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quarta-feira, 4 de junho de 2025

Artigo da Cristina Miranda acerca do Poder proxeneta dos sibaritas do Terreiro do Paço


Aconselho a leitura deste artigo da Cristina Miranda acerca do resultado das últimas eleições e as suas (destas) repercussões nos me®dia.

Ao contrário, por exemplo, do Henrique Pereira dos Santos e do Corta-fitas, que preferem e proferem uma narrativa apologética do sistema político rotativista que nos governa desde há 50 anos — fruto de um CDS completamente vendido à Esquerda e destruído por dentro por Paulo Portas e Assunção Cristas —, a Cristina Miranda tem uma leitura crítica e independente acerca do Poder proxeneta instalado há 50 anos na capital-do-império-que-já-não-existe, e dos sibaritas que pululam pelo Terreiro do Paço.

Dois excertos do texto:

«Está mais do que provado: os jornalistas de hoje são meros fazedores de opinião, verdadeiras claques políticas, ao serviço de agendas bem definidas. Alguns cumprem ordens, outros fazem-no com entusiasmo.

Mas estes resultados eleitorais também lhes pertencem — são o reflexo do descrédito gerado por um serviço público profundamente degradado».



«Há cerca de 1,5 milhão de imigrantes com NISS mas sem registo activo de contribuições na Segurança Social. Isso não significa que todos vivem à custa do sistema, mas:

  • Muitos não trabalham legalmente (ainda).
  • Outros aguardam regularização.
  • Alguns estão em actividade informal.
  • Existem dependentes (filhos, cônjuges) sem obrigação de descontar.

A discrepância revela um modelo insustentável a longo prazo, se não houver políticas activas de integração laboral. Gera tensões sociais e percepções de injustiça fiscal entre os cidadãos nacionais. Pode colocar em risco a sustentabilidade da Segurança Social se o número de beneficiários passivos ultrapassar o de contribuintes activos.»

Leiam o resto.



quarta-feira, 24 de julho de 2024

“Igualdade” é a Pita que os piruta !


O Ludwig Krippahl foi (não sei se ainda é) apoiante do partido LIVRE do Rui Tavares que foi, por sua vez, deputado pelo Bloco de Esquerda no parlamento europeu; e por isso fiquei surpreendido com este verbete do Ludwig Krippahl.

Por muito que os me®dia tentem maquilhar a imagem do Rui Tavares (e fazem-no), a verdade é que este é essencialmente marxista, e o partido dele, de “livre”, tem quase nada. O Rui Tavares, à semelhança do Bloco de Esquerda, defende a igualdade de rendimentos, independentemente da dedicação e do trabalho despendidos pelos indivíduos. Rui Tavares é um comunista.




O Igualitarismo de Procrustes


Em aditamento ao referido artigo de Ludwig Krippahl, com o qual concordo maioritariamente, tenho a dizer o seguinte:

A obsessão pela “igualdade de rendimentos” é o fundamento de um velho totalitarismo travestido de “nova liberdade”. Como escreveu Fernando Pessoa: “é a velhice do eterno novo”.

O comunista (camuflado, ou não) começa por pedir a “igualdade de oportunidades”, mas acaba sempre por exigir que se penalize o bem-dotado. Para o comunista, a igualdade de rendimentos é a condição psicológica prévia das matanças científicas e frias (Che Guevara, Fidel Castro, Pol-Pot, Estaline, Mao, etc. ) — por exemplo, com a instituição do aborto como um “direito à igualdade da mulher”.

As matanças esquerdistas pertencem à lógica do próprio sistema obcecado pela “igualdade”.

Os seres humanos, à medida em que se sentem mais “iguais”, mais facilmente aceitam e toleram que os tratem (pelo Estado ou pelo Poder) como peças intercambiáveis, substituíveis e supérfluas.

Para além dos comunistas, os auto-proclamados “liberais, progressistas e igualitaristas”, (por exemplo, IL [Iniciativa Liberal]) ignoram a diferença entre verdades e erros: apenas distinguem a diferença entre opiniões populares e opiniões impopulares. E depois dizem que “os populistas são os outros”.

Em nome da “igualdade”, o “liberal” português degrada a liberdade antes de a estrangular; o igualitarismo dito “liberal” não suprimiu os ricos e poderosos: apenas acabou com os ricos e poderosos decentes. Graças aos “liberais” portugueses, os ricos são hoje (em geral) uma cambada de gente amoral. Já lá vai o tempo em que o patrão se preocupava minimamente com as famílias dos seus operários: hoje, salvo excepções, um rico é sinónimo de filho-de-puta.

