como o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump, acredita que Portugal, onde se crê que a questão rácica "está resolvida", é "uma seara pronta a arder". Basta, diz, que a extrema direita se organize ou que um partido como o PSD a acolha - à imagem do que fez o Partido Republicano”.

O filho-de-puta 

É claro que o filho-de-puta confunde “raça” e “cultura”. Mas não é só ele: toda a Esquerda faz propositadamente essa confusão, porque perfilha a teoria (pós-modernista e marxista cultural) da identidade: trata-se de um nominalismo quase absoluto e radical, que nega as categorias naturais do ser humano, por um lado, e por outro lado nega as evidências e verificações científicas que classificam como “construções culturais e sociais”.

Ou seja, para a Esquerda actual, a própria Ciência é uma “construção social”.

Chegámos a um ponto em que a própria Ciência é desconstruída para que seja depois negada — a desconstrução da Ciência leva à sua negação, como se fosse possível desconstruir as evidências; como se a “evidência”, por um lado, e por outro lado a “coerência” (necessária à desconstrução) não se excluíssem entre si, e de tal forma que não é possível desconstruir as evidências e os primeiros princípios.

Ou seja: quando falamos de Bloco de Esquerda ou de Partido Comunista, estamos a falar de filhos-de-puta malucos. E quando falamos de Partido Socialista, de Partido Social Democrata e de CDS/PP de Assunção Cristas, estamos a falar de cobardes da pior espécie.

trump-is-not-my-president-web

Quem diz que “o racismo supremacista branco perdeu a vergonha nos EUA de Trump” são as mesmas pessoas que dizem que “o Brexit é produto do racismo supremacista branco que perdeu a vergonha no Reino Unido”. Reduzir o fenómeno de Trump ou do Brexit ao “supremacismo branco” é próprio de um filho-de-puta.

E mesmo que o Brexit fosse apenas e só uma manifestação da identidade étnica inglesa enquanto tal, esta tem a mesma legitimidade de expressão pública que tem uma outra qualquer expressão de identidade, como por exemplo a identidade LGBT (se é que existe) ou a identidade dos “Black Lives Matter”.


É neste contexto de filha-da-putice da Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Partido Socialista) e da cobardia de uma pseudo-direita (Partido Social Democrata e CDS/PP de Assunção Cristas) que sai esta notícia no Diário de Notícias:

« Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada.

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma - aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contra-ciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de permanência legal em Portugal ou no espaço Schengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excepcional, de imigrantes já com contratos de trabalho. A nova lei impede também que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes como homicídios, roubos violentos ou tráfico de droga. »

Governo aprova lei para legalizar mais imigrantes

Another day - another enrichment. This time in France.

Para a Esquerda, nem sequer é preciso um contrato de trabalho para legalizar um imigrante: basta uma “promessa” de contrato de trabalho; pode até ser uma “promessa” que não se cumpra. E se um imigrante legalizado se transformar em um assaltante e em um assassino em série, a Esquerda nega a hipótese de deportação do filho-de-puta para o seu país de origem — os filhos da puta protegem-se uns aos outros, e a Esquerda já se habituou, ao longo da História, a proteger assassinos.


2012-Coisa-está-pretaO PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido estatista (defende uma grande influência do Estado na sociedade civil); é tão estatista quanto são estatistas e centralistas os outros partidos. Por ser estatista e centralista, o PNR (Partido Nacional Renovador) não merece a minha simpatia; mas não vejo outra alternativa ao politicamente correcto e ao marxismo cultural senão o voto no PNR.

E se eu estiver errado, por favor elucidem-me.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Se o PNR (Partido Nacional Renovador) incomoda os me®dia, talvez comece a votar nele

 

contrapnr
Parece que a opinião do PNR (Partido Nacional Renovador) é censurada pelos me®dia.

“É vergonhoso que pessoas com carteira de Jornalista não tenham o menor código de ética, deontológico, e pratiquem a mais descarada e consciente censura. Tal é a posição manifestada na referida conversa, por Sónia Cerdeira, Liliana Valente, Sílvia Caneco, Bárbara Baldaia, Adriano Nobre, Joana Haderer e Miguel Marujo, jornalistas de órgãos de comunicação social como o Público, Expresso, Diário de Notícias, Sol, Visão, TSF e Lusa.”

Vou ter que repensar as minhas opções políticas.

terça-feira, 29 de março de 2016

Segundo a “direita nacionalista”, o Pedro Arroja não tem razão porque é um “beato”

 

Leio esta pérola no blogue “O Gládio”:

“A observação de P. Arroja foi cretina e a raiar o insulto, sobejamente foleira, num tom misógino mas sem texto formalmente misógino, mas caso a contenda dê nas vistas, ainda se vem a divulgar mui mediaticamente como o fulano é beato e depois junta-se essa imagem ao escandalozito do cartaz bloquista dos dois pais de JC (que, por ironia das coisas, até é uma ideia de um grupo cristão, dos EUA) e mais heróico-mártir parecerá Arroja aos olhos dos mais ingénuos, facilmente haverá pelas esquinas quem diga o Arroja teve arrojo em dizer e repetir «verdades»...”

Fiquei a saber que os cabeças rapadas não são “misóginos”; os misóginos são os “beatos” que têm mulher, filhos e netos. É esta a “direita nacionalista” que temos — PNR (Partido Nacional Renovador); e também por isso é que Portugal não sai da cepa torta.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Confusão de grelos, e Cristianismo

 

Quando comentamos textos incongruentes, estamos a alimentar a visibilidade da incongruência. Muitas vezes, a incongruência é utilizada como um meio para atingir qualquer fim; outras vezes, a incongruência é concebida como um fim, em si mesma. No primeiro caso, é ideologia; no segundo, é estupidez.

Portanto, não costumo comentar textos incongruentes, a não ser em casos excepcionais em que estou convencido de que se trata de ideologia, e não somente de estupidez. Parece que o autor deste “post” é licenciado em História, e por isso parto do princípio de que não escreveu o que escreveu devido à sua ignorância: o que ele faz é deturpar propositadamente os factos históricos, o que revela desonestidade intelectual — a não ser que tenha tirado o curso de História “à pressão”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O nacionalismo dos deuses pagãos de Wagner através de Nietzsche

 

Um leitor perguntou o seguinte, nesta apostila:

¿Esse “paganismo nacionalista” deriva directamente da “Nouvelle Droite” francesa?


O Estado Novo de Salazar tinha duas facções distintas: os monárquicos absolutistas do Integralismo Lusitano (António Sardinha & Cia.), por um lado, e por outro lado o apoiantes de uma espécie muito menos virulenta do fascismo italiano aplicado no Portugal republicano (por exemplo, através das ideias de Marcello Caetano).

sábado, 28 de novembro de 2015

O “paganismo nacionalista” do PNR (Partido Nacional Renovador)

 

Escreve-se aqui o seguinte:

“O Cristianismo perdeu a "magia" que em tempos teve e na Europa depara-se hoje com um sério problema. É que o mais do que evidente ressurgimento dos nacionalismos e identitarismos na Europa faz um apelo directo às raízes da tradição europeia e isto em termos religiosos constitui um grave problema para os cristãos, pois as raízes religiosas da Europa nunca foram nem o Judaísmo, nem o Cristianismo, mas sim o Paganismo politeísta que no caso europeu se divide em inúmeras "famílias" de cultos pagãos, cada qual com a sua identidade e tradições próprias”.

Vamos analisar este trecho.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

As duas “extremas-direitas” da Europa

 

Existem na Europa pelo menos dois tipos de “extrema-direita”: a que corresponde ao partido de Marine Le Pen (a Front Nationale francesa), e a que corresponde o Fidesz (partido conservador húngaro).

O partido de Marine Le Pen é laicista [ver laicismo ] e chega mesmo a ser hostil à Igreja Católica, é estatista (defende um Grande Estado leviatão) e eticamente neutro (defensor do Direito Positivo separado do Direito Natural), como podemos ver nestas declarações de Marine Le Pen a favor do aborto. Ou seja, de facto, é um erro alguém dizer que a Front Nationale é de “direita”: trata-se de um partido revolucionário e de uma certa esquerda (o nazismo era estatista, e por isso de esquerda).

O partido conservador húngaro FIDESZ condena claramente o aborto e implementou leis de restrição dessa prática. Na economia, o Fidesz é contra o Super-Estado; por exemplo, existe um imposto único sobre o rendimento de 16% para todos os cidadãos, independentemente de serem mais ricos ou mais pobres. De facto, o Fidesz também não se pode considerar de “extrema-direita”, a não ser que a protecção da vida humana, por um lado, e o repúdio em relação a um Estado leviatão, por outro lado, sejam características da “extrema-direita”.

Entre um e outro, eu optaria pelo segundo sem qualquer hesitação.