domingo, 21 de junho de 2026

As elites ocidentais irão ter que assassinar em massa

A missão política das elites europeias já é a de eliminar progressivamente a população autóctone, de inicio de uma forma incipiente e dissimulada, e mais tarde de forma massiva, dando razão ao prognóstico de Enoch Powell feito através do seu discurso “Rivers Of Blood”, proferido em 1968 em Birmingham.

O caminho a seguir, segundo as elites ocidentais, é um neofascismo de tipo chinês, em que as empresas privadas são estritamente controladas por um Estado que as tolera, e que promove socialmente uma classe de bilionários caninamente obedientes a esse mesmo Estado.

Para a plutocracia globalista, é necessário eliminar uma população autóctone culturalmente influenciada por aquilo a que Schumpeter chamou de “Democracia Procedimental” — in “História da Análise Económica”, 1954: a democracia que funciona como método político.

Ora, as elites aliadas (a “ruling class”) pretendem alterar / erradicar o método político actual, e para isso é necessário alterar radicalmente a cultura política da população autóctone.

É preciso reinstalar o Absolutismo da Razão de Estado, e para isso é necessário proteger uma população invasora que tenha como cultura de origem a aceitação do princípio totalitário de Estado, ou que seja mais maleável à aculturação de um qualquer tipo de totalitarismo.

Para as elites oraculinas ocidentais, a democracia — enquanto método político — passou a ser a inimiga do progresso e do futuro.

A influência do Iluminismo na cultura política passou a ser considerada perniciosa, e pretende-se agora recuperar e engrandecer os valores políticos que o Iluminismo colocou em causa.

Quando nos questionamos, por exemplo, acerca da razão por que o falecido Pinto Balsemão (e o seu filho, agora), que foi o representante do Grupo de Bilderberg em Portugal, sempre promoveu a Esquerda mais radical (por exemplo, Francisco Louçã ou Daniel Oliveira) no seu (dele) canal de televisão (“SIC”). Ou qual é a relação entre o Grupo de Bilderberg e a Esquerda radical? Qual é a relação entre o bilionário George Soros e os esquerdistas mais psicóticos e auto-contraditórios da actualidade, como por exemplo o partido neomarxista LIVRE?

A erradicação da cultura política superveniente ao Iluminismo é essencial para a agenda política das actuais elites ocidentais — que incluem os dois partidos americanos que apenas defendem metodologias diferentes para atingir o mesmo objectivo: a restauração do Estado Absoluto.

A China “comunista” (que contém em si mesma os maiores capitalistas do mundo inteiro) é apontada como exemplo do caminho a seguir. O caminho a seguir, segundo as elites ocidentais, é um neofascismo de tipo chinês, em que as empresas privadas são estritamente controladas por um Estado que as tolera, e que promove socialmente uma classe de bilionários caninamente obedientes a esse mesmo Estado.

bill gates socialismo  web

Quando Bill Gates se refere à urgência do “socialismo”, refere-se à urgência da imposição do sistema político chinês.

O que as elites políticas pretendem para o Ocidente (Europa + América Latina + Estados Unidos) é a imposição coerciva de uma espécie de regime fascista chinês.

A construção de um novo fascismo global e globalista, começou, em primeiro lugar, nas décadas de 1970 e 80 com a reciclagem das teorias de Karl Marx contra o capitalismo, reciclagem promovida pelas elites globalistas através dos me®dia controlados pela Esquerda.

Salvo raras excepções, os me®dia globalistas não se referiram às criticas da Teoria da História de Marx, feitas por exemplo, por Maitland, Max Weber ou Sombart; não se referiram às críticas feitas à teoria do valor de trabalho de Karl Marx, por exemplo, por Böhm-Bawerk, von Mises, entre outros; não se referiram às críticas das teorias marxistas da “falsa consciência”, da “alienação”, e da “luta de classes”, feitas por exemplo por Karl Popper, Sombart, Mallock, Hayek ou Aron Raymond.

A atitude dos me®dia esquerdistas controlados pela elite globalista, foi sempre a da promoção de uma moral assimétrica (baseada no conceito de tolerância repressiva de Marcuse) que atribui à Esquerda o monopólio da virtude moral, e que usa o conceito de “direita” como um termo sinónimo de “abuso”, a que juntou uma assimetria lógica que impõe que o ónus da prova (que , neste caso, é considerado como sendo eterno) deve ser sempre atribuído à Direita.

Este maniqueísmo político foi imposto na cultura ocidental pelas elites, nomeadamente através dos me®dia propriedade dos globalistas mas controlados pela Esquerda radical — as mesmas elites de bilionários que hoje criticam as políticas de Ronald Reagan  e Margaret Thatcher e dizem que o regime político ideal é o neofascismo chinês.

Porém, a agenda da aliança entre a plutocracia globalista e os neomarxistas internacionalistas está a criar monstros políticos.

A eliminação da classe média a Ocidente, imposta pelos mais ricos do mundo com a clara anuência da Esquerda neomarxista, é propositada, e tem como objectivo a imposição coerciva de um Estado Absoluto. Os oráculos dos deuses de Wall Street ou da City de Londres mostram uma clara tendência para se gerar exactamente o oposto da previsão adivinhatória e da certeza revolucionária do futuro.