Se a cultura é a expressão da alma colectiva — sendo que a civilização é o propósito do intelecto —, a cultura actual, dita “liberal”, espelha a merda em que se transformou o espírito humano.


Porém, sendo a igualdade impossível, Aristóteles criou o conceito de “equidade” — que é diferente do conceito de equidade adulterado pelo Wokismo.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do direito igualitário porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural (o jusnaturalismo, que a Esquerda e os liberais repudiam, por exemplo, Isabel Moreira) nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito do que à lei e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.

A equidade é acção do espírito sobre a lei — em que esta (a lei) é subordinada àquele (ao espírito).



A equidade não significa que se justifique a existência de privilégios concedidos por intermédio do Direito Positivo — como, por exemplo, a restrição da liberdade individual, por exemplo, quando o Estado impõe as chamadas “quotas de género”, que a "Direitinha" do Montenegro e/ou do Nuno Melo também defende: aqui, não se trata de “equidade”: em vez disso, é ideologia marxista disfarçada.

A equidade não garante igualdade de rendimentos (ou igualdade de qualquer outra coisa) — exactamente porque equidade não é a mesma coisa que igualdade.

quarta-feira, 3 de maio de 2023

O CDS de Nuno Melo fecha a Esquerda à direita (é a Direita fofinha, que a Esquerda gosta)


O Nuno Melo escreveu aqui um textículo a desancar no IL (Iniciativa Liberal) e no CHEGA; parece-me que ele pretende fazer tábua rasa do CDS, como se o passado não existisse, em uma espécie de afirmação presentista da realidade política. Aliás, o presentismo é uma característica da União Europeia que temos: a alienação do passado e da História dos povos da Europa é a maior preocupação do leviatão europeu que o Nuno Melo serve.

Nas “Confissões”, Livro XI, Santo Agostinho diz que há três modos de tempo: “o presente das coisas passadas, o presente das coisas presentes, e o presente das coisas futuras”: ou seja, o presente não existe mais do que existem o passado ou o futuro — o momento presente desaparece em cada instante e torna-se passado, embora o presente não possa ser reduzido a um simples limite sem duração. Segundo Santo Agostinho, o presente revela, portanto, a natureza paradoxal do tempo que é a de ser a condição do não ser.

Ora, no CDS também existe um “presente das coisas passadas”; por exemplo, Assunção Cristas, Adolfo Mesquita Nunes, Paulo Portas, Nuno Melo, entre muitos outros. Ou o Nuno Melo renega esse “presente das coisas recentes passadas” do CDS, ou então não tem legitimidade e credibilidade para falar em reconstrução do CDS. Mas o Nuno Melo não renega esse passado recente e hipócrita do CDS, porque faz parte activa dele.


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Não vale a pena fazer aqui uma análise crítica do texto de Nuno Melo, porque é um vira-o-disco-e-toca-o-mesmo de um partido que apoiou (pelo menos tacitamente) o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos (Adolfo Mesquita Nunes), as quotas (anti-mérito) nas administrações das empresas (Assunção Cristas).

Votar no CDS é apoiar, de forma indirecta, o centrão socialista composto pelo Partido Socialista e Partido Social Democrata, porque o CDS de Nuno Melo fecha a Esquerda à direita.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Eis por que o CHEGA teve sucesso (até agora)


José Ribeiro e Castro escreveu um artigo acerca da tentativa do Partido Socialista da Isabel Moreira em controlar o Tribunal Constitucional.

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A grande diferença entre a Esquerda a que pertence a Isabel Moreira, por um lado, e a Direita da Assunção Cristas e do José Ribeiro e Castro, por outro lado, é a de que a Esquerda da Isabel Moreira diz pública- e claramente ao que vem: não esconde que pretende censurar opiniões diferentes, sobre matérias ditas “fracturantes”. A Isabel Moreira joga abertamente ao ataque.

Em contraponto, José Ribeiro e Castro joga à defesa: coloca a sua posição ideológica barricada, por detrás dos putativos “direitos” exarados na Constituição — “direitos”, esses, em relação aos quais a Isabel Moreira está-se borrifando.

Para a Isabel Moreira, os direitos individuais consagrados na Constituição só são válidos se jogarem a favor das suas (dela) posições ideológicas. Não sendo esse o caso, ela está-se cagando para os “direitos”.

Uma das razões — senão a principal — por que o CDS desapareceu, foi esta estratégia política titubeante, polida, educadinha e tíbia (exemplificada pelas atitudes políticas de Assunção Cristas) de jogar sistematicamente à defesa: a Isabel Moreira atacava-a nas redes sociais, e a Assunção Cristas pedia desculpa nos me®dia.

A estratégia da Direita não pode ser defensiva, politicamente correcta, educadinha: a Isabel Moreira tem muito pouco de “educada”. A Isabel Moreira tem que ser confrontada com a crueza estramontada que caracteriza as suas próprias atitudes.

Quid Pro Quo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Assunção Cristas diz que pertence a uma “direita diferente” — graças a Deus !


Assunção Cristas defende (no texto à direita; clique na imagem para ampliar) uma Direita com pena máxima de 25 anos (por exemplo) para assassinos em série. Neste aspecto (como em muitos outros), a direita da Assunção Cristas é de Esquerda. É a chamada “direitinha educadinha”, domesticada pela Esquerda (e pela maçonaria irregular).

asscris-direitas diferentesAdemais, a Assunção Cristas mente: André Ventura nunca defendeu pessoalmente a pena-de-morte.

Escreve, a referida criatura, que a Igreja Católica não defende a prisão perpétua — o que é falso: não há nada, no Direito Canónico, que interdite a prisão perpétua; e, até há pouco tempo, o catecismo da Igreja Católica admitia a pena-de-morte em circunstâncias especiais.

Não fica bem, à senhora Assunção Cristas, meter no mesmo saco ético, a pena-de-morte, por um lado, e a prisão perpétua, por outro lado. O método argumentativo tortuoso e insidioso da criatura faz lembrar o do Adolfo Mesquita Nunes (Les bons esprits se rencontrent...).

Outro argumento dela : “o assassino em série pode-se arrepender”. Questiono-me como esta senhora pode ser licenciada em Direito, porque o conceito de “revisão de pena” parece não fazer parte do seu (dela) universo ideológico.

Quando a pobre criatura compara a vida de um assassino em série, por um lado, e a vida de S. Paulo, por outro lado — podemos verificar a confrangedora indigência da sua (dela) argumentação.

Assunção Cristas apoia Marcelo Rebelo de Sousa; e este apoia António Costa. ¿Será preciso dizer mais alguma coisa?!

Assunção Cristas é a principal responsável pelo descalabro eleitoral do CDS/PP. Ela destruiu o partido. Mas, ainda assim, a pobre criatura continua a apregoar publicamente as suas virtudes de Esquerda, em nome de uma putativa e alegada “direita diferente”.


Nota: acerca da “invasão do capitólio” nos Estados Unidos — que a criatura invoca patética- e subliminarmente como sendo da responsabilidade do André Ventura — no final da sua (dela) escrevinhação, vejam (aqui em baixo) um conjunto de parangonas dos me®dia acerca dos distúrbios continuados e violência (de Maio a Setembro) por parte dos grupos radicais de esquerda Black Lives Matter e Antifa.

Jamais veremos que Assunção Cristas tecer qualquer crítica pública à violência esquerdista — quem se mete com a Esquerda, leva!: Ó Assunção, olha que a Isabel Moreira anda vigilante! Não saias da linha!

E caso para dizer: bardamerda!, Assunção!

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sábado, 22 de agosto de 2020

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

A lógica política da puta chamada Isabel Moreira


A grandessíssima puta que é a Isabel Moreira escreveu que “os tarados do CDS”  “vergaram” a Assunção Cristas, no que diz respeito à adopção da Ideologia de Género nas escolas primárias portuguesas.


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Veja bem, caro leitor: para o supracitado coirão do Tinder, criticar a Ideologia de Género e não concordar com a agenda política dessa ideologia, é (alegadamente) uma característica de “tarados”.

Há — da parte daquela grandessíssima puta — uma inversão de valores: os verdadeiros “tarados” (isto é, os da laia daquela mulher de meia-porta) que pretendem impôr (na cultura antropológica portuguesa) a sexualização de crianças da escola primária, são (alegadamente) “as pessoas sãs”; e as pessoas que criticam a sexualização das crianças passam a ser (segundo aquela monumental puta) “os tarados”.

Trata-se de um caso de projecção psicológica, que se manifesta através da inversão da culpa.

Ou seja, quem não concorda com a sexualização das crianças de tenra idade passa a ser “tarado” (segundo aquela magnificente espécime de gado vacum).


Ademais, aquela referida vacaaquela pechenga, grande reputenga, assinalável piriguete, notável vadia barregã, notória galdéria e pomposa rameira, vacão de primeira apanha, cuarra e putéfia de terceira classe, aquela quenga descomunal — demonstrou [por intermédio do seu (dela) textículo] que, a Esquerda em geral e o Partido Socialista em particular, pretendem controlar o discurso político dos partidos da chamada “Não-esquerda” (ou seja, o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas).

Para aquele vacarrão  juridicamente estruturado, a Assunção Cristas terá “mijado fora do penico” quando criticou a aplicação da Ideologia de Género a crianças da escola primária.

Quando eu me referi (neste verbete) aos “comissários políticos” do (novo) “Totalitarismo de Veludo”, referia-me a gentalha da espécie daquela supracitada grandessíssima alternadíssima.

Porém, a prostiputa enganou-se: a Assunção Cristas não se “vergou”, coisa nenhuma; a Assunção Cristas é mãe, salvo erro, de quatro filhos — coisa que a quenga pechenga Isabel Moreira não é, nem será: aquela cavalgadurabicha de Angola” nunca pariu nada relevante na sua (dela) miserável vida, e, por isso, não possui o instinto maternal de quem sabe (por experiência própria) que uma criança pré-pubescente não deve ser sujeita à sexualização por parte dos adultos.


Adenda: ficheiro PDF do texto referido.

sábado, 1 de junho de 2019

O PSD é como as “mudanças climáticas”: nunca muda sem autorização das elites


Quem ler isto até pode pensar que o PSD nunca entrou em devaneios ideológicos ao longo da sua estória — isto, entendido num país onde se vota num partido da mesma forma que se é sócio ou adepto de um clube de futebol.



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Obviamente que nunca simpatizei (pessoal- e politicamente) com Paulo Portas, mas este tinha um “faro político” que Assunção Cristas não tem. Comparar uma coisa com outra não lembra ao careca. Não é só apenas “visitar feiras”: é sobretudo saber quais as feiras a visitar, e quando se devem visitar.


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Assunção Cristas é tão estúpida que não viu a oportunidade política criada pelo PSD de Rui Rio; em vez de se demarcar claramente de Rui Rio e de António Costa (politicamente unidos), Assunção Cristas serviu de sacristã (juntamente com Rui Rio) à missa socialista (e o mais caricato neste país é ver o Marcelo Rebelo de Sousa dizer que é de “direita”. Este país é um circo histriónico).

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador) para as Europeias

 

  • Quando eu oiço o Nuno Melo (o tal que diz que é de “direita”) a defender (na TSF, no dia 6 de Maio p.p.) um novo imposto do CO2 pagar pelo povo português (a chamada “taxa de carbono”);
  • ou quando a chamada “direita” (o CDS do oportunista Nuno Melo e da execrável Assunção Cristas) alinha com o Bloco de Esquerda em relação à vinda a Portugal da Greta “marxismo cultural” Thunberg;

→ apetece-me votar no PNR (Partido Nacional Renovador).

quarta-feira, 1 de maio de 2019

A hipocrisia do CDS da execrável Assunção Cristas e do oportunista Nuno Melo

 

Nuno Melo diz que o partido espanhol VOX “não é de extrema-direita” — tentando assim cativar os votos da população portuguesa que é contra a imigração em massa e descontrolada, contra a Ideologia de Género, contra a islamização da Europa.

Porém, por outro lado, o CDS liderado pela execrável Assunção Cristas defende a Ideologia de Género  — nomeadamente quando “alinha” com as iniciativas políticas gayzistas do Bloco de Esquerda, como é o caso desta iniciativa do CDS de Assunção Cristas em Lisboa.

Nuno Melo acaba (sem querer) por ter alguma razão: o VOX não é de extrema-direita: em vez disso, é o CDS que pertence à Esquerda; ou melhor dizendo: o CDS “fecha” a Esquerda à direita.

As posições dos partidos são relativas: quando o CDS da execrável Assunção Cristas “alinha” com as posições do Bloco de Esquerda no que diz respeito à Ideologia de Género, então segue-se que qualquer partido que se oponha à Ideologia de Género passa a ser de “extrema-direita”.

domingo, 31 de março de 2019

Este CDS de Assunção Cristas é uma desgraça

 

Parece que um tal Armindo Leite teve uma divergência de opinião qualquer com a deputada socialista Isabel Moreira no FaceBook; e parece que o Armindo Leite chamou a Isabel Moreira de “fufa”, que é como quem diz: “alguém que anda a bater pratos”. Até aqui, este seria um assunto a ser dirimido entre dois adultos que participavam numa qualquer discussão política no FaceBook.

Acontece que, por acidente, o tal Armindo Leite pertence à concelhia do CDS de Barcelos.

Ora, aquilo que seria um acidente (uma coincidência), foi utilizado pela Isabel Moreira como uma acção política de auto-vitimização (como está na moda, na Esquerda), e foi transformado por Assunção Cristas em um acontecimento nacional quando esta pede desculpa a Isabel Moreira por um acto privado no FaceBook de um tal Armindo Leite.

Este CDS de Assunção Cristas é uma desgraça! É preciso limpar a actual cáfila lisboeira politicamente correcta do CDS, que está a destruir o partido — porque se todos os partidos passam a ser iguais (se em vez de “liberdade de expressão” passamos a ter “discurso de ódio”), então toda a luta pela liberdade que o CDS incorpora na sua história fica colocada em causa por uma avantesma herdeira política do Paulo Portas.

E já agora: se se trata de insulto ou injúria, ¿por que razão a Isabel Moreira não processa judicialmente o tal Armindo Leite?

E ¿por que razão a Assunção Cristas não perde uma oportunidade para se colocar ao lado da Esquerda nas chamadas “causas fracturantes”?

sábado, 29 de dezembro de 2018

O CDS da Assunção Cristas e os direitos de braguilha

 

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“Se o reaccionário não se desperta dentro do conservador, trata-se então apenas de um progressista paralisado

~ (Nicolás Gómez Dávila)

O CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes (e do João Távora) é o CDS dos “progressistas paralisados” — dos progressistas “direitinhos” campeões dos direitos de braguilha e do politicamente correcto → pois eu prefiro uma bala marxista a uma palmadinha nas costas de um “direitinha” desses do CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes.

A actual situação política em Portugal induz-me ao voto no PNR (Partido Nacional Renovador) — não porque eu o queira expressamente (o PNR é um partido estatista), mas porque não tenho outra hipótese credível.

O espaço político reduziu-se (encolheu) de tal forma que todos os partidos políticos representados no paralamento são de Esquerda — o CDS de Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes fecha a Esquerda à direita.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A Assunção Cristas e o Asno de Buridan

 

Temos aqui um “post” no Corta-fitas assinado por Henrique Pereira dos Santos.

Diz ele que a Assunção Cristas assumiu uma “posição moderada” ao afirmar que, entre Hadad e Bolsonaro, ela não votaria em nenhum deles. Ou seja, para a Assunção Cristas não há voto útil — a não ser que o voto útil seja no CDS dela.

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A Assunção Cristas — que visitou a mesquita de Lisboa e foi orgulhosa- e alegremente tratada como um ser humano de segunda classe — diz que é a representante da Não-esquerda em Portugal. E por isso é que até a Mariana Mortágua se ri dela.

Diga-se, em abono da verdade, que não estou a ver a Mariana Mortágua a visitar a mesquita de Lisboa e ser por lá tratada como um ser inferior...

A Assunção Cristas, tal como o tal Henrique e quejandos, padece de um Complexo de Inferioridade Moral imposto pela Teoria Crítica  marxista cultural.

Esse complexo de inferioridade moral impõe-lhes o politicamente correcto como uma espécie de “burocracia do espírito”.

Perante as invectivas (muitas vezes irracionais e até fazendo lembrar a Inquisição medieval) do marxismo cultural, a Não-esquerda entra em pânico moral e, no caso vertente, a Assunção Cristas faz lembrar o Asno de Buridan  (a “liberdade da indiferença”, o grau mais limitado da liberdade).

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”

 

feminismo-catolico-cristas-webConcordo, em geral, com um artigo publicado no Observador, relativo à substituição da Procuradora Geral da República, Joana Marquês Vidal, por uma militante comunista do MRPP.

É disto que estamos a falar: da radicalização política da Justiça em Portugal, o que significa uma forte tendência para a judicialização da política. Não me surpreenderia nada que os tribunais passassem, a partir de agora, a substituir esporadicamente o parlamento no acto legislativo.

Em relação ao PSD de Rui Rio, o artigo é claríssimo:

“Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar.”

Ou seja, o Rui Rio também quer um lugarzinho ao sol da Geringonça. E ¿qual é o papel do CDS da Assunção Cristas?

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O CDS de Assunção Cristas é aparentemente contra a Geringonça (que inclui também o PSD de Rui Rio).

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

Neste caso, o “ser contra a Geringonça” é reunir em si a discordância popular em relação à agenda política radical esquerdista que tomou conta da governança e da ruling class  em Portugal.

Assunção-Cristas-webMas esse “ser contra a Geringonça”, por parte do CDS de Assunção Cristas, não oferece alternativas à Geringonça: apenas diz que “é contra a Geringonça” — porque as alternativas à Geringonça (quaisquer que fossem) seriam imediatamente apodadas, pelos me®dia, de “nazis”, “xenófobas”, “homófobas”, “sexistas”, “racistas”, “fassistas”, “nacionalistas”, “patrióticas” e “de extrema-direita”, etc..

Ora, o CDS de Assunção Cristas foge da crítica radical-esquerdista dos me®dia como o diabo da cruz, ou o Maomé foge de um cão. O CDS de Assunção Cristas faz parte da estratégia da Geringonça, e tem a função de “amortecedor”.

O CDS de Assunção Cristas “amortece”, na opinião pública portuguesa, o impacto do escândalo provocado pelo radicalismo da extrema-esquerda que nos governa.

O CDS de Assunção Cristas adopta a Teoria Crítica, mas de sinal inverso: ao criticar sem dar soluções (porque tem medo de assumir quaisquer soluções para não ter a oposição dos me®dia), o CDS da Assunção Cristas apenas vai “trabalhando” para uma postura de resignação da população que não concorda com o radicalismo da Geringonça — nomeadamente, os católicos.

Quando o CDS da Assunção Cristas critica a Geringonça sem dar soluções reais para os problemas (porque tem medo de assumir as soluções que são óbvias!), a população que não concorda com a Geringonça acaba por se resignar, baixar os braços, e habituar-se ao autoritarismo suave imposto ao país pela aliança política entre António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Rui Rio.

O CDS de Assunção Cristas faz parte do problema, e não da solução !

domingo, 5 de agosto de 2018

Introdução à problemática dos ofendidos

 

Há quatro reparos que eu quero fazer a este texto acerca da “ofensa”.

isabel-moreira-jc-web1/ Por exemplo, eu posso dizer da Isabel Moreira (o meu ódio de estimação) aquilo que o Maomé não diria do toucinho, que ela faria certamente ouvidos de mercador; mas se uma qualquer “figura pública” (ou seja, pessoa conhecida pela televisão) lhe fizer um qualquer benigno e inocente reparo, a Isabel Moreira manifesta-se publicamente como uma virgem ofendida possuída por uma bruxa medieval.

Portanto, a “ofensa” tem a importância de quem a profere; e se um mero reparo vier de uma “pessoa importante”, nem é preciso ser ofensa: a vítima ofende-se mesmo sem qualquer ofensa.

2/ Por outro lado, há o “Poder da ofensa”a assimetria do Poder da ofensa. O direito a ofender não é todo igual: há pessoas com mais Poder de ofensa do que outras. Por exemplo, quando a Isabel Moreira diz a que Assunção Cristas é “fassista”, e esta cala-se caladinha, revela-se assim a assimetria do Poder da ofensa. A Isabel Moreira tem mais “direito à ofensa” do que a maioria das pessoas. A Isabel Moreira é uma privilegiada da ofensa.

Mas, por exemplo, se alguém diz publicamente que “a Isabel Moreira tem um furúnculo na bochecha”, cai o Carmo e a Trindade!: ela deita logo mão da sua “superioridade ofensiva” e reduz imediatamente o prevaricador a um ectoplasma político (sempre com o apoio massivo dos me®dia). Como diz a canção do Zeca : “se alguém a afronta / com o seu ar sisudo / e lhe franqueia a porta à chegada / ela come tudo e não deixa nada”.

3/ Ademais, há uma diferença entre a “ofensa política”, por um lado, e a “ofensa juridicamente enquadrada”, por outro lado. Por exemplo, a injúria (ou a difamação) é uma ofensa juridicamente enquadrada. O problema é estabelecer a fronteira entre as duas coisas. A “ofensa política” não poderá ser punida juridicamente, a não ser em um Estado totalitário (por exemplo, o leviatão da União Europeia).

Desde logo, a injúria e a difamação têm que ser falsas (têm que ser mentirosas), para serem consideradas como tais, do ponto de vista jurídico.

Por exemplo, se eu disser publicamente que “o Adolfo Mesquita Nunes é paneleiro”, não é uma injúria nem uma difamação, simplesmente porque estou a dizer uma verdade que o próprio Adolfo Mesquita Nunes reconheceu publicamente como tal. Naturalmente que o Adolfo Mesquita Nunes pode interpretar a palavra “paneleiro” de forma diferente de mim, mas as subjectividades não determinam o Direito: fanchono, paneleiro, panasca, guei, homossexual, abafa-palhinhas, etc., são definições nominais possíveis do mesmo fenómeno.

A linguagem de um carrejão do porto de Leixões não é ontologicamente inferior à de um menino “queque” de Cascais que diz “pilinha”, em vez de “caralho”.

4/ a ofensa, entendida do ponto de vista jurídico, tem que ter fundamentos metajurídicos que, por definição, estejam “para além” da Constituição — ou seja, a noção de “ofensa” não pode ser determinada arbitrariamente, em qualquer época e ao sabor da moda, por uma qualquer associação política de malfeitores que exerçam o Poder em nome de uma alegada e putativa "Vontade Geral". A “ofensa” (assim como a ciência e os costumes) também tem tradição.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Vai abrir a época da “caça ao patrão”

 

« A Assembleia da República aprovou esta quarta-feira, em votação final global, uma lei "que aprova medidas de promoção da igualdade remuneratória entre mulheres e homens por trabalho igual ou de igual valor". »

A mulher recebe menos porque tem uma "função diferente". Quais são os critérios?


Estamos a voltar à época do PREC [Processo Revolucionário em Curso], mas desta vez com uma estratégia política diferente, uma estratégia gramsciana [de Gramsci] em lugar da estratégia estalinista do velho Partido Comunista de 1975.

A actual estratégia gramsciana da Esquerda marxista (que inclui uma parte considerável do Partido Socialista) consiste na humilhação política, por parte do Estado, dos detentores de propriedade privada (o “exercício do Poder”, como escreveu a Helena Matos), por um lado, e por outro lado, o ataque soez, no âmbito da cultura, às instituições que não estejam sob tutela directa do Estado (por exemplo, com a política de identidade, como é o caso do feminismo).

Como diz e bem a Helena Matos, esta lei da Esquerda (mas abençoada e santificada pelo CDS da Assunção Cristas) é desnecessária porque “todos os meses as empresas enviam os dados [estatísticos] para pagamento dos seus trabalhadores à Segurança Social”.

O que se pretende com esta lei é a humilhação (do ponto de vista da cultura antropológica e da política) dos detentores da propriedade privada em geral, e dos proprietários das empresas em particular. Isto faz parte da estratégia gramsciana da Nova Esquerda.


A hegemonia [que é hoje a do Estado marxista da geringonça], consiste em criar uma mentalidade uniforme sobre todas as questões, visando anestesiar o senso crítico e uniformizar o senso comum. É a hegemonia [do Estado em relação à sociedade] que leva as pessoas a aceitarem o que lhes dizem sem contestação e a tolerar determinados crimes [por parte do Estado].

Do parágrafo anterior, o que está escrito a itálico é da autoria do próprio António Gramsci; o que está entre parêntesis é adição minha. Vemos como as ideias de Gramsci se viram hoje contra a Esquerda marxista. gramsci-ideias-web


Esta lei vai ser uma espécie de fenómeno cultural #MeToo das empresas privadas.

Irão entrar nos tribunais de trabalho dezenas de milhares de queixas de mulheres que se sentem (subjectivamente) prejudicadas no trabalho; queixas que resultam de juízos subjectivos, de tipo: eu penso que estou a ganhar menos do que o João que trabalha no turno da noite”. E o problema é que o ónus da prova pertence a quem é acusado (o patrão): talvez a maior perversidade desta lei seja a inversão do ónus da prova.

É óbvio que nenhum patrão, no seu perfeito juízo, paga mais a um homem do que a uma mulher para fazer o mesmo trabalho.

É claro, para quem tem dois dedos de testa, que a maioria de Esquerda e o governo da geringonça não pensam que os patrões portugueses são estúpidos ao ponto de perder dinheiro pagando mais a homens do que a mulheres para fazer o mesmo trabalho. Isto não lembraria ao careca!
O que se passa, realmente, é a abertura da estação da “caça ao patrão” que a geringonça já anuncia para breve. Apertem os cintos!

domingo, 1 de julho de 2018

O CDS de Assunção Cristas não é de Direita; queremos um CDS da “Direita à Manuel Monteiro”

 

Fazendo uma analogia: o CDS de Assunção Cristas é uma espécie de facção menchevique do partido social-democracia russo do início do século XX — facção esta que soçobrou em confronto com a facção dos bolcheviques (liderada por Lenine) do mesmo partido.

Não devemos esquecer que Lenine militou no partido social-democrata russo, antes de aderir ao Partido Comunista russo que executou o golpe-de-estado de 1917.


O CDS de Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita.

ASSCRIS-WEBQuando saiu da presidência do CDS, Paulo Portas deixou o partido armadilhado; e dessa armadilha faz parte o apoio explícito e público de Paulo Portas à eleição de Assunção Cristas para a presidência do partido. Enquanto existirem “fanchonos orgulhosos” nos órgãos de direcção do CDS, este partido nunca será de Direita.

Eu nunca vi um heterossexual dizer que se sente “orgulhoso” por ser heterossexual; e por isso não admito — na direcção de um partido que se diz de Direita — que um fanchono se sinta orgulhoso por se apanascar. E também não é admissível que um dirigente fanchono de um partido dito de “Direita” defenda a legalização da adopção de crianças por pares de invertidos.


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Alguém que diga à Assunção Cristas uma coisa muito simples: a Direita não se reduz à economia — embora a Assunção Cristas vá contra liberdade de mercado ao defender a lei das quotas para as empresas privadas. É é isto que dirige a “Direita” portuguesa...

Não é apenas a economia que faz a política. A política é feita de valores, em geral, e não apenas de dinheiro. O dinheiro é muito importante, mas não é tudo na política. Aliás, a economia depende muito da cultura antropológica e dos valores éticos prevalecentes na sociedade.

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quinta-feira, 8 de março de 2018

O CDS de Assunção Cristas é um partido de Esquerda

 

Concordo com a maior parte do que foi escrito aqui acerca do CDS da Assunção Cristas.

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A sorte dos “partidos do regime” é a reputação do PNR (Partido Nacional Renovador) granjeada à custa dos “cabeças rapadas”: se observarmos os partidos europeus da Direita, como por exemplo, o UKIP (United Kingdom Independent Party), ou o AfD (Alternative für Deutschland), ou a Forza Itália, entre outros, não existe neles um histórico de “cabeças rapadas”. Nem na Front Nationale de Marine Le Pen (já não digo o mesmo da Front Nationale do seu pai) há um histórico “skin head”.

Porém, há que ter em consideração que, em política, não há memória que dure; e é possível que o PNR “limpe” o seu histórico e que cative uma nova geração de portugueses. Ou é possível que surja um outro partido político anti-sistema, como aconteceu em Itália com a LEGA NORD.


Os dois grandes problemas da afirmação de qualquer partido político em Portugal são:

1/ a influência medonha da maçonaria em tudo o que mexe;

2/ e — também conotada com a maçonaria — a agenda política globalista (que é aliada da Esquerda, como podemos ver com o bilionário e judeu George Soros, por exemplo) que controla os me®dia. ASSCRIS-WEB

Em Portugal, é impossível o mínimo sucesso político sem a aquiescência da maçonaria que, por sua vez, dá aos me®dia a luz verde para a cobertura informativa.

Com algum espanto vejo o CDS de Assunção Cristas a querer roubar algum espaço político do Partido Socialista de António Costa, por exemplo quando Assunção Cristas adopta algumas posições políticas próprias do marxismo cultural.

Tal como prevejo para o Partido Social Democrata de Rui Rio, o CDS de Assunção Cristas não tem grande futuro. Grosso modo: a Assunção Cristas entrou em competição com a Catarina Martins.

Vemos em baixo um vídeo de uma conferência dada em 1978 por Milton Friedman acerca da chamada “flat tax” (imposto único e universal). Friedman demonstrou que a percentagem da taxa única não compromete as receitas do Estado, e que a complicação do sistema de impostos apenas serve o carreirismo da classe política – trata-se de uma “classe”, e não de um “escol”, porque “um escol é uma colecção de indivíduos” (Fernando Pessoa).

 

 

Quando um partido político português defender o Imposto Único e Universal ('flat tax'), ao mesmo tempo que defende os valores da família nuclear antropológica e a sua autonomia face ao Estado, por um lado, e por outro lado defenda a existência e o desenvolvimento de instituições de intermediação entre o indivíduo e o Estado (por exemplo, a afirmação da Igreja Católica, entre outras confissões religiosas cristãs) — então teremos um partido de Direita em Portugal.

Ora, esse partido não é seguramente o CDS de Assunção Cristas, que compete com a Esquerda na agenda política da “nacionalização da família” e da atomização do indivíduo face a um Estado plenipotenciário.