segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Em caso de dúvida "Woke" acerca da sua inocência, mata-se o suspeito

O leitor, se for minimamente inteligente, perceberá por que razão surgiu o fenómeno “Donald Trump”: uma autocracia disfarçada — a do politicamente correcto ""Woke"" que temos na União Europeia — clama por outra autocracia de sinal oposto — a do movimento MAGA (Make America Great Again).

O argentino Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, foi suspenso pela UEFA: antes mesmo de qualquer investigação, o sistema político "Woke" vigente parte imediatamente do princípio de que o branco é necessariamente criminoso e o negro é sempre a vítima. Os negros são sempre considerados as vítimas imaculadas: são todos uns anjos.

Basta ao negro apontar o dedo ao branco, e este está imediatamente f*d*do. É como aquele movimento "Woke" chamado de “ME TOO”: basta a uma mulher acusar um homem de qualquer malfeitoria e este vai logo bater com os costados na pildra.

Por estas e por outras é que surgiu o fenómeno “Donald Trump” nos Estados Unidos.

As pessoas aperceberam-se de que existe um novo tipo de racismo, desta feita contra os brancos e contra as suas raízes culturais e históricas. Eu não concordo em quase tudo com o Donald Trump, mas entendo a natureza do fenómeno MAGA (Make America Great Again).

Por exemplo, no jogo do passado fim-de-semana entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, a polícia proibiu a exibição de um cartaz, por parte dos adeptos do Braga, que continha os seguintes dizeres em latim:


“Antes de lhe ser dado um nome, já havia terra./ Antes de ser cidade, já havia povo./ Das gentes antigas nasceu Bracara Augusta,/ onde as armas, a lealdade e a terra se tornaram uma só”.

bracara augusta web

Vai daí, a polícia decidiu que o cartaz era “fascista” e confiscou-o; mas não disse por que razão o cartaz seria “fassista”; talvez por exibir uma cruz templária: a estaurofobia tomou conta das nossas instituições públicas e políticas. Entre os políticos que temos, impera o horror à cruz.

A polícia não percebeu o que estava escrito no cartaz, em latim; mas, pelo sim pela não, confiscou o cartaz mesmo sem saber por quê.

O mesmo se passa com a UEFA: mesmo sem saber se o pretinho da sorte brasileiro falou verdade, puniu imediatamente o branco. Punir o branco sem razão está na moda; proibir a divulgação das raízes culturais e históricas dos brancos é um imperativo racista das elites que nos governam.

Por isso é que o Donald Trump se torna legítimo (infelizmente